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Leia os quadrinhos.

(Jim Davis. Garfield. www.folha.uol.com.br/ilustrada/cartum/
cartunsdiarios/#08/05/2016)
Caso a frase do primeiro quadrinho apresente uma hipótese referente ao futuro, sua redação será:
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Leia o texto para responder a questão abaixo.
As escolas deveriam ensinar os alunos a falhar
Na opinião de Tony Little, especialista em educação e ex-diretor de uma das escolas particulares mais famosas do Reino Unido (a Eton, que já formou 19 primeiros-ministros e membros da família real), os alunos precisam passar por experiências de falha na escola, para que aprendam a se reerguer em situações mais delicadas na vida adulta. “Não é só ter a experiência de falhar, mas de poder fazê-lo em um ambiente seguro, para que a experiência possa ensinar algo”, disse. Ou seja, ser sempre popular, só tirar notas boas e nunca sofrer na escola não ajuda o aluno a crescer de verdade.
(Helô D’Angelo. http://super.abril.com.br/cotidiano/as-escolas-deveriamensinar- os-alunos-a-falhar-1, 17/03/2016. Adaptado)
Assinale a alternativa correta quanto à concordância padrão.
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As escolas deveriam ensinar os alunos a falhar
Na opinião de Tony Little, especialista em educação e ex-diretor de uma das escolas particulares mais famosas do Reino Unido (a Eton, que já formou 19 primeiros-ministros e membros da família real), os alunos precisam passar por experiências de falha na escola, para que aprendam a se reerguer em situações mais delicadas na vida adulta. “Não é só ter a experiência de falhar, mas de poder fazê-lo em um ambiente seguro, para que a experiência possa ensinar algo”, disse. Ou seja, ser sempre popular, só tirar notas boas e nunca sofrer na escola não ajuda o aluno a crescer de verdade.
(Helô D’Angelo. http://super.abril.com.br/cotidiano/as-escolas-deveriamensinar- os-alunos-a-falhar-1, 17/03/2016. Adaptado)
No trecho – Ou seja, ser sempre popular, só tirar notas boas e nunca sofrer na escola não ajuda o aluno a crescer de verdade –, o fragmento destacado pode ser corretamente substituído, sem alteração de sentido, por:
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As escolas deveriam ensinar os alunos a falhar
Na opinião de Tony Little, especialista em educação e ex-diretor de uma das escolas particulares mais famosas do Reino Unido (a Eton, que já formou 19 primeiros-ministros e membros da família real), os alunos precisam passar por experiências de falha na escola, para que aprendam a se reerguer em situações mais delicadas na vida adulta. “Não é só ter a experiência de falhar, mas de poder fazê-lo em um ambiente seguro, para que a experiência possa ensinar algo”, disse. Ou seja, ser sempre popular, só tirar notas boas e nunca sofrer na escola não ajuda o aluno a crescer de verdade.
(Helô D’Angelo. http://super.abril.com.br/cotidiano/as-escolas-deveriamensinar- os-alunos-a-falhar-1, 17/03/2016. Adaptado)
Para Tony Little,
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Tal pai, tal filho
Giro a garrafa em direção à torrada. O percurso é lento, custoso até a bolha de ar chegar ao fundo e empurrar o mel para fora. Ele me olha entre curioso e impaciente.
– Olha, pai, tá saindo!
Com o dedo sujo da canetinha azul (a mãe bem avisou que era pra lavar as mãos), ele esfrega o mel na fatia e leva à boca.
Aguardo sua reação como quem aguarda um referendo. Com a boca já melada, ele morde o dedo, me olha, olha para a garrafa, já recomposta em seu volume.
Morde mais um pedaço e pede mais, e eu fico em dúvida se abro de novo a garrafa de mel ou se faço uma foto desse pequeno passo para a humanidade e grande salto para o pai que descobre os prazeres da transmissão de um legado.
