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Foram encontradas 40 questões.

3178322 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Alfredo Chaves-ES
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Qual procedimento deve ser seguido para criar uma lista numerada no Word 2016 (em sua versão em português e configuração padrão)?

 

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3178321 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Alfredo Chaves-ES
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No Microsoft Word 2016 (em sua versão em português e configuração padrão), qual opção permite inserir automaticamente uma quebra de página em um documento?

 

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3178320 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Alfredo Chaves-ES
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Marque a opção que apresenta a definição correta do que é um ataque DDoS:

 

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3178319 Ano: 2024
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Alfredo Chaves-ES
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Marque a opção abaixo que apresenta a definição correta de firewall:

 

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3178318 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Alfredo Chaves-ES
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Considerando o Microsoft PowerPoint 2016 em sua configuração padrão PT-BR, marque a opção que descreve o objetivo do recurso SmartArt em uma apresentação de slides:

 

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3178317 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Alfredo Chaves-ES
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Um vendedor criou uma planilha para facilitar a busca por informações de seus produtos conforme a figura abaixo. A célula B8 foi utilizada para escrever o nome da fruta que ele quer a informação. Baseada na fórmula que está na célula C8, =PROCV(B8;A2:D6;3;FALSO), qual o valor retornado, quando ele colocar a palavra Limões na célula B8?

Enunciado 3430617-1

 

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3178316 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Alfredo Chaves-ES
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Qual é a função do campo Cco, nos serviços de envio de e-mail?

 

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3178315 Ano: 2024
Disciplina: Informática
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Alfredo Chaves-ES
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Considerando o Microsoft Excel 2016 em sua configuração padrão PT-BR, qual das opções abaixo apresenta a função do Excel que pode ser usada para somar um intervalo de células?

 

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3178314 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Alfredo Chaves-ES
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Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 05

Para quê tanta saúde?

Publicado em 11/09/2023

Paulo Pestana Crônica

Foram meses de negociação, mas o amigo cedeu: aceitou ir à nutróloga. É preciso dizer que ele se esqueceu de ler letras miúdas do acordo com a esposa, porque nem sabia que existia essa profissão. Se soubesse que nutrólogos são médicos que avaliam o comportamento alimentar do cristão, provavelmente a negociação teria sido mais dura.

Esse amigo é adepto radical da culinária do excesso. Sarapatel de entrada, um caldinho de mocotó para esquentar o que a cerveja esfria, e um prato principal que, se não for sexta-feira, dia de feijoada, pode ser um cozido nordestino, uma buchada ou qualquer dessas ignorâncias, dieta que explica a protuberância do abdômen.

Outro erro: foi acompanhado da mulher, que queria ouvir tudo o que a moça – sim, era uma nutróloga – teria a dizer sobre o seu pedaço (era assim que eles se tratavam; pê para cá, pê para lá, um diminutivo mais comportado para uma gíria que já era ultrapassada quando se conheceram). Os amigos do bar dizem que, hoje, ele está mais para caco, mas ele acha que é inveja.

A doutora fez uma lista de exames que ele teria que cumprir nos próximos dias, já adiantando que o diagnóstico não seria bom. No meio do caminho, houve a fatídica pergunta: “O senhor bebe?”. Óbvio que ele respondeu que bebia apenas socialmente, mas presença da mulher prejudicou a indignação que ele tentou imprimir, porque ela não foi sutil.

“Mentira”. A mulher da gente tem essa mania de ser direta; não consegue entender que a vida pede uns desvios, umas respostas menos incisivas – pelo menos quando nós, homens, estamos em apuros. E aquela era uma situação de sufoco. “Doutora, ele vai ao bar todo dia, tenho aqui no celular as contas que ele paga”, completou.

Outras desculpas saíram num turbilhão da boca do amigo, mas não adiantou muito; estava desmoralizado. Até que surgiu um pirilampo naquele breu, quando médica disse que não ia pedir para ele parar de beber – uma vitória! As caraminholas cessaram; era a única coisa que o preocupava.

Foi uma vitória de Pirro, o rei do Epiro, que venceu os romanos, mas perdeu todo o seu exército. As derrotas vieram em sequência: “O senhor tem que perder peso. E rápido”, disse ela. Nada de doces – “sem problemas”, pensou – e, mais difícil, alimentos gordurosos; e… (não deve ter havido pausa dramática que ele fez quando nos contou o drama, mas em respeito fonte, estão aí reticências) …diminuir o álcool.

