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A síndrome nefrótica não é uma doença, mas um conjunto de sinais e sintomas freqüentemente vistos em pacientes com doenças glomerulares. A respeito da síndrome nefrótica, julgue os itens a seguir.
A abordagem terapêutica da síndrome nefrótica secundária a nefropatia diabética inclui os seguintes procedimentos, com base nas atuais evidências científicas: a) controle rigoroso do nível glicêmico; b) tratamento da hipertensão arterial; c) uso de medicamentos inibidores da enzima conversora de angiotensinogênio ou antagonistas dos receptores de angiotensina II, na ausência de contra-indicações para seu uso.
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A síndrome nefrótica não é uma doença, mas um conjunto de sinais e sintomas freqüentemente vistos em pacientes com doenças glomerulares. A respeito da síndrome nefrótica, julgue os itens a seguir.
Portadores de lupus eritematoso sistêmico apresentam com freqüência envolvimento renal, que se expressa por síndrome nefrótica mas não síndrome nefrítica.
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A síndrome nefrótica não é uma doença, mas um conjunto de sinais e sintomas freqüentemente vistos em pacientes com doenças glomerulares. A respeito da síndrome nefrótica, julgue os itens a seguir.
A microalbuminúria é a primeira manifestação da nefropatia secundária ao diabetes melito, portanto seu rastreamento deve ser precoce nessa doença.
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A síndrome nefrótica não é uma doença, mas um conjunto de sinais e sintomas freqüentemente vistos em pacientes com doenças glomerulares. A respeito da síndrome nefrótica, julgue os itens a seguir.
A presença de síndrome nefrótica em idosos (com idade acima de 50 anos) em decorrência de glomerulonefrite membranosa associa-se a alta incidência de neoplasias ocultas.
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A síndrome nefrótica não é uma doença, mas um conjunto de sinais e sintomas freqüentemente vistos em pacientes com doenças glomerulares. A respeito da síndrome nefrótica, julgue os itens a seguir.
Na síndrome nefrótica, são observados edema, hipertensão arterial sistêmica, proteinúria (maior que 3 gramas/1,73 m2 nas 24 horas), hipoalbuminemia e hiperlipidemia.
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Mais de 50% das causas de insuficiência renal crônica são decorrentes de diabetes melito e hipertensão arterial. Acerca da insuficiência renal crônica, julgue os itens seguintes.
A anemia constatada em portadores de insuficiência renal crônica é do tipo macrocítica e responde bem à terapia de reposição com vitamina B12, por via intramuscular.
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Mais de 50% das causas de insuficiência renal crônica são decorrentes de diabetes melito e hipertensão arterial. Acerca da insuficiência renal crônica, julgue os itens seguintes.
Os transtornos no metabolismo do cálcio, do fósforo e o hiperparatireodismo secundário que redundam em anormalidades ósseas em decorrência da insuficiência renal crônica são genericamente denominados osteodistrofia renal.
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Mais de 50% das causas de insuficiência renal crônica são decorrentes de diabetes melito e hipertensão arterial. Acerca da insuficiência renal crônica, julgue os itens seguintes.
O controle da hiperpotassemia crônica verificada em pacientes com insuficiência renal crônica é realizado basicamente por meio de dieta com restrição da ingestão de potássio e pela administração de resinas de troca iônica.
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Mais de 50% das causas de insuficiência renal crônica são decorrentes de diabetes melito e hipertensão arterial. Acerca da insuficiência renal crônica, julgue os itens seguintes.
A pericardite urêmica é a complicação cardiovascular mais freqüentemente observada na fase terminal da insuficiência renal crônica.
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Mais de 50% das causas de insuficiência renal crônica são decorrentes de diabetes melito e hipertensão arterial. Acerca da insuficiência renal crônica, julgue os itens seguintes.
Níveis plasmáticos elevados de uréia e creatinina em associação com o achado, ao exame ultrasonográfico, de rins de tamanho reduzido bilateralmente, são fortes indicadores da presença de insuficiência renal crônica.
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