Foram encontradas 120 questões.
Falar em desigualdade é falar também em pobreza. A
reprodução social das desigualdades contribui para o
aprofundamento das situações de pobreza, por isso uma
estratégia de enfrentamento deve considerar a conexão entre as
duas pautas.
É necessário compreender que a desigualdade se
expressa em diferentes dimensões na vida das pessoas e que
apenas uma minoria se beneficia com a acumulação de riqueza
e de poder. No caso do Brasil, há especificidades que devem
ser observadas. A história de colonização e de escravidão
deixou heranças ainda presentes, que resguardam a condição
desigual no acesso a bens, serviços e equipamentos públicos.
A desigualdade não é natural; ela é uma construção
social. Quando a desigualdade é naturalizada, ela passa a
instituir o poder da opressão social. Os mecanismos que
reproduzem as desigualdades devem ser revelados de forma
que se possibilite seu enfrentamento pela sociedade civil por
meio da cidadania ativa, buscando-se o aprofundamento da
democracia e a garantia da justiça de gênero, da igualdade
racial e dos direitos humanos.
Kátia Maia. Vamos falar sobre desigualdade? Internet: www.oxfam.org.br (com adaptações).
A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue o item subsecutivo.
A introdução de uma vírgula imediatamente após a palavra “revelados” (ℓ.16) manteria a correção gramatical do texto.
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Falar em desigualdade é falar também em pobreza. A
reprodução social das desigualdades contribui para o
aprofundamento das situações de pobreza, por isso uma
estratégia de enfrentamento deve considerar a conexão entre as
duas pautas.
É necessário compreender que a desigualdade se
expressa em diferentes dimensões na vida das pessoas e que
apenas uma minoria se beneficia com a acumulação de riqueza
e de poder. No caso do Brasil, há especificidades que devem
ser observadas. A história de colonização e de escravidão
deixou heranças ainda presentes, que resguardam a condição
desigual no acesso a bens, serviços e equipamentos públicos.
A desigualdade não é natural; ela é uma construção
social. Quando a desigualdade é naturalizada, ela passa a
instituir o poder da opressão social. Os mecanismos que
reproduzem as desigualdades devem ser revelados de forma
que se possibilite seu enfrentamento pela sociedade civil por
meio da cidadania ativa, buscando-se o aprofundamento da
democracia e a garantia da justiça de gênero, da igualdade
racial e dos direitos humanos.
Kátia Maia. Vamos falar sobre desigualdade? Internet: www.oxfam.org.br (com adaptações).
Acerca das ideias e dos sentidos do texto CB1A1-II, julgue o item a seguir.
Considerando que situações de pobreza são sensíveis ao grau de desigualdade de um país, a autora do texto argumenta que uma ação de enfrentamento da desigualdade consequentemente combate a pobreza.
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Julgue o próximo item, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I.
Na linha 9, caso a expressão “às vezes” fosse deslocada para imediatamente após “justiça”, feitos os devidos ajustes de pontuação, a correção gramatical seria mantida, mas o sentido original do texto seria alterado.
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Falar em desigualdade é falar também em pobreza. A
reprodução social das desigualdades contribui para o
aprofundamento das situações de pobreza, por isso uma
estratégia de enfrentamento deve considerar a conexão entre as
duas pautas.
É necessário compreender que a desigualdade se
expressa em diferentes dimensões na vida das pessoas e que
apenas uma minoria se beneficia com a acumulação de riqueza
e de poder. No caso do Brasil, há especificidades que devem
ser observadas. A história de colonização e de escravidão
deixou heranças ainda presentes, que resguardam a condição
desigual no acesso a bens, serviços e equipamentos públicos.
A desigualdade não é natural; ela é uma construção
social. Quando a desigualdade é naturalizada, ela passa a
instituir o poder da opressão social. Os mecanismos que
reproduzem as desigualdades devem ser revelados de forma
que se possibilite seu enfrentamento pela sociedade civil por
meio da cidadania ativa, buscando-se o aprofundamento da
democracia e a garantia da justiça de gênero, da igualdade
racial e dos direitos humanos.
Kátia Maia. Vamos falar sobre desigualdade? Internet: www.oxfam.org.br (com adaptações).
Acerca das ideias e dos sentidos do texto CB1A1-II, julgue o item a seguir.
No texto, a palavra “minoria” (ℓ.8) refere-se aos grupos sociais marginalizados, em situação de maior vulnerabilidade social, tal qual a população das periferias, por exemplo.
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Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue o item subsequente.
Infere-se do texto que calamidades com consequências de proporções imensuráveis não devem ser consideradas casos de injustiça, já que é impossível contê-las.
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Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue o item subsequente.
O protesto é a primeira e a mais natural reação do ser humano a calamidades ou a casos de injustiça.
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Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue o item subsequente.
Para o autor do texto, nem sempre a discussão sobre justiça pode ser feita a partir de uma argumentação racional, visto que, em casos de evidente injustiça, as pessoas são tomadas por um impulso que as impede de raciocinar antes de agir.
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Com relação às ideias do texto CB1A1-I, julgue o item subsequente.
O autor do texto defende a ideia de que a razão é um elemento de relevância na definição do que possa ser considerado justiça ou injustiça.
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Julgue o próximo item, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I.
Na linha 3, o adjetivo “patente” tem o significado de impressionante.
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “se”
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos

Julgue o próximo item, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I.
Na forma “Afirma-se” (ℓ.9), o emprego do pronome “se” indica que não existe um agente responsável pela ação de afirmar.
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