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Foram encontradas 40 questões.

205848 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Areal-RJ
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) - Componente Curricular: Geografia, o Professor de Geografia que desenvolver a unidade temática “o sujeito e seu lugar no mundo” com os alunos do nono ano do Ensino Fundamental deverá ter como objeto de conhecimento o seguinte:
 

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205847 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Areal-RJ
Boa parte dos alimentos consumidos no Brasil é de origem da chamada agricultura familiar. Sobre este tipo de agricultura, analise as afirmativas abaixo:
I. Estão presentes neste tipo de cultivo técnicas e conhecimentos populares, o que a torna menos produtiva e de menor qualidade;
II. No Brasil, a agricultura familiar está presente em quase 85% das propriedades rurais do país, e aproximadamente metade desse percentual está concentrado na região nordestina;
III. A Política Nacional da Agricultura Familiar estabelece conceitos, princípios e diretrizes para a criação de uma política nacional consistente e eficiente ligada à agricultura familiar e aos empreendimentos familiares rurais;
IV. A principal característica da agricultura familiar está associada à monocultura, ou seja, o plantio e especialização num determinado tipo de produto.

Estão CORRETOS:
 

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205846 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Areal-RJ
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) - Componente Curricular: Geografia, aponta o objeto de conhecimento “formação territorial do Brasil” a ser trabalhada com os alunos do sétimo ano do Ensino Fundamental. De tal forma, ao desenvolver este objeto de conhecimento espera-se que os alunos desenvolvam a seguinte habilidade:
 

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205845 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Areal-RJ
No ensino de Geografia, ao se trabalhar o tema “redesenhando o mapa do mundo: novas regionalizações” com os alunos do Ensino Fundamental, espera-se que os mesmos desenvolvam a seguinte habilidade:
 

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205844 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Areal-RJ
O Taylorismo, idealizado pelo engenheiro estadunidense Frederick Winslow Taylor partia da concepção de que:
 

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205843 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Areal-RJ
Em Geografia, a linha que, num mapa, liga os pontos que proporcionam os mesmos valores de pressão atmosférica pode ser corretamente associado ao seguinte conceito:
 

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205842 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Areal-RJ
Durante a década de 1970 e 1980, o conhecimento geográfico passa por transformações, surge um novo paradigma com intenção de participar de um processo de transformação da sociedade, repensa a questão da organização espacial, indo além de sua descrição, procurando ver as relações dialéticas entre formas espaciais e os processos históricos que modelam os grupos sociais. Esta corrente é chamada:
 

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“Pressão alta e diabetes causam complicações graves: infarto do miocárdio, AVC, insuficiência renal, cegueira, feridas que não cicatrizam (...).” A palavra “que”, empregada nessa frase, mantém com seu termo antecedente uma relação sintática de:
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.

PRÉ-SAL
Antônio Prata
Dizem que otimista é o cara que vê o copo meio cheio, enquanto pessimista é quem o enxerga meio vazio. A imagem é batida, mas vem a calhar, pois não é outro o tema desta crônica senão a água. Muita água. Trilhões de litros de H2O, que serão acrescidos aos oceanos nas próximas décadas, quando as calotas polares derreterem.
Os pessimistas, claro, só conseguem ver o lado ruim da mudança climática: a morte de milhões de pinguins, focas, leões marinhos, ursos polares e a extinção de algumas espécies desconhecidas; o alagamento de certas cidades litorâneas como Rio de Janeiro, Nova York, Xangai, Veneza, Barcelona e a perda de boa parte do patrimônio histórico e cultural da humanidade; o aumento de catástrofes naturais como tufões, furacões, dilúvios, enchentes e a desgraça humana decorrente desses aguaceiros. OK. O Rio é legal. As focas e a Piazza San Marco, também. Mas focar-se (sem trocadilho) apenas nos aspectos negativos da lambança climática impedenos de perceber outros acontecimentos maravilhosos que se avizinham. Praia em São Paulo, por exemplo.
Claro que a tese ainda não é um consenso entre a comunidade científica. Alguns estudiosos, desses que só conseguem ver a parte vazia do copo, afirmam que, por mais que a gente queime todo o petróleo existente, o aumento do nível dos oceanos será apenas de alguns metros. Cientistas de ânimo mais solar, contudo, garantem que o que conhecemos como Polo Norte é, literalmente, apenas a ponta do iceberg e, se tudo der certo, antes de 2020, vai ter prédio na Berrini com vista pro mar.
Quanta coisa boa há de acontecer! Já pensou que belo cartão postal, a ponte estaiada com praia ao fundo? E seus filhos colhendo mexilhões nos pés do Borba Gato? Consigo ver, facilmente, a 23 de Maio tomada por ambulantes, vendendo óleo bronzeador, canga, Shhhhkol e Biscoito Globo. O Morumbi, com as casonas nas colinas, debruçadas sobre o mar, será a Beverly Hills paulistana. E nossos restaurantes, já tão afamados, o que não farão com peixes fresquinhos e frutos do mar, trazidos diretamente pela comunidade caiçara de Santo Amaro? O lago do Ibirapuera não teve sempre a vocação para ser a nossa Rodrigo de Freitas? E qual o sonho da Vila Nova Conceição, senão tornar-se a Barra da Tijuca?
Cruzemos os dedos, meus queridos paulistanos, pois muito em breve, quando as margens plácidas do Ipiranga ouvirem um estrondo, não será o brado retumbante de um povo heroico, mas o som das ondas quebrando na Avenida do Estado. E, nesse instante, o sol da liberdade, com seus raios fúlgidos, dourará os corpos estirados à beira-mar. E ainda tem gente preocupada com o futuro. Tsc tsc...
Marque a citação que apresenta um efeito de sentido figurado.
 

