Foram encontradas 60 questões.
A Barra de Tarefas do Microsoft Windows 7, em sua
configuração padrão, possui três seções principais: o
botão Iniciar, a seção intermediária e a área de notificação. Assinale a alternativa que apresenta um elemento
contido na área de notificação.
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No Microsoft PowerPoint 2010, em sua configuração padrão, um usuário criou uma apresentação com 3 slides.
Todos os slides estão ocultos e o slide 2 é o ativo. Assinale
a alternativa correta sobre o resultado ao pressionar a tecla F5 para iniciar uma apresentação.
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Um usuário preparou uma mensagem de correio eletrônico usando o Microsoft Outlook 2010, em sua configuração padrão, e preencheu da seguinte forma seus
campos:
Para: joao@empresa.com.br Com cópia: joao@empresa.com.br Com cópia oculta: joao@empresa.com.br Assunto: joao@empresa.com.br
Assinale a alternativa que indica quantas mensagens o email joao@empresa.com.br receberá quando o envio for efetivado.
Para: joao@empresa.com.br Com cópia: joao@empresa.com.br Com cópia oculta: joao@empresa.com.br Assunto: joao@empresa.com.br
Assinale a alternativa que indica quantas mensagens o email joao@empresa.com.br receberá quando o envio for efetivado.
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Usando o Microsoft Word 2010, em sua configuração
padrão, um usuário criou um documento e o formatou
com 2 colunas. Assumindo que cada linha do texto é um
parágrafo e é representada por uma letra, de A até H em
ordem sequencial, assinale a alternativa que indica o fluxo
correto do texto entre as colunas.
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No Microsoft Excel 2010, em sua configuração padrão,
assinale a alternativa que apresenta o resultado correto
quando um usuário clica no ícone destacado com um retângulo na imagem a seguir.


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Leia o texto “Mania de comer bem” e responda à questão.
Após perder 27 kg e finalmente conquistar uma barriga
“tanquinho”, Thaís, 32, passou a controlar rigidamente a alimentação. O desejo de comer de forma saudável era tanto
que passou a prejudicar sua vida pessoal.
“Uma refeição fora de casa, mesmo na casa da minha
avó, gerava um estresse enorme. Sentia culpa e ansiedade.
Não conseguia fazer concessões”, explica.
Julia, 25, excluiu tantos grupos alimentares que, após
dois anos de dieta, viu seu cardápio reduzido praticamente
só a proteínas e hortaliças. Desenvolveu pânico de comer na
frente de conhecidos e chegou a levar marmita para a festa
de casamento da irmã.
Ambas sofreram com a chamada ortorexia: um comportamento obsessivo em relação à comida.
Além de pôr em risco a saúde, com a falta de nutrientes
essenciais, a ortorexia ainda atrapalha significativamente as
relações sociais e afetivas.
“A preocupação excessiva com a alimentação passa a
dominar a vida da pessoa. Torna-se uma obsessão”, explica a
médica Sandra Carvalhais, do Instituto de Pesquisa e Ensino
Médico, em São Paulo.
Para os especialistas, a onda de blogs e redes sociais
que disseminam informações sobre nutrição e dietas, muitas
vezes equivocadas, acaba criando o ambiente ideal para paranoias alimentares.
Ainda que muitas vezes também cause emagrecimento
excessivo, a ortorexia é diferente da anorexia. Para a médica
nutróloga Maria del Rosario, diretora da Abran (Associação
Brasileira de Nutrologia), que tem longa experiência em
transtornos alimentares, a principal questão é a autoimagem
corporal.
“Quem tem anorexia se olha no espelho e se enxerga
gordo, mesmo estando muito magro. O ortoréxico não costuma ter esse problema. Ele se vê magro, mas muda a alimentação por uma questão de saúde.” A ortorexia pode, inclusive,
estar associada a outros distúrbios, sobretudo a transtornos
compulsivos.
Além disso, a pessoa ortoréxica se impõe tantas restrições que acaba sem conseguir comer com a família e os amigos. Esse isolamento pode levar à ansiedade e à depressão,
segundo del Rosario.
Recém-formada em administração, Julia diz que teve dificuldade em participar dos eventos da universidade. “Eu passava horas buscando na internet a maneira mais pura de me
alimentar. Depois de um tempo, perdi a capacidade de comer
algo que tivesse sido preparado por outra pessoa”, diz ela,
que está em tratamento para a ortorexia há quatro meses.
