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Observe a charge a seguir e assinale a única alternativa INCORRETA:

Disponível em: <https://www.tudosaladeaula.com/2023/03/exercicios-de-colocacao-pronominal-com-gabarito.html>.Acesso em: 01 out. 2023.

Disponível em: <https://www.tudosaladeaula.com/2023/03/exercicios-de-colocacao-pronominal-com-gabarito.html>.Acesso em: 01 out. 2023.
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O artigo abaixo se refere à questão:
ALZHEIMER NAPERIFERIATRAZ DESAFIOS ESTRUTURAIS, FINANCEIROS E DE DIAGNÓSTICO
Estudo aponta que regiões pobres seriam as mais beneficiadas se fatores de risco para demência fossem reduzidos
Danielle Castro
RIBEIRÃO PRETO/SP- Os sintomas de Josefa Maria Carneiro, 85, moradora de Heliópolis, em São Paulo, começaram em 2001. O
diagnóstico de , porém, chegou 21 anos depois, em 2022, por meio do SUS (Sistema Público de Saúde). Segundo a Alzheimer filha,
Maria da Luz João Alexandre, 53, a mãe "nunca estudou, não sabe ler e nem escrever", e sua única doença, até a descoberta da
demência, "era a pressão alta".
"Ela passou a vida toda na roça cuidando dos filhos e do marido", conta a filha, que trabalha em um CDI (Centro Dia do Idoso) e cuida
da mãe aos finais de semana. A família se reveza para ficar com a matriarca e a incluem em conversas e passeios, estimulando que
caminhe no quintal e faça algum exercício para "não ficar deitada demais".
"Até o dia que Deus permitir, é estar presente no que pode, incluir em tudo que vai, porque isso é importante. Ela gosta de ir pra
igreja, a gente leva. Dar carinho e amor é o que podemos fazer", diz Maria da Luz.
As moradoras da periferia de São Paulo integram o grupo de pessoas que enfrentam o Alzheimer e outros tipos de demência em um
contexto de vulnerabilidade social. Estudo feito por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) mostrou que regiões mais
pobres do Brasil seriam as principais beneficiadas se fatores de risco para demência, como baixa escolaridade e hipertensão, fossem
reduzidos por meio de políticas públicas eficazes.
Um publicado este ano pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) revelou que aproximadamente 77% dos idosos levantamento
brasileiros com demência não receberam o diagnóstico. As mulheres foram 60% da amostra e tiveram uma prevalência da doença mais
alta que os homens: 6,8% nelas, para 4,6% neles.
Na periferia de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, vivem o pedreiro Paulo Sergio Bedurin, 53, e sua mãe, Tereza Pereira, 85, que
descobriu o há cerca de 6 anos. De uma pessoa ativa e independente, a doença a transformou em uma paciente que precisa de Alzheimer
cuidados em tempo integral.
O dinheiro que a mãe recebe por meio de programa do governo para pessoas com deficiência é direcionado ao pagamento de uma
cuidadora, "que dá banho e comida", segundo Paulo.
"Só domingo que consigo alimentar e colocar pra dormir, mas para mim é difícil por causa do desgaste na perna, não aguento pegar
peso", diz o filho, que mantém a casa com trabalhos temporários.
Nesse contexto, melhores condições socioeconômicas, fator ligado à questão racial e a desigualdade de gênero no Brasil, exercem
grande influência. "As mulheres são mais acometidas, são elas que têm menos acesso ao estudo, menos condições de galgar postos de
profissão", diz Celene Queiroz Pinheiro, geriatra e presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (regional de São Paulo).
A geriatra destaca que em países em desenvolvimento o risco é exponencialmente maior que em locais onde há melhor acesso à . saúde
A situação é ainda pior nas periferias, segundo ela. "Tem o tempo perdido no transporte público, a falta de um parque, o chegar em casa
e ter que cuidar da casa. Como vai sair do sedentarismo, que horas faz exercício?", questiona Pinheiro.
