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Foram encontradas 40 questões.

1013517 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto para responder à questão.
De patas para o ar

Rafiki é um angolano, filho de uma economista e de um funcionário de multinacional. Veio para o Brasil estudar medicina e foi surpreendido pela carga de preconceito que encontrou aqui. Já enfrentou o constrangimento de perceber que pessoas fecham os vidros dos carros nos sinais quando o veem, ou mulheres se agarram a suas bolsas ao cruzarem com ele na calçada.
O universitário Rafiki mora em um bairro de classe média alta e uma noite, quando estava para entrar em seu prédio, viu um casal passar por ele, entrar e bater a porta. O angolano entrou em seguida e encontrou o casal esperando o elevador. Como a mulher o encarava insistentemente, ele perguntou:
─ Estou sujo? Tem alguma coisa errada comigo? Qual é o problema?
O marido se desculpou dizendo:
─ Sabe como é hoje em dia, né? A gente tem que ficar ligado...
Quando as pessoas, porém, ficam sabendo que Rafiki é estudante de medicina, mudam a forma de tratá-lo.
Rafiki também não compreende um comportamento que chama sua atenção no Brasil: as pessoas pedirem informações na rua sem antes dizer “bom dia”, “por favor”, “com licença”. Mas ele não acredita que essa falta de educação seja maior aqui do que em outros países. A gentileza tem sido pouco valorizada. Rafiki costuma dizer ultimamente que o mundo todo está de patas para o ar.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
A alternativa em que a palavra destacada estabelece relação de lugar é:
 

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1013513 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto para responder à questão.
De patas para o ar

Rafiki é um angolano, filho de uma economista e de um funcionário de multinacional. Veio para o Brasil estudar medicina e foi surpreendido pela carga de preconceito que encontrou aqui. Já enfrentou o constrangimento de perceber que pessoas fecham os vidros dos carros nos sinais quando o veem, ou mulheres se agarram a suas bolsas ao cruzarem com ele na calçada.
O universitário Rafiki mora em um bairro de classe média alta e uma noite, quando estava para entrar em seu prédio, viu um casal passar por ele, entrar e bater a porta. O angolano entrou em seguida e encontrou o casal esperando o elevador. Como a mulher o encarava insistentemente, ele perguntou:
─ Estou sujo? Tem alguma coisa errada comigo? Qual é o problema?
O marido se desculpou dizendo:
─ Sabe como é hoje em dia, né? A gente tem que ficar ligado...
Quando as pessoas, porém, ficam sabendo que Rafiki é estudante de medicina, mudam a forma de tratá-lo.
Rafiki também não compreende um comportamento que chama sua atenção no Brasil: as pessoas pedirem informações na rua sem antes dizer “bom dia”, “por favor”, “com licença”. Mas ele não acredita que essa falta de educação seja maior aqui do que em outros países. A gentileza tem sido pouco valorizada. Rafiki costuma dizer ultimamente que o mundo todo está de patas para o ar.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
Conforme o texto, o fato de Rafiki estudar medicina
 

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1013511 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto dos quadrinhos para responder à questão.
enunciado 1013511-1
(Wesley Samp. http://www.oslevadosdabreca.com/tag/. Acesso em 13.01.2018)
Segundo a leitura do 1° quadrinho, a mulher que fala demonstra
 

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1013509 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto dos quadrinhos para responder à questão.
enunciado 1013509-1
(Wesley Samp. http://www.oslevadosdabreca.com/tag/. Acesso em 13.01.2018)
De acordo com a leitura do 1° quadrinho, é correto afirmar que, para a personagem que fala, é possível
 

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1013504 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto para responder à questão.
De patas para o ar

Rafiki é um angolano, filho de uma economista e de um funcionário de multinacional. Veio para o Brasil estudar medicina e foi surpreendido pela carga de preconceito que encontrou aqui. Já enfrentou o constrangimento de perceber que pessoas fecham os vidros dos carros nos sinais quando o veem, ou mulheres se agarram a suas bolsas ao cruzarem com ele na calçada.
O universitário Rafiki mora em um bairro de classe média alta e uma noite, quando estava para entrar em seu prédio, viu um casal passar por ele, entrar e bater a porta. O angolano entrou em seguida e encontrou o casal esperando o elevador. Como a mulher o encarava insistentemente, ele perguntou:
─ Estou sujo? Tem alguma coisa errada comigo? Qual é o problema?
O marido se desculpou dizendo:
─ Sabe como é hoje em dia, né? A gente tem que ficar ligado...
Quando as pessoas, porém, ficam sabendo que Rafiki é estudante de medicina, mudam a forma de tratá-lo.
Rafiki também não compreende um comportamento que chama sua atenção no Brasil: as pessoas pedirem informações na rua sem antes dizer “bom dia”, “por favor”, “com licença”. Mas ele não acredita que essa falta de educação seja maior aqui do que em outros países. A gentileza tem sido pouco valorizada. Rafiki costuma dizer ultimamente que o mundo todo está de patas para o ar.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
No trecho do 6° parágrafo – Quando as pessoas, porém, ficam sabendo que Rafiki é estudante de medicina, mudam a forma de tratá-lo. – a palavra destacada estabelece sentido de
 

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1013503 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Discriminar significa fazer distinção. Existem vários tipos de discriminação e o mais comum relaciona-se a aspectos sociológicos: condição social, religião, etnias, sexualidade, idade, nacionalidade, deficiência. Tudo isso leva à exclusão social.
A discriminação atinge os sentimentos das pessoas, desmoralizando-as, podendo levá-las até ao suicídio.
(http://www.pobrezahumana.wordpress.com.
Acesso em 23.01.2018. Adaptado)
De acordo com o texto do 1° parágrafo, os fatores que levam à exclusão social são
 

