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Analise a campanha para responder a questão.

Na campanha, a oração introduzida pela palavra “caso” pode ser reescrita, sem prejuízo de sentido, da seguinte forma:
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Analise a campanha para responder a questão.

O uso de reticências no texto da campanha se deve
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Leia o texto para responder a questão.
Resgate caipira
São Paulo vive hoje uma transformação na fala de parte dos seus 11,4 milhões de habitantes, principalmente nas periferias. O modo de se expressar meio “italianizado” vem dando lugar, sobretudo entre os mais jovens, a um “r” mais parecido com os pronunciados no interior.
O rapper Rafael Gomes, de 32 anos, mais conhecido como MMoneis, é um dos que adotaram esse jeito meio caipira de falar. Em uma música lançada recentemente, “Sorria, você está sendo filmado”, o cantor articula palavras como “sorte”, “orçamento” e “normal” com o “r retroflexo”, que tem esse nome porque a língua dobra para trás ao vocalizá-lo, explicam os linguistas.
Mmoneis é exemplo de um cenário mais amplo, segundo Livia Oushiro, professora de sociolinguística da Unicamp. O “r caipira”, quando comparado ao “r tepe” – que soa semelhante ao “r” pronunciado na palavra “carambola” e virou sinônimo do português falado em regiões mais nobres como os Jardins e a Faria Lima – tem ganhado espaço. Não é a primeira vez que ele aparece.
– No começo do século XX, aqui era roça. A cidade não tinha mais do que 100 mil habitantes. Só que esse “r” foi substituído, é possível que pela influência da imigração italiana e portuguesa. Agora, acontece esse retorno do “r retroflexo” – explica.
O resgate caipira, diz o músico e linguista da USP Luiz Tatit, reflete também o mercado fonográfico.
– Até pouco tempo, esse sotaque não tinha prestígio – explica Tatit. Isso mudou com o crescimento da música sertaneja.
O professor Manoel Mourivaldo Santiago Almeida, da USP, lembra que as primeiras referências do “r retroflexo” podem remontar ao século XVI. Outras mudanças ocorreram com a interação dos portugueses com indígenas, africanos e imigrantes italianos. Uma salada sonora que começou a ser preparada nas origens da cidade de São Paulo.
Considerando os exemplos que o texto apresenta para ilustrar as pronúncias do “r tepe” e do “r retroflexo”, as seguintes palavras admitem variação entre os dois tipos de “r” na cidade de São Paulo:
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Resgate caipira
São Paulo vive hoje uma transformação na fala de parte dos seus 11,4 milhões de habitantes, principalmente nas periferias. O modo de se expressar meio “italianizado” vem dando lugar, sobretudo entre os mais jovens, a um “r” mais parecido com os pronunciados no interior.
O rapper Rafael Gomes, de 32 anos, mais conhecido como MMoneis, é um dos que adotaram esse jeito meio caipira de falar. Em uma música lançada recentemente, “Sorria, você está sendo filmado”, o cantor articula palavras como “sorte”, “orçamento” e “normal” com o “r retroflexo”, que tem esse nome porque a língua dobra para trás ao vocalizá-lo, explicam os linguistas.
Mmoneis é exemplo de um cenário mais amplo, segundo Livia Oushiro, professora de sociolinguística da Unicamp. O “r caipira”, quando comparado ao “r tepe” – que soa semelhante ao “r” pronunciado na palavra “carambola” e virou sinônimo do português falado em regiões mais nobres como os Jardins e a Faria Lima – tem ganhado espaço. Não é a primeira vez que ele aparece.
– No começo do século XX, aqui era roça. A cidade não tinha mais do que 100 mil habitantes. Só que esse “r” foi substituído, é possível que pela influência da imigração italiana e portuguesa. Agora, acontece esse retorno do “r retroflexo” – explica.
O resgate caipira, diz o músico e linguista da USP Luiz Tatit, reflete também o mercado fonográfico.
– Até pouco tempo, esse sotaque não tinha prestígio – explica Tatit. Isso mudou com o crescimento da música sertaneja.
O professor Manoel Mourivaldo Santiago Almeida, da USP, lembra que as primeiras referências do “r retroflexo” podem remontar ao século XVI. Outras mudanças ocorreram com a interação dos portugueses com indígenas, africanos e imigrantes italianos. Uma salada sonora que começou a ser preparada nas origens da cidade de São Paulo.
De acordo com o texto, o uso dos dois tipos de “r” é determinado por contrastes de natureza
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Leia o texto para responder a questão.
Resgate caipira
São Paulo vive hoje uma transformação na fala de parte dos seus 11,4 milhões de habitantes, principalmente nas periferias. O modo de se expressar meio “italianizado” vem dando lugar, sobretudo entre os mais jovens, a um “r” mais parecido com os pronunciados no interior.
O rapper Rafael Gomes, de 32 anos, mais conhecido como MMoneis, é um dos que adotaram esse jeito meio caipira de falar. Em uma música lançada recentemente, “Sorria, você está sendo filmado”, o cantor articula palavras como “sorte”, “orçamento” e “normal” com o “r retroflexo”, que tem esse nome porque a língua dobra para trás ao vocalizá-lo, explicam os linguistas.
Mmoneis é exemplo de um cenário mais amplo, segundo Livia Oushiro, professora de sociolinguística da Unicamp. O “r caipira”, quando comparado ao “r tepe” – que soa semelhante ao “r” pronunciado na palavra “carambola” e virou sinônimo do português falado em regiões mais nobres como os Jardins e a Faria Lima – tem ganhado espaço. Não é a primeira vez que ele aparece.
– No começo do século XX, aqui era roça. A cidade não tinha mais do que 100 mil habitantes. Só que esse “r” foi substituído, é possível que pela influência da imigração italiana e portuguesa. Agora, acontece esse retorno do “r retroflexo” – explica.
O resgate caipira, diz o músico e linguista da USP Luiz Tatit, reflete também o mercado fonográfico.
– Até pouco tempo, esse sotaque não tinha prestígio – explica Tatit. Isso mudou com o crescimento da música sertaneja.
O professor Manoel Mourivaldo Santiago Almeida, da USP, lembra que as primeiras referências do “r retroflexo” podem remontar ao século XVI. Outras mudanças ocorreram com a interação dos portugueses com indígenas, africanos e imigrantes italianos. Uma salada sonora que começou a ser preparada nas origens da cidade de São Paulo.
O “resgate caipira” a que o texto se refere consiste na
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Leia o texto e analise a figura que o acompanha para responder a questão.
Cavalo Caramelo: a esperança no telhado

