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Foram encontradas 60 questões.

Atenção: Considere o texto abaixo e responda.
O que me moveu, inicialmente, a fazer este texto foi uma sensação produzida por uma viagem ao Havaí. Sensação de que se é parte de um cenário. Na praia de Waikiki, os hotéis têm lobbies que se comunicam, pontuados por belíssimos (mas falsos) jardins tropicais, sem uma folha no chão, lagos com peixes coloridos, tochas, belos gramados e, evidentemente, muitas lojas. Um filme de Elvis Presley.
Honolulu é um dos milhares de exemplos a que podemos recorrer. A indústria do turismo cria um mundo fictício de lazer, onde o espaço se transforma em cenário e, desse modo, o real é transfigurado para seduzir e fascinar.
O espaço produzido pela indústria do turismo é o presente sem espessura, sem história, sem identidade. O lugar é, em sua essência, produção humana, visto que se transforma na relação entre espaço e sociedade. O sujeito pertence ao lugar como este a ele. A indústria turística produz simulacros de lugares.
Mas também se produzem modos de apropriação dos lugares. A indústria do turismo produz um modo de estar em Nova York, Paris, Roma, Buenos Aires... É evidente que não se pode dizer que essas cidades sejam simulacros, pois é claro que não o são; entretanto, o pacote turístico ignora a identidade do lugar, sua história e modo de vida, banalizando-os.
Os pacotes turísticos tratam o turista como mero consumidor, delimitando o que deve ou não ser visto, além do tempo destinado a cada atração, num incessante "veja tudo depressa".
Essa rapidez impede que os olhos desfrutem da paisagem. Passa-se em segundos por séculos de civilização, faz-se tábula rasa da história de gerações que se inscrevem no tempo e no espaço. Num autêntico tour de force consentido, pouco espaço é destinado à criatividade. Por sua vez, o turista vê sufocar um desejo que nem se esboçou, o de experimentar.
No fim do caminho, o cansaço; o olhar e os passos medidos em tempo produtivo, que aqui se impõe sem que disso as pessoas se deem conta. Não cabem passos lentos, olhares perdidos. O lazer produz a mesma rotina massacrante, controlada e vigiada que o trabalho.
Como indústria, o turismo não parece criar a perspectiva do lazer como possibilidade de superação das alienações do cotidiano. Só a viagem como descoberta, busca do novo, abre a perspectiva de recomposição do passo do flâneur, daquele que se perde e que, por isso, observa. Walter Benjamin lembra que "saber orientar-se em uma cidade não significa muito. No entanto, perder-se numa cidade, como alguém se perde numa floresta, requer instrução".
(Adaptado de Ana Fani Alessandri Carlos. Disponível em: http://www.cefetsp.br/edu/eso/lourdes/turismoproducaonaolugar.html)
Considerando o contexto, afirma-se corretamente:
 

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Atenção: Considere o poema abaixo e responda à seguinte questão.
A cidade é passada pelo rio
como uma rua
é passada por um cachorro;
uma fruta
por uma espada.
O rio ora lembrava
a língua mansa de um cão
ora o ventre triste de um cão,
ora o outro rio
de aquoso pano sujo
dos olhos de um cão.
Aquele rio
era como um cão sem plumas.
Nada sabia da chuva azul,
da fonte cor-de-rosa,
da água do copo de água,
da água de cântaro,
dos peixes de água.
Sabia dos caranguejos
De lodo e ferrugem
Sabia da lama
como de uma mucosa. [...]
Aquele rio
Jamais se abre aos peixes,
ao brilho,
à inquietação da faca
que há nos peixes.
Jamais se abre em peixes.
(Trecho de O Cão sem plumas de João Cabral de Melo Neto)
Pode-se observar no poema uma
 

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Atenção: Considere o texto abaixo e responda.
O que me moveu, inicialmente, a fazer este texto foi uma sensação produzida por uma viagem ao Havaí. Sensação de que se é parte de um cenário. Na praia de Waikiki, os hotéis têm lobbies que se comunicam, pontuados por belíssimos (mas falsos) jardins tropicais, sem uma folha no chão, lagos com peixes coloridos, tochas, belos gramados e, evidentemente, muitas lojas. Um filme de Elvis Presley.
Honolulu é um dos milhares de exemplos a que podemos recorrer. A indústria do turismo cria um mundo fictício de lazer, onde o espaço se transforma em cenário e, desse modo, o real é transfigurado para seduzir e fascinar.
O espaço produzido pela indústria do turismo é o presente sem espessura, sem história, sem identidade. O lugar é, em sua essência, produção humana, visto que se transforma na relação entre espaço e sociedade. O sujeito pertence ao lugar como este a ele. A indústria turística produz simulacros de lugares.
Mas também se produzem modos de apropriação dos lugares. A indústria do turismo produz um modo de estar em Nova York, Paris, Roma, Buenos Aires... É evidente que não se pode dizer que essas cidades sejam simulacros, pois é claro que não o são; entretanto, o pacote turístico ignora a identidade do lugar, sua história e modo de vida, banalizando-os.
Os pacotes turísticos tratam o turista como mero consumidor, delimitando o que deve ou não ser visto, além do tempo destinado a cada atração, num incessante "veja tudo depressa".
Essa rapidez impede que os olhos desfrutem da paisagem. Passa-se em segundos por séculos de civilização, faz-se tábula rasa da história de gerações que se inscrevem no tempo e no espaço. Num autêntico tour de force consentido, pouco espaço é destinado à criatividade. Por sua vez, o turista vê sufocar um desejo que nem se esboçou, o de experimentar.
No fim do caminho, o cansaço; o olhar e os passos medidos em tempo produtivo, que aqui se impõe sem que disso as pessoas se deem conta. Não cabem passos lentos, olhares perdidos. O lazer produz a mesma rotina massacrante, controlada e vigiada que o trabalho.
Como indústria, o turismo não parece criar a perspectiva do lazer como possibilidade de superação das alienações do cotidiano. Só a viagem como descoberta, busca do novo, abre a perspectiva de recomposição do passo do flâneur, daquele que se perde e que, por isso, observa. Walter Benjamin lembra que "saber orientar-se em uma cidade não significa muito. No entanto, perder-se numa cidade, como alguém se perde numa floresta, requer instrução".
(Adaptado de Ana Fani Alessandri Carlos. Disponível em: http://www.cefetsp.br/edu/eso/lourdes/turismoproducaonaolugar.html)
Depreende-se do texto que
 