Conseguir um diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação de qualidade são outro ponto. "Existe dentro do SUS um prazo de dois a
três anos, em média, para a pessoa perceber e iniciar o tratamento, e sabemos que é importante começar o quanto antes", afirma.
Com estudos indicando o aumento da incidência da doença no Brasil e no mundo, a expectativa é de que políticas públicas nacionais de
cuidados para pessoa com demência sejam criadas. A estratégia deve incluir treinamento das equipes de saúde para o diagnóstico
precoce, além de oferecer apoio, inclusive financeiro, aos cuidadores, segundo a médica.
"O Estado precisa ter um papel mais atuante, é uma grande questão de saúde pública. Cada pessoa com demência precisa de três
cuidadores", diz ela. "A família vai empobrecer, vai tirar gente do mercado de trabalho para cuidar e tem custos sociais, além dos
remédios e dos profissionais".
Ivanilda Basílio, 74, recebeu o diagnóstico de demência em 2020. Os exames e consultas que a levaram à descoberta da doença foram
feitos pelo sistema público de saúde, em um processo que a filha Fabiana Basílio da Silva, 43, considera "muito lento".
"Você vai atrás de neurologista, de psiquiatra, de psicólogo, de terapeuta ocupacional e, até eles fecharem todo o laudo, até o organismo
aceitar os medicamentos, é muito demorado. Fora o custo. Hoje nós conseguimos através do SUS, mas demorou muito. Gastávamos
mensalmente R$ 500 em remédios", conta Fabiana, que é uma das principais cuidadoras da mãe, que mora em Heliópolis.
Obter uma vaga no CDI, onde Ivanilda poderia receber apoio terapêutico multiprofissional, foi outro entrave. "Antes disso, nós [da
família] nos juntamos para custear uma cuidadora duas vezes na semana, mas minha mãe está desde junho na creche e é outra pessoa no
sentido de mobilidade, ânimo. Sei que não tem cura, mas ela está diferente, potencializou positivamente o tratamento", relata.
Idealizador do documentário " " (2020), Jorge Felix, professor de economia no curso de Gerontologia da USP, Alzheimer na Periferia
diz que a própria cidade atua como antagonista do cuidador que vive na periferia, seja pela estrutura precária das casas, pela distância
dos centros médicos ou pelo custo do transporte.
Para Felix, a legislação brasileira idealiza a família e delega uma responsabilidade sobre o cuidado que, na realidade, os familiares não
conseguem absorver na totalidade. "O Alzheimer, devido à representação midiática em filmes e novelas, sempre alimentou uma
percepção de que é uma doença de rico. Dessa forma, os pacientes mais pobres estiveram sempre invisibilizados", afirma.
Fonte: CASTRO, Danielle. Alzheimer na perifieria traz desafios estruturais, financeiros e de diagnóstico. Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/alzheimer-na-periferia-traz-desafios-estruturais-financeiros-e-de-diagnostico.shtml>. Acesso em: 01 out. 2023.
I- O Alzheimer gera grande impacto, não apenas no paciente em si, mas também em seus familiares.
II- Moradores da periferia de São Paulo enfrentam a doença na condição de vulnerabilidade social.
III- Com o aumento da incidência da doença no Brasil, pode-se esperar uma melhora na estratégia do SUS de combate à doença.
IV- O tempo que o SUS leva para diagnosticar a doença é adequado para as necessidades impostas pela doença e também para o seu avanço.
V- O Estado precisa ser mais proativo no combate ao Alzheimer.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
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ALZHEIMER NAPERIFERIATRAZ DESAFIOS ESTRUTURAIS, FINANCEIROS E DE DIAGNÓSTICO
Estudo aponta que regiões pobres seriam as mais beneficiadas se fatores de risco para demência fossem reduzidos
Danielle Castro
RIBEIRÃO PRETO/SP- Os sintomas de Josefa Maria Carneiro, 85, moradora de Heliópolis, em São Paulo, começaram em 2001. O
diagnóstico de , porém, chegou 21 anos depois, em 2022, por meio do SUS (Sistema Público de Saúde). Segundo a Alzheimer filha,
Maria da Luz João Alexandre, 53, a mãe "nunca estudou, não sabe ler e nem escrever", e sua única doença, até a descoberta da
demência, "era a pressão alta".