Os especialistas indicam tratamento multidisciplinar, com
psicólogo, psiquiatra e acompanhamento nutricional.
Hoje recuperada, Thaís diz que o apoio do marido e da
família foram fundamentais. “Tem sido uma batalha em busca
do equilíbrio, mas já consigo ir a uma festa e comer normalmente”, conta.
(Giuliana Miranda. Folha de S.Paulo, 08.12.2015. Adaptado)
Ambas sofreram com a chamada ortorexia: um comportamento obsessivo em relação à comida. (4º parágrafo)
Esse isolamento pode levar à ansiedade e à depressão, segundo del Rosario. (10º parágrafo)
Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase está corretamente empregado nas duas frases de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Leia o texto “Mania de comer bem” e responda à questão.
Após perder 27 kg e finalmente conquistar uma barriga
“tanquinho”, Thaís, 32, passou a controlar rigidamente a alimentação. O desejo de comer de forma saudável era tanto
que passou a prejudicar sua vida pessoal.
“Uma refeição fora de casa, mesmo na casa da minha
avó, gerava um estresse enorme. Sentia culpa e ansiedade.
Não conseguia fazer concessões”, explica.
Julia, 25, excluiu tantos grupos alimentares que, após
dois anos de dieta, viu seu cardápio reduzido praticamente
só a proteínas e hortaliças. Desenvolveu pânico de comer na
frente de conhecidos e chegou a levar marmita para a festa
de casamento da irmã.
Ambas sofreram com a chamada ortorexia: um comportamento obsessivo em relação à comida.
Além de pôr em risco a saúde, com a falta de nutrientes
essenciais, a ortorexia ainda atrapalha significativamente as
relações sociais e afetivas.
“A preocupação excessiva com a alimentação passa a
dominar a vida da pessoa. Torna-se uma obsessão”, explica a
médica Sandra Carvalhais, do Instituto de Pesquisa e Ensino
Médico, em São Paulo.
Para os especialistas, a onda de blogs e redes sociais
que disseminam informações sobre nutrição e dietas, muitas
vezes equivocadas, acaba criando o ambiente ideal para paranoias alimentares.
Ainda que muitas vezes também cause emagrecimento
excessivo, a ortorexia é diferente da anorexia. Para a médica
nutróloga Maria del Rosario, diretora da Abran (Associação
Brasileira de Nutrologia), que tem longa experiência em
transtornos alimentares, a principal questão é a autoimagem
corporal.
“Quem tem anorexia se olha no espelho e se enxerga
gordo, mesmo estando muito magro. O ortoréxico não costuma ter esse problema. Ele se vê magro, mas muda a alimentação por uma questão de saúde.” A ortorexia pode, inclusive,
estar associada a outros distúrbios, sobretudo a transtornos
compulsivos.
Além disso, a pessoa ortoréxica se impõe tantas restrições que acaba sem conseguir comer com a família e os amigos. Esse isolamento pode levar à ansiedade e à depressão,
segundo del Rosario.
Recém-formada em administração, Julia diz que teve dificuldade em participar dos eventos da universidade. “Eu passava horas buscando na internet a maneira mais pura de me
alimentar. Depois de um tempo, perdi a capacidade de comer
algo que tivesse sido preparado por outra pessoa”, diz ela,
que está em tratamento para a ortorexia há quatro meses.
Os especialistas indicam tratamento multidisciplinar, com
psicólogo, psiquiatra e acompanhamento nutricional.
Hoje recuperada, Thaís diz que o apoio do marido e da
família foram fundamentais. “Tem sido uma batalha em busca
do equilíbrio, mas já consigo ir a uma festa e comer normalmente”, conta.
(Giuliana Miranda. Folha de S.Paulo, 08.12.2015. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto “Mania de comer bem” e responda à questão.
Após perder 27 kg e finalmente conquistar uma barriga
“tanquinho”, Thaís, 32, passou a controlar rigidamente a alimentação. O desejo de comer de forma saudável era tanto
que passou a prejudicar sua vida pessoal.
“Uma refeição fora de casa, mesmo na casa da minha
avó, gerava um estresse enorme. Sentia culpa e ansiedade.
Não conseguia fazer concessões”, explica.
Julia, 25, excluiu tantos grupos alimentares que, após
dois anos de dieta, viu seu cardápio reduzido praticamente
só a proteínas e hortaliças. Desenvolveu pânico de comer na
frente de conhecidos e chegou a levar marmita para a festa
de casamento da irmã.
Ambas sofreram com a chamada ortorexia: um comportamento obsessivo em relação à comida.
