Foram encontradas 80 questões.
Considere verdadeiras as afirmações a seguir:
• Luiza possui um gato.
• Henrique gosta de observar patos.
• Rafael não tem bicicleta.
• Tiago não gosta de comer macarrão.
A partir dessas afirmações, é logicamente verdadeiro que:
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Considere verdadeiras as afirmações a seguir:
• Se Marcelo acorda cedo, então Helena não sai de casa.
• Se Helena não sai de casa, então Marina vai para escola.
• Se Marina vai para escola, então Fábio pode jogar bola.
• Helena sai de casa e Fábio não pode jogar bola.
• Marcelo acorda cedo ou Fernanda faz o almoço.
A partir dessas afirmações, é correto concluir que
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Observe o diagrama de conjuntos e suas intersecções. Os números indicam a quantidade de turistas vindos da cidade K que já visitaram Campinas, Ribeirão Preto e Araraquara.

Dessa situação, é correto concluir que o número de turistas que visitou apenas uma dessas cidades supera o número daqueles que visitaram apenas duas dessas cidades em
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Alberto, Clara e Eduardo são irmãos, e suas idades são 10, 12 e 15 anos, não necessariamente nessa ordem. Cada um deles pratica um desses esportes: futebol, basquetebol e voleibol, também não necessariamente nessa ordem. Alberto não pratica voleibol, Eduardo é 5 anos mais novo que Clara, e quem pratica basquetebol é o mais velho entre os três irmãos.
A partir dessas afirmações, é correto concluir que
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Seja M a afirmação: “Marília gosta de dançar”. Seja J a afirmação “Jean gosta de estudar”. Considere a composição dessas duas afirmações: “Ou Marília gosta de dançar ou Jean gosta de estudar”. A tabela-verdade que representa corretamente os valores lógicos envolvidos nessa situação é:

Os valores 1, 2, 3 e 4 da coluna Ou M ou J devem ser preenchidos, correta e respectivamente, por:
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Pela primeira vez, vício em games é
considerado distúrbio mental pela OMS
A 11ª Classificação Internacional de Doenças (CID) irá incluir a condição sob o nome de “distúrbio de games”. O documento descreve o problema como padrão de comportamento frequente ou persistente de vício em games, tão grave que leva “a preferir os jogos a qualquer outro interesse na vida”. A última versão da CID foi finalizada em 1992, e a nova versão do guia será publicada neste ano. Ele traz códigos para as doenças, sinais ou sintomas e é usado por médicos e pesquisadores para rastrear e diagnosticar uma doença.
O documento irá sugerir que comportamentos típicos dos viciados em games devem ser observados por um período de mais de 12 meses para que um diagnóstico seja feito. Mas a nova CID irá reforçar que esse período pode ser diminuído se os sintomas forem muito graves. Os sintomas do distúrbio incluem: não ter controle de frequência, intensidade e duração com que joga video game; priorizar jogar video game a outras atividades.
Richard Graham, especialista em vícios em tecnologia no Hospital Nightingale em Londres, reconhece os benefícios da decisão. “É muito significativo, porque cria a oportunidade de termos serviços mais especializados.” Mas para ele é preciso tomar cuidado para não se cair na ideia de que todo mundo precisa ser tratado e medicado. “Pode levar pais confusos a pensar que seus filhos têm problemas quando eles são apenas ‘empolgados’ jogadores de video game”, afirmou.
(Jane Wakefield. BBC Brasil. www.bbc.com/portuguese. 02.01.2018. Adaptado)
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O trabalho dignifica o homem. O lazer dignifica a vida
“Escolha um trabalho que você ame e não terá que trabalhar um único dia em sua vida.” A frase do pensador Confúcio tem sido o mantra de muitos que, embalados pela concepção de que ofício e prazer não precisam se opor, buscam um estilo de vida no qual a fonte de renda seja também fonte de alegria e satisfação pessoal. A questão é: trabalho é sempre trabalho. Pode ser bom, pode ser até divertido, mas não substitui a capacidade que só o lazer possui de tirar o peso de um cotidiano regido por prazos, horários, metas.
Não são poucas as pessoas que eu conheço que negligenciam o descanso em prol da produção desenfreada, da busca frenética por resultado, ascensão, status, dinheiro. Algo de errado em querer tudo isso? A meu ver, não. E sim. Não, porque é digna a recusa à estagnação. Sim, quando ela compromete momentos de entretenimento, minando, aos poucos, a saúde física e mental de quem acha que sombra e água fresca são luxo e não merecimento.
Recentemente, um construtor com o qual eu conversava me disse que estava havia nove anos sem férias, e lamentou o pouco tempo passado com os netos. O patrimônio veio de dedicação e empenho, mas custou caro também. Na hora me perguntei se era realmente preciso escolher entre sucesso e diversão.
Poucas coisas são tão eficazes na função de honrar alguém quanto o ofício que se exerce. Momentos de pausa, porém, honram o próprio ofício. A vida se equilibra justamente na possibilidade de converter o dinheiro advindo do esforço em ingressos para o show da banda preferida, passeios no parque, pipoca quentinha e viagens de barco.
(Larissa Bittar. Revista Bula. www.revistabula.com. Adaptado)
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