"Ela passou a vida toda na roça cuidando dos filhos e do marido", conta a filha, que trabalha em um CDI (Centro Dia do Idoso) e cuida
da mãe aos finais de semana. A família se reveza para ficar com a matriarca e a incluem em conversas e passeios, estimulando que
caminhe no quintal e faça algum exercício para "não ficar deitada demais".
"Até o dia que Deus permitir, é estar presente no que pode, incluir em tudo que vai, porque isso é importante. Ela gosta de ir pra
igreja, a gente leva. Dar carinho e amor é o que podemos fazer", diz Maria da Luz.
As moradoras da periferia de São Paulo integram o grupo de pessoas que enfrentam o Alzheimer e outros tipos de demência em um
contexto de vulnerabilidade social. Estudo feito por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) mostrou que regiões mais
pobres do Brasil seriam as principais beneficiadas se fatores de risco para demência, como baixa escolaridade e hipertensão, fossem
reduzidos por meio de políticas públicas eficazes.
Um publicado este ano pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) revelou que aproximadamente 77% dos idosos levantamento
brasileiros com demência não receberam o diagnóstico. As mulheres foram 60% da amostra e tiveram uma prevalência da doença mais
alta que os homens: 6,8% nelas, para 4,6% neles.
Na periferia de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, vivem o pedreiro Paulo Sergio Bedurin, 53, e sua mãe, Tereza Pereira, 85, que
descobriu o há cerca de 6 anos. De uma pessoa ativa e independente, a doença a transformou em uma paciente que precisa de Alzheimer
cuidados em tempo integral.
O dinheiro que a mãe recebe por meio de programa do governo para pessoas com deficiência é direcionado ao pagamento de uma
cuidadora, "que dá banho e comida", segundo Paulo.
"Só domingo que consigo alimentar e colocar pra dormir, mas para mim é difícil por causa do desgaste na perna, não aguento pegar
peso", diz o filho, que mantém a casa com trabalhos temporários.
Nesse contexto, melhores condições socioeconômicas, fator ligado à questão racial e a desigualdade de gênero no Brasil, exercem
grande influência. "As mulheres são mais acometidas, são elas que têm menos acesso ao estudo, menos condições de galgar postos de
profissão", diz Celene Queiroz Pinheiro, geriatra e presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (regional de São Paulo).
A geriatra destaca que em países em desenvolvimento o risco é exponencialmente maior que em locais onde há melhor acesso à . saúde
A situação é ainda pior nas periferias, segundo ela. "Tem o tempo perdido no transporte público, a falta de um parque, o chegar em casa
e ter que cuidar da casa. Como vai sair do sedentarismo, que horas faz exercício?", questiona Pinheiro.
Conseguir um diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação de qualidade são outro ponto. "Existe dentro do SUS um prazo de dois a
três anos, em média, para a pessoa perceber e iniciar o tratamento, e sabemos que é importante começar o quanto antes", afirma.
Com estudos indicando o aumento da incidência da doença no Brasil e no mundo, a expectativa é de que políticas públicas nacionais de
cuidados para pessoa com demência sejam criadas. A estratégia deve incluir treinamento das equipes de saúde para o diagnóstico
precoce, além de oferecer apoio, inclusive financeiro, aos cuidadores, segundo a médica.
"O Estado precisa ter um papel mais atuante, é uma grande questão de saúde pública. Cada pessoa com demência precisa de três
cuidadores", diz ela. "A família vai empobrecer, vai tirar gente do mercado de trabalho para cuidar e tem custos sociais, além dos
remédios e dos profissionais".
Ivanilda Basílio, 74, recebeu o diagnóstico de demência em 2020. Os exames e consultas que a levaram à descoberta da doença foram
feitos pelo sistema público de saúde, em um processo que a filha Fabiana Basílio da Silva, 43, considera "muito lento".
