Foram encontradas 825 questões.
As formas de um edifício implicam diretamente na escolha dos materiais.
Características dos materiais:
I. Apresenta relativa fraqueza sob tração e flexão.
II. Resistente à compressão e, aproximadamente, 20 vezes menos resistente à tração e flexão.
III. Suporta forças de tração, flexão e compressão.
IV. Suporta compressão e flexão eficientemente.
V. Resistente à tração, mas não suporta compressão ou flexão.
Formas:

Para apoiar uma massa que exerce determinada carga sobre o apoio, o modelo (material + forma.) está correto, e respectivamente,
Provas
- Tecnologia das ConstruçõesSistemas e Elementos ConstrutivosSistemas EstruturaisEstruturas de Madeira
A madeira na construção, por ser material orgânico, está sujeita ao ataque de outros organismos vivos que dela necessitam para sua sobrevivência. Os maiores degradadores são fungos e bactérias que causam apodrecimento do material.
São tratamentos de preservação aprovados pela Associação Brasileira de Preservadores da Madeira (ABPM), com EXCEÇÃO aos processos
Provas
A execução de sondagens de simples reconhecimento de solos, com SPT (Standard Penetration Test), regulamentadas pela ABNT NBR 6484/2001, tem como objetivo
Provas
Dispositivos que compõem a central do sistema de alarme contra fogo, fumaça e gases são
Provas
Em análise a um Levantamento Planialtimétrico, a cota do primeiro ponto é de 469,35 m e a cota do segundo ponto é 474,13 m, sendo a distância horizontal entre eles de 335,27 m. Pode-se afirmar, corretamente, que o terreno
Provas
Para a locação de um edifício, os eixos referenciais são indispensáveis à materialização do gabarito.
Sendo:
| 1. Elementos estruturais | Pilares, paredes e cortinas. |
| 2. Eixos auxiliares | Marcos topográficos; alinhamento das ruas lindeiras (guias e sarjetas); postes de iluminação; muros limítrofes etc. |
| 3. Projeto de fundações | Blocos, estacas, sapatas, vigas, baldrames etc. |
| 4. Projeto de demolições | Escavações; contenções e drenagem. |
| 5. Projeto do movimento de terra | Volume bruto de corte e aterro; área de corte e aterro; remoção de camada vegetal no corte e no aterro; coeficientes de compactação; volume final de corte e de aterro e bota-fora (m3). |
| 6. Projeto de formas | Parte do projeto estrutural e de suas partes integrantes. |
Está correto o que consta APENAS em
Provas
Fluxograma com as Etapas e Procedimentos e seus conteúdos, a serem realizados na execução de uma obra pública:
| Etapas / Procedimentos | Conteúdo das etapas / Procedimentos |
|---|---|
| 1. Fase contratual | A. Projeto básico; Projeto executivo; Recursos orçamentários e Edital de licitação. |
| 2. Fase posterior à contratação | B. Programa de necessidades; Estudos de viabilidade e Anteprojeto. |
| 3. Fase externa da licitação | C. Operação e Manutenção. |
| 5. Fase preliminar à licitação | D. Contrato; Fiscalização da Obra e Recebimento da obra. |
| 5. Fase interna da licitação | E. Publicação do edital de licitação; Comissão de licitação; Recebimento de propostas; Procedimento da licitação. |
A ordem sequencial, correta e respectivamente, está APENAS em
Provas
Tipo de cronograma físico onde as etapas de serviços são determinadas por retas inclinadas em relação ao eixo x (tempo), e ao eixo y (quantidades), onde o ângulo em relação ao eixo x determina a velocidade de execução dos serviços. É, preferencialmente, indicado quando o projeto é de natureza repetitiva. Trata-se do
Provas
Assinale corretamente a fase de processo de projeto arquitetônico e seu conteúdo correspondente, baseado na NBR 13531.
Provas
Agora, 2.500 anos depois, estamos às voltas com outra transição revolucionária. Da cultura escrita para a digital, é uma mudança de fundamentos como não ocorre há milênios. A forma física que o texto adquire num papiro de 3.000 anos antes de Cristo ou numa folha de papel da semana passada não é essencialmente distinta. Nos dois casos, existem enormes diferenças de qualidade e clareza, mas é sempre tinta sobre uma superfície maleável. Na era digital, a mudança é radical. O livro eletrônico oferece uma experiência visual e tátil inteiramente diversa.
Sob qualquer ângulo que se examine o cenário, é um momento histórico. Desde que os gregos criaram as vogais - o "aleph" semítico era uma consoante, que virou o "alfa" dos gregos e depois o "a" do alfabeto latino -, o ato de ler e escrever não sofria tamanho impacto cognitivo. Desde os tipos móveis de Gutenberg, o livro não recebia intervenção tecnológica tão significativa. O temor é que o universo digital, com abundância de informações e intermináveis estímulos visuais e sonoros, roube dos jovens a leitura profunda, a capacidade de entrar no que o grande filósofo Walter Benjamin chamou de "silêncio exigente do livro".
Leitura profunda não é esnobismo intelectual. É por meio dela que o cérebro cria poderosos circuitos neuronais. "O homem nasce geneticamente pronto para ver e falar, mas não para ler. Ler não é natural. É uma invenção cultural que precisa ser ensinada ao cérebro", explica a neurocientista Maryanne Wolf, autora de obra sobre o impacto da leitura no cérebro. Para tanto, ele tem de conectar os neurônios responsáveis pela visão, pela linguagem e pelo conceito. Em suma, precisa rede- senhar a estrutura interna, segundo suas circunstâncias. Ao criar novos caminhos, expande sua capacidade de pensar, multiplicando as possibilidades intelectuais - o que, por sua vez, ajuda a expandir ainda mais a capacidade de pensar, numa esplêndida interação em que o cérebro muda o meio e o meio muda o cérebro. Pesquisadores investigam se a construção dos circuitos neuronais está sendo afetada nessa mudança para a era digital.
(Adaptado de: André Petry. Veja, 19 de dezembro de 2012, p. 151-6)
Provas
Caderno Container