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Atenção: Considere o texto abaixo e responda.
O que me moveu, inicialmente, a fazer este texto foi uma sensação produzida por uma viagem ao Havaí. Sensação de que se é parte de um cenário. Na praia de Waikiki, os hotéis têm lobbies que se comunicam, pontuados por belíssimos (mas falsos) jardins tropicais, sem uma folha no chão, lagos com peixes coloridos, tochas, belos gramados e, evidentemente, muitas lojas. Um filme de Elvis Presley.
Honolulu é um dos milhares de exemplos a que podemos recorrer. A indústria do turismo cria um mundo fictício de lazer, onde o espaço se transforma em cenário e, desse modo, o real é transfigurado para seduzir e fascinar.
O espaço produzido pela indústria do turismo é o presente sem espessura, sem história, sem identidade. O lugar é, em sua essência, produção humana, visto que se transforma na relação entre espaço e sociedade. O sujeito pertence ao lugar como este a ele. A indústria turística produz simulacros de lugares.
Mas também se produzem modos de apropriação dos lugares. A indústria do turismo produz um modo de estar em Nova York, Paris, Roma, Buenos Aires... É evidente que não se pode dizer que essas cidades sejam simulacros, pois é claro que não o são; entretanto, o pacote turístico ignora a identidade do lugar, sua história e modo de vida, banalizando-os.
Os pacotes turísticos tratam o turista como mero consumidor, delimitando o que deve ou não ser visto, além do tempo destinado a cada atração, num incessante "veja tudo depressa".
Essa rapidez impede que os olhos desfrutem da paisagem. Passa-se em segundos por séculos de civilização, faz-se tábula rasa da história de gerações que se inscrevem no tempo e no espaço. Num autêntico tour de force consentido, pouco espaço é destinado à criatividade. Por sua vez, o turista vê sufocar um desejo que nem se esboçou, o de experimentar.
No fim do caminho, o cansaço; o olhar e os passos medidos em tempo produtivo, que aqui se impõe sem que disso as pessoas se deem conta. Não cabem passos lentos, olhares perdidos. O lazer produz a mesma rotina massacrante, controlada e vigiada que o trabalho.
Como indústria, o turismo não parece criar a perspectiva do lazer como possibilidade de superação das alienações do cotidiano. Só a viagem como descoberta, busca do novo, abre a perspectiva de recomposição do passo do flâneur, daquele que se perde e que, por isso, observa. Walter Benjamin lembra que "saber orientar-se em uma cidade não significa muito. No entanto, perder-se numa cidade, como alguém se perde numa floresta, requer instrução".
(Adaptado de Ana Fani Alessandri Carlos. Disponível em: http://www.cefetsp.br/edu/eso/lourdes/turismoproducaonaolugar.html)
... pois é claro que não o são... (4º parágrafo) ... banalizando-os. (4º parágrafo) ... que se inscrevem no tempo e no espaço. (6º parágrafo) Os elementos sublinhados acima referem-se, respectivamente, a:
 

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Atenção: Considere o poema abaixo e responda à seguinte questão.
A cidade é passada pelo rio
como uma rua
é passada por um cachorro;
uma fruta
por uma espada.
O rio ora lembrava
a língua mansa de um cão
ora o ventre triste de um cão,
ora o outro rio
de aquoso pano sujo
dos olhos de um cão.
Aquele rio
era como um cão sem plumas.
Nada sabia da chuva azul,
da fonte cor-de-rosa,
da água do copo de água,
da água de cântaro,
dos peixes de água.
Sabia dos caranguejos
De lodo e ferrugem
Sabia da lama
como de uma mucosa. [...]
Aquele rio
Jamais se abre aos peixes,
ao brilho,
à inquietação da faca
que há nos peixes.
Jamais se abre em peixes.
(Trecho de O Cão sem plumas de João Cabral de Melo Neto)
Considere o que se afirma abaixo. I. Infere-se da leitura do poema que o rio de que se fala não é límpido. II. Completando-se o sentido dos versos uma fruta / por uma espada, o resultado será: uma fruta é passada por uma espada. III. Encontra-se entre os versos Aquele rio / era como um cão sem plumas o mesmo tipo de relação que se encontra em: como fosse turvo, o rio lembrava um pano sujo. Está correto o que se afirma APENAS em
 

