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Foram encontradas 21 questões.

1635100 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Belterra-PA
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São recursos do Outlook Express:

1. Criação de identidades;

2. Localizar mensagem;

3. Regras para mensagens.

Dentre tais recursos, pode-se considerar importantes os itens

 

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1635099 Ano: 2014
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Belterra-PA
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No que diz respeito à redação oficial, é correto afirmar que o vocativo a ser empregado em documentos oficiais endereçados aos chefes de poder, seguido do cargo executivo, é

 

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1635098 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Belterra-PA
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Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 09.


Natureza urbanizada


  • Uma senhora coloca cedinho, na rua, arroz cozido para os pombos. Um rato sai do
  • esgoto e entra na roda. Come tranquilamente do arroz ao lado dos pombos, cada espécie
  • na sua. A cena é inusitada e, de certo modo, simpática à vista por sua originalidade. O rato
  • não é feio. Está redondo. A certeza do alimento fácil talvez o tenha feito desistir do alvo
  • eventual e arisco. Melhor um arroz no papo do que dois pombos voando.
  • Mas há um anticlima no cenário: pombos e ratos são animais que causam danos à
  • saúde humana. Percebe-se menos esse aspecto da questão quanto aos pombos, símbolos
  • da paz (os brancos). E também porque a ameaça só se materializa em função da
  • quantidade. Mesmo quando um rato de maior tamanho tem um aspecto mais simpático,
  • como o roedor que dividiu a mesa com os pombos, é fora de dúvida sua nocividade.
  • O lixo abundante na cidade acaba sendo uma forma de alimentação, ainda que
  • sujeita à seleção. As pessoas se habituam a alimentar os animais, especialmente as aves.
  • Não se apercebem dos males a que dão origem involuntariamente, a si e aos animais.
  • Pássaros que bebem água adoçada vão ser prejudicados. O fato – evidente e crescente – é
  • a multiplicação dos animais.
  • Alguns deles ainda não estão domesticados e talvez nunca venham a ser, como os
  • gatos. Mas os pássaros estão perdendo o medo. Muitos deles já não voam quando uma
  • pessoa se aproxima, se ela não assume uma atitude hostil ou agressiva. Dentre os
  • pássaros, o mais presente – por seu número e zoada característica – é o periquito.
  • Alguns anos atrás não se podia imaginar que haveria tantos circulando pela cidade.
  • Nem tantas e tão amistosas garças. Sua presença nos igarapés e canais, mas
  • principalmente o seu voar pela cidade até as árvores da Praça Batista Campos, ao
  • amanhecer e entardecer, é um dos mais novos e bonitos espetáculos da cidade.
  • Complexo e maravilhoso mundo animal que se urbaniza. A expressão das cidades
  • pelo espaço em torno (ou entorno, como hoje se prefere) é um movimento que vai ao
  • encontro de outro movimento, o de expulsão dos animais silvestres do seu habitat natural
  • pelos desmatamentos nas áreas mais próximas (e mais distantes).
  • Haverá um dia em que o ao encontro se transformará em de encontro, se quem –
  • de fato e de direito – não se interessar por esse fenômeno.

  • PINTO, Lucio Flávio. Jornal Pessoal. n.º 556. Mar. 2014. 1ª quinzena.

    Com relação aos aspectos linguísticos, pode-se afirmar que a

     

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    1635097 Ano: 2014
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Belterra-PA
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    Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 09.