"Você vai atrás de neurologista, de psiquiatra, de psicólogo, de terapeuta ocupacional e, até eles fecharem todo o laudo, até o organismo
aceitar os medicamentos, é muito demorado. Fora o custo. Hoje nós conseguimos através do SUS, mas demorou muito. Gastávamos
mensalmente R$ 500 em remédios", conta Fabiana, que é uma das principais cuidadoras da mãe, que mora em Heliópolis.
Obter uma vaga no CDI, onde Ivanilda poderia receber apoio terapêutico multiprofissional, foi outro entrave. "Antes disso, nós [da
família] nos juntamos para custear uma cuidadora duas vezes na semana, mas minha mãe está desde junho na creche e é outra pessoa no
sentido de mobilidade, ânimo. Sei que não tem cura, mas ela está diferente, potencializou positivamente o tratamento", relata.
Idealizador do documentário " " (2020), Jorge Felix, professor de economia no curso de Gerontologia da USP, Alzheimer na Periferia
diz que a própria cidade atua como antagonista do cuidador que vive na periferia, seja pela estrutura precária das casas, pela distância
dos centros médicos ou pelo custo do transporte.
Para Felix, a legislação brasileira idealiza a família e delega uma responsabilidade sobre o cuidado que, na realidade, os familiares não
conseguem absorver na totalidade. "O Alzheimer, devido à representação midiática em filmes e novelas, sempre alimentou uma
percepção de que é uma doença de rico. Dessa forma, os pacientes mais pobres estiveram sempre invisibilizados", afirma.
Fonte: CASTRO, Danielle. Alzheimer na perifieria traz desafios estruturais, financeiros e de diagnóstico. Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/alzheimer-na-periferia-traz-desafios-estruturais-financeiros-e-de-diagnostico.shtml>. Acesso em: 01 out. 2023.
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ALZHEIMER NAPERIFERIATRAZ DESAFIOS ESTRUTURAIS, FINANCEIROS E DE DIAGNÓSTICO
Estudo aponta que regiões pobres seriam as mais beneficiadas se fatores de risco para demência fossem reduzidos
Danielle Castro
RIBEIRÃO PRETO/SP- Os sintomas de Josefa Maria Carneiro, 85, moradora de Heliópolis, em São Paulo, começaram em 2001. O
diagnóstico de , porém, chegou 21 anos depois, em 2022, por meio do SUS (Sistema Público de Saúde). Segundo a Alzheimer filha,
Maria da Luz João Alexandre, 53, a mãe "nunca estudou, não sabe ler e nem escrever", e sua única doença, até a descoberta da
demência, "era a pressão alta".
"Ela passou a vida toda na roça cuidando dos filhos e do marido", conta a filha, que trabalha em um CDI (Centro Dia do Idoso) e cuida
da mãe aos finais de semana. A família se reveza para ficar com a matriarca e a incluem em conversas e passeios, estimulando que
caminhe no quintal e faça algum exercício para "não ficar deitada demais".
"Até o dia que Deus permitir, é estar presente no que pode, incluir em tudo que vai, porque isso é importante. Ela gosta de ir pra
igreja, a gente leva. Dar carinho e amor é o que podemos fazer", diz Maria da Luz.
As moradoras da periferia de São Paulo integram o grupo de pessoas que enfrentam o Alzheimer e outros tipos de demência em um
contexto de vulnerabilidade social. Estudo feito por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) mostrou que regiões mais
pobres do Brasil seriam as principais beneficiadas se fatores de risco para demência, como baixa escolaridade e hipertensão, fossem
reduzidos por meio de políticas públicas eficazes.
Um publicado este ano pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) revelou que aproximadamente 77% dos idosos levantamento
brasileiros com demência não receberam o diagnóstico. As mulheres foram 60% da amostra e tiveram uma prevalência da doença mais
alta que os homens: 6,8% nelas, para 4,6% neles.