Muitas são as imagens que guardaremos por anos, senão séculos, da inundação que arrasou grande parte do Rio Grande do Sul em 2024. Uma que deveríamos guardar para sempre, mesmo que não fique registrado nos livros de história, é a do cavalo Caramelo, que resistiu por quatro dias e meio no telhado de uma casa completamente inundada, no município de Canoas, sem alimento nem água potável. Mas por que essa imagem ganhou tanta força?
Caramelo não é só um cavalo. Ele materializa o desejo de sobrevivência e a força da vida de milhares de pessoas que enfrentaram as situações mais adversas para encontrar alguma saída diante desta catástrofe. Caramelo deu sentido ao ato de espera apostando em uma ajuda que chegaria em algum momento, uma espera ativa que aciona evidentemente um pensamento sobre esperança.
Caramelo é o desenho mais vivo da esperança, e por isso seu resgate teve um sentido simbólico. A sua imagem no telhado de uma casa capturou com precisão uma correnteza contra a inundação, pois ali a vida se fez, de forma comovente, mais forte do que a destruição. Caramelo aciona também as energias solidárias de outras milhares de pessoas que espontaneamente entraram em cena como voluntários para desfazer tantos desamparos.
(Edson Luiz André de Sousa. Zero Hora. https://gauchazh.clicrbs.com.br, 18.05.2024. Adaptado)
Leia o texto a seguir e analise a imagem que o acompanha para responder a questão, que também abordarão o texto anterior “Cavalo Caramelo: a esperança no telhado”.
Um xodó valioso

