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Carnaval não é o ópio do povo, é a alegria de um povo que sofre as decepções de um país combalido
por corrupções e injustiças. Carnaval é vestir a máscara de uma ilusão passageira, que tem como ponto
negativo a efemeridade e como positivo repetir-se a cada ano.
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Em suma, o bom é aproveitar estes poucos dias de folia, sem excessos e degustando nestes quatro
dias, que ampliamos para uma semana ou mais, a magia do carnaval. Perder a festa e a plenitude de sua
beleza é perder o trem da alegria, é descarregar a agressividade nos trilhos, é dar vazão à tristeza, ao
sentimento de incapacidade e de fracasso pelo não compartilhamento de algo que ainda não se desenvolveu:
o sonho com uma realidade possível a estender-se por todo o ano.
Seria bom se tivéssemos dentro de nós um carnaval no dia a dia, que nos permitisse fantasiar, sonhar
e, ao mesmo tempo, viver a realidade nua e crua, sempre com olhos que fantasiem, mas que se mantenham
dentro do mundo real.
(MOURA, M. E. dos S. Disponível em https://primeirapagina.com.br/. Acesso em: 12/02/2024.)
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Carnaval não é o ópio do povo, é a alegria de um povo que sofre as decepções de um país combalido
por corrupções e injustiças. Carnaval é vestir a máscara de uma ilusão passageira, que tem como ponto
negativo a efemeridade e como positivo repetir-se a cada ano.
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Em suma, o bom é aproveitar estes poucos dias de folia, sem excessos e degustando nestes quatro
dias, que ampliamos para uma semana ou mais, a magia do carnaval. Perder a festa e a plenitude de sua
beleza é perder o trem da alegria, é descarregar a agressividade nos trilhos, é dar vazão à tristeza, ao
sentimento de incapacidade e de fracasso pelo não compartilhamento de algo que ainda não se desenvolveu:
o sonho com uma realidade possível a estender-se por todo o ano.
Seria bom se tivéssemos dentro de nós um carnaval no dia a dia, que nos permitisse fantasiar, sonhar
e, ao mesmo tempo, viver a realidade nua e crua, sempre com olhos que fantasiem, mas que se mantenham
dentro do mundo real.
(MOURA, M. E. dos S. Disponível em https://primeirapagina.com.br/. Acesso em: 12/02/2024.)
( ) No trecho Carnaval é vestir a máscara de uma ilusão passageira, que tem como ponto negativo a efemeridade e como positivo repetir-se a cada ano., há coesão por elipse, ou seja, omissão de palavras sem que ocorra prejuízo do sentido.
( ) No trecho pelo não compartilhamento de algo que ainda não se desenvolveu: o sonho com uma realidade possível a estender-se por todo o ano., ocorre um recurso coesivo que antecipa uma ideia, ou seja, uma coesão por catáfora.
( ) No último parágrafo, as ocorrências do pronome relativo que referem-se ao mesmo sentido dado anteriormente no texto, exemplificando a coesão sequencial.
( ) A expressão Em suma pertence ao grupo de elementos coesivos também chamados de operadores argumentativos, que indicam conclusão de uma ideia.
Assinale a sequência correta.
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Tome o trecho de um jornal online: Nos últimos dias não só o corpo da atriz Paolla Oliveira virou pauta na
internet, como também a pressão para que ela tenha filhos, já que passou dos 40 anos. Qual reescritura
desse trecho NÃO condiz com a escrita original?
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Os falantes da língua portuguesa podem usar diversas formas para se comunicarem em situações de uso
diferentes, são as variedades linguísticas. Sobre essas variedades, assinale a afirmativa que apresenta correta
correlação entre o exemplo e a variedade dados.
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Os pronomes relativos estabelecem relação de sentido com o termo ao qual se referem, com variações ou
não e com ou sem necessidade de preposição. Assinale a alternativa em que o pronome relativo está
corretamente empregado.
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Leia as frases a seguir, analisando as concordâncias verbal e nominal.
