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Hipoteticamente, paciente escolar, do sexo masculino, com 7 anos, é levado a uma Unidade de Saúde com queixa de dor abdominal há 3 dias e vômitos há 2 dias. Não há diarreia. Mesmo vomitando, mantém regular aceitação de alimentos e líquidos, além de diurese abundante. Mãe acha que o filho está assim pois estava “comendo demais” e pode ter comido algo estragado em uma festa a que foi há 3 dias. Não tem doenças de base. No exame físico, está em regular estado geral, descorado +/4+, com mucosas secas, anictérico, afebril e acianótico. MV(+) bilateralmente, sem RA, com FR de 36 irpm, SatO2 de 95%. ACV: BRNF sem sopros, com FC de 148 bpm e PA de 90 x 54 mmHg. Os pulsos estão finos, e o tempo de enchimento capilar é de 4 seg. O abdome está difusamente doloroso, sem sinais de peritonismo. Glasgow 15, pupilas isofotorreagentes, sem sinais meníngeos. Não há nenhuma lesão em pele. Otoscopia e oroscopia normais.
A principal suspeita diagnóstica é
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Hipoteticamente, um lactente com 60 dias de vida, nascido com má rotação intestinal, está internado há 10 dias e foi submetido a uma reintervenção cirúrgica. Já está se recuperando e recebendo dieta por via oral. Permanece, entretanto, ainda em uso de antibioticoterapia parenteral por uma infecção de cateter. O pediatra que acompanha a internação dessa criança solicita as vacinas adequadas para ela nessa idade.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente as vacinas indicadas para esse bebê no momento.
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Hipoteticamente, durante uma festa de crianças, uma menina de 7 anos de idade se engasga subitamente com um pedaço de pirulito. Observa-se que ela está agitada, alternando choro com muita tosse. Não se identifica cianose.
De acordo com as recomendações atuais no manejo da obstrução de vias aéreas por corpo estranho, a primeira ação a ser realizada para essa criança consiste em
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Hipoteticamente, recém-nascido de termo, do sexo masculino, com 22 dias de vida, é trazido ao pronto atendimento, pois a mãe acha que o filho está vomitando muito na última semana, com piora nas últimas 48 horas. Mãe refere que a criança está sempre com fome e que é muito chorosa. Desde ontem não consegue mamar adequadamente pelos vômitos recorrentes. Mãe notou diminuição da diurese. Não evacua há 3 dias. Nasceu com peso adequado à idade gestacional, sem intercorrências neonatais. Está em aleitamento materno exclusivo e apresentou ganho ponderal de 200 g desde o nascimento. Ao exame está em regular estado, choroso, corado, com mucosas secas, anictérico, afebril e eupneico. Exame cardiopulmonar sem alterações. FR 50 irpm e FC 154 bpm. PA: 72 x 46 mmHg. Abdome globoso com ondas peristálticas visíveis em epigástrio, distendido e timpânico. Ruídos hidroaéreos aumentados. Não há hepatoesplenomegalia.
O diagnóstico mais provável é
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Febre é uma condição frequente nos pacientes pediátricos. Diante de um quadro hipotético de um lactente com 18 meses com febre e um quadro de infecção de vias aéreas superiores, assinale a alternativa que apresenta o manejo correto desse sinal.
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Assinale a alternativa que apresenta corretamente o caso hipotético de uma criança com indicação de receber profilaxia com ferro, de acordo com as recomendações mais atuais da Sociedade Brasileira de Pediatria.
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Hipoteticamente, paciente escolar, do sexo masculino, com 8 anos de idade, iniciou artrite em joelho esquerdo há 5 dias, artrite em joelho direito há 2 dias e artrite em tornozelo direito há 1 dia. No exame físico, tem dor à mobilização dessas articulações. Exames laboratoriais: VHS= 50 mm/h, PCR = 15 mg/dL.
O achado que corroboraria o diagnóstico de febre reumática é
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Hipoteticamente, paciente escolar, com 6 anos de idade, do sexo masculino, é levado ao consultório pela avó paterna, que observou que a criança apresenta diversos hematomas pelo corpo e teve um episódio de epistaxe. Apesar de a criança negar que tenha sido agredida, a avó alerta o médico de que já viu o padrasto do paciente ingerir grande quantidade de bebida alcoólica. No exame físico, há equimoses em abdome e pernas e presença de petéquias em face, além de sangramento nasal ativo. Está hemodinamicamente estável. A avó refere que a criança sempre foi hígida e que as vacinas estão em dia. Verifica-se que a criança foi levada ao mesmo pronto atendimento há 10 dias, com um quadro de febre, tosse e coriza, e que recebeu alta apenas com orientações de antitérmicos e lavagem nasal. A avó refere que a febre passou com 48 horas de uso de dipirona. Solicita-se um hemograma com Hb 12,3 mg/dL, Ht 37%, 7300 leucócitos, sem desvio e plaquetas de 25 mil/mm3 .
A principal hipótese diagnóstica é
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Hipoteticamente, lactente de 18 meses de idade, do sexo masculino, apresenta mais um quadro de sibilância. Mãe refere que é quarta vez que seu filho chia. Um dos mais importantes desafios ao Pediatra é, entre tantos pacientes que chiam, identificar quais são aqueles com maior risco de persistirem com sintomas de asma. Para a predição do risco futuro de asma em lactentes com sibilos frequentes, alguns critérios foram propostos.
Um critério considerado para estimar a probabilidade de evolução para o diagnóstico de asma nesse bebê é
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Hipoteticamente, uma adolescente do sexo feminino, com 12 anos, é trazida para avaliação por cefaleia recorrente. O pediatra pensa na possibilidade de migrânea.
Um achado que representa um dos critérios para diagnóstico de migrânea em Pediatria é
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