Ele é símbolo nacional e quase entrou para o hall da fama de animais que estampam cédulas do real. Em 2020, quando o Banco Central anunciou a nova cédula de R$ 200, começou um alvoroço sobre quem seria a mascote da nota, e um deles ganhou mais força: o querido vira-lata caramelo.
Uma montagem com a foto de um cachorrinho estampando a nota de R$ 200 circulou pelas redes sociais, e até uma campanha foi feita para que o doguinho fosse o escolhido, mas ele acabou perdendo o posto para o lobo- guará.
(Gshow. Memes com vira-lata caramelo: relembre cinco vezes em que os cães viralizaram.
https://gshow.globo.com, 06.06.2023. Adaptado)
A diferença na forma de grafar as palavras “Caramelo” e “caramelo” está relacionada ao fato de que
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Leia o texto e analise a figura que o acompanha para responder a questão.
Cavalo Caramelo: a esperança no telhado

Muitas são as imagens que guardaremos por anos, senão séculos, da inundação que arrasou grande parte do Rio Grande do Sul em 2024. Uma que deveríamos guardar para sempre, mesmo que não fique registrado nos livros de história, é a do cavalo Caramelo, que resistiu por quatro dias e meio no telhado de uma casa completamente inundada, no município de Canoas, sem alimento nem água potável. Mas por que essa imagem ganhou tanta força?
Caramelo não é só um cavalo. Ele materializa o desejo de sobrevivência e a força da vida de milhares de pessoas que enfrentaram as situações mais adversas para encontrar alguma saída diante desta catástrofe. Caramelo deu sentido ao ato de espera apostando em uma ajuda que chegaria em algum momento, uma espera ativa que aciona evidentemente um pensamento sobre esperança.
Caramelo é o desenho mais vivo da esperança, e por isso seu resgate teve um sentido simbólico. A sua imagem no telhado de uma casa capturou com precisão uma correnteza contra a inundação, pois ali a vida se fez, de forma comovente, mais forte do que a destruição. Caramelo aciona também as energias solidárias de outras milhares de pessoas que espontaneamente entraram em cena como voluntários para desfazer tantos desamparos.
(Edson Luiz André de Sousa. Zero Hora. https://gauchazh.clicrbs.com.br, 18.05.2024. Adaptado)
Leia o texto a seguir e analise a imagem que o acompanha para responder a questão, que também abordarão o texto anterior “Cavalo Caramelo: a esperança no telhado”.
Um xodó valioso

Ele é símbolo nacional e quase entrou para o hall da fama de animais que estampam cédulas do real. Em 2020, quando o Banco Central anunciou a nova cédula de R$ 200, começou um alvoroço sobre quem seria a mascote da nota, e um deles ganhou mais força: o querido vira-lata caramelo.
Uma montagem com a foto de um cachorrinho estampando a nota de R$ 200 circulou pelas redes sociais, e até uma campanha foi feita para que o doguinho fosse o escolhido, mas ele acabou perdendo o posto para o lobo- guará.
(Gshow. Memes com vira-lata caramelo: relembre cinco vezes em que os cães viralizaram.
https://gshow.globo.com, 06.06.2023. Adaptado)
Os títulos atribuídos a cada texto – “Cavalo Caramelo: a esperança no telhado” e “Um xodó valioso” – se relacionam com o conteúdo das imagens por meio de descrições que se caracterizam, respectivamente, como
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Cavalo Caramelo: a esperança no telhado

Muitas são as imagens que guardaremos por anos, senão séculos, da inundação que arrasou grande parte do Rio Grande do Sul em 2024. Uma que deveríamos guardar para sempre, mesmo que não fique registrado nos livros de história, é a do cavalo Caramelo, que resistiu por quatro dias e meio no telhado de uma casa completamente inundada, no município de Canoas, sem alimento nem água potável. Mas por que essa imagem ganhou tanta força?
Caramelo não é só um cavalo. Ele materializa o desejo de sobrevivência e a força da vida de milhares de pessoas que enfrentaram as situações mais adversas para encontrar alguma saída diante desta catástrofe. Caramelo deu sentido ao ato de espera apostando em uma ajuda que chegaria em algum momento, uma espera ativa que aciona evidentemente um pensamento sobre esperança.
Caramelo é o desenho mais vivo da esperança, e por isso seu resgate teve um sentido simbólico. A sua imagem no telhado de uma casa capturou com precisão uma correnteza contra a inundação, pois ali a vida se fez, de forma comovente, mais forte do que a destruição. Caramelo aciona também as energias solidárias de outras milhares de pessoas que espontaneamente entraram em cena como voluntários para desfazer tantos desamparos.
(Edson Luiz André de Sousa. Zero Hora. https://gauchazh.clicrbs.com.br, 18.05.2024. Adaptado)
Leia o texto a seguir e analise a imagem que o acompanha para responder a questão, que também abordarão o texto anterior “Cavalo Caramelo: a esperança no telhado”.
Um xodó valioso

