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Foram encontradas 46 questões.

1619500 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Alagoinhas-BA

Assinale a alternativa onde temos um discurso indireto livre.

 

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1619499 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Alagoinhas-BA

Leia os textos I, II e III para responder às próximas cinco questões.

Texto I - O Impossível Carinho: (Manuel Bandeira)

Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo

Quero contar-te apenas a minha ternura

Ah se em troca de tanta felicidade que me dás

Eu te pudesse repor

– Eu soubesse repor

No coração despedaçado

As mais puras alegrias de tua infância!

Texto II - Arte de Amar: (Manuel Bandeira)

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.

A alma é que estraga o amor.

Só em Deus ela pode encontrar satisfação.

Não noutra alma.

Só em Deus - ou fora do mundo.

As almas são incomunicáveis.

Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.

Porque os corpos se entendem, mas as almas não.

Texto III - Desencanto: (Manuel Bandeira)

Eu faço versos como quem chora

De desalento... de desencanto...

Fecha o meu livro, se por agora

Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente...

Tristeza esparsa... remorso vão...

Dói-me nas veias. Amargo e quente,

Cai, gota a gota, do coração.

E nestes versos de angústia rouca

Assim dos lábios a vida corre,

Deixando um acre sabor na boca.

– Eu faço versos como quem morre.

Do texto I, leia as palavras e assinale a alternativa onde todas são substantivos.

 

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1619498 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Alagoinhas-BA

Leia os textos I, II e III para responder às próximas cinco questões.

Texto I - O Impossível Carinho: (Manuel Bandeira)

Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo

Quero contar-te apenas a minha ternura

Ah se em troca de tanta felicidade que me dás

Eu te pudesse repor

– Eu soubesse repor

No coração despedaçado

As mais puras alegrias de tua infância!

Texto II - Arte de Amar: (Manuel Bandeira)

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.

A alma é que estraga o amor.

Só em Deus ela pode encontrar satisfação.

Não noutra alma.

Só em Deus - ou fora do mundo.

As almas são incomunicáveis.

Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.

Porque os corpos se entendem, mas as almas não.

Texto III - Desencanto: (Manuel Bandeira)

Eu faço versos como quem chora

De desalento... de desencanto...

Fecha o meu livro, se por agora

Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente...

Tristeza esparsa... remorso vão...

Dói-me nas veias. Amargo e quente,

Cai, gota a gota, do coração.

E nestes versos de angústia rouca

Assim dos lábios a vida corre,

Deixando um acre sabor na boca.

– Eu faço versos como quem morre.

Ainda do texto III, assinale a alternativa onde todas as palavras são ditongos.

 

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1619497 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Alagoinhas-BA

Leia os textos I, II e III para responder às próximas cinco questões.

Texto I - O Impossível Carinho: (Manuel Bandeira)

Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo

Quero contar-te apenas a minha ternura

Ah se em troca de tanta felicidade que me dás

Eu te pudesse repor

– Eu soubesse repor

No coração despedaçado

As mais puras alegrias de tua infância!

Texto II - Arte de Amar: (Manuel Bandeira)

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.

A alma é que estraga o amor.

Só em Deus ela pode encontrar satisfação.

Não noutra alma.

Só em Deus - ou fora do mundo.

As almas são incomunicáveis.

Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.

Porque os corpos se entendem, mas as almas não.

Texto III - Desencanto: (Manuel Bandeira)

Eu faço versos como quem chora

De desalento... de desencanto...

Fecha o meu livro, se por agora

Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente...

Tristeza esparsa... remorso vão...

Dói-me nas veias. Amargo e quente,

Cai, gota a gota, do coração.

E nestes versos de angústia rouca

Assim dos lábios a vida corre,

Deixando um acre sabor na boca.

– Eu faço versos como quem morre.

No texto I, referindo-se a encontros vocálicos, as palavras (alegrias, soubesse, tua) são respectivamente:

 

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1619496 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Alagoinhas-BA

Leia os textos I, II e III para responder às próximas cinco questões.

Texto I - O Impossível Carinho: (Manuel Bandeira)

Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo

Quero contar-te apenas a minha ternura

Ah se em troca de tanta felicidade que me dás

Eu te pudesse repor

– Eu soubesse repor

No coração despedaçado

As mais puras alegrias de tua infância!

Texto II - Arte de Amar: (Manuel Bandeira)

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.

A alma é que estraga o amor.

Só em Deus ela pode encontrar satisfação.

Não noutra alma.

Só em Deus - ou fora do mundo.

As almas são incomunicáveis.

Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.

Porque os corpos se entendem, mas as almas não.

Texto III - Desencanto: (Manuel Bandeira)

Eu faço versos como quem chora

De desalento... de desencanto...

Fecha o meu livro, se por agora

Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente...

Tristeza esparsa... remorso vão...

Dói-me nas veias. Amargo e quente,

Cai, gota a gota, do coração.

E nestes versos de angústia rouca

Assim dos lábios a vida corre,

Deixando um acre sabor na boca.

– Eu faço versos como quem morre.

Referindo-se à interpretação dos três textos, assinale cada item com (V) verdadeiro ou (F) falso e marque a alternativa correta:

( ) No texto I (O impossível carinho), como está escrito no próprio título, é um ato impossível do eu lírico pagar a felicidade que recebe da pessoa amada, porque ele está com o coração rasgado.

( ) No texto II (Arte de amar), o eu lírico passa a sua ideia, aquilo que ele entende do amor.

( ) No texto III (Desencanto), o eu lírico diz que ele faz suas poesias, a partir do sofrimento que ele teve, ou ainda tem.

( ) No texto I (O impossível carinho), o poeta escolhe as palavras com muita ternura, melancolia, às vezes, até causando, no leitor, uma delicada e profunda comoção.

 

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1619495 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Alagoinhas-BA

Leia os textos I, II e III para responder às próximas cinco questões.

Texto I - O Impossível Carinho: (Manuel Bandeira)

Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo

Quero contar-te apenas a minha ternura

Ah se em troca de tanta felicidade que me dás

Eu te pudesse repor

– Eu soubesse repor

No coração despedaçado

As mais puras alegrias de tua infância!

Texto II - Arte de Amar: (Manuel Bandeira)

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.

A alma é que estraga o amor.

Só em Deus ela pode encontrar satisfação.

Não noutra alma.

Só em Deus - ou fora do mundo.

As almas são incomunicáveis.

Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.

Porque os corpos se entendem, mas as almas não.

Texto III - Desencanto: (Manuel Bandeira)

Eu faço versos como quem chora

De desalento... de desencanto...

Fecha o meu livro, se por agora

Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente...

Tristeza esparsa... remorso vão...

Dói-me nas veias. Amargo e quente,

Cai, gota a gota, do coração.

E nestes versos de angústia rouca

Assim dos lábios a vida corre,

Deixando um acre sabor na boca.

– Eu faço versos como quem morre.

De acordo com os três textos, assinale a alternativa incorreta.

 

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