Além de pôr em risco a saúde, com a falta de nutrientes
essenciais, a ortorexia ainda atrapalha significativamente as
relações sociais e afetivas.
“A preocupação excessiva com a alimentação passa a
dominar a vida da pessoa. Torna-se uma obsessão”, explica a
médica Sandra Carvalhais, do Instituto de Pesquisa e Ensino
Médico, em São Paulo.
Para os especialistas, a onda de blogs e redes sociais
que disseminam informações sobre nutrição e dietas, muitas
vezes equivocadas, acaba criando o ambiente ideal para paranoias alimentares.
Ainda que muitas vezes também cause emagrecimento
excessivo, a ortorexia é diferente da anorexia. Para a médica
nutróloga Maria del Rosario, diretora da Abran (Associação
Brasileira de Nutrologia), que tem longa experiência em
transtornos alimentares, a principal questão é a autoimagem
corporal.
“Quem tem anorexia se olha no espelho e se enxerga
gordo, mesmo estando muito magro. O ortoréxico não costuma ter esse problema. Ele se vê magro, mas muda a alimentação por uma questão de saúde.” A ortorexia pode, inclusive,
estar associada a outros distúrbios, sobretudo a transtornos
compulsivos.
Além disso, a pessoa ortoréxica se impõe tantas restrições que acaba sem conseguir comer com a família e os amigos. Esse isolamento pode levar à ansiedade e à depressão,
segundo del Rosario.
Recém-formada em administração, Julia diz que teve dificuldade em participar dos eventos da universidade. “Eu passava horas buscando na internet a maneira mais pura de me
alimentar. Depois de um tempo, perdi a capacidade de comer
algo que tivesse sido preparado por outra pessoa”, diz ela,
que está em tratamento para a ortorexia há quatro meses.
Os especialistas indicam tratamento multidisciplinar, com
psicólogo, psiquiatra e acompanhamento nutricional.
Hoje recuperada, Thaís diz que o apoio do marido e da
família foram fundamentais. “Tem sido uma batalha em busca
do equilíbrio, mas já consigo ir a uma festa e comer normalmente”, conta.
(Giuliana Miranda. Folha de S.Paulo, 08.12.2015. Adaptado)
Leia o texto.
Portadores de transtornos alimentares em geral _______ culpa e ansiedade e, no caso da ortorexia, _________ haver situações que conduzam ao isolamento social.
________ , nesse contexto, pois _______ para a recuperação dos que buscam novamente o equilíbrio, é a solidariedade de amigos e familiares.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto de acordo com a norma- -padrão da Língua Portuguesa.
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Leia o texto “Mania de comer bem” e responda à questão.
Após perder 27 kg e finalmente conquistar uma barriga
“tanquinho”, Thaís, 32, passou a controlar rigidamente a alimentação. O desejo de comer de forma saudável era tanto
que passou a prejudicar sua vida pessoal.
“Uma refeição fora de casa, mesmo na casa da minha
avó, gerava um estresse enorme. Sentia culpa e ansiedade.
Não conseguia fazer concessões”, explica.
Julia, 25, excluiu tantos grupos alimentares que, após
dois anos de dieta, viu seu cardápio reduzido praticamente
só a proteínas e hortaliças. Desenvolveu pânico de comer na
frente de conhecidos e chegou a levar marmita para a festa
de casamento da irmã.
Ambas sofreram com a chamada ortorexia: um comportamento obsessivo em relação à comida.
Além de pôr em risco a saúde, com a falta de nutrientes
essenciais, a ortorexia ainda atrapalha significativamente as
relações sociais e afetivas.
“A preocupação excessiva com a alimentação passa a
dominar a vida da pessoa. Torna-se uma obsessão”, explica a
médica Sandra Carvalhais, do Instituto de Pesquisa e Ensino
Médico, em São Paulo.
Para os especialistas, a onda de blogs e redes sociais
que disseminam informações sobre nutrição e dietas, muitas
vezes equivocadas, acaba criando o ambiente ideal para paranoias alimentares.
Ainda que muitas vezes também cause emagrecimento
excessivo, a ortorexia é diferente da anorexia. Para a médica
nutróloga Maria del Rosario, diretora da Abran (Associação
Brasileira de Nutrologia), que tem longa experiência em
transtornos alimentares, a principal questão é a autoimagem
corporal.