I. Conversaram longamente o ministro e os empresários a respeito da inflação já crescente.
II. A deputada menos rápida foi quem chegou primeiro ao local das provas do concurso.
III. O secretário da escola enviou anexas aos professores as planilhas das notas do bimestre.
IV. É necessária aplicação de multas aos congressistas que faltaram às reuniões.
V. Nessa cidade, fazem três meses que todos os dias não chove à tardinha.
Apresentam corretamente as concordâncias as frases
I. Conversaram longamente o ministro e os empresários a respeito da inflação já crescente.
II. A deputada menos rápida foi quem chegou primeiro ao local das provas do concurso.
III. O secretário da escola enviou anexas aos professores as planilhas das notas do bimestre.
IV. É necessária aplicação de multas aos congressistas que faltaram às reuniões.
V. Nessa cidade, fazem três meses que todos os dias não chove à tardinha.
Apresentam corretamente as concordâncias as frases
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Bonitas mesmo
Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está
numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho
para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.
Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas
uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou
não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de
descoberta no rosto. Linda.
Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo
erguido num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do ônibus, centenas de pessoas cruzando-se
e ninguém enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da mão, ajeita a sobrancelha com os dedos.
Perfeita.
Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o
espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra
percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes,
cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.
Dentro do teatro, as luzes apagadas, o riso solto, escancarado, as mãos aplaudindo em cena aberta,
sem comandos, seu tronco deslocando-se quando uma fala surpreende, gargalhada que não se constrange,
não obedece à adequação, gengiva à mostra, seu ombro encostado no ombro ao lado, ambos voltados pra
frente, a mão tapando a boca num breve acesso de timidez por tanta alegria. Um sonho.
O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa
de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço
de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os
olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo.
(MEDEIROS, M. Coisas da vida. Rio de Janeiro, 2005.)
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Bonitas mesmo
Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está
numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho
para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.
Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas
uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou
não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de
descoberta no rosto. Linda.
Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo
erguido num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do ônibus, centenas de pessoas cruzando-se
e ninguém enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da mão, ajeita a sobrancelha com os dedos.
Perfeita.
Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o
espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra
percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes,
cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.
Dentro do teatro, as luzes apagadas, o riso solto, escancarado, as mãos aplaudindo em cena aberta,
sem comandos, seu tronco deslocando-se quando uma fala surpreende, gargalhada que não se constrange,
não obedece à adequação, gengiva à mostra, seu ombro encostado no ombro ao lado, ambos voltados pra
frente, a mão tapando a boca num breve acesso de timidez por tanta alegria. Um sonho.
O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa
de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço
de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os
olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo.
(MEDEIROS, M. Coisas da vida. Rio de Janeiro, 2005.)
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Bonitas mesmo
Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está
numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho
para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.
Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas
uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou
não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de
descoberta no rosto. Linda.
Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo
erguido num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do ônibus, centenas de pessoas cruzando-se
e ninguém enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da mão, ajeita a sobrancelha com os dedos.
Perfeita.
Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o
espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra
percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes,
cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.
Dentro do teatro, as luzes apagadas, o riso solto, escancarado, as mãos aplaudindo em cena aberta,
sem comandos, seu tronco deslocando-se quando uma fala surpreende, gargalhada que não se constrange,
não obedece à adequação, gengiva à mostra, seu ombro encostado no ombro ao lado, ambos voltados pra
frente, a mão tapando a boca num breve acesso de timidez por tanta alegria. Um sonho.
O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa
de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço
de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os
olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo.
(MEDEIROS, M. Coisas da vida. Rio de Janeiro, 2005.)
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Questão presente nas seguintes provas
Bonitas mesmo
Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está
numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho
para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.
Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas
uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou
não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de
descoberta no rosto. Linda.
Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo
erguido num coque malfeito, um ar de desaprovação pelo atraso do ônibus, centenas de pessoas cruzando-se
e ninguém enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da mão, ajeita a sobrancelha com os dedos.
Perfeita.
Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o
espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra
percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes,
cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.
Dentro do teatro, as luzes apagadas, o riso solto, escancarado, as mãos aplaudindo em cena aberta,
sem comandos, seu tronco deslocando-se quando uma fala surpreende, gargalhada que não se constrange,
não obedece à adequação, gengiva à mostra, seu ombro encostado no ombro ao lado, ambos voltados pra
frente, a mão tapando a boca num breve acesso de timidez por tanta alegria. Um sonho.
O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa
de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço
de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os
olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo.
(MEDEIROS, M. Coisas da vida. Rio de Janeiro, 2005.)
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