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1013502 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto para responder à questão.
De patas para o ar

Rafiki é um angolano, filho de uma economista e de um funcionário de multinacional. Veio para o Brasil estudar medicina e foi surpreendido pela carga de preconceito que encontrou aqui. Já enfrentou o constrangimento de perceber que pessoas fecham os vidros dos carros nos sinais quando o veem, ou mulheres se agarram a suas bolsas ao cruzarem com ele na calçada.
O universitário Rafiki mora em um bairro de classe média alta e uma noite, quando estava para entrar em seu prédio, viu um casal passar por ele, entrar e bater a porta. O angolano entrou em seguida e encontrou o casal esperando o elevador. Como a mulher o encarava insistentemente, ele perguntou:
─ Estou sujo? Tem alguma coisa errada comigo? Qual é o problema?
O marido se desculpou dizendo:
─ Sabe como é hoje em dia, né? A gente tem que ficar ligado...
Quando as pessoas, porém, ficam sabendo que Rafiki é estudante de medicina, mudam a forma de tratá-lo.
Rafiki também não compreende um comportamento que chama sua atenção no Brasil: as pessoas pedirem informações na rua sem antes dizer “bom dia”, “por favor”, “com licença”. Mas ele não acredita que essa falta de educação seja maior aqui do que em outros países. A gentileza tem sido pouco valorizada. Rafiki costuma dizer ultimamente que o mundo todo está de patas para o ar.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
No trecho – O universitário Rafiki mora em um bairro de classe média alta e uma noite, quando estava para entrar em seu prédio... – as formas verbais destacadas estão, respectivamente, nos tempos
 

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1013500 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto para responder à questão.
De patas para o ar

Rafiki é um angolano, filho de uma economista e de um funcionário de multinacional. Veio para o Brasil estudar medicina e foi surpreendido pela carga de preconceito que encontrou aqui. Já enfrentou o constrangimento de perceber que pessoas fecham os vidros dos carros nos sinais quando o veem, ou mulheres se agarram a suas bolsas ao cruzarem com ele na calçada.
O universitário Rafiki mora em um bairro de classe média alta e uma noite, quando estava para entrar em seu prédio, viu um casal passar por ele, entrar e bater a porta. O angolano entrou em seguida e encontrou o casal esperando o elevador. Como a mulher o encarava insistentemente, ele perguntou:
─ Estou sujo? Tem alguma coisa errada comigo? Qual é o problema?
O marido se desculpou dizendo:
─ Sabe como é hoje em dia, né? A gente tem que ficar ligado...
Quando as pessoas, porém, ficam sabendo que Rafiki é estudante de medicina, mudam a forma de tratá-lo.
Rafiki também não compreende um comportamento que chama sua atenção no Brasil: as pessoas pedirem informações na rua sem antes dizer “bom dia”, “por favor”, “com licença”. Mas ele não acredita que essa falta de educação seja maior aqui do que em outros países. A gentileza tem sido pouco valorizada. Rafiki costuma dizer ultimamente que o mundo todo está de patas para o ar.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
Na frase contida no 1° parágrafo – Já enfrentou o constrangimento... – a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
 

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1013499 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto para responder à questão.
De patas para o ar

Rafiki é um angolano, filho de uma economista e de um funcionário de multinacional. Veio para o Brasil estudar medicina e foi surpreendido pela carga de preconceito que encontrou aqui. Já enfrentou o constrangimento de perceber que pessoas fecham os vidros dos carros nos sinais quando o veem, ou mulheres se agarram a suas bolsas ao cruzarem com ele na calçada.
O universitário Rafiki mora em um bairro de classe média alta e uma noite, quando estava para entrar em seu prédio, viu um casal passar por ele, entrar e bater a porta. O angolano entrou em seguida e encontrou o casal esperando o elevador. Como a mulher o encarava insistentemente, ele perguntou:
─ Estou sujo? Tem alguma coisa errada comigo? Qual é o problema?
O marido se desculpou dizendo:
─ Sabe como é hoje em dia, né? A gente tem que ficar ligado...
Quando as pessoas, porém, ficam sabendo que Rafiki é estudante de medicina, mudam a forma de tratá-lo.
Rafiki também não compreende um comportamento que chama sua atenção no Brasil: as pessoas pedirem informações na rua sem antes dizer “bom dia”, “por favor”, “com licença”. Mas ele não acredita que essa falta de educação seja maior aqui do que em outros países. A gentileza tem sido pouco valorizada. Rafiki costuma dizer ultimamente que o mundo todo está de patas para o ar.
(Leila Ferreira. A arte de ser leve. São Paulo: Globo, 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa em que há palavras empregadas com sentido figurado.
 

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1013498 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PAULIPREV
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Discriminar significa fazer distinção. Existem vários tipos de discriminação e o mais comum relaciona-se a aspectos sociológicos: condição social, religião, etnias, sexualidade, idade, nacionalidade, deficiência. Tudo isso leva à exclusão social.
A discriminação atinge os sentimentos das pessoas, desmoralizando-as, podendo levá-las até ao suicídio.
(http://www.pobrezahumana.wordpress.com.
Acesso em 23.01.2018. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada adjetiva (qualifica) o vocábulo que a antecede.
 

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