Na mesma hora, ele pensou num amigo de mesa que continua frequentando o bar, mas bebe apenas água. Conversa, brinca, aposta, faz tudo sem álcool. Não sei se é feliz, mas finge bem, está firme. A nutróloga falou em diminuir, não em parar. E concluiu: “O senhor pode tomar umas duas doses por semana”.

O amigo fez cara de pôquer. Eram duas contra um e ele se sentiu pressionado. Ficou calado, fez os exames e toma os remédios, tudo certinho. E trocou o uísque por vodka, que não deixa bafo.

(Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/para-que-tanta-saude/. Adaptado.)

Na frase “Foi o pessoal do trabalho.”, a preposição do (de+o) expressa a ideia de:

 

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3178313 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Alfredo Chaves-ES
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Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda às questões de 01 a 05

Para quê tanta saúde?

Publicado em 11/09/2023

Paulo Pestana Crônica

Foram meses de negociação, mas o amigo cedeu: aceitou ir à nutróloga. É preciso dizer que ele se esqueceu de ler letras miúdas do acordo com a esposa, porque nem sabia que existia essa profissão. Se soubesse que nutrólogos são médicos que avaliam o comportamento alimentar do cristão, provavelmente a negociação teria sido mais dura.

Esse amigo é adepto radical da culinária do excesso. Sarapatel de entrada, um caldinho de mocotó para esquentar o que a cerveja esfria, e um prato principal que, se não for sexta-feira, dia de feijoada, pode ser um cozido nordestino, uma buchada ou qualquer dessas ignorâncias, dieta que explica a protuberância do abdômen.

Outro erro: foi acompanhado da mulher, que queria ouvir tudo o que a moça – sim, era uma nutróloga – teria a dizer sobre o seu pedaço (era assim que eles se tratavam; pê para cá, pê para lá, um diminutivo mais comportado para uma gíria que já era ultrapassada quando se conheceram). Os amigos do bar dizem que, hoje, ele está mais para caco, mas ele acha que é inveja.

A doutora fez uma lista de exames que ele teria que cumprir nos próximos dias, já adiantando que o diagnóstico não seria bom. No meio do caminho, houve a fatídica pergunta: “O senhor bebe?”. Óbvio que ele respondeu que bebia apenas socialmente, mas presença da mulher prejudicou a indignação que ele tentou imprimir, porque ela não foi sutil.

“Mentira”. A mulher da gente tem essa mania de ser direta; não consegue entender que a vida pede uns desvios, umas respostas menos incisivas – pelo menos quando nós, homens, estamos em apuros. E aquela era uma situação de sufoco. “Doutora, ele vai ao bar todo dia, tenho aqui no celular as contas que ele paga”, completou.

Outras desculpas saíram num turbilhão da boca do amigo, mas não adiantou muito; estava desmoralizado. Até que surgiu um pirilampo naquele breu, quando médica disse que não ia pedir para ele parar de beber – uma vitória! As caraminholas cessaram; era a única coisa que o preocupava.

Foi uma vitória de Pirro, o rei do Epiro, que venceu os romanos, mas perdeu todo o seu exército. As derrotas vieram em sequência: “O senhor tem que perder peso. E rápido”, disse ela. Nada de doces – “sem problemas”, pensou – e, mais difícil, alimentos gordurosos; e… (não deve ter havido pausa dramática que ele fez quando nos contou o drama, mas em respeito fonte, estão aí reticências) …diminuir o álcool.

Na mesma hora, ele pensou num amigo de mesa que continua frequentando o bar, mas bebe apenas água. Conversa, brinca, aposta, faz tudo sem álcool. Não sei se é feliz, mas finge bem, está firme. A nutróloga falou em diminuir, não em parar. E concluiu: “O senhor pode tomar umas duas doses por semana”.

O amigo fez cara de pôquer. Eram duas contra um e ele se sentiu pressionado. Ficou calado, fez os exames e toma os remédios, tudo certinho. E trocou o uísque por vodka, que não deixa bafo.

(Fonte: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/para-que-tanta-saude/. Adaptado.)

Indique a alternativa em que o uso do porquê está correto, de acordo com as regras da norma padrão:

 

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