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Paciente de 48 anos com Doença do Refluxo Gastro Esofageano e moderada hérnia hiatal por deslizamento, encontrando-se a transição esôfago gástrica 6cm acima do pinçamento diafragmático.
Realizou esôfago manometria que demonstrou pressões normais no corpo esofageano e relaxamento anormal do esfíncter esofageano inferior.
Foi submetida a tratamento cirúrgico por videolaparoscopia, tendo sido trabalhosa a recolocação do EEI no abdome e confeccionado uma válvula à Nissen de 6cm. Após um mês de pós-operatório o paciente referia plenitude gástrica importante, associado a náuseas. Foi solicitado um esofagograma que mostrou um estômago muito dilatado com esvaziamento lentificado e ausência de refluxo para o esôfago.
Diante destes achados, assinale a opção que indica a conduta correta.
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Paciente jovem, 34 anos, relata dificuldade para engolir, inicialmente para sólidos e, atualmente, até para líquidos. Descreve também vômitos mal cheirosos e sensação de peso no epigástrio, além de perda acentuada de peso.
Foi submetida a esofagografia com bário que evidenciou dilatação do esôfago com nível hidroaéreo, terminando com aspecto de bico de pássaro. Prosseguiu a investigação com esofagomanometria que mostrou 100% de falha na peristalse com pressão panesofageana maior que 30 mmHg.
Diante desses achados, a melhor opção terapêutica é a(o)
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Paciente, feminina, 43 anos, deu entrada no Pronto Socorro com quadro de dor intensa no abdome inferior, inicialmente na FIE e hipogástrio, evoluindo para todo o abdome. No auge da dor apresentou 01 episódio de síncope.
Relata TAX 38,2ºC. Nega episódios semelhantes prévios. Ao exame: prostrada, lúcida e orientada, normocorada, hipohidratada, apirética, com fácies de dor. PA: 135 X 70 mmHg; FC: 92 bpm; FR: 24 ipm; SAT02: 97%. Aparelhos cardiovascular e pulmonar sem alterações. Abdome: distendido, tenso, doloroso à palpação difusamente, mais acentuado em FIE e hipogástrio, onde palpa-se plastrão, com descompressão dolorosa, peristalse débil. LAB: Hgb: 14, Leuco: 15.000 c/ 9 bastões; PLAQ: 397.000, Bioquímica e hepatograma normais. TC: Divertículos esparsos no cólon descendente e mais intensos no sigmoide, associado a espessamento parietal, densificação da gordura mesentérica, focos gasosos de permeio e no subfrêncio direito, além de líquido livre no subhepático, goteiras parieto cólicas e pelve, sugerindo diverticulite aguda complicada.
Diante do caso apresentado, assinale a opção que indica a melhor conduta.
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Paciente feminina, 32 anos, deu entrada no Pronto Socorro queixando de dor no andar superior do abdome, de início há dois dias, com intensidade progressiva e irradiação para o dorso acompanhada de vômitos. Nas últimas horas apresenta temperatura axilar de 39.2ºC e queda do estado geral.
Ao exame, estava prostrada, ictérica ++/4+, corada, taquicárdica, taquipneica, acianótica, febril. Sem alterações nos aparelhos cardiológico e pulmonar. Abdome distendido, doloroso à palpação em hipocôndrio direito e epigástrio, sem massas palpáveis.
O exame laboratorial evidenciou leucocitose (18.700/mm³) com 9 bastões, bilirrubina total de 5,8 mg/dL às custas de direta (3,7), elevação das transaminases, fosfatase alcalina e gama GT. Amilase pouco elevada e Lipase normal.
O exame de ultrassonografia mostrou vesícula de paredes pouco espessadas, com vários focos ecogênicos no interior, vias biliares intrahepáticas dilatadas e colédoco com aproximadamente 1,3cm de diâmetro.
Diante deste caso, assinale a opção que indica a melhor conduta.
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Paciente masculino, 63 anos, deu entrada no Pronto Socorro com quadro de dor abdominal intensa, de início súbito, há mais de 12 horas, de localização difusa, acompanhado de episódios de êmese e diarreia com sangue. Relata ter diabetes tipo II, ter fibrilação atrial crônica e ser ex tabagista. Em uso de Metiformina, Amiodarona e corticoide inalatório. Encontrava-se com PA 90 x 50 mmHg, FC 152 bpm, SatO2 87%. O exame de tomografia computadorizada, sem contraste venoso, evidenciou pneumatocele extensa em alças de delgado.
Diante desse quadro, assinale a opção que indica a melhor conduta.
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O choque mais frequente, associado às condições de hemorragia, desidratação ou ainda sequestro de líquidos, é o choque
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De acordo com o NAP6, o maior e mais completo estudo prospectivo de anafilaxia relacionado à anestesia e à cirurgia, publicado em 2018, o bloqueador neuromuscular com probabilidade duas vezes maior do que qualquer outro bloqueador de causar anafilaxia e, consequentemente, parada cardiorrespiratória, é
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A ansiedade e o medo são os problemas mais enfrentados no pré-operatório.
Em cirurgias ambulatoriais, a sedação pré-operatória e a utilizada durante os procedimentos realizados sob anestesia locorregional, visando a aliviar o desconforto durante a realização de um bloqueio ou uma infiltração local e manter o paciente calmo ou mesmo dormindo durante o procedimento, são relevantes e merecem destaque.
Pode-se afirmar que o fármaco mais adequado e preferido, pelas suas características farmacodinâmicas e farmacocinéticas e por apresentar vantagens nestes dois momentos, é o
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O diagnóstico da morte real em uma situação de morte apenas aparente sempre foi muito temida. O Art. 162 do Código de Processo Penal só autoriza a realização de autópsias a partir da constatação do óbito, com o propósito de eliminar qualquer dúvida em relação à morte, após
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Homem, 25 anos, sofre acidente automobilístico. É resgatado e levado ao Hospital de Emergência, politraumatizado, com lesões na ectoscopia inicial em cabeça, face, abdome e membros inferiores.
De acordo com as diretrizes do Suporte Avançado de Vida no Trauma (ATLS), determinadas ações são prioritárias para o manejo de lesões que atentam contra a vida em pacientes politraumatizados.
É correto afirmar que, no trauma, as lesões consideradas como maiores causadoras de morte precoce são as que ocorrem
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