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Assinale a opção que apresenta o uso da linguagem formal.
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Assinale a opção que preenche a lacuna presente no 1º quadrinho do texto 3, mantendo a correção gramatical.
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Observe o trecho "Mas uma olhadinha rápida não mata ninguém, né?" e assinale a opção que descreve corretamente a função dos termos.
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Como plataformas digitais usam o extrativismo da atenção para nos prender
Muitos se preocupam com a dependência em telas, celulares e redes sociais e este parece ser um dos grandes assuntos do momento. É importante identificar e nomear o problema real, afinal, existem coisas muito boas na nossa tecnologia.
Fazendo um paralelo, conteúdos são como comida. Alguns são mais nutritivos que outros. Você pode ler um artigo profundo e embasado, o que é mais "nutritivo". Ou ver o vídeo de um gatinho fofo, o que seria como comer uma barrinha de chocolate - o que também é gostoso. Indo além, as plataformas digitais são como restaurantes - eles levam a comida até você
Quanto mais você consome em um restaurante, mais ele lucra. Ou seja, não é interessante que você entre, sirva-se de apenas uma entradinha e saía. Nas plataformas digitais é parecido. Quanto mais conteúdo você consome, mais elas lucram com impactos de publicidades em meio aos scrolls, por exemplo.
Nessas condições, este restaurante saberia exatamente o que e quando te oferecer, entregando de bandeja aquilo que você acharia o mais irresistível possível. Isso seria errado, não? Sinto por lhe dizer, mas é exatamente isso que as plataformas digitais estão fazendo com a nossa atenção. E é isso que chamamos de "extrativismo de atenção".
Essas plataformas utilizam artifícios que manipulam nossa dopamina e aplicam recursos que exploram as vulnerabilidades da psicologia humana, sempre testando fundamentos científicos, utilizando tecnologia avançada para rastrear e estudar nossos comportamentos digitais, além de enviar mensagens e notificações intrusivas. Tudo habilmente operado por algoritmos poderosos com a intenção de fisgar e reter nossa atenção, modificando comportamentos que mal percebemos.
Você já foi olhar uma coisa rapidinha no celular e se perdeu em mil outros interesses, sem lembrar o que foi fazer em primeiro lugar? Já teve dificuldades para parar? "Só mais um pouquinho ... só mais uma partidinha".
Confere o celular incontáveis vezes ao dia, mesmo quando não está esperando nada? No tédio, pegar o celular é a primeira coisa que você faz.
Estamos presenciando o crescimento da primeira geração com QI inferior ao dos pais, e não é à toa que nomeamos esses efeitos de "rebaixamento humano". Não há nada essencialmente errado com conteúdos - vídeos, posts, artigos. Da mesma forma que não há nada de errado com restaurantes, plataformas e celulares. Mas as técnicas utilizadas no extrativismo de atenção precisam acabar.
Assinale a opção em que o vocábulo destacado é uma conjunção coordenativa.
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Como plataformas digitais usam o extrativismo da atenção para nos prender
Muitos se preocupam com a dependência em telas, celulares e redes sociais e este parece ser um dos grandes assuntos do momento. É importante identificar e nomear o problema real, afinal, existem coisas muito boas na nossa tecnologia. Por isso, falamos de "extrativismo de atenção" e da sua consequência, o "rebaixamento humano".
Fazendo um paralelo, conteúdos são como comida. Alguns são mais nutritivos que outros.
Quanto mais você consome em um restaurante, mais ele lucra. Ou seja,
Agora, imagine que você entre em um restaurante. Mas, desta vez, sem que você saiba, o estabelecimento recorre a vários truques para te fazer consumir mais e mais comida. Secretamente despeja ingredientes que aumentam o seu apetite, te espiona em momentos inimagináveis da sua vida para estudar os seus hábitos, gostos e preferências. Então, passa a te oferecer comida o tempo todo.
Nessas condições, este restaurante saberia exatamente o que e quando te oferecer,
Essas plataformas utilizam artifícios que manipulam nossa dopamina e aplicam recursos que exploram as vulnerabilidades da psicologia humana, sempre testando fundamentos científicos, utilizando tecnologia avançada para rastrear e estudar nossos comportamentos digitais, além de enviar mensagens e notificações intrusivas. Tudo habilmente operado por algoritmos poderosos com a intenção de fisgar e reter nossa atenção, modificando comportamentos que mal percebemos.
