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Com relação à avaliação funcional pela ergoespirometria (teste cardiopulmonar) de indivíduos sadios e cardiopatas, julgue os itens seguintes.
A Sociedade Internacional de Transplante de Coração e Pulmão recomenda que os pacientes com VO 2 pico < 18 mL x kg -1 @ min -1 e razão da troca respiratória > 1,05 (RER) podem ser aceitos em lista de transplante. Contudo, na presença de terapêutica com betabloqueador, o ponto de corte do VO 2 pico < 14 mLA kg -1 . min -1 poderá ser usado como parâmetro no seguimento clínico de pacientes com insuficiência cardíaca.
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Com relação à avaliação funcional pela ergoespirometria (teste cardiopulmonar) de indivíduos sadios e cardiopatas, julgue os itens seguintes.
Dados derivados de múltiplos estudos envolvendo grande número de pacientes demonstraram que a realização da ergoespirometria é sempre aceitável e segura, definitivamente útil, de eficácia e efetividade comprovadas na avaliação da resposta a programas de reabilitação cardiovascular.
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Com relação à avaliação funcional pela ergoespirometria (teste cardiopulmonar) de indivíduos sadios e cardiopatas, julgue os itens seguintes.
Segundo a II D-TE-SBC, a solicitação da ergoespirometria para prescrição de exercício em atletas de elite é considerada de grau A e nível de evidência 2.
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Com relação à avaliação funcional pela ergoespirometria (teste cardiopulmonar) de indivíduos sadios e cardiopatas, julgue os itens seguintes.
Conforme os conceitos de Wasserman, o primeiro limiar ventilatório ou anaeróbio é caracterizado pela perda da linearidade da relação entre VE e VCO 2 (VE/VCO 2 mais baixo, antes de aumento progressivo) e queda de PET CO 2 ou FE CO 2 (PET CO 2 ou FE CO 2 mais alto, precedendo sua queda abrupta).
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Nesse caso, o TE proporciona diagnóstico com elevada precisão para a presença de doença arterial coronária concomitante.
Em pacientes assintomáticos, portadores de insuficiência mitral importante, o TE pode ser utilizado para avaliar objetivamente a tolerância ao esforço, principalmente quando não se puder obter uma história clínica precisa.
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Um indivíduo de 63 anos de idade, sedentário e tabagista, procurou o serviço de saúde por insistência dos familiares, porque há vários anos não faz uma avaliação médica. Diz ser assintomático do ponto de vista cardiovascular. No entanto, a acompanhante relata que já o ouviu se queixar de leve vertigem após ter subido dois lances de escada. Ao fazer o exame físico, ele apresenta PA: 130 mmHg × 80 mmHg, ritmo cardíaco em dois tempos, com frêmito e sopro sistólico 3+/4 no quarto espaço intercostal, linha hemiclavicular à esquerda, com irradiação para a região cervical. O eletrocardiograma do paciente revela sobrecarga ventricular esquerda.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
Nesse caso, o TE proporciona diagnóstico com elevada precisão para a presença de doença arterial coronária concomitante.
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Um indivíduo de 63 anos de idade, sedentário e tabagista, procurou o serviço de saúde por insistência dos familiares, porque há vários anos não faz uma avaliação médica. Diz ser assintomático do ponto de vista cardiovascular. No entanto, a acompanhante relata que já o ouviu se queixar de leve vertigem após ter subido dois lances de escada. Ao fazer o exame físico, ele apresenta PA: 130 mmHg × 80 mmHg, ritmo cardíaco em dois tempos, com frêmito e sopro sistólico 3+/4 no quarto espaço intercostal, linha hemiclavicular à esquerda, com irradiação para a região cervical. O eletrocardiograma do paciente revela sobrecarga ventricular esquerda.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
Uma resposta tensional sistólica anormal (hipotensão ou elevação inadequada ao esforço) seria considerada um achado de mau prognóstico.
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Uma paciente de 23 anos de idade relata ser portadora de febre reumática desde a infância. Refere-se a sensação de fadiga há 1 ano, ora nos esforços habituais, como carregar 3 a 4 sacolas de compras do supermercado, ora no repouso após um dia exaustivo no trabalho. Ela pratica musculação e caminha em um parque da sua cidade quatro vezes por semana, sem apresentar sintomas cardiovasculares. Ao fazer o exame físico, apresenta: PA: 160 mmHg× 60 mmHg, ritmo cardíaco em dois tempos, com sopro diastólico 3+/4 no segundo espaço intercostal, linha hemiclavicular à direita. O eletrocardiograma da paciente revela sobrecarga ventricular esquerda.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
A indicação do TE para essa paciente, para fins de avaliação de sintomas e capacidade funcional antes de participação em atividades atléticas, é considerada como classe IIa, conforme Diretrizes de Valvopatias da SBC.
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Uma paciente de 23 anos de idade relata ser portadora de febre reumática desde a infância. Refere-se a sensação de fadiga há 1 ano, ora nos esforços habituais, como carregar 3 a 4 sacolas de compras do supermercado, ora no repouso após um dia exaustivo no trabalho. Ela pratica musculação e caminha em um parque da sua cidade quatro vezes por semana, sem apresentar sintomas cardiovasculares. Ao fazer o exame físico, apresenta: PA: 160 mmHg× 60 mmHg, ritmo cardíaco em dois tempos, com sopro diastólico 3+/4 no segundo espaço intercostal, linha hemiclavicular à direita. O eletrocardiograma da paciente revela sobrecarga ventricular esquerda.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
Há evidências de que o TE não é uma ferramenta adequada para a avaliação da capacidade funcional e da resposta sintomática dessa paciente.
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Julgue os itens seguintes, acerca da avaliação pós-infarto do miocárdio, tendo como base resultados do TE.
Os TEs realizados quatro a seis dias após o infarto estratificam os pacientes com o mesmo valor prognóstico dos testes realizados mais tardiamente, 14 a 21 dias após o episódio agudo. No entanto, o TE realizado na primeira semana do evento tem a vantagem de permitir a identificação precoce dos pacientes de maior risco.
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