    Natureza urbanizada


  • Uma senhora coloca cedinho, na rua, arroz cozido para os pombos. Um rato sai do
  • esgoto e entra na roda. Come tranquilamente do arroz ao lado dos pombos, cada espécie
  • na sua. A cena é inusitada e, de certo modo, simpática à vista por sua originalidade. O rato
  • não é feio. Está redondo. A certeza do alimento fácil talvez o tenha feito desistir do alvo
  • eventual e arisco. Melhor um arroz no papo do que dois pombos voando.
  • Mas há um anticlima no cenário: pombos e ratos são animais que causam danos à
  • saúde humana. Percebe-se menos esse aspecto da questão quanto aos pombos, símbolos
  • da paz (os brancos). E também porque a ameaça só se materializa em função da
  • quantidade. Mesmo quando um rato de maior tamanho tem um aspecto mais simpático,
  • como o roedor que dividiu a mesa com os pombos, é fora de dúvida sua nocividade.
  • O lixo abundante na cidade acaba sendo uma forma de alimentação, ainda que
  • sujeita à seleção. As pessoas se habituam a alimentar os animais, especialmente as aves.
  • Não se apercebem dos males a que dão origem involuntariamente, a si e aos animais.
  • Pássaros que bebem água adoçada vão ser prejudicados. O fato – evidente e crescente – é
  • a multiplicação dos animais.
  • Alguns deles ainda não estão domesticados e talvez nunca venham a ser, como os
  • gatos. Mas os pássaros estão perdendo o medo. Muitos deles já não voam quando uma
  • pessoa se aproxima, se ela não assume uma atitude hostil ou agressiva. Dentre os
  • pássaros, o mais presente – por seu número e zoada característica – é o periquito.
  • Alguns anos atrás não se podia imaginar que haveria tantos circulando pela cidade.
  • Nem tantas e tão amistosas garças. Sua presença nos igarapés e canais, mas
  • principalmente o seu voar pela cidade até as árvores da Praça Batista Campos, ao
  • amanhecer e entardecer, é um dos mais novos e bonitos espetáculos da cidade.
  • Complexo e maravilhoso mundo animal que se urbaniza. A expressão das cidades
  • pelo espaço em torno (ou entorno, como hoje se prefere) é um movimento que vai ao
  • encontro de outro movimento, o de expulsão dos animais silvestres do seu habitat natural
  • pelos desmatamentos nas áreas mais próximas (e mais distantes).
  • Haverá um dia em que o ao encontro se transformará em de encontro, se quem –
  • de fato e de direito – não se interessar por esse fenômeno.

  • PINTO, Lucio Flávio. Jornal Pessoal. n.º 556. Mar. 2014. 1ª quinzena.

    O conectivo que melhor expressa a relação entre os enunciados “A certeza do alimento fácil talvez o tenha feito desistir do alvo eventual e arisco” e “Melhor um arroz no papo do que dois pombos voando” (linhas 4 e 5) é

     

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    1635096 Ano: 2014
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Belterra-PA
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    Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 09.


    Natureza urbanizada


  • Uma senhora coloca cedinho, na rua, arroz cozido para os pombos. Um rato sai do
  • esgoto e entra na roda. Come tranquilamente do arroz ao lado dos pombos, cada espécie
  • na sua. A cena é inusitada e, de certo modo, simpática à vista por sua originalidade. O rato
  • não é feio. Está redondo. A certeza do alimento fácil talvez o tenha feito desistir do alvo
  • eventual e arisco. Melhor um arroz no papo do que dois pombos voando.
  • Mas há um anticlima no cenário: pombos e ratos são animais que causam danos à
  • saúde humana. Percebe-se menos esse aspecto da questão quanto aos pombos, símbolos
  • da paz (os brancos). E também porque a ameaça só se materializa em função da
  • quantidade. Mesmo quando um rato de maior tamanho tem um aspecto mais simpático,
  • como o roedor que dividiu a mesa com os pombos, é fora de dúvida sua nocividade.
  • O lixo abundante na cidade acaba sendo uma forma de alimentação, ainda que
  • sujeita à seleção. As pessoas se habituam a alimentar os animais, especialmente as aves.
  • Não se apercebem dos males a que dão origem involuntariamente, a si e aos animais.
  • Pássaros que bebem água adoçada vão ser prejudicados. O fato – evidente e crescente – é
  • a multiplicação dos animais.
  • Alguns deles ainda não estão domesticados e talvez nunca venham a ser, como os
  • gatos. Mas os pássaros estão perdendo o medo. Muitos deles já não voam quando uma
  • pessoa se aproxima, se ela não assume uma atitude hostil ou agressiva. Dentre os
  • pássaros, o mais presente – por seu número e zoada característica – é o periquito.
  • Alguns anos atrás não se podia imaginar que haveria tantos circulando pela cidade.
  • Nem tantas e tão amistosas garças. Sua presença nos igarapés e canais, mas
  • principalmente o seu voar pela cidade até as árvores da Praça Batista Campos, ao
  • amanhecer e entardecer, é um dos mais novos e bonitos espetáculos da cidade.
  • Complexo e maravilhoso mundo animal que se urbaniza. A expressão das cidades
  • pelo espaço em torno (ou entorno, como hoje se prefere) é um movimento que vai ao
  • encontro de outro movimento, o de expulsão dos animais silvestres do seu habitat natural
  • pelos desmatamentos nas áreas mais próximas (e mais distantes).
  • Haverá um dia em que o ao encontro se transformará em de encontro, se quem –
  • de fato e de direito – não se interessar por esse fenômeno.