Penso se algum dia, daqui a 30 anos, ele vai se lembrar do dia em que seu pai o levou para conhecer o mel ou as pedras de gelo. Lembrará que estávamos sozinhos em casa, a mãe já no trabalho.
Enquanto ele mastigava, me sentia num ponto equidistante entre este nosso tempo e o de meu pai, que hoje completa 60 anos. Há 30 anos ele provavelmente se exasperava vendo o filho experimentar tudo pela primeira vez – provavelmente com a mesma ansiedade de se ver, de certa forma, continuado em seus gostos e hábitos.
Silenciosamente vou listando tudo o que gostaria de dizer no aniversário dele até ser interrompido por meu filho de quase três anos, que acaba de pegar um pacote de batata palha e cobrir a cachorra de farelo. Olho feio e berro alto. Ele se esconde. “Você tem medo, mas não tem vergonha nessa sua cara de pau, né?”. Ele segura o riso e eu me recomponho, tentando lembrar o dia exato em que virei o meu pai.
(Matheus Pichonelli. www.cartacapital.com.br/cultura/tal-pai-tal-filho, 29.01.2016. Adaptado)
No trecho do sexto parágrafo – Penso se algum dia, daqui a 30 anos, ele vai se lembrar do dia em que seu pai o levou para conhecer o mel ou as pedras de gelo –, a expressão destacada pode ser corretamente substituída, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa e com o sentido original preservado, por:
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Tal pai, tal filho
Giro a garrafa em direção à torrada. O percurso é lento, custoso até a bolha de ar chegar ao fundo e empurrar o mel para fora. Ele me olha entre curioso e impaciente.
– Olha, pai, tá saindo!
Com o dedo sujo da canetinha azul (a mãe bem avisou que era pra lavar as mãos), ele esfrega o mel na fatia e leva à boca.
Aguardo sua reação como quem aguarda um referendo. Com a boca já melada, ele morde o dedo, me olha, olha para a garrafa, já recomposta em seu volume.
Morde mais um pedaço e pede mais, e eu fico em dúvida se abro de novo a garrafa de mel ou se faço uma foto desse pequeno passo para a humanidade e grande salto para o pai que descobre os prazeres da transmissão de um legado.
Penso se algum dia, daqui a 30 anos, ele vai se lembrar do dia em que seu pai o levou para conhecer o mel ou as pedras de gelo. Lembrará que estávamos sozinhos em casa, a mãe já no trabalho.
Enquanto ele mastigava, me sentia num ponto equidistante entre este nosso tempo e o de meu pai, que hoje completa 60 anos. Há 30 anos ele provavelmente se exasperava vendo o filho experimentar tudo pela primeira vez – provavelmente com a mesma ansiedade de se ver, de certa forma, continuado em seus gostos e hábitos.
Silenciosamente vou listando tudo o que gostaria de dizer no aniversário dele até ser interrompido por meu filho de quase três anos, que acaba de pegar um pacote de batata palha e cobrir a cachorra de farelo. Olho feio e berro alto. Ele se esconde. “Você tem medo, mas não tem vergonha nessa sua cara de pau, né?”. Ele segura o riso e eu me recomponho, tentando lembrar o dia exato em que virei o meu pai.
(Matheus Pichonelli. www.cartacapital.com.br/cultura/tal-pai-tal-filho, 29.01.2016. Adaptado)
Considere os seguintes trechos:
• O percurso é lento, custoso até a bolha de ar chegar ao fundo e empurrar o mel para fora. (1º parágrafo)
• Silenciosamente vou listando tudo o que gostaria de dizer no aniversário dele até ser interrompido por meu filho de quase três anos, que acaba de pegar um pacote de batata palha e cobrir a cachorra de farelo. (último parágrafo)
Em ambos os trechos, o termo até expressa ideia de
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Tal pai, tal filho
Giro a garrafa em direção à torrada. O percurso é lento, custoso até a bolha de ar chegar ao fundo e empurrar o mel para fora. Ele me olha entre curioso e impaciente.
– Olha, pai, tá saindo!
