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Foram encontradas 60 questões.

4274099 Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG
Durante as atividades de campo, o Agente de Combate às Endemias (ACE) realiza ações como aplicação de larvicidas, inspeção de imóveis, controle de vetores e orientação à população. Para garantir sua segurança durante a execução dessas atividades, é fundamental o uso adequado dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI).
Assinale a alternativa CORRETA sobre o uso de EPI pelo ACE:
 

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4274098 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG
Todas as palavras são substantivos abstratos em:
 

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4274097 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG
"Não sei ____________ ela não foi à reunião ontem.” A palavra que completa corretamente a frase é:
 

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4274096 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG
No que se refere ao acento, uma das palavras a seguir deve ser acentuada.
 

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4274095 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

ATENTE para a charge a seguir.

Enunciado 4651237-1

A frase que JUSTIFICA a regra do NÃO emprego da crase demonstrada na charge é:
 

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4274094 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

Das palavras retiradas do texto, aquela em que o número de letras é SUPERIOR ao número de fonemas é:
 

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4274093 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

“Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar.” A oração destacada EXPRIME em relação à posposta, uma:
 

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4274092 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

O trecho do texto que APRESENTA uma expressão indicando um modalizador circunstancial de tempo está em:
 

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4274091 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

O protagonista do conto demonstra no desenrolar do texto suas divagações através da janela. Já no desfecho, ao retornar à casa, ele observa a janela não tão fantasiosa como antes, através de um olhar mais denotativo. Pode-se INFERIR:
 

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4274090 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: Pref. Amparo Serra-MG

A Casa do Silêncio

O menino descobriu cedo que a janela era maior que o mundo.

Por ela, via nuvens que se inventavam de animais, de barcos, de gigantes. O céu lhe contava histórias que ninguém mais parecia ouvir.

A mãe, sempre apressada, dizia:

— Menino, larga essa janela, o mundo não se cabe aí!

Mas o menino sabia que a mãe se enganava. A janela era feita de silêncio, e no silêncio cabia tudo.

Quando o vento brincava com a cortina, ele acreditava que o tempo queria entrar. Estendia a mão, mas o tempo nunca se deixava segurar.

O pai, atrás do jornal, ria da distração do filho:

— Esse menino não vai crescer se viver de olhar o nada.

Mas o menino entendia que o nada era cheio de segredos.

Certa manhã, um pássaro pousou no fio. O bico aberto parecia uma palavra que não queria nascer.

E o menino aprendeu, sem professor algum, que nem todo canto precisava de som.

Anos se passaram.

Já homem, voltou à casa.

A janela estava menor, o vidro um pouco embaçado, a cortina cansada de tanto vento. Mas, ao abri-la, o mesmo pássaro — ou outro que o destino escolheu — pousava ali, silencioso.

O homem sorriu.

Percebeu, então, que não era ele quem olhava o mundo pela janela.

Era a janela que, desde sempre, olhava dentro dele.

(TORRES, Samuel – Bartolomeu C. Queiroz na escrita jovem – Ed. Literíssima; p.30)

O texto lido TRAZ, predominantemente, CARACTERÍSTICAS do gênero:
 

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