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“Aristóteles dirá que o homem é um animal político, ou seja, ‘que vive na pólis’. A pólis, ou cidade-estado, era o cerne da civilização grega e seus habitantes eram chamados de politai, "cidadãos", aqueles que vivem na pólis”.
(FUNARI, Pedro Paulo. Grécia e Roma / Pedro Paulo A. Funari. - 2 cd - São Paulo: Contexto. 2002 - Repensando a História. p. 48)
A experiência da pólis grega clássica, notadamente o modelo democrático ateniense do século V a.C., é frequentemente celebrada como o berço da cidadania ocidental. Contudo, a historiografia crítica aponta que a consolidação desse espaço político e social estava intrinsecamente ligada a profundas contradições estruturais. Sobre a organização socioespacial e política da Atenas Clássica, assinale a alternativa correta.
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A historiografia contemporânea tem revisado as revoltas anticoloniais no Brasil do final do século XVIII, superando a narrativa nacionalista do século XIX que as enxergava apenas como antecipações heróicas da independência. Ao analisar a Conjuração Baiana (1798), também conhecida como Revolta dos Alfaiates, historiadores destacam a circulação de ideias revolucionárias e a composição social heterogênea do movimento.
Sob a ótica da História Social e das conexões atlânticas no período colonial, a especificidade histórica da Conjuração Baiana reside no fato de que:
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(HENRIQUE, Márcio Couto. Sem Vieira nem Pombal: Índios na Amazônia do século XIX. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2018.)
A partir da perspectiva historiográfica apresentada pelo autor e dos estudos recentes sobre os povos indígenas durante o período colonial brasileiro, assinale a alternativa correta.
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Considerando a organização socioeconômica das cidades-estados sumérias e a revisão historiográfica apresentada, assinale a alternativa correta.
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Sob a ótica dos conflitos provinciais na Independência, a resistência das juntas governativas do Norte e Nordeste à autoridade do Rio de Janeiro se justificava historicamente porque:
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Leia o trecho a seguir.
"Abatido por vários séculos de opressão, esse continente presenciou gerações de viajantes, de traficantes de escravos, de exploradores, de missionários, de procônsules, de sábios de todo tipo, que acabaram por fixar sua imagem no cenário da miséria, da barbárie, da irresponsabilidade e do caos."
(KI-ZERBO, Joseph. História Geral da África I: Metodologia e Pré-História da África. Brasília: UNESCO, 2010, p.37.)
A crítica formulada por Ki-Zerbo contrapõe-se à interpretação eurocêntrica da história africana. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta uma interpretação historicamente correta acerca dos grandes reinos e impérios africanos.
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Considerando o contexto histórico da dinâmica de expansão das fronteiras coloniais da América Lusitana entre os séculos XVII e XVIII, bem como o debate historiográfico sobre a ocupação do território, assinale a alternativa CORRETA.
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(PORTAL, T. M.; PONTES, C. V. A educação escolar indígena ka'apor: seus processos de resistência e luta na construção por autonomia. In: xv Reunião de Antropologia do Mercosul, 2025, Salvador.)
A formação do espaço social brasileiro é indissociável da imposição de uma racionalidade hegemônica que, historicamente, buscou a subordinação de territorialidades subalternizadas. Na modernidade tardia, a experiência do povo Ka’apor, por meio do Jumue’ha Renda Kehuru (CFSK), ilustra uma dinâmica de resistência espacial e cultural. A partir da análise do texto e das teorias sobre a produção do espaço e relações de poder no Brasil, assinale a alternativa correta.
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