Com o dedo sujo da canetinha azul (a mãe bem avisou que era pra lavar as mãos), ele esfrega o mel na fatia e leva à boca.
Aguardo sua reação como quem aguarda um referendo. Com a boca já melada, ele morde o dedo, me olha, olha para a garrafa, já recomposta em seu volume.
Morde mais um pedaço e pede mais, e eu fico em dúvida se abro de novo a garrafa de mel ou se faço uma foto desse pequeno passo para a humanidade e grande salto para o pai que descobre os prazeres da transmissão de um legado.
Penso se algum dia, daqui a 30 anos, ele vai se lembrar do dia em que seu pai o levou para conhecer o mel ou as pedras de gelo. Lembrará que estávamos sozinhos em casa, a mãe já no trabalho.
Enquanto ele mastigava, me sentia num ponto equidistante entre este nosso tempo e o de meu pai, que hoje completa 60 anos. Há 30 anos ele provavelmente se exasperava vendo o filho experimentar tudo pela primeira vez – provavelmente com a mesma ansiedade de se ver, de certa forma, continuado em seus gostos e hábitos.
Silenciosamente vou listando tudo o que gostaria de dizer no aniversário dele até ser interrompido por meu filho de quase três anos, que acaba de pegar um pacote de batata palha e cobrir a cachorra de farelo. Olho feio e berro alto. Ele se esconde. “Você tem medo, mas não tem vergonha nessa sua cara de pau, né?”. Ele segura o riso e eu me recomponho, tentando lembrar o dia exato em que virei o meu pai.
(Matheus Pichonelli. www.cartacapital.com.br/cultura/tal-pai-tal-filho, 29.01.2016. Adaptado)
No terceiro parágrafo, os parênteses usados no trecho – Com o dedo sujo da canetinha azul (a mãe bem avisou que era pra lavar as mãos), ele esfrega o mel na fatia e leva à boca. – servem ao propósito de destacar
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Tal pai, tal filho
Giro a garrafa em direção à torrada. O percurso é lento, custoso até a bolha de ar chegar ao fundo e empurrar o mel para fora. Ele me olha entre curioso e impaciente.
– Olha, pai, tá saindo!
Com o dedo sujo da canetinha azul (a mãe bem avisou que era pra lavar as mãos), ele esfrega o mel na fatia e leva à boca.
Aguardo sua reação como quem aguarda um referendo. Com a boca já melada, ele morde o dedo, me olha, olha para a garrafa, já recomposta em seu volume.
Morde mais um pedaço e pede mais, e eu fico em dúvida se abro de novo a garrafa de mel ou se faço uma foto desse pequeno passo para a humanidade e grande salto para o pai que descobre os prazeres da transmissão de um legado.
Penso se algum dia, daqui a 30 anos, ele vai se lembrar do dia em que seu pai o levou para conhecer o mel ou as pedras de gelo. Lembrará que estávamos sozinhos em casa, a mãe já no trabalho.
Enquanto ele mastigava, me sentia num ponto equidistante entre este nosso tempo e o de meu pai, que hoje completa 60 anos. Há 30 anos ele provavelmente se exasperava vendo o filho experimentar tudo pela primeira vez – provavelmente com a mesma ansiedade de se ver, de certa forma, continuado em seus gostos e hábitos.
Silenciosamente vou listando tudo o que gostaria de dizer no aniversário dele até ser interrompido por meu filho de quase três anos, que acaba de pegar um pacote de batata palha e cobrir a cachorra de farelo. Olho feio e berro alto. Ele se esconde. “Você tem medo, mas não tem vergonha nessa sua cara de pau, né?”. Ele segura o riso e eu me recomponho, tentando lembrar o dia exato em que virei o meu pai.
(Matheus Pichonelli. www.cartacapital.com.br/cultura/tal-pai-tal-filho, 29.01.2016. Adaptado)
No sétimo parágrafo, o autor usa o termo equidistante para chamar a atenção ao fato de
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Tal pai, tal filho
Giro a garrafa em direção à torrada. O percurso é lento, custoso até a bolha de ar chegar ao fundo e empurrar o mel para fora. Ele me olha entre curioso e impaciente.
