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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Uma estatística
As crianças,
Sem um tiro aliás,
E isso é que tornava o caso ainda mais espantoso,
Morriam mais do que índios nos filmes norte-americanos,
E quando a gente acaso perguntava, para se mostrar
[atenciosos:
“Quantos filhos a senhora tem, comadre?”
A comadre respondia, com ternura:
“Eu tenho quatro filhos e nove anjinhos.”
(Mario Quintana, Da preguiça como método de trabalho)
Certos lugares____________de péssimas estatísticas de mortalidade infantil, havendo o risco à integridade____________das crianças. Em alguns deles, os números_____________mais altos do que os da mortalidade de índios nos filmes americanos. É preciso garantir zelo_____________infância e mudanças nessa estatística.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, na ordem em que aparecem, com:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Uma estatística
As crianças,
Sem um tiro aliás,
E isso é que tornava o caso ainda mais espantoso,
Morriam mais do que índios nos filmes norte-americanos,
E quando a gente acaso perguntava, para se mostrar
[atenciosos:
“Quantos filhos a senhora tem, comadre?”
A comadre respondia, com ternura:
“Eu tenho quatro filhos e nove anjinhos.”
(Mario Quintana, Da preguiça como método de trabalho)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Uma estatística
As crianças,
Sem um tiro aliás,
E isso é que tornava o caso ainda mais espantoso,
Morriam mais do que índios nos filmes norte-americanos,
E quando a gente acaso perguntava, para se mostrar
[atenciosos:
“Quantos filhos a senhora tem, comadre?”
A comadre respondia, com ternura:
“Eu tenho quatro filhos e nove anjinhos.”
(Mario Quintana, Da preguiça como método de trabalho)
O eufemismo é uma figura de linguagem utilizada para suavizar expressões, palavras ou ideias que podem soar desagradáveis, rudes, ofensivas ou chocantes, substituindo-as por termos mais leves e agradáveis.
Essa figura de linguagem está presente no seguinte verso do poema:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Uma estatística
As crianças,
Sem um tiro aliás,
E isso é que tornava o caso ainda mais espantoso,
Morriam mais do que índios nos filmes norte-americanos,
E quando a gente acaso perguntava, para se mostrar
[atenciosos:
“Quantos filhos a senhora tem, comadre?”
A comadre respondia, com ternura:
“Eu tenho quatro filhos e nove anjinhos.”
(Mario Quintana, Da preguiça como método de trabalho)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Irresponsabilidade que mata crianças
Pela primeira vez no século 21, o número de crianças
que morrem antes de completar 5 anos de idade deve aumentar, em vez de
diminuir. De acordo com um relatório da Fundação Gates, a mortalidade infantil
deve atingir 4,8 milhões de crianças em 2025, 200 mil a mais que em 2024.
Trágica sob qualquer ponto de vista, a morte de
crianças por doenças evitáveis e tratáveis como diarreia, além daquelas que
podem ser erradicadas com vacinas, soa como um atestado de falência da
humanidade.
O principal motivo para que, após anos de quedas
consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da
ajuda internacional oferecida por países ricos. Na segunda passagem de Donald
Trump pela Casa Branca, os EUA, historicamente os maiores doadores de ajuda
internacional do mundo, promoveram reduções significativas em programas de
assistência global.
Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos
para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior
símbolo desta nova era de cooperação internacional contida, países como Reino
Unido, Alemanha e França também têm fechado as torneiras para assistência aos
países mais necessitados. Segundo o relatório, pelo menos 24 nações de alta
renda reduziram suas doações internacionais.
O quadro ruim pode tornar-se ainda mais sombrio. Num
cenário já contemplado por muitos países, de cortes de cerca de 20% na
assistência global à saúde, 12 milhões de mortes adicionais de crianças podem
ocorrer até 2045. Caso as reduções com ajuda internacional se intensifiquem
para um patamar de 30%, o número de mortes adicionais de crianças pode chegar a
16 milhões até 2045.
Evitáveis, as mortes de milhares de crianças exigem
compromisso firme tanto com o financiamento de ajuda aos mais necessitados
quanto com o combate à desinformação. A humanidade já dispõe de ferramentas
para que crianças não morram aos milhares por causas praticamente banais.
Considere a passagem “O principal motivo para que, após anos de quedas consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da ajuda internacional oferecida por países ricos.” (3º parágrafo).
De acordo com a norma-padrão de ortografia, os termos destacados podem ser substituídos, na ordem em que aparecem, por:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Irresponsabilidade que mata crianças
Pela primeira vez no século 21, o número de crianças
que morrem antes de completar 5 anos de idade deve aumentar, em vez de
diminuir. De acordo com um relatório da Fundação Gates, a mortalidade infantil
deve atingir 4,8 milhões de crianças em 2025, 200 mil a mais que em 2024.