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1017526 Ano: 2015
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FCC
Orgão: MPE-PB
No PostgreSQL 9.0, o comando para remover uma view chamada vendas de forma a recusar a remoção da mesma se existirem objetos que dependem dela é
 

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1017521 Ano: 2015
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FCC
Orgão: MPE-PB
Atenção: Considere as informações abaixo para responder à questão.

CREATE TABLE Loja (

idLoja INTEGER NOT NULL,

nomeLoja VARCHAR(45),

PRIMARY KEY(idLoja)

);

CREATE TABLE Filial (

idFilial INTEGER NOT NULL,

idLoja INTEGER NOT NULL,

cidadeFilial VARCHAR(45),

vendasFilial DOUBLE,

PRIMARY KEY(idFilial, idLoja),

FOREIGN KEY(idLoja)

REFERENCES Loja(idLoja)

);

Considere que na tabela Loja foram cadastrados os seguintes registros:

idLoja nomeLoja

1 A

2 B

3 C

Na tabela Filial, foram cadastrados os seguintes registros:

idFilial idLoja cidadeFilial vendasFilial

1 1 Campinas 120000

1 2 Campinas 35000

1 3 São Paulo 120000

2 1 Salvador 240000

2 2 Salvador 20000

3 1 Rio de Janeiro 60000

4 1 Curitiba 40000
Ao tentar executar a instrução INSERT INTO filial (idFilial, idLoja, cidadeFilial, vendasFilial) VALUES (2, 1, 'São Paulo', 340000); será informado pelo SGBD que
 

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1017515 Ano: 2015
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FCC
Orgão: MPE-PB
Atenção: Considere as informações abaixo para responder à questão.

CREATE TABLE Loja (

idLoja INTEGER NOT NULL,

nomeLoja VARCHAR(45),

PRIMARY KEY(idLoja)

);

CREATE TABLE Filial (

idFilial INTEGER NOT NULL,

idLoja INTEGER NOT NULL,

cidadeFilial VARCHAR(45),

vendasFilial DOUBLE,

PRIMARY KEY(idFilial, idLoja),

FOREIGN KEY(idLoja)

REFERENCES Loja(idLoja)

);

Considere que na tabela Loja foram cadastrados os seguintes registros:

idLoja nomeLoja

1 A

2 B

3 C

Na tabela Filial, foram cadastrados os seguintes registros:

idFilial idLoja cidadeFilial vendasFilial

1 1 Campinas 120000

1 2 Campinas 35000

1 3 São Paulo 120000

2 1 Salvador 240000

2 2 Salvador 20000

3 1 Rio de Janeiro 60000

4 1 Curitiba 40000
Para que, ao remover um registro da tabela Loja, todos os registros da tabela Filial relacionados a esta loja também sejam excluídos automaticamente, deve-se incluir, no comando CREATE TABLE da tabela
 

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1017512 Ano: 2015
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FCC
Orgão: MPE-PB
A técnica de modelagem conceitual de banco de dados relacionais mais difundida é a abordagem Entidade-Relacionamento (ER). Nesta abordagem, o modelo lógico é desenhado por meio de um diagrama ER. Neste diagrama, em um relacionamento
 

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1017509 Ano: 2015
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: FCC
Orgão: MPE-PB
Atenção: Considere as informações abaixo para responder à questão.

CREATE TABLE Loja (

idLoja INTEGER NOT NULL,

nomeLoja VARCHAR(45),

PRIMARY KEY(idLoja)

);

CREATE TABLE Filial (

idFilial INTEGER NOT NULL,

idLoja INTEGER NOT NULL,

cidadeFilial VARCHAR(45),

vendasFilial DOUBLE,

PRIMARY KEY(idFilial, idLoja),

FOREIGN KEY(idLoja)

REFERENCES Loja(idLoja)

);

Considere que na tabela Loja foram cadastrados os seguintes registros:

idLoja nomeLoja

1 A

2 B

3 C

Na tabela Filial, foram cadastrados os seguintes registros:

idFilial idLoja cidadeFilial vendasFilial

1 1 Campinas 120000

1 2 Campinas 35000

1 3 São Paulo 120000

2 1 Salvador 240000

2 2 Salvador 20000

3 1 Rio de Janeiro 60000

4 1 Curitiba 40000
Foi criada uma view, que quando exibida por meio da instrução SELECT * FROM RelVendas; mostrou o seguinte resultado:

Cidade Vendas

Campinas 155000

Curitiba 40000

Rio de Janeiro 60000

Salvador 260000

São Paulo 120000

Pode-se concluir corretamente que a view foi criada por meio da instrução
 

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