  • PINTO, Lucio Flávio. Jornal Pessoal. n.º 556. Mar. 2014. 1ª quinzena.

    A ideia expressa pela palavra em destaque está corretamente indicada em

     

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    1635095 Ano: 2014
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Belterra-PA
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    Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 09.


    Natureza urbanizada


  • Uma senhora coloca cedinho, na rua, arroz cozido para os pombos. Um rato sai do
  • esgoto e entra na roda. Come tranquilamente do arroz ao lado dos pombos, cada espécie
  • na sua. A cena é inusitada e, de certo modo, simpática à vista por sua originalidade. O rato
  • não é feio. Está redondo. A certeza do alimento fácil talvez o tenha feito desistir do alvo
  • eventual e arisco. Melhor um arroz no papo do que dois pombos voando.
  • Mas há um anticlima no cenário: pombos e ratos são animais que causam danos à
  • saúde humana. Percebe-se menos esse aspecto da questão quanto aos pombos, símbolos
  • da paz (os brancos). E também porque a ameaça só se materializa em função da
  • quantidade. Mesmo quando um rato de maior tamanho tem um aspecto mais simpático,
  • como o roedor que dividiu a mesa com os pombos, é fora de dúvida sua nocividade.
  • O lixo abundante na cidade acaba sendo uma forma de alimentação, ainda que
  • sujeita à seleção. As pessoas se habituam a alimentar os animais, especialmente as aves.
  • Não se apercebem dos males a que dão origem involuntariamente, a si e aos animais.
  • Pássaros que bebem água adoçada vão ser prejudicados. O fato – evidente e crescente – é
  • a multiplicação dos animais.
  • Alguns deles ainda não estão domesticados e talvez nunca venham a ser, como os
  • gatos. Mas os pássaros estão perdendo o medo. Muitos deles já não voam quando uma
  • pessoa se aproxima, se ela não assume uma atitude hostil ou agressiva. Dentre os
  • pássaros, o mais presente – por seu número e zoada característica – é o periquito.
  • Alguns anos atrás não se podia imaginar que haveria tantos circulando pela cidade.
  • Nem tantas e tão amistosas garças. Sua presença nos igarapés e canais, mas
  • principalmente o seu voar pela cidade até as árvores da Praça Batista Campos, ao
  • amanhecer e entardecer, é um dos mais novos e bonitos espetáculos da cidade.
  • Complexo e maravilhoso mundo animal que se urbaniza. A expressão das cidades
  • pelo espaço em torno (ou entorno, como hoje se prefere) é um movimento que vai ao
  • encontro de outro movimento, o de expulsão dos animais silvestres do seu habitat natural
  • pelos desmatamentos nas áreas mais próximas (e mais distantes).
  • Haverá um dia em que o ao encontro se transformará em de encontro, se quem –
  • de fato e de direito – não se interessar por esse fenômeno.

