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Foram encontradas 50 questões.

No final de 2011, o relator do Senado, Jorge Viana, elaborou um texto, aprovado pela Comissão de Meio Ambiente, o qual prevê mudanças em importante instrumento jurídico. No texto, registra-se uma concessão à demanda do setor ruralista referente à retirada das áreas com inclinação de 25 a 45 graus do status de áreas de preservação permanente. No texto aprovado, também consta que algumas plantações possam ser mantidas em bordas de tabuleiros. O referido texto foi aprovado pelos deputados na Câmara, em abril de 2012, e encaminhado para a sanção presidencial. O instrumento jurídico mencionado é o:

 

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Após mais de quatro horas de reunião em Aracaju com todos os governadores nordestinos e o de Minas Gerais, a presidente Dilma Rousseff decidiu liberar R$ 2.723 bilhões para melhorar as condições de vida de famílias do agreste e do sertão. Foi criado, então, um auxílio de R$ 400,00, que será distribuído em cinco prestações de R$ 80,00. A medida foi anunciada pelo Ministro da Integração Nacional. Ele disse que, para ter acesso ao benefício, basta o indivíduo integrar o Cadastro Único do governo, no qual consta a relação de beneficiados por programas sociais. (OGlobo, 24 abr. 2012. O País, p. 9.)

O auxílio criado denomina-se:

 

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Entre as obras de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal, destaca-se a construção de usinas hidrelétricas na região Norte do país. EmAltamira, no estado do Pará, uma dessas obras foi paralisada em abril de 2012, em função de uma greve dos trabalhadores responsáveis pela construção. A construção paralisada pela greve de trabalhadores refere-se à hidrelétrica de:

 

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Em 23 de janeiro de 2012, a União Europeia (EU) confirmou seu embargo às importações de petróleo de um país do Oriente Médio, um quinto das vendas totais do país. A medida da EU segue-se à assinatura por Barack Obama, em 31 de dezembro, de uma lei aprovada por unanimidade no Congresso com medidas para impedir que instituições financeiras estrangeiras façam transações com o Banco Central desse país árabe. (Rumores de Guerra. CartaCapital, ano XVII, n. 682, 01 fev. 2012, p. 38. Adaptado.)

O país árabe mencionado acima é o:

 

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O processo de formação do vocábulo sublinhado na expressão “[...] o dinheiro que DISCRETAMENTE [...]” é:

 

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Regência verbal é a denominação que se dá à relação particular que se estabelece entre verbos e seus respectivos complementos que lhes integram o sentido. Em face do exposto, identifique o item que explica a regência do verbo na seguinte frase: “Visava ao circunstancial, ao episódico.”

 

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Na oração, “Procurou-SE a felicidade na humilde comemoração”, o SEé classificado como.

 

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Observe o emprego dos termos em destaque na frase: “Depois A mãe recolhe AS velas, torna A guardá-LAS na bolsa.”

Analise os itens a seguir:

I. Em “[...] A guardá-LAS [...]” as palavras destacadas têm igual valor morfossintático.

II. No contexto, “A” mãe e “AS” velas pertencem à mesma classe gramatical.

III. Os quatro elementos destacados possuem idêntica função sintática.

Assinale a alternativa que aponta os itens corretos.

 

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Reescrevendo a oração “O homem atrás do balcão apanha A PORÇÃO DO BOLO com a mão [...]” e substituindo, corretamente, o termo em destaque por umpronome oblíquoemposição proclítica, tem-se:

 

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Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

A última crônica

A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever.

A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.

Ao fundo do botequim, um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.

Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular.

A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.

São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “parabéns pra você, parabéns pra você...” Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa.

A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.

Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso. (SABINO, Fernando. A companheira de viagem. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1965. p. 174.)

Em “A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-LHE a fitinha no cabelo crespo [...]”, o termo destacado, sintaticamente, é:

 

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