Na periferia de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, vivem o pedreiro Paulo Sergio Bedurin, 53, e sua mãe, Tereza Pereira, 85, que
descobriu o há cerca de 6 anos. De uma pessoa ativa e independente, a doença a transformou em uma paciente que precisa de Alzheimer
cuidados em tempo integral.
O dinheiro que a mãe recebe por meio de programa do governo para pessoas com deficiência é direcionado ao pagamento de uma
cuidadora, "que dá banho e comida", segundo Paulo.
"Só domingo que consigo alimentar e colocar pra dormir, mas para mim é difícil por causa do desgaste na perna, não aguento pegar
peso", diz o filho, que mantém a casa com trabalhos temporários.
Nesse contexto, melhores condições socioeconômicas, fator ligado à questão racial e a desigualdade de gênero no Brasil, exercem
grande influência. "As mulheres são mais acometidas, são elas que têm menos acesso ao estudo, menos condições de galgar postos de
profissão", diz Celene Queiroz Pinheiro, geriatra e presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (regional de São Paulo).
A geriatra destaca que em países em desenvolvimento o risco é exponencialmente maior que em locais onde há melhor acesso à . saúde
A situação é ainda pior nas periferias, segundo ela. "Tem o tempo perdido no transporte público, a falta de um parque, o chegar em casa
e ter que cuidar da casa. Como vai sair do sedentarismo, que horas faz exercício?", questiona Pinheiro.
Conseguir um diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação de qualidade são outro ponto. "Existe dentro do SUS um prazo de dois a
três anos, em média, para a pessoa perceber e iniciar o tratamento, e sabemos que é importante começar o quanto antes", afirma.
Com estudos indicando o aumento da incidência da doença no Brasil e no mundo, a expectativa é de que políticas públicas nacionais de
cuidados para pessoa com demência sejam criadas. A estratégia deve incluir treinamento das equipes de saúde para o diagnóstico
precoce, além de oferecer apoio, inclusive financeiro, aos cuidadores, segundo a médica.
"O Estado precisa ter um papel mais atuante, é uma grande questão de saúde pública. Cada pessoa com demência precisa de três
cuidadores", diz ela. "A família vai empobrecer, vai tirar gente do mercado de trabalho para cuidar e tem custos sociais, além dos
remédios e dos profissionais".
Ivanilda Basílio, 74, recebeu o diagnóstico de demência em 2020. Os exames e consultas que a levaram à descoberta da doença foram
feitos pelo sistema público de saúde, em um processo que a filha Fabiana Basílio da Silva, 43, considera "muito lento".
"Você vai atrás de neurologista, de psiquiatra, de psicólogo, de terapeuta ocupacional e, até eles fecharem todo o laudo, até o organismo
aceitar os medicamentos, é muito demorado. Fora o custo. Hoje nós conseguimos através do SUS, mas demorou muito. Gastávamos
mensalmente R$ 500 em remédios", conta Fabiana, que é uma das principais cuidadoras da mãe, que mora em Heliópolis.
Obter uma vaga no CDI, onde Ivanilda poderia receber apoio terapêutico multiprofissional, foi outro entrave. "Antes disso, nós [da
família] nos juntamos para custear uma cuidadora duas vezes na semana, mas minha mãe está desde junho na creche e é outra pessoa no
sentido de mobilidade, ânimo. Sei que não tem cura, mas ela está diferente, potencializou positivamente o tratamento", relata.
Idealizador do documentário " " (2020), Jorge Felix, professor de economia no curso de Gerontologia da USP, Alzheimer na Periferia
diz que a própria cidade atua como antagonista do cuidador que vive na periferia, seja pela estrutura precária das casas, pela distância
dos centros médicos ou pelo custo do transporte.
Para Felix, a legislação brasileira idealiza a família e delega uma responsabilidade sobre o cuidado que, na realidade, os familiares não
conseguem absorver na totalidade. "O Alzheimer, devido à representação midiática em filmes e novelas, sempre alimentou uma
percepção de que é uma doença de rico. Dessa forma, os pacientes mais pobres estiveram sempre invisibilizados", afirma.