Você já foi olhar uma coisa rapidinha no celular e se perdeu em mil outros interesses, sem
Confere o celular incontáveis vezes ao dia, mesmo quando não está esperando nada? No tédio, pegar o celular é a primeira coisa que você faz.
Se restaurantes realmente aplicassem os truques que comentamos, especialmente com crianças, teríamos problemas de saúde decorrentes de um consumo insustentável: diabetes, obesidade, problemas cardíacos e assim por diante. Com essas mesmas técnicas, muitas plataformas estão causando problemas de cognição, memória, afetando a nossa saúde mental. Impulsionando inclusive consequências coletivas como a polarização, o extremismo e o negacionismo.
Estamos presenciando o crescimento da primeira geração com QI inferior ao dos pais, e não é à toa que nomeamos esses efeitos de "rebaixamento humano". Não há nada essencialmente errado com conteúdos - vídeos, posts, artigos. Da mesma forma que não há nada de errado com restaurantes, plataformas e celulares. Mas as técnicas utilizadas no extrativismo de atenção precisam acabar.
Em que trecho o autor do texto estabelece uma comunicação direta com o leitor?
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Como plataformas digitais usam o extrativismo da atenção para nos prender
Fazendo um paralelo, conteúdos são como comida. Alguns são mais nutritivos que outros. Você pode ler um artigo profundo e embasado, o que é mais "nutritivo". Ou ver o vídeo de um gatinho fofo, o que seria como comer uma barrinha de chocolate - o que também é gostoso. Indo além, as plataformas digitais são como restaurantes - eles levam a comida até você enquanto as plataformas sociais trazem conteúdos do mundo inteiro.
Quanto mais você consome em um restaurante, mais ele lucra. Ou seja, não é interessante que você entre, sirva-se de apenas uma entradinha e saía. Nas plataformas digitais é parecido. Quanto mais conteúdo você consome, mais elas lucram com impactos de publicidades em meio aos scrolls, por exemplo.
Agora, imagine que você entre em um restaurante. Mas, desta vez, sem que você saiba, o estabelecimento recorre a vários truques para te fazer consumir mais e mais comida. Secretamente despeja ingredientes que aumentam o seu apetite, te espiona em momentos inimagináveis da sua vida para estudar os seus hábitos, gostos e preferências. Então, passa a te oferecer comida o tempo todo. Enquanto você dirige, quando está no cinema, ao lado da sua cama à noite.
Nessas condições, este restaurante saberia exatamente o que e quando te oferecer, entregando de bandeja aquilo que você acharia o mais irresistível possível. Isso seria errado, não? Sinto por lhe dizer, mas é exatamente isso que as plataformas digitais estão fazendo com a nossa atenção. E é isso que chamamos de "extrativismo de atenção".
Essas plataformas utilizam artifícios que manipulam nossa dopamina e aplicam recursos que exploram as vulnerabilidades da psicologia humana, sempre testando fundamentos científicos, utilizando tecnologia avançada para rastrear e estudar nossos comportamentos digitais, além de enviar mensagens e notificações intrusivas. Tudo habilmente operado por algoritmos poderosos com a intenção de fisgar e reter nossa atenção, modificando comportamentos que mal percebemos.
Você já foi olhar uma coisa rapidinha no celular e se perdeu em mil outros interesses, sem lembrar o que foi fazer em primeiro lugar? Já teve dificuldades para parar? "Só mais um pouquinho ... só mais uma partidinha".
Confere o celular incontáveis vezes ao dia, mesmo quando não está esperando nada? No tédio, pegar o celular é a primeira coisa que você faz.
Se restaurantes realmente aplicassem os truques que comentamos, especialmente com crianças, teríamos problemas de saúde decorrentes de um consumo insustentável: diabetes, obesidade, problemas cardíacos e assim por diante. Com essas mesmas técnicas, muitas plataformas estão causando problemas de cognição, memória, afetando a nossa saúde mental. Impulsionando inclusive consequências coletivas como a polarização, o extremismo e o negacionismo.
Estamos presenciando o crescimento da primeira geração com QI inferior ao dos pais, e não é à toa que nomeamos esses efeitos de "rebaixamento humano". Não há nada essencialmente errado com conteúdos - vídeos, posts, artigos. Da mesma forma que não há nada de errado com restaurantes, plataformas e celulares. Mas as técnicas utilizadas no extrativismo de atenção precisam acabar.