  • PINTO, Lucio Flávio. Jornal Pessoal. n.º 556. Mar. 2014. 1ª quinzena.

    Levando-se em consideração as relações de sentido, é falso afirmar que

     

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    Questão presente nas seguintes provas
    1635094 Ano: 2014
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Belterra-PA
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    Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 09.


    Natureza urbanizada


  • Uma senhora coloca cedinho, na rua, arroz cozido para os pombos. Um rato sai do
  • esgoto e entra na roda. Come tranquilamente do arroz ao lado dos pombos, cada espécie
  • na sua. A cena é inusitada e, de certo modo, simpática à vista por sua originalidade. O rato
  • não é feio. Está redondo. A certeza do alimento fácil talvez o tenha feito desistir do alvo
  • eventual e arisco. Melhor um arroz no papo do que dois pombos voando.
  • Mas há um anticlima no cenário: pombos e ratos são animais que causam danos à
  • saúde humana. Percebe-se menos esse aspecto da questão quanto aos pombos, símbolos
  • da paz (os brancos). E também porque a ameaça só se materializa em função da
  • quantidade. Mesmo quando um rato de maior tamanho tem um aspecto mais simpático,
  • como o roedor que dividiu a mesa com os pombos, é fora de dúvida sua nocividade.
  • O lixo abundante na cidade acaba sendo uma forma de alimentação, ainda que
  • sujeita à seleção. As pessoas se habituam a alimentar os animais, especialmente as aves.
  • Não se apercebem dos males a que dão origem involuntariamente, a si e aos animais.
  • Pássaros que bebem água adoçada vão ser prejudicados. O fato – evidente e crescente – é
  • a multiplicação dos animais.
  • Alguns deles ainda não estão domesticados e talvez nunca venham a ser, como os
  • gatos. Mas os pássaros estão perdendo o medo. Muitos deles já não voam quando uma
  • pessoa se aproxima, se ela não assume uma atitude hostil ou agressiva. Dentre os
  • pássaros, o mais presente – por seu número e zoada característica – é o periquito.
  • Alguns anos atrás não se podia imaginar que haveria tantos circulando pela cidade.
  • Nem tantas e tão amistosas garças. Sua presença nos igarapés e canais, mas
  • principalmente o seu voar pela cidade até as árvores da Praça Batista Campos, ao
  • amanhecer e entardecer, é um dos mais novos e bonitos espetáculos da cidade.
  • Complexo e maravilhoso mundo animal que se urbaniza. A expressão das cidades
  • pelo espaço em torno (ou entorno, como hoje se prefere) é um movimento que vai ao
  • encontro de outro movimento, o de expulsão dos animais silvestres do seu habitat natural
  • pelos desmatamentos nas áreas mais próximas (e mais distantes).
  • Haverá um dia em que o ao encontro se transformará em de encontro, se quem –
  • de fato e de direito – não se interessar por esse fenômeno.

  • PINTO, Lucio Flávio. Jornal Pessoal. n.º 556. Mar. 2014. 1ª quinzena.

    Quanto ao gênero, “Natureza urbanizada” pode ser classificado como um(a)

     

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    Questão presente nas seguintes provas
    1635093 Ano: 2014
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Belterra-PA
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    Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 09.