Fonte: CASTRO, Danielle. Alzheimer na perifieria traz desafios estruturais, financeiros e de diagnóstico. Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2023/10/alzheimer-na-periferia-traz-desafios-estruturais-financeiros-e-de-diagnostico.shtml>. Acesso em: 01 out. 2023.
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Preencha as lacunas, no texto abaixo, com a indicação de teorias/tendências pedagógicas correspondentes.
I- Acorrente consiste numa “abordagem multicultural mais aberta e interativa, portanto, mais adequada à construção de uma sociedade democrática, plural, humana, que articule políticas de igualdade com políticas de identidade” (adaptado de Candau, 2008).
II- “ é uma prática pedagógica que visa trabalhar o saber sistematizado transformando-o em saber significativo de modo que, no processo de transmissão e assimilação, o aluno seja capaz de realizar conexões relevantes entre as diversas disciplinas e a realidade contextual à qual ele faz parte, entendendo o conhecimento como historicamente elaborado” (Jesus, Santos e Andrade, 2019).
III- “ , metodologicamente, caracteriza-se pela introdução de técnicas mais refinadas de transmissão de conhecimentos incluindo computadores e mídias digitais, tendo como derivação o currículo por competências” (Libâneo, 2005).
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de preenchimento das lacunas.
I- Acorrente consiste numa “abordagem multicultural mais aberta e interativa, portanto, mais adequada à construção de uma sociedade democrática, plural, humana, que articule políticas de igualdade com políticas de identidade” (adaptado de Candau, 2008).
II- “ é uma prática pedagógica que visa trabalhar o saber sistematizado transformando-o em saber significativo de modo que, no processo de transmissão e assimilação, o aluno seja capaz de realizar conexões relevantes entre as diversas disciplinas e a realidade contextual à qual ele faz parte, entendendo o conhecimento como historicamente elaborado” (Jesus, Santos e Andrade, 2019).
III- “ , metodologicamente, caracteriza-se pela introdução de técnicas mais refinadas de transmissão de conhecimentos incluindo computadores e mídias digitais, tendo como derivação o currículo por competências” (Libâneo, 2005).
Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de preenchimento das lacunas.
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“No 9° ano do Ensino Fundamental, em Língua Portuguesa, os alunos brancos têm desempenho 68,2% superior ao dos pretos, sendo
46% com aprendizado adequado contra 27,4% de pretos. Em Matemática, nesta etapa, verifica-se a maior desigualdade: 25,8% dos
estudantes brancos com aprendizado adequado contra 11,9% dos pretos, uma diferença que chega a 116,4%”.
(IEDE, 2021). Interdisciplinaridade e Diferença em Debate Educacional-IEDE. Estudo do IEDE mostra desigualdade de aprendizagem entre alunos brancos e pretos. 2021. Disponível em: https://www.portaliede.com.br/estudo-do-iede-mostra-diferenca-de-desempenho-entre-alunos-brancos-e-pretos. Acesso em: 02 out 2023.
Os indicadores demonstram que:
(IEDE, 2021). Interdisciplinaridade e Diferença em Debate Educacional-IEDE. Estudo do IEDE mostra desigualdade de aprendizagem entre alunos brancos e pretos. 2021. Disponível em: https://www.portaliede.com.br/estudo-do-iede-mostra-diferenca-de-desempenho-entre-alunos-brancos-e-pretos. Acesso em: 02 out 2023.
Os indicadores demonstram que:
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Desde a sua promulgação, a Lei nº 9394/1996 foi alterada várias vezes objetivando, dentre outras coisas, adequar conhecimentos e
práticas pedagógicas a demandas curriculares mais recentes. Dentre as alterações destaca-se:
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Observe o gráfico a seguir referente à meta 6 do Plano Nacional de Educação (PNE/2014-2024):
Fonte: Elaborado pela Dired/Inep com base em dados do Censo Escolar da Educação Básica/Inep (2014-2021).
