Foram encontradas 60 questões.
Para confirmar que a afirmação “Nenhum homem é honesto” é uma afirmação falsa, é necessário e suficiente encontrar
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Se a proposição “Laura estuda de dia e trabalha de noite” é falsa, do ponto de vista da lógica é verdade que Laura
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A proposição “se tem mais de 10 anos de experiência, então está habilitado para o cargo de gerência” é equivalente, do ponto
de vista da lógica, a
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Se no sexto termo da sequência lógica 1A2; 2AB3; 3ABC4; 4ABCD5; . . . , as letras vogais fossem trocadas pelo algarismo 7 e
as letras consoantes pelo algarismo 6, ele se tornaria igual a
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Dos quatro cartões indicados a seguir e de frente, dois possuem números dos dois lados, um possui número de um lado e letra
do outro, e um possui letras dos dois lados.
É correto afirmar que, necessariamente,
É correto afirmar que, necessariamente,
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Em um grupo de 46 alunos de uma escola sabe-se que 24 são apreciadores de História e 35 são apreciadores de Geografia.
Nesse grupo, o número de apreciadores exclusivos de Geografia supera o número de apreciadores exclusivos de História em
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Lourdes foi ao dentista no dia 24 de maio, uma terça-feira, e deve retornar na 2ª segunda-feira do mês de agosto seguinte.
Lourdes deverá retornar ao dentista no dia
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Hoje, Zuleide tem o triplo da idade de Roberta. Daqui x anos a idade de Roberta será a metade da idade de Zuleide. Sendo
assim, necessariamente x é igual a
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A diversidade dá o tom de Macunaíma, um dos principais textos do poeta, romancista, crítico de arte, folclorista, musicólogo e ensaísta paulistano Mário de Andrade (1893-1945). Editado em 1928, embora escrito em poucos dias no final de 1926, numa fazenda no interior de São Paulo, trata-se de leitura obrigatória para a discussão do que significa ser brasileiro.
Mitos e lendas indígenas, sobretudo amazônicos, recolhidos e publicados pelo etnólogo alemão Koch-Grünberg, além de provérbios e registros folclóricos, são articulados de modo a construir uma espécie de alegoria nacional em torno da história de Macunaíma, o protagonista. Chamado de "herói sem nenhum caráter", sua frase preferida é "Ai, que preguiça!".
A classificação do texto está imersa em debates desde a criação. O autor o chamou de "história" para aproximá-lo dos contos populares, mas, não satisfeito, decidiu depois considerá-lo uma "rapsódia", que significa, entre outros, “epopeia de uma nação”. A obra traça a jornada de um personagem que representa uma nacionalidade, em busca de um objetivo. Há ainda o humor, que permeia toda a narrativa.
Defensor de uma "gramatiquinha" brasileira que desvincularia o português do Brasil do de Portugal, tendência que já vinha em andamento desde o período romântico, o livro valoriza as raízes brasileiras e o modo de falar nacional.
Uma das figuras mais importantes da Semana de Arte Moderna de 1922, Mário de Andrade constrói sua jornada com total liberdade espacial e temporal. Macunaíma, em poucas linhas, viaja de uma parte do Brasil para outra e conversa com pessoas de épocas diferentes. E retrata um Brasil repleto de anti-heróis.
(Adaptado de: D’AMBROSIO. Disponível em: http://educacao.uol.com.br/)
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Há muito tempo que ouço profecias sobre como a generalização da internet iria acabar com o espaço urbano. Boa parte dos
ensaios críticos apostava na ideia de que as novas comunicações virtuais, somadas ao sistema de entregas de produtos que nascia,
matariam os espaços públicos. Pois bem, o que vemos hoje é que nada disso aconteceu. Seja porque a interpretação estava errada,
seja porque a portabilidade permitiu que a internet ativasse os usos do espaço urbano, ao invés de substituí-los.
É nesse contexto que se insere, hoje, o Pokémon Go, um jogo de realidade aumentada em que esses pequenos seres surgem
virtualmente no mundo real, tanto dentro das casas quanto em calçadas, ruas e, sobretudo, avenidas, praças e parques. Sendo que
as bolas, instrumento necessário para capturar os pokémons, são encontradas em inúmeros pontos espalhados pela cidade,
preferencialmente monumentos.
O fenômeno Pokémon Go tem provocado uma série de situações desconcertantes no cotidiano das cidades, com a invasão
ruidosa de jovens caçadores em cemitérios, hospitais ou lugares de culto. Mas o impulso de quem sai à cidade em busca de
pokémons não é o de inventar novos cotidianos ou potencializar a imaginação.
A atração que leva os seus jogadores para as cidades é justamente, por mais paradoxal que seja, o ímpeto que os faz não
conhecê-las, aprisionando bichinhos em bolas vermelhas da mesma forma que turistas acumulam inutilmente imagens em suas
câmeras fotográficas.
(Adaptado de: WISNICK, Guilherme. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/guilherme-wisnik/2016/09/18)
I. Ao comparar jogadores do Pokémon Go a turistas que acumulam imagens em suas câmeras fotográficas, o autor assinala que, embora os jogadores percorram espaços públicos, seus interesses recaem apenas sobre o jogo em si.
II. Depreende-se do texto que o fenômeno Pokémon Go oferece aos jovens a oportunidade de conhecer ou revisitar monumentos históricos importantes das cidades, incentivando a busca por lugares inóspitos e a interação com o espaço público sob uma ótica inovadora.
III. O jogo Pokémon Go configura-se como uma forma de distração por meio da qual os jogadores são atraídos aos espaços públicos, tendo assim a oportunidade de interagir com o espaço urbano, o que, paradoxalmente, acaba não ocorrendo.
Está correto o que se afirma APENAS em:
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