– Olha, pai, tá saindo!
Com o dedo sujo da canetinha azul (a mãe bem avisou que era pra lavar as mãos), ele esfrega o mel na fatia e leva à boca.
Aguardo sua reação como quem aguarda um referendo. Com a boca já melada, ele morde o dedo, me olha, olha para a garrafa, já recomposta em seu volume.
Morde mais um pedaço e pede mais, e eu fico em dúvida se abro de novo a garrafa de mel ou se faço uma foto desse pequeno passo para a humanidade e grande salto para o pai que descobre os prazeres da transmissão de um legado.
Penso se algum dia, daqui a 30 anos, ele vai se lembrar do dia em que seu pai o levou para conhecer o mel ou as pedras de gelo. Lembrará que estávamos sozinhos em casa, a mãe já no trabalho.
Enquanto ele mastigava, me sentia num ponto equidistante entre este nosso tempo e o de meu pai, que hoje completa 60 anos. Há 30 anos ele provavelmente se exasperava vendo o filho experimentar tudo pela primeira vez – provavelmente com a mesma ansiedade de se ver, de certa forma, continuado em seus gostos e hábitos.
Silenciosamente vou listando tudo o que gostaria de dizer no aniversário dele até ser interrompido por meu filho de quase três anos, que acaba de pegar um pacote de batata palha e cobrir a cachorra de farelo. Olho feio e berro alto. Ele se esconde. “Você tem medo, mas não tem vergonha nessa sua cara de pau, né?”. Ele segura o riso e eu me recomponho, tentando lembrar o dia exato em que virei o meu pai.
(Matheus Pichonelli. www.cartacapital.com.br/cultura/tal-pai-tal-filho, 29.01.2016. Adaptado)
No quarto parágrafo do texto, a afirmação – Aguardo sua reação como quem aguarda um referendo – revela que o autor está
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Tal pai, tal filho
Giro a garrafa em direção à torrada. O percurso é lento, custoso até a bolha de ar chegar ao fundo e empurrar o mel para fora. Ele me olha entre curioso e impaciente.
– Olha, pai, tá saindo!
Com o dedo sujo da canetinha azul (a mãe bem avisou que era pra lavar as mãos), ele esfrega o mel na fatia e leva à boca.
Aguardo sua reação como quem aguarda um referendo. Com a boca já melada, ele morde o dedo, me olha, olha para a garrafa, já recomposta em seu volume.
Morde mais um pedaço e pede mais, e eu fico em dúvida se abro de novo a garrafa de mel ou se faço uma foto desse pequeno passo para a humanidade e grande salto para o pai que descobre os prazeres da transmissão de um legado.
Penso se algum dia, daqui a 30 anos, ele vai se lembrar do dia em que seu pai o levou para conhecer o mel ou as pedras de gelo. Lembrará que estávamos sozinhos em casa, a mãe já no trabalho.
Enquanto ele mastigava, me sentia num ponto equidistante entre este nosso tempo e o de meu pai, que hoje completa 60 anos. Há 30 anos ele provavelmente se exasperava vendo o filho experimentar tudo pela primeira vez – provavelmente com a mesma ansiedade de se ver, de certa forma, continuado em seus gostos e hábitos.
Silenciosamente vou listando tudo o que gostaria de dizer no aniversário dele até ser interrompido por meu filho de quase três anos, que acaba de pegar um pacote de batata palha e cobrir a cachorra de farelo. Olho feio e berro alto. Ele se esconde. “Você tem medo, mas não tem vergonha nessa sua cara de pau, né?”. Ele segura o riso e eu me recomponho, tentando lembrar o dia exato em que virei o meu pai.
(Matheus Pichonelli. www.cartacapital.com.br/cultura/tal-pai-tal-filho, 29.01.2016. Adaptado)
O assunto central do texto é
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