Fonte: Brasil (2022) Brasil. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Relatório do 4º Ciclo de Monitoramento das Metas do Plano Nacional de Educação – 2022. – Brasília, DF: Inep, 2022. Disponível em: https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/plano_nacional_de_educacao/ relatorio_do_quarto_ciclo_de_monitoramento_das_metas_do_plano_nacional_de_educacao.pdf.Acesso em: 29 set 2023.
O gráfico permite as seguintes evidências:
I- Oscilação na oferta de educação em tempo integral, com queda de 2,5 pontos percentuais no período, devido à persistência das elites políticas em não aumentar os investimentos para o setor e a eterna descontinuidade nas políticas educacionais adotadas no Brasil.
II- Ineficiência e ineficácia da política de educação integral, adotada no Brasil, nas últimas décadas.
III- É necessário esforço, para que a meta 6 seja alcançada no tempo previsto pelo PNE em vigor.
IV- É grave situação em relação à ampliação do tempo de permanência do estudante na escola, mas nada informa acerca da educação integral, enquanto formação plena do educando, conforme prevê a finalidade da educação na LDB/1996.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Fonte: Elaborado pela Dired/Inep com base em dados do Censo Escolar da Educação Básica/Inep (2014-2021).
Fonte: Brasil (2022) Brasil. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. Relatório do 4º Ciclo de Monitoramento das Metas do Plano Nacional de Educação – 2022. – Brasília, DF: Inep, 2022. Disponível em: https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/plano_nacional_de_educacao/ relatorio_do_quarto_ciclo_de_monitoramento_das_metas_do_plano_nacional_de_educacao.pdf.Acesso em: 29 set 2023.
O gráfico permite as seguintes evidências:
I- Oscilação na oferta de educação em tempo integral, com queda de 2,5 pontos percentuais no período, devido à persistência das elites políticas em não aumentar os investimentos para o setor e a eterna descontinuidade nas políticas educacionais adotadas no Brasil.
II- Ineficiência e ineficácia da política de educação integral, adotada no Brasil, nas últimas décadas.
III- É necessário esforço, para que a meta 6 seja alcançada no tempo previsto pelo PNE em vigor.
IV- É grave situação em relação à ampliação do tempo de permanência do estudante na escola, mas nada informa acerca da educação integral, enquanto formação plena do educando, conforme prevê a finalidade da educação na LDB/1996.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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De acordo com a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, os docentes incumbir-se-ão de:
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Sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação e Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) vigente,
considere as seguintes afirmações:
I- Foi modificado pela Emenda Constitucional nº 108 de 26/08/2020 e regulamentado pela Lei nº 14.113, de 25/12/2020, tornandose permanente.
II- Foi regulamentado pela Lei nº 11.494, de 20/06/2007, tornando-se permanente e ampliando os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do ensino fundamental e Valorização do Magistério (FUNDEF) para toda a educação básica.
III- Os registros contábeis e os demonstrativos gerenciais mensais, atualizados, relativos aos recursos repassados e recebidos à conta dos Fundos, assim como os referentes às despesas realizadas, ficarão permanentemente à disposição dos conselhos responsáveis, bem como dos órgãos federais, estaduais e municipais de controle interno e externo, e ser-lhes-á dada ampla publicidade, inclusive por meio eletrônico.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Foi modificado pela Emenda Constitucional nº 108 de 26/08/2020 e regulamentado pela Lei nº 14.113, de 25/12/2020, tornandose permanente.
II- Foi regulamentado pela Lei nº 11.494, de 20/06/2007, tornando-se permanente e ampliando os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do ensino fundamental e Valorização do Magistério (FUNDEF) para toda a educação básica.
III- Os registros contábeis e os demonstrativos gerenciais mensais, atualizados, relativos aos recursos repassados e recebidos à conta dos Fundos, assim como os referentes às despesas realizadas, ficarão permanentemente à disposição dos conselhos responsáveis, bem como dos órgãos federais, estaduais e municipais de controle interno e externo, e ser-lhes-á dada ampla publicidade, inclusive por meio eletrônico.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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