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Leia o texto a seguir para responder à questão.

PRÉ-SAL
Antônio Prata
Dizem que otimista é o cara que vê o copo meio cheio, enquanto pessimista é quem o enxerga meio vazio. A imagem é batida, mas vem a calhar, pois não é outro o tema desta crônica senão a água. Muita água. Trilhões de litros de H2O, que serão acrescidos aos oceanos nas próximas décadas, quando as calotas polares derreterem.
Os pessimistas, claro, só conseguem ver o lado ruim da mudança climática: a morte de milhões de pinguins, focas, leões marinhos, ursos polares e a extinção de algumas espécies desconhecidas; o alagamento de certas cidades litorâneas como Rio de Janeiro, Nova York, Xangai, Veneza, Barcelona e a perda de boa parte do patrimônio histórico e cultural da humanidade; o aumento de catástrofes naturais como tufões, furacões, dilúvios, enchentes e a desgraça humana decorrente desses aguaceiros. OK. O Rio é legal. As focas e a Piazza San Marco, também. Mas focar-se (sem trocadilho) apenas nos aspectos negativos da lambança climática impedenos de perceber outros acontecimentos maravilhosos que se avizinham. Praia em São Paulo, por exemplo.
Claro que a tese ainda não é um consenso entre a comunidade científica. Alguns estudiosos, desses que só conseguem ver a parte vazia do copo, afirmam que, por mais que a gente queime todo o petróleo existente, o aumento do nível dos oceanos será apenas de alguns metros. Cientistas de ânimo mais solar, contudo, garantem que o que conhecemos como Polo Norte é, literalmente, apenas a ponta do iceberg e, se tudo der certo, antes de 2020, vai ter prédio na Berrini com vista pro mar.
Quanta coisa boa há de acontecer! Já pensou que belo cartão postal, a ponte estaiada com praia ao fundo? E seus filhos colhendo mexilhões nos pés do Borba Gato? Consigo ver, facilmente, a 23 de Maio tomada por ambulantes, vendendo óleo bronzeador, canga, Shhhhkol e Biscoito Globo. O Morumbi, com as casonas nas colinas, debruçadas sobre o mar, será a Beverly Hills paulistana. E nossos restaurantes, já tão afamados, o que não farão com peixes fresquinhos e frutos do mar, trazidos diretamente pela comunidade caiçara de Santo Amaro? O lago do Ibirapuera não teve sempre a vocação para ser a nossa Rodrigo de Freitas? E qual o sonho da Vila Nova Conceição, senão tornar-se a Barra da Tijuca?
Cruzemos os dedos, meus queridos paulistanos, pois muito em breve, quando as margens plácidas do Ipiranga ouvirem um estrondo, não será o brado retumbante de um povo heroico, mas o som das ondas quebrando na Avenida do Estado. E, nesse instante, o sol da liberdade, com seus raios fúlgidos, dourará os corpos estirados à beira-mar. E ainda tem gente preocupada com o futuro. Tsc tsc...
Releia os trechos a seguir.


“(...) quando as margens plácidas do Ipiranga ouvirem um estrondo (...).” “E, nesse instante, o sol da liberdade, com seus raios fúlgidos (...).”

São sinônimos das palavras destacadas, respectivamente:
 

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