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Foram encontradas 40 questões.

2442142 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: PM-MG
Orgão: PM-MG
Em relação ao preparo Classe II para restauração de amálgama, é INCORRETO afirmar que:
 

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2441678 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: PM-MG
Orgão: PM-MG
Quanto às doenças da polpa dental e suas complicações marque nas assertivas abaixo, “V” para as verdadeiras e “F” para as falsas. Em seguida, marque a alternativa que contém a sequência de respostas CORRETA, na ordem de cima para baixo.
( ) Embora as bactérias e, mais recentemente, as arqueias e os vírus tenham sido encontrados em associação às infecções endodonticas, as leveduras são os principais micro-organismos envolvidos na patogênese da periodontite apical.
( ) Nos estágios avançados do processo infeccioso endodôntico, podem ser observadas organizações bacterianas similares a biofilmes aderidas às paredes dos canais. Portanto, existe uma tendência atual para incluir a periodontite apical na lista das doenças orais induzidas por biofilmes.
( ) O processo de doença da polpa dentária frequentemente envolve mudanças inflamatórias, sendo que cáries, procedimentos restauradores e lesões traumáticas são as causas mais comuns da doença.
( ) O objetivo principal do tratamento endodôntico é prevenir o desenvolvimento de periodontite apical ou, em casos nos quais a doença já estiver presente, criar condições adequadas para a regeneração do tecido perirradicular.
 

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2441533 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: PM-MG
Orgão: PM-MG
Em relação aos anestésicos locais, é CORRETO afirmar que:
 

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Marque a alternativa CORRETA cujo pronome exerce a função sintática de objeto direto:
 

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Uma Galinha
Clarice Lispector
Era uma galinha de domingo. Ainda viva porque não passava de nove horas da manhã.
Parecia calma. Desde sábado encolhera-se num canto da cozinha. Não olhava para ninguém, ninguém olhava para ela. Mesmo quando a escolheram, apalpando sua intimidade com indiferença, não souberam dizer se era gorda ou magra. Nunca se adivinharia nela um anseio.
Foi pois uma surpresa quando a viram abrir as asas de curto vôo, inchar o peito e, em dois ou três lances, alcançar a murada do terraço. Um instante ainda vacilou — o tempo da cozinheira dar um grito — e em breve estava no terraço do vizinho, de onde, em outro vôo desajeitado, alcançou um telhado. Lá ficou em adorno deslocado, hesitando ora num, ora noutro pé. A família foi chamada com urgência e consternada viu o almoço junto de uma chaminé. O dono da casa, lembrando-se da dupla necessidade de fazer esporadicamente algum esporte e de almoçar, vestiu radiante um calção de banho e resolveu seguir o itinerário da galinha: em pulos cautelosos alcançou o telhado onde esta, hesitante e trêmula, escolhia com urgência outro rumo. A perseguição tornou-se mais intensa. De telhado a telhado foi percorrido mais de um quarteirão da rua. Pouco afeita a uma luta mais selvagem pela vida, a galinha tinha que decidir por si mesma os caminhos a tomar, sem nenhum auxílio de sua raça. O rapaz, porém, era um caçador adormecido. E por mais ínfima que fosse a presa o grito de conquista havia soado.
Sozinha no mundo, sem pai nem mãe, ela corria, arfava, muda, concentrada. Às vezes, na fuga, pairava ofegante num beiral de telhado e enquanto o rapaz galgava outros com dificuldade tinha tempo de se refazer por um momento. E então parecia tão livre.
Estúpida, tímida e livre. Não vitoriosa como seria um galo em fuga. Que é que havia nas suas vísceras que fazia dela um ser? A galinha é um ser. É verdade que não se poderia contar com ela para nada. Nem ela própria contava consigo, como o galo crê na sua crista. Sua única vantagem é que havia tantas galinhas que morrendo uma surgiria no mesmo instante outra tão igual como se fora a mesma.
Afinal, numa das vezes em que parou para gozar sua fuga, o rapaz alcançou-a. Entre gritos e penas, ela foi presa. Em seguida carregada em triunfo por uma asa através das telhas e pousada no chão da cozinha com certa violência. Ainda tonta, sacudiu-se um pouco, em cacarejos roucos e indecisos. Foi então que aconteceu. De pura afobação a galinha pôs um ovo. Surpreendida, exausta. Talvez fosse prematuro. Mas logo depois, nascida que fora para a maternidade, parecia uma velha mãe habituada. Sentou-se sobre o ovo e assim ficou, respirando, abotoando e desabotoando os olhos. Seu coração, tão pequeno num prato, solevava e abaixava as penas, enchendo de tepidez aquilo que nunca passaria de um ovo. Só a menina estava perto e assistiu a tudo estarrecida. Mal porém conseguiu desvencilhar-se do acontecimento, despregou-se do chão e saiu aos gritos:
— Mamãe, mamãe, não mate mais a galinha, ela pôs um ovo! ela quer o nosso bem!
Todos correram de novo à cozinha e rodearam mudos a jovem parturiente. Esquentando seu filho, esta não era nem suave nem arisca, nem alegre, nem triste, não era nada, era uma galinha. O que não sugeria nenhum sentimento especial. O pai, a mãe e a filha olhavam já há algum tempo, sem propriamente um pensamento qualquer. Nunca ninguém acariciou uma cabeça de galinha. O pai afinal decidiu-se com certa brusquidão:
— Se você mandar matar esta galinha nunca mais comerei galinha na minha vida!
— Eu também! jurou a menina com ardor. A mãe, cansada, deu de ombros.
Inconsciente da vida que lhe fora entregue, a galinha passou a morar com a família. A menina, de volta do colégio, jogava a pasta longe sem interromper a corrida para a cozinha. O pai de vez em quando ainda se lembrava: "E dizer que a obriguei a correr naquele estado!" A galinha tornara-se a rainha da casa. Todos, menos ela, o sabiam. Continuou entre a cozinha e o terraço dos fundos, usando suas duas capacidades: a de apatia e a do sobressalto.
Mas quando todos estavam quietos na casa e pareciam tê-la esquecido, enchia-se de uma pequena coragem, resquícios da grande fuga — e circulava pelo ladrilho, o corpo avançando atrás da cabeça, pausado como num campo, embora a pequena cabeça a traísse: mexendo-se rápida e vibrátil, com o velho susto de sua espécie já mecanizado.
Uma vez ou outra, sempre mais raramente, lembrava de novo a galinha que se recortara contra o ar à beira do telhado, prestes a anunciar. Nesses momentos enchia os pulmões com o ar impuro da cozinha e, se fosse dado às fêmeas cantar, ela não cantaria mas ficaria muito mais contente. Embora nem nesses instantes a expressão de sua vazia cabeça se alterasse. Na fuga, no descanso, quando deu à luz ou bicando milho — era uma cabeça de galinha, a mesma que fora desenhada no começo dos séculos.
Até que um dia mataram-na, comeram-na e passaram-se anos.
Texto extraído do livro “Laços de Família”, Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1998, pág. 30. Selecionado por Ítalo Moriconi, figura na publicação “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século”.
De acordo com o texto é CORRETO afirmar que:
 

