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Quanto à participação dos usuários, as comunidades em rede podem ser classificadas em
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A inteligência coletiva consciente é aquela que
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Para se implantar com sucesso projetos de Inteligência Coletiva – em países, em departamentos de instituições ou junto a grupos sociais – é necessário que o profissional do conhecimento esteja atento a algumas regras.
I – A Inteligência Coletiva será adotada por todos.
II – Quanto mais necessidade do conhecimento, mais rede.
III – Indivíduos reativos vão-se sentir mais à vontade.
IV – Ela conquistará com mais facilidade os inovadores.
V – Quanto mais multidirecional for o ambiente, mais fácil será.
As regras que determinam o ambiente propício para a Inteligência Coletiva estão corretas em
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Na implantação de um projeto de Inteligência coletiva, conta- se com alguns perfis distintos. Estabeleça a correspondência entre cada perfil e sua função.
I - Animadores de áreas e subáreas
II - Animadores de comunidades
III - Indutores
IV - Usuários das comunidades em rede
(P) Promotores do projeto que deverão traçar as prioridades e os objetivos a serem atingidos.
(Q) Responsáveis por pensar a estratégia do projeto e implementá-la, formado por membros leigos do grupoalvo e profissionais de Inteligência coletiva.
(R) Responsáveis por conjuntos de comunidades a partir de áreas determinadas.
(S) Responsável por uma ou mais comunidade, independente das áreas.
(T) Responsáveis por povoar as comunidades.
A correspondência correta é
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O software livre que funciona como um gerenciador de inteligência coletiva foi desenvolvido inicialmente em linguagem PHP e utiliza o banco de dados My SQL é o
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Em um sistema de informação,
[...] o acesso às informações deve ser eficiente e deve requerer um mínimo de tempo e esforço dos usuários finais. O sistema de informações deve ser projetado de tal forma que os erros sejam minimizados e próximos de zero. O uso do sistema deve requerer pouco ou nenhum treinamento oferecendo interface intuitiva, permitindo a auto-aprendizagem. [...] A interface deve ser satisfatória para o usuário e o seu uso deve ser prazeroso, isto deve resultar em uma percepção favorável do sistema, pelo seu usuário (DIAS, 2002).
A citação remete a um conjunto de critérios aplicáveis na avaliação do comportamento de usuários na busca de informações denominado
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Segundo Almeida Júnior (2003), a importância dos estudos de usuários e, atualmente, dos estudos de comunidade, é amplamente apresentada pela literatura. A realização desses estudos deve ser considerada como precedendo a própria organização e estrutura do Serviço de Referência e Informação. A partir desse ponto de vista, os estudos de usuários são instrumentos de
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A conclusão do processo de Referência leva à necessária verificação do êxito no atendimento às necessidades informacionais do usuário.
Essa verificação pode ocorrer sob dois pontos de vista: do bibliotecário, que coteja a resposta com a questão apresentada pelo usuário e do usuário, que coteja essa resposta com sua necessidade de informação. Tais pontos de vista levam, respectivamente, a julgamentos de
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Para Nice Menezes de Figueiredo, o processo de Referência é uma estrutura composta por seis etapas ou passos: análise da mensagem, negociação da questão de referência, estratégia de busca, busca, análise da resposta e renegociação. A negociação da questão de referência pode ser retomada na sexta etapa, caso o resultado alcançado não satisfaça às necessidades do usuário, por meio de procedimento denominado
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Segundo Grogan, o processo de Referência envolve oito etapas decisórias: problema, necessidade de informação, questão inicial, questão negociada, estratégia de busca, processo de busca, resposta e solução. Nesse contexto, a questão negociada trata da(o)
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