    Natureza urbanizada


  • Uma senhora coloca cedinho, na rua, arroz cozido para os pombos. Um rato sai do
  • esgoto e entra na roda. Come tranquilamente do arroz ao lado dos pombos, cada espécie
  • na sua. A cena é inusitada e, de certo modo, simpática à vista por sua originalidade. O rato
  • não é feio. Está redondo. A certeza do alimento fácil talvez o tenha feito desistir do alvo
  • eventual e arisco. Melhor um arroz no papo do que dois pombos voando.
  • Mas há um anticlima no cenário: pombos e ratos são animais que causam danos à
  • saúde humana. Percebe-se menos esse aspecto da questão quanto aos pombos, símbolos
  • da paz (os brancos). E também porque a ameaça só se materializa em função da
  • quantidade. Mesmo quando um rato de maior tamanho tem um aspecto mais simpático,
  • como o roedor que dividiu a mesa com os pombos, é fora de dúvida sua nocividade.
  • O lixo abundante na cidade acaba sendo uma forma de alimentação, ainda que
  • sujeita à seleção. As pessoas se habituam a alimentar os animais, especialmente as aves.
  • Não se apercebem dos males a que dão origem involuntariamente, a si e aos animais.
  • Pássaros que bebem água adoçada vão ser prejudicados. O fato – evidente e crescente – é
  • a multiplicação dos animais.
  • Alguns deles ainda não estão domesticados e talvez nunca venham a ser, como os
  • gatos. Mas os pássaros estão perdendo o medo. Muitos deles já não voam quando uma
  • pessoa se aproxima, se ela não assume uma atitude hostil ou agressiva. Dentre os
  • pássaros, o mais presente – por seu número e zoada característica – é o periquito.
  • Alguns anos atrás não se podia imaginar que haveria tantos circulando pela cidade.
  • Nem tantas e tão amistosas garças. Sua presença nos igarapés e canais, mas
  • principalmente o seu voar pela cidade até as árvores da Praça Batista Campos, ao
  • amanhecer e entardecer, é um dos mais novos e bonitos espetáculos da cidade.
  • Complexo e maravilhoso mundo animal que se urbaniza. A expressão das cidades
  • pelo espaço em torno (ou entorno, como hoje se prefere) é um movimento que vai ao
  • encontro de outro movimento, o de expulsão dos animais silvestres do seu habitat natural
  • pelos desmatamentos nas áreas mais próximas (e mais distantes).
  • Haverá um dia em que o ao encontro se transformará em de encontro, se quem –
  • de fato e de direito – não se interessar por esse fenômeno.

  • PINTO, Lucio Flávio. Jornal Pessoal. n.º 556. Mar. 2014. 1ª quinzena.

    No final do texto, o jornalista faz um jogo de palavras com as locuções “ao encontro (de)” e “de encontro (a)” (linha 28) com o propósito de

     

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    Questão presente nas seguintes provas
    1635092 Ano: 2014
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Belterra-PA
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    Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 09.


    Natureza urbanizada


  • Uma senhora coloca cedinho, na rua, arroz cozido para os pombos. Um rato sai do
  • esgoto e entra na roda. Come tranquilamente do arroz ao lado dos pombos, cada espécie
  • na sua. A cena é inusitada e, de certo modo, simpática à vista por sua originalidade. O rato
  • não é feio. Está redondo. A certeza do alimento fácil talvez o tenha feito desistir do alvo
  • eventual e arisco. Melhor um arroz no papo do que dois pombos voando.
  • Mas há um anticlima no cenário: pombos e ratos são animais que causam danos à
  • saúde humana. Percebe-se menos esse aspecto da questão quanto aos pombos, símbolos
  • da paz (os brancos). E também porque a ameaça só se materializa em função da
  • quantidade. Mesmo quando um rato de maior tamanho tem um aspecto mais simpático,
  • como o roedor que dividiu a mesa com os pombos, é fora de dúvida sua nocividade.
  • O lixo abundante na cidade acaba sendo uma forma de alimentação, ainda que
  • sujeita à seleção. As pessoas se habituam a alimentar os animais, especialmente as aves.
  • Não se apercebem dos males a que dão origem involuntariamente, a si e aos animais.
  • Pássaros que bebem água adoçada vão ser prejudicados. O fato – evidente e crescente – é
  • a multiplicação dos animais.
  • Alguns deles ainda não estão domesticados e talvez nunca venham a ser, como os
  • gatos. Mas os pássaros estão perdendo o medo. Muitos deles já não voam quando uma
  • pessoa se aproxima, se ela não assume uma atitude hostil ou agressiva. Dentre os
  • pássaros, o mais presente – por seu número e zoada característica – é o periquito.
  • Alguns anos atrás não se podia imaginar que haveria tantos circulando pela cidade.
  • Nem tantas e tão amistosas garças. Sua presença nos igarapés e canais, mas
  • principalmente o seu voar pela cidade até as árvores da Praça Batista Campos, ao
  • amanhecer e entardecer, é um dos mais novos e bonitos espetáculos da cidade.
  • Complexo e maravilhoso mundo animal que se urbaniza. A expressão das cidades
  • pelo espaço em torno (ou entorno, como hoje se prefere) é um movimento que vai ao
  • encontro de outro movimento, o de expulsão dos animais silvestres do seu habitat natural
  • pelos desmatamentos nas áreas mais próximas (e mais distantes).
  • Haverá um dia em que o ao encontro se transformará em de encontro, se quem –
  • de fato e de direito – não se interessar por esse fenômeno.