“Quem tem anorexia se olha no espelho e se enxerga
gordo, mesmo estando muito magro. O ortoréxico não costuma ter esse problema. Ele se vê magro, mas muda a alimentação por uma questão de saúde.” A ortorexia pode, inclusive,
estar associada a outros distúrbios, sobretudo a transtornos
compulsivos.
Além disso, a pessoa ortoréxica se impõe tantas restrições que acaba sem conseguir comer com a família e os amigos. Esse isolamento pode levar à ansiedade e à depressão,
segundo del Rosario.
Recém-formada em administração, Julia diz que teve dificuldade em participar dos eventos da universidade. “Eu passava horas buscando na internet a maneira mais pura de me
alimentar. Depois de um tempo, perdi a capacidade de comer
algo que tivesse sido preparado por outra pessoa”, diz ela,
que está em tratamento para a ortorexia há quatro meses.
Os especialistas indicam tratamento multidisciplinar, com
psicólogo, psiquiatra e acompanhamento nutricional.
Hoje recuperada, Thaís diz que o apoio do marido e da
família foram fundamentais. “Tem sido uma batalha em busca
do equilíbrio, mas já consigo ir a uma festa e comer normalmente”, conta.
(Giuliana Miranda. Folha de S.Paulo, 08.12.2015. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto “Mania de comer bem” e responda à questão.
Após perder 27 kg e finalmente conquistar uma barriga
“tanquinho”, Thaís, 32, passou a controlar rigidamente a alimentação. O desejo de comer de forma saudável era tanto
que passou a prejudicar sua vida pessoal.
“Uma refeição fora de casa, mesmo na casa da minha
avó, gerava um estresse enorme. Sentia culpa e ansiedade.
Não conseguia fazer concessões”, explica.
Julia, 25, excluiu tantos grupos alimentares que, após
dois anos de dieta, viu seu cardápio reduzido praticamente
só a proteínas e hortaliças. Desenvolveu pânico de comer na
frente de conhecidos e chegou a levar marmita para a festa
de casamento da irmã.
Ambas sofreram com a chamada ortorexia: um comportamento obsessivo em relação à comida.
Além de pôr em risco a saúde, com a falta de nutrientes
essenciais, a ortorexia ainda atrapalha significativamente as
relações sociais e afetivas.
“A preocupação excessiva com a alimentação passa a
dominar a vida da pessoa. Torna-se uma obsessão”, explica a
médica Sandra Carvalhais, do Instituto de Pesquisa e Ensino
Médico, em São Paulo.
Para os especialistas, a onda de blogs e redes sociais
que disseminam informações sobre nutrição e dietas, muitas
vezes equivocadas, acaba criando o ambiente ideal para paranoias alimentares.
Ainda que muitas vezes também cause emagrecimento
excessivo, a ortorexia é diferente da anorexia. Para a médica
nutróloga Maria del Rosario, diretora da Abran (Associação
Brasileira de Nutrologia), que tem longa experiência em
transtornos alimentares, a principal questão é a autoimagem
corporal.
“Quem tem anorexia se olha no espelho e se enxerga
gordo, mesmo estando muito magro. O ortoréxico não costuma ter esse problema. Ele se vê magro, mas muda a alimentação por uma questão de saúde.” A ortorexia pode, inclusive,
estar associada a outros distúrbios, sobretudo a transtornos
compulsivos.
Além disso, a pessoa ortoréxica se impõe tantas restrições que acaba sem conseguir comer com a família e os amigos. Esse isolamento pode levar à ansiedade e à depressão,
segundo del Rosario.
Recém-formada em administração, Julia diz que teve dificuldade em participar dos eventos da universidade. “Eu passava horas buscando na internet a maneira mais pura de me
alimentar. Depois de um tempo, perdi a capacidade de comer
algo que tivesse sido preparado por outra pessoa”, diz ela,
que está em tratamento para a ortorexia há quatro meses.
Os especialistas indicam tratamento multidisciplinar, com
psicólogo, psiquiatra e acompanhamento nutricional.
Hoje recuperada, Thaís diz que o apoio do marido e da
família foram fundamentais. “Tem sido uma batalha em busca
do equilíbrio, mas já consigo ir a uma festa e comer normalmente”, conta.
(Giuliana Miranda. Folha de S.Paulo, 08.12.2015. Adaptado)
Para os especialistas, a onda de blogs e redes sociais que disseminam informações sobre nutrição e dietas, muitas vezes equivocadas, acaba criando o ambiente ideal para paranoias alimentares.
As expressões destacadas podem ser substituídas, correta, respectivamente e sem alteração do sentido do texto, por:
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