Ele é símbolo nacional e quase entrou para o hall da fama de animais que estampam cédulas do real. Em 2020, quando o Banco Central anunciou a nova cédula de R$ 200, começou um alvoroço sobre quem seria a mascote da nota, e um deles ganhou mais força: o querido vira-lata caramelo.
Uma montagem com a foto de um cachorrinho estampando a nota de R$ 200 circulou pelas redes sociais, e até uma campanha foi feita para que o doguinho fosse o escolhido, mas ele acabou perdendo o posto para o lobo- guará.
(Gshow. Memes com vira-lata caramelo: relembre cinco vezes em que os cães viralizaram.
https://gshow.globo.com, 06.06.2023. Adaptado)
Nos textos, o cavalo Caramelo e o vira-lata caramelo são apresentados como símbolos associados
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Cavalo Caramelo: a esperança no telhado

Muitas são as imagens que guardaremos por anos, senão séculos, da inundação que arrasou grande parte do Rio Grande do Sul em 2024. Uma que deveríamos guardar para sempre, mesmo que não fique registrado nos livros de história, é a do cavalo Caramelo, que resistiu por quatro dias e meio no telhado de uma casa completamente inundada, no município de Canoas, sem alimento nem água potável. Mas por que essa imagem ganhou tanta força?
Caramelo não é só um cavalo. Ele materializa o desejo de sobrevivência e a força da vida de milhares de pessoas que enfrentaram as situações mais adversas para encontrar alguma saída diante desta catástrofe. Caramelo deu sentido ao ato de espera apostando em uma ajuda que chegaria em algum momento, uma espera ativa que aciona evidentemente um pensamento sobre esperança.
Considere os termos destacados na passagem:
Caramelo é o desenho mais vivo da esperança, e por isso seu resgate teve um sentido simbólico. A sua imagem no telhado de uma casa capturou com precisão uma correnteza contra a inundação, pois ali a vida se fez, de forma comovente, mais forte do que a destruição. (3º parágrafo)
Os termos “por isso” e “pois” servem para introduzir, respectivamente,
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Leia o texto e analise a figura que o acompanha para responder a questão.
Cavalo Caramelo: a esperança no telhado

Muitas são as imagens que guardaremos por anos, senão séculos, da inundação que arrasou grande parte do Rio Grande do Sul em 2024. Uma que deveríamos guardar para sempre, mesmo que não fique registrado nos livros de história, é a do cavalo Caramelo, que resistiu por quatro dias e meio no telhado de uma casa completamente inundada, no município de Canoas, sem alimento nem água potável. Mas por que essa imagem ganhou tanta força?
Caramelo não é só um cavalo. Ele materializa o desejo de sobrevivência e a força da vida de milhares de pessoas que enfrentaram as situações mais adversas para encontrar alguma saída diante desta catástrofe. Caramelo deu sentido ao ato de espera apostando em uma ajuda que chegaria em algum momento, uma espera ativa que aciona evidentemente um pensamento sobre esperança.
Caramelo é o desenho mais vivo da esperança, e por isso seu resgate teve um sentido simbólico. A sua imagem no telhado de uma casa capturou com precisão uma correnteza contra a inundação, pois ali a vida se fez, de forma comovente, mais forte do que a destruição. Caramelo aciona também as energias solidárias de outras milhares de pessoas que espontaneamente entraram em cena como voluntários para desfazer tantos desamparos.
No texto, o cavalo Caramelo representa
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