  • PINTO, Lucio Flávio. Jornal Pessoal. n.º 556. Mar. 2014. 1ª quinzena.

    A passagem do texto em que não há um tom de denúncia é

     

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    Questão presente nas seguintes provas
    1635091 Ano: 2014
    Disciplina: Português
    Banca: FADESP
    Orgão: Pref. Belterra-PA
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    Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 09.


    Natureza urbanizada


  • Uma senhora coloca cedinho, na rua, arroz cozido para os pombos. Um rato sai do
  • esgoto e entra na roda. Come tranquilamente do arroz ao lado dos pombos, cada espécie
  • na sua. A cena é inusitada e, de certo modo, simpática à vista por sua originalidade. O rato
  • não é feio. Está redondo. A certeza do alimento fácil talvez o tenha feito desistir do alvo
  • eventual e arisco. Melhor um arroz no papo do que dois pombos voando.
  • Mas há um anticlima no cenário: pombos e ratos são animais que causam danos à
  • saúde humana. Percebe-se menos esse aspecto da questão quanto aos pombos, símbolos
  • da paz (os brancos). E também porque a ameaça só se materializa em função da
  • quantidade. Mesmo quando um rato de maior tamanho tem um aspecto mais simpático,
  • como o roedor que dividiu a mesa com os pombos, é fora de dúvida sua nocividade.
  • O lixo abundante na cidade acaba sendo uma forma de alimentação, ainda que
  • sujeita à seleção. As pessoas se habituam a alimentar os animais, especialmente as aves.
  • Não se apercebem dos males a que dão origem involuntariamente, a si e aos animais.
  • Pássaros que bebem água adoçada vão ser prejudicados. O fato – evidente e crescente – é
  • a multiplicação dos animais.
  • Alguns deles ainda não estão domesticados e talvez nunca venham a ser, como os
  • gatos. Mas os pássaros estão perdendo o medo. Muitos deles já não voam quando uma
  • pessoa se aproxima, se ela não assume uma atitude hostil ou agressiva. Dentre os
  • pássaros, o mais presente – por seu número e zoada característica – é o periquito.
  • Alguns anos atrás não se podia imaginar que haveria tantos circulando pela cidade.
  • Nem tantas e tão amistosas garças. Sua presença nos igarapés e canais, mas
  • principalmente o seu voar pela cidade até as árvores da Praça Batista Campos, ao
  • amanhecer e entardecer, é um dos mais novos e bonitos espetáculos da cidade.
  • Complexo e maravilhoso mundo animal que se urbaniza. A expressão das cidades
  • pelo espaço em torno (ou entorno, como hoje se prefere) é um movimento que vai ao
  • encontro de outro movimento, o de expulsão dos animais silvestres do seu habitat natural
  • pelos desmatamentos nas áreas mais próximas (e mais distantes).
  • Haverá um dia em que o ao encontro se transformará em de encontro, se quem –
  • de fato e de direito – não se interessar por esse fenômeno.

  • PINTO, Lucio Flávio. Jornal Pessoal. n.º 556. Mar. 2014. 1ª quinzena.

    O jornalista manifesta, em “Natureza urbanizada”, um misto de

     

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