Trágica sob qualquer ponto de vista, a morte de
crianças por doenças evitáveis e tratáveis como diarreia, além daquelas que
podem ser erradicadas com vacinas, soa como um atestado de falência da
humanidade.
O principal motivo para que, após anos de quedas
consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da
ajuda internacional oferecida por países ricos. Na segunda passagem de Donald
Trump pela Casa Branca, os EUA, historicamente os maiores doadores de ajuda
internacional do mundo, promoveram reduções significativas em programas de
assistência global.
Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos
para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior
símbolo desta nova era de cooperação internacional contida, países como Reino
Unido, Alemanha e França também têm fechado as torneiras para assistência aos
países mais necessitados. Segundo o relatório, pelo menos 24 nações de alta
renda reduziram suas doações internacionais.
O quadro ruim pode tornar-se ainda mais sombrio. Num
cenário já contemplado por muitos países, de cortes de cerca de 20% na
assistência global à saúde, 12 milhões de mortes adicionais de crianças podem
ocorrer até 2045. Caso as reduções com ajuda internacional se intensifiquem
para um patamar de 30%, o número de mortes adicionais de crianças pode chegar a
16 milhões até 2045.
Evitáveis, as mortes de milhares de crianças exigem
compromisso firme tanto com o financiamento de ajuda aos mais necessitados
quanto com o combate à desinformação. A humanidade já dispõe de ferramentas
para que crianças não morram aos milhares por causas praticamente banais.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Irresponsabilidade que mata crianças
Pela primeira vez no século 21, o número de crianças
que morrem antes de completar 5 anos de idade deve aumentar, em vez de
diminuir. De acordo com um relatório da Fundação Gates, a mortalidade infantil
deve atingir 4,8 milhões de crianças em 2025, 200 mil a mais que em 2024.
Trágica sob qualquer ponto de vista, a morte de
crianças por doenças evitáveis e tratáveis como diarreia, além daquelas que
podem ser erradicadas com vacinas, soa como um atestado de falência da
humanidade.
O principal motivo para que, após anos de quedas
consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da
ajuda internacional oferecida por países ricos. Na segunda passagem de Donald
Trump pela Casa Branca, os EUA, historicamente os maiores doadores de ajuda
internacional do mundo, promoveram reduções significativas em programas de
assistência global.
Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos
para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior
símbolo desta nova era de cooperação internacional contida, países como Reino
Unido, Alemanha e França também têm fechado as torneiras para assistência aos
países mais necessitados. Segundo o relatório, pelo menos 24 nações de alta
renda reduziram suas doações internacionais.
O quadro ruim pode tornar-se ainda mais sombrio. Num
cenário já contemplado por muitos países, de cortes de cerca de 20% na
assistência global à saúde, 12 milhões de mortes adicionais de crianças podem
ocorrer até 2045. Caso as reduções com ajuda internacional se intensifiquem
para um patamar de 30%, o número de mortes adicionais de crianças pode chegar a
16 milhões até 2045.
Evitáveis, as mortes de milhares de crianças exigem
compromisso firme tanto com o financiamento de ajuda aos mais necessitados
quanto com o combate à desinformação. A humanidade já dispõe de ferramentas
para que crianças não morram aos milhares por causas praticamente banais.
Considere a passagem “Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior símbolo desta nova era de cooperação internacional contida…” (4º parágrafo).
Sem prejuízo ao sentido original do texto e em conformidade com a norma-padrão, as expressões destacadas devem ser substituídas, na ordem em que aparecem, por:
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Irresponsabilidade que mata crianças
Pela primeira vez no século 21, o número de crianças
que morrem antes de completar 5 anos de idade deve aumentar, em vez de
diminuir. De acordo com um relatório da Fundação Gates, a mortalidade infantil
deve atingir 4,8 milhões de crianças em 2025, 200 mil a mais que em 2024.
Trágica sob qualquer ponto de vista, a morte de
crianças por doenças evitáveis e tratáveis como diarreia, além daquelas que
podem ser erradicadas com vacinas, soa como um atestado de falência da
humanidade.
O principal motivo para que, após anos de quedas
consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da
ajuda internacional oferecida por países ricos. Na segunda passagem de Donald
Trump pela Casa Branca, os EUA, historicamente os maiores doadores de ajuda
internacional do mundo, promoveram reduções significativas em programas de
assistência global.
Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos
para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior
símbolo desta nova era de cooperação internacional contida, países como Reino
Unido, Alemanha e França também têm fechado as torneiras para assistência aos
países mais necessitados. Segundo o relatório, pelo menos 24 nações de alta
renda reduziram suas doações internacionais.
O quadro ruim pode tornar-se ainda mais sombrio. Num
cenário já contemplado por muitos países, de cortes de cerca de 20% na
assistência global à saúde, 12 milhões de mortes adicionais de crianças podem
ocorrer até 2045. Caso as reduções com ajuda internacional se intensifiquem
para um patamar de 30%, o número de mortes adicionais de crianças pode chegar a
16 milhões até 2045.
Evitáveis, as mortes de milhares de crianças exigem
compromisso firme tanto com o financiamento de ajuda aos mais necessitados
quanto com o combate à desinformação. A humanidade já dispõe de ferramentas
para que crianças não morram aos milhares por causas praticamente banais.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Irresponsabilidade que mata crianças
Pela primeira vez no século 21, o número de crianças
que morrem antes de completar 5 anos de idade deve aumentar, em vez de
diminuir. De acordo com um relatório da Fundação Gates, a mortalidade infantil
deve atingir 4,8 milhões de crianças em 2025, 200 mil a mais que em 2024.
Trágica sob qualquer ponto de vista, a morte de
crianças por doenças evitáveis e tratáveis como diarreia, além daquelas que
podem ser erradicadas com vacinas, soa como um atestado de falência da
humanidade.
O principal motivo para que, após anos de quedas
consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da
ajuda internacional oferecida por países ricos. Na segunda passagem de Donald
Trump pela Casa Branca, os EUA, historicamente os maiores doadores de ajuda
internacional do mundo, promoveram reduções significativas em programas de
assistência global.
Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos
para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior
símbolo desta nova era de cooperação internacional contida, países como Reino
Unido, Alemanha e França também têm fechado as torneiras para assistência aos
países mais necessitados. Segundo o relatório, pelo menos 24 nações de alta
renda reduziram suas doações internacionais.
O quadro ruim pode tornar-se ainda mais sombrio. Num
cenário já contemplado por muitos países, de cortes de cerca de 20% na
assistência global à saúde, 12 milhões de mortes adicionais de crianças podem
ocorrer até 2045. Caso as reduções com ajuda internacional se intensifiquem
para um patamar de 30%, o número de mortes adicionais de crianças pode chegar a
16 milhões até 2045.
Evitáveis, as mortes de milhares de crianças exigem
compromisso firme tanto com o financiamento de ajuda aos mais necessitados
quanto com o combate à desinformação. A humanidade já dispõe de ferramentas
para que crianças não morram aos milhares por causas praticamente banais.
O editorial apresenta um dado capaz de dar credibilidade às informações que transmite ao leitor.
Trata-se da menção
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Irresponsabilidade que mata crianças
Pela primeira vez no século 21, o número de crianças
que morrem antes de completar 5 anos de idade deve aumentar, em vez de
diminuir. De acordo com um relatório da Fundação Gates, a mortalidade infantil
deve atingir 4,8 milhões de crianças em 2025, 200 mil a mais que em 2024.
Trágica sob qualquer ponto de vista, a morte de
crianças por doenças evitáveis e tratáveis como diarreia, além daquelas que
podem ser erradicadas com vacinas, soa como um atestado de falência da
humanidade.
O principal motivo para que, após anos de quedas
consecutivas, as mortes na primeira infância voltem a aumentar é o corte da
ajuda internacional oferecida por países ricos. Na segunda passagem de Donald
Trump pela Casa Branca, os EUA, historicamente os maiores doadores de ajuda
internacional do mundo, promoveram reduções significativas em programas de
assistência global.
Embora o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos
para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) seja muito provavelmente o maior
símbolo desta nova era de cooperação internacional contida, países como Reino
Unido, Alemanha e França também têm fechado as torneiras para assistência aos
países mais necessitados. Segundo o relatório, pelo menos 24 nações de alta
renda reduziram suas doações internacionais.
O quadro ruim pode tornar-se ainda mais sombrio. Num
cenário já contemplado por muitos países, de cortes de cerca de 20% na
assistência global à saúde, 12 milhões de mortes adicionais de crianças podem
ocorrer até 2045. Caso as reduções com ajuda internacional se intensifiquem
para um patamar de 30%, o número de mortes adicionais de crianças pode chegar a
16 milhões até 2045.
Evitáveis, as mortes de milhares de crianças exigem
compromisso firme tanto com o financiamento de ajuda aos mais necessitados
quanto com o combate à desinformação. A humanidade já dispõe de ferramentas
para que crianças não morram aos milhares por causas praticamente banais.
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