Observe o trecho em que o pronome foi usado de maneira proclítica: "Muitos se preocupam com a dependência em telas ( ... )" 1º §. Em qual opção a colocação do pronome destacado foi feita INCORRETAMENTE?
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Como plataformas digitais usam o extrativismo da atenção para nos prender
Muitos se preocupam com a dependência em telas, celulares e redes sociais e este parece ser um dos grandes assuntos do momento. É importante identificar e nomear o problema real, afinal, existem coisas muito boas na nossa tecnologia. Por isso, falamos de "extrativismo de atenção" e da sua consequência, o "rebaixamento humano".
Fazendo um paralelo, conteúdos são como comida. Alguns são mais nutritivos que outros. Você pode ler um artigo profundo e embasado, o que é mais "nutritivo". Ou ver o vídeo de um gatinho fofo, o que seria como comer uma barrinha de chocolate - o que também é gostoso. Indo além, as plataformas digitais são como restaurantes - eles levam a comida até você enquanto as plataformas sociais trazem conteúdos do mundo inteiro.
Quanto mais você consome em um restaurante, mais ele lucra. Ou seja, não é interessante que você entre, sirva-se de apenas uma entradinha e saía. Nas plataformas digitais é parecido. Quanto mais conteúdo você consome, mais elas lucram com impactos de publicidades em meio aos scrolls, por exemplo.
Agora, imagine que você entre em um restaurante. Mas, desta vez, sem que você saiba, o estabelecimento recorre a vários truques para te fazer consumir mais e mais comida. Secretamente despeja ingredientes que aumentam o seu apetite, te espiona em momentos inimagináveis da sua vida para estudar os seus hábitos, gostos e preferências. Então, passa a te oferecer comida o tempo todo. Enquanto você dirige, quando está no cinema, ao lado da sua cama à noite.
Nessas condições, este restaurante saberia exatamente o que e quando te oferecer, entregando de bandeja aquilo que você acharia o mais irresistível possível. Isso seria errado, não? Sinto por lhe dizer, mas é exatamente isso que as plataformas digitais estão fazendo com a nossa atenção. E é isso que chamamos de "extrativismo de atenção".
Essas plataformas utilizam artifícios que manipulam nossa dopamina e aplicam recursos que exploram as vulnerabilidades da psicologia humana, sempre testando fundamentos científicos, utilizando tecnologia avançada para rastrear e estudar nossos comportamentos digitais, além de enviar mensagens e notificações intrusivas. Tudo habilmente operado por algoritmos poderosos com a intenção de fisgar e reter nossa atenção, modificando comportamentos que mal percebemos.
Você já foi olhar uma coisa rapidinha no celular e se perdeu em mil outros interesses, sem lembrar o que foi fazer em primeiro lugar? Já teve dificuldades para parar? "Só mais um pouquinho ...
Confere o celular incontáveis vezes ao dia, mesmo quando não está esperando nada? No tédio, pegar o celular é a primeira coisa que você faz.
Se restaurantes realmente aplicassem os truques que comentamos, especialmente com crianças, teríamos problemas de saúde decorrentes de um consumo insustentável: diabetes, obesidade, problemas cardíacos e assim por diante. Com essas mesmas técnicas, muitas plataformas estão causando problemas de cognição, memória, afetando a nossa saúde mental. Impulsionando inclusive consequências coletivas como a polarização, o extremismo e o negacionismo.
Estamos presenciando o crescimento da primeira geração com QI inferior ao dos pais, e não é à toa que nomeamos esses efeitos de "rebaixamento humano". Não há nada essencialmente errado com conteúdos - vídeos, posts, artigos. Da mesma forma que não há nada de errado com restaurantes, plataformas e celulares. Mas as técnicas utilizadas no extrativismo de atenção precisam acabar.
O fragmento retirado do texto" ... só mais uma partidinha." 6º § representa um tipo de construção da linguagem coloquial. Assim, assinale a opção que também apresenta coloquialidade com a utilização do termo destacado.