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2434724 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: PM-MG
Orgão: PM-MG
Segundo ANDREASEN, J.O.; ANDREASEN, F.M. (2001), todos os dentes traumatizados devem ser examinados radiograficamente. Sobre essa frase, marque nas assertivas abaixo, “V” para as verdadeiras e “F” para as falsas. Em seguida, marque a alternativa que contém a sequência de respostas CORRETA, na ordem de cima para baixo.
( ) Este exame serve a dois propósitos: (1) revela o estágio de formação radicular e (2) revela os traumatismos que afetam a porção radicular dos dentes e as estruturas periodontais.
( ) A demonstração radiográfica do deslocamento de dentes permanentes normalmente requer o uso de mais de uma exposição em diferentes angulações. O método ideal é o uso de 3 angulações diferentes para cada dente traumatizado, usando uma técnica de projeção padronizada.
( ) As fraturas ósseas geralmente são discerníveis em radiografias intra-orais a menos que a fratura esteja restrita à tábua óssea vestibular ou lingual. Se há suspeita de fraturas dos maxilares, sempre devem ser feitas radiografias extra-orais.
( ) Fragmentos dentais deslocados no interior de uma laceração labial podem ser constatados radiograficamente pelo uso de uma película comum colocada entre as arcadas dentárias e os lábios. Um curto período de exposição ou o uso de uma baixa quilovoltagem são defendidos para essas exposições.
 

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2434570 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: PM-MG
Orgão: PM-MG
Em relação às condições crônicas marque a alternativa CORRETA:
 

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De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), proclamada por Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, é CORRETO afirmar que:
 

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2433372 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: PM-MG
Orgão: PM-MG
Considerando as assertivas sobre o conteúdo que as ações educativas coletivas em saúde bucal deve abordar, marque a alternativa CORRETA.
I. As principais doenças bucais, como se manifestam, como se previnem e a importância do autocuidado, da higiene bucal, da escovação com dentifrício fluoretado e o uso do fio dental.
II. Os cuidados a serem tomados para evitar a fluorose e orientações gerais sobre dieta.
III. A orientação para autoexame da boca e os cuidados imediatos após traumatismo dentário.
IV. A prevenção à exposição ao sol sem proteção e a prevenção ao uso de álcool e fumo.
 

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2433092 Ano: 2012
Disciplina: Odontologia
Banca: PM-MG
Orgão: PM-MG
O correto entendimento do conceito da Atenção Primária ou Atenção Básica pode ser possível a partir do conhecimento de seus princípios ordenadores: o primeiro contato, a longitudinalidade, a integralidade ou abrangência e a coordenação. A respeito desses princípios ordenadores, enumere a segunda coluna de acordo com a primeira e, a seguir, marque a alternativa CORRETA, na ordem de cima para baixo.
1. Primeiro Contato
( ) Relaciona-se à capacidade do serviço em garantir a
continuidade da atenção, o seguimento do usuário
no sistema ou a garantia da referência a outros
níveis de atenção quando necessário.
2. Longitudinalidade
( ) Implica a acessibilidade e o uso de serviços para
cada novo problema para os quais se procura
atenção à saúde. É a acessibilidade considerando a
estrutura disponível, no sentido da existência de
barreiras. A proximidade dos serviços da residência
dos usuários, preconizada pela Estratégia Saúde da
Família é uma tentativa de facilitar esse primeiro
contato.
3. Integralidade ou
Abrangência
( ) Aporte regular de cuidados pela equipe de saúde.
Consiste, ao longo do tempo, num ambiente de
relação mútua e humanizada entre a equipe de
saúde, indivíduos e família. Poderia ser traduzida
como o vínculo, a “relação mútua” entre o usuário e
o profissional de saúde, e a continuidade enquanto
oferta regular dos serviços.
4. Coordenação
( ) Diz respeito às ações programadas para aquele
serviço e qual a sua adequação às necessidades da
população. Sua resposta a essas demandas
enquanto capacidade resolutiva. Nesse sentido,
deve ficar claro que as equipes de saúde devem
encontrar o equilíbrio entre a resolutividade clínica
individual e as ações coletivas de caráter preventivo
e promocional.
 

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