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Uma menina de 6 anos de idade foi atendida na ginecologia com manifestações de telarca (Tanner fase 2) e pubarca (Tanner fase 2). Foi feito o teste de estímulo do GnRH que mostrou o resultado acima.
Nessa situação, trata-se de pseudopuberdade precoce pela característica da resposta do FSH e LH ao teste com GnRH.
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Em julho de 2002, foram amplamente divulgados os resultados do estudo WHI (Women’s Health Initiative) a respeito dos riscos e maiores benefícios da terapia de reposição hormonal com estrogênio conjugado e acetato de medroxiprogesterona. Nesse contexto e acerca da terapia de reposição hormonal, julgue o item abaixo.
O estudo WHI mostrou que a reposição hormonal com estrogênio conjugado (0,625 mg) e acetato de medroxiprogesterona (2,5 mg) aumenta os riscos absoluto e relativo de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral, câncer de mama e eventos tromboembólicos.
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Uma jovem de 17 anos de idade com amenorréia primária apresenta os seguintes achados clínicos: 1,65 m de altura, 60 kg de peso corporal, mamas desenvolvidas, genitália externa feminina e pouco desenvolvida, clítoris normal, escassos pêlos pubianos e vagina em fundo cego. O cariótipo é 46,XY e os níveis de testosterona são elevados para o sexo feminino e normais para o masculino. Nessa situação,
o diagnóstico de disgenesia gonadal pura 46,XY na forma completa pode ser afastado, e está indicada a gonadectomia.
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Acerca da fisiologia do ciclo menstrual, julgue os itens a seguir.
A estrona e o estradiol produzidos nos ovários são sintetizados quase exclusivamente nas células tecais e estromais, que possuem todos os sistemas enzimáticos necessários para transformar o colesterol nos esteróides estrogênios.
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Acerca da fisiologia do ciclo menstrual, julgue os itens a seguir.
Além das gonadotrofinas e outros peptídeos, a ativina e a inibina exercem um papel importante no ciclo menstrual, estimulando ou inibindo, respectivamente, a secreção de FSH.
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A.S., 35 anos de idade, está na 14.ª semana de gestação e não tem histórico de doença relevante. As três gestações anteriores de A.S. evoluíram sem intercorrências. Atualmente, essa paciente vem apresentando náuseas e vômitos, os quais ela atribui à própria gestação. Essa paciente trouxe um exame recente de TSH cujo resultado foi de 0,02 microU/mL. Nessa situação hipotética
o obstetra deve interpretar o resultado do TSH como sendo compatível com hipertiroidismo e optar, inicialmente, pelo tratamento clínico com propiltiouracil ou metimazol.
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Uma gestante com 35 semanas de gestação foi atendida na emergência com contrações uterinas (uma a cada 5 minutos), dilatação cervical de dois centímetros e esvaecimento de 30%. O pré-natal até então estava sendo no baixo risco obstétrico. O médico dessa gestante optou pela inibição do trabalho de parto. Nessa situação,
a indometacina é uma opção adequada como agente uterolítico, por ser efetiva e não apresentar efeitos colaterais em relação ao sistema cardiovascular.
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Acerca das provas de vitalidade fetal, julgue os itens que se seguem.
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Acerca das provas de vitalidade fetal, julgue os itens que se seguem.
O DIP tipo 1 decorre do estímulo vagal conseqüente à compressão desigual da cabeça, com cavalgamento dos parietais.
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Uma gestante de 29 anos de idade e com IMC (índice de massa corporal) de 30 encontra-se atualmente na 25.ª semana de gestação. Na gestação anterior, o filho nasceu com 4.100 gramas. Tem história familiar de diabetes melito tipo 2 (pai e tio paterno). Fez uma curva glicêmica na 25.ª semana, que resultou nos seguintes valores: jejum: 110 mg/dL; 60 minutos: 195 mg/dL; 120 minutos: 160 mg/dL; 180 minutos: 140 mg/dL. Nessa situação,
os valores da curva glicêmica estão entre os limites normais recomendando-se apenas repetir a curva glicêmica entre a 32.ª e a 34.ª semanas de gestação.
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