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Como plataformas digitais usam o extrativismo da atenção para nos prender
Muitos se preocupam com a dependência em telas, celulares e redes sociais e este parece ser um dos grandes assuntos do momento. É importante
Fazendo um paralelo, conteúdos são como comida. Alguns são mais nutritivos que outros. Você pode
Quanto mais você consome em um restaurante, mais ele lucra. Ou seja, não é interessante que você entre, sirva-se de apenas uma entradinha e saía. Nas plataformas digitais é parecido. Quanto mais conteúdo você consome, mais elas lucram com impactos de publicidades em meio aos scrolls, por exemplo.
Agora, imagine que você entre em um restaurante. Mas, desta vez, sem que você saiba, o estabelecimento recorre a vários truques para te fazer
Nessas condições, este restaurante saberia exatamente o que e quando te
Essas plataformas utilizam artifícios que manipulam nossa dopamina e aplicam recursos que exploram as vulnerabilidades da psicologia humana, sempre testando fundamentos científicos, utilizando tecnologia avançada para rastrear e estudar nossos comportamentos digitais, além de enviar mensagens e notificações intrusivas. Tudo habilmente operado por algoritmos poderosos com a intenção de
Você já foi olhar uma coisa rapidinha no celular e se perdeu em mil outros interesses, sem lembrar o que foi fazer em primeiro lugar? Já teve dificuldades para parar? "Só mais um pouquinho ... só mais uma partidinha".
Confere o celular incontáveis vezes ao dia, mesmo quando não está esperando nada? No tédio, pegar o celular é a primeira coisa que você faz.
Se restaurantes realmente aplicassem os truques que comentamos, especialmente com crianças, teríamos problemas de saúde decorrentes de um consumo insustentável: diabetes, obesidade, problemas cardíacos e assim por diante. Com essas mesmas técnicas, muitas plataformas estão causando problemas de cognição, memória, afetando a nossa saúde mental. Impulsionando inclusive consequências coletivas como a polarização, o extremismo e o negacionismo.
Estamos presenciando o crescimento da primeira geração com QI inferior ao dos pais, e não é à toa que nomeamos esses efeitos de "rebaixamento humano". Não há nada essencialmente errado com conteúdos - vídeos, posts, artigos. Da mesma forma que não há nada de errado com restaurantes, plataformas e celulares. Mas as técnicas utilizadas no extrativismo de atenção precisam acabar.
Assinale a opção em que, no contexto, os pares de verbos se relacionam diretamente com a definição de "extrativismo de atenção".
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Como plataformas digitais usam o extrativismo da atenção para nos prender
Muitos se preocupam com a dependência em telas, celulares e redes sociais e este parece ser um dos grandes assuntos do momento. É importante identificar e nomear o problema real, afinal, existem coisas muito boas na nossa tecnologia. Por isso, falamos de "extrativismo de atenção" e da sua consequência, o "rebaixamento humano".
Fazendo um paralelo, conteúdos são como comida. Alguns são mais nutritivos que outros. Você pode ler um artigo profundo e embasado, o que é mais "nutritivo". Ou ver o vídeo de um gatinho fofo, o que seria como comer uma barrinha de chocolate - o que também é gostoso. Indo além, as plataformas digitais são como restaurantes - eles levam a comida até você enquanto as plataformas sociais trazem conteúdos do mundo inteiro.
Quanto mais você consome em um restaurante, mais ele lucra. Ou seja,
Agora, imagine que você entre em um restaurante. Mas, desta vez, sem que você saiba, o estabelecimento recorre a vários truques para te fazer consumir mais e mais comida. Secretamente despeja ingredientes que aumentam o seu apetite, te espiona em momentos inimagináveis da sua vida para estudar os seus hábitos, gostos e preferências. Então, passa a te oferecer comida o tempo todo. Enquanto você dirige, quando está no cinema, ao lado da sua cama à noite.
Nessas condições, este restaurante saberia exatamente o que e quando te oferecer, entregando de bandeja aquilo que você acharia o mais irresistível possível. Isso seria errado, não? Sinto por lhe dizer, mas é exatamente isso que as plataformas digitais estão fazendo com a nossa atenção. E é isso que chamamos de "extrativismo de atenção".
Essas plataformas utilizam artifícios que manipulam nossa dopamina e aplicam recursos que exploram as vulnerabilidades da psicologia humana, sempre testando fundamentos científicos, utilizando tecnologia avançada para rastrear e estudar nossos comportamentos digitais, além de enviar mensagens e notificações intrusivas. Tudo habilmente operado por algoritmos poderosos com a intenção de fisgar e reter nossa atenção, modificando comportamentos que mal percebemos.
