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Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 Estabelece
as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, destaca
que os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão
ministrados, no âmbito de todo o currículo escolar:
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- LegislaçãoBNCC: Base Nacional Comum Curricular
- LegislaçãoLei 9.131/1995: Conselho Nacional de Educação
De acordo com a Resolução CNE/CP Nº 2, de 22 de
dezembro DE 2017, artigo 5, a Base Nacional Comum
Curricular BNCC é referência nacional para os
sistemas de ensino e para as instituições ou redes
escolares públicas e privadas da Educação Básica,
construírem ou revisarem os seus currículos. Isto vale
para todos os sistemas de ensino, instituições ou
redes escolares públicas e privadas dos sistemas:
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De acordo com o documento da Base Nacional
Comum Curricular BNCC ,o Brasil ao longo de sua
história, naturalizou as desigualdades educacionais de
acesso e permanência na escola e da garantia de
aprendizado para todos os alunos. Essas
desigualdades aumentam entre os grupos definidos
por raça, sexo e condições socioeconômicas de suas
famílias. Assim, a proposta da BNCC é que todos os
alunos tenham assegurados seus direitos:
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- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
- Tipos de Planos de Ensino
- Elaboração do Planejamento de Ensino
O planejamento é um dos momentos importantes e
indispensáveis da prática de todos os professores
sendo definido por:
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- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- SintaxeCrase
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Assinale a alternativa CORRETA.
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Apólogo Brasileiro sem Véu de Alegoria
O trenzinho recebeu em Magoari o pessoal do
matadouro e tocou para Belém. Já era noite. Só se
sentia o cheiro doce do sangue. As manchas na roupa
dos passageiros ninguém via porque não havia luz. De
vez em quando passava uma fagulha que a chaminé
da locomotiva botava. E os vagões no escuro.
Trem misterioso. Noite fora, noite dentro. O chefe
vinha recolher os bilhetes de cigarro na boca.
Chegava a passagem bem perto da ponta acesa e dava
uma chupada para fazer mais luz. Via mal e mal a data
e ia guardando no bolso. Havia sempre uns que
gritavam:
— Vai pisar no inferno!
Ele pedia perdão (ou não pedia) e continuava seu
caminho.Os vagões sacolejando.
O trenzinho seguia danado para Belém porque o
maquinista não tinha jantado até aquela hora. Os que
não dormiam aproveitando a escuridão conversavam e
até gesticulavam por força do hábito brasileiro. Ou
então cantavam, assobiavam. Só as mulheres se
encolhiam com medo de algum desrespeito.
Noite sem lua nem nada. Os fósforos é que alumiavam
um instante as caras cansadas e a pretidão feia caía
de novo. Ninguém estranhava. Era assim mesmo
todos os dias. O pessoal do matadouro já estava
acostumado. Parecia trem de carga o trem de Magoari.
[...]
Antônio Castilho de Alcântara Machado de Oliveira
(1901-1935
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De acordo com a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro
de 1996 Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação
Nacional. artigo 1º e § 2º, a educação escolar deverá
vincular-se:
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Leia a tirinha abaixo, do cartunista Quino, e responda à questão.

Fonte:
https://wordsofleisure.files.wordpress.com/2014/10/im
g_4480.jpg
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Apólogo Brasileiro sem Véu de Alegoria
O trenzinho recebeu em Magoari o pessoal do
matadouro e tocou para Belém. Já era noite. Só se
sentia o cheiro doce do sangue. As manchas na roupa
dos passageiros ninguém via porque não havia luz. De
vez em quando passava uma fagulha que a chaminé
da locomotiva botava. E os vagões no escuro.
Trem misterioso. Noite fora, noite dentro. O chefe
vinha recolher os bilhetes de cigarro na boca.
Chegava a passagem bem perto da ponta acesa e dava
uma chupada para fazer mais luz. Via mal e mal a data
e ia guardando no bolso. Havia sempre uns que
gritavam:
— Vai pisar no inferno!
Ele pedia perdão (ou não pedia) e continuava seu
caminho.Os vagões sacolejando.
O trenzinho seguia danado para Belém porque o
maquinista não tinha jantado até aquela hora. Os que
não dormiam aproveitando a escuridão conversavam e
até gesticulavam por força do hábito brasileiro. Ou
então cantavam, assobiavam. Só as mulheres se
encolhiam com medo de algum desrespeito.
Noite sem lua nem nada. Os fósforos é que alumiavam
um instante as caras cansadas e a pretidão feia caía
de novo. Ninguém estranhava. Era assim mesmo
todos os dias. O pessoal do matadouro já estava
acostumado. Parecia trem de carga o trem de Magoari.
[...]
Antônio Castilho de Alcântara Machado de Oliveira
(1901-1935
Assinale a alternativa quem todos os vocábulos são formados pelo mesmo processo de formação de palavras do termo destacado:
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Leia a tirinha abaixo:

Assinale a alternativa que tenha o mesmo valor semântico da oração do primeiro quadrinho:

Assinale a alternativa que tenha o mesmo valor semântico da oração do primeiro quadrinho:
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