Você já foi olhar uma coisa rapidinha no celular e se perdeu em mil outros interesses, sem lembrar o que foi fazer em primeiro lugar? Já teve dificuldades para parar? "Só mais um pouquinho ... só mais uma partidinha".
Confere o celular incontáveis vezes ao dia, mesmo quando não está esperando nada? No tédio, pegar o celular é a primeira coisa que você faz.
Se restaurantes realmente aplicassem os truques que comentamos, especialmente com crianças, teríamos problemas de saúde decorrentes de um consumo insustentável: diabetes, obesidade, problemas cardíacos e assim por diante. Com essas mesmas técnicas, muitas plataformas estão causando problemas de cognição, memória, afetando a nossa saúde mental. Impulsionando inclusive consequências coletivas como a polarização, o extremismo e o negacionismo.
Estamos presenciando o crescimento da primeira geração com QI inferior ao dos pais, e não é à toa que nomeamos esses efeitos de "rebaixamento humano". Não há nada essencialmente errado com conteúdos - vídeos, posts, artigos. Da mesma forma que não há nada de errado com restaurantes, plataformas e celulares. Mas as técnicas utilizadas no extrativismo de atenção precisam acabar.
Assinale a opção em que o vocábulo destacado tem a mesma classificação gramatical que o sublinhado no trecho:"( ... ) não é interessante que você entre( ... )" 2° §.
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Como plataformas digitais usam o extrativismo da atenção para nos prender
Muitos se preocupam com a dependência em telas, celulares e redes sociais e este parece ser um dos grandes assuntos do momento. É importante identificar e nomear o problema real, afinal, existem coisas muito boas na nossa tecnologia. Por isso, falamos de "extrativismo de atenção" e da sua consequência, o "rebaixamento humano".
Fazendo um paralelo, conteúdos são como comida. Alguns são mais nutritivos que outros. Você pode ler um artigo profundo e embasado, o que é mais "nutritivo". Ou ver o vídeo de um gatinho fofo, o que seria como comer uma barrinha de chocolate - o que também é gostoso. Indo além, as plataformas digitais são como restaurantes - eles levam a comida até você enquanto as plataformas sociais trazem conteúdos do mundo inteiro.
Quanto mais você consome em um restaurante, mais ele lucra. Ou seja, não é interessante que você entre, sirva-se de apenas uma entradinha e saía. Nas plataformas digitais é parecido. Quanto mais conteúdo você consome, mais elas lucram com impactos de publicidades em meio aos scrolls, por exemplo.
Agora, imagine que você entre em um restaurante. Mas, desta vez, sem que você saiba, o estabelecimento recorre a vários truques para te fazer consumir mais e mais comida. Secretamente despeja ingredientes que aumentam o seu apetite, te espiona em momentos inimagináveis da sua vida para estudar os seus hábitos, gostos e preferências. Então, passa a te oferecer comida o tempo todo. Enquanto você dirige, quando está no cinema, ao lado da sua cama à noite.
Nessas condições, este restaurante saberia exatamente o que e quando te oferecer, entregando de bandeja aquilo que você acharia o mais irresistível possível. Isso seria errado, não? Sinto por lhe dizer, mas é exatamente isso que as plataformas digitais estão fazendo com a nossa atenção. E é isso que chamamos de "extrativismo de atenção".
Essas plataformas utilizam artifícios que manipulam nossa dopamina e aplicam recursos que exploram as vulnerabilidades da psicologia humana, sempre testando fundamentos científicos, utilizando tecnologia avançada para rastrear e estudar nossos comportamentos digitais, além de enviar mensagens e notificações intrusivas. Tudo habilmente operado por algoritmos poderosos com a intenção de fisgar e reter nossa atenção, modificando comportamentos que mal percebemos.
Você já foi olhar uma coisa rapidinha no celular e se perdeu em mil outros interesses, sem lembrar o que foi fazer em primeiro lugar? Já teve dificuldades para parar? "Só mais um pouquinho ... só mais uma partidinha".
Confere o celular incontáveis vezes ao dia, mesmo quando não está esperando nada? No tédio, pegar o celular é a primeira coisa que você faz.
Se restaurantes realmente aplicassem os truques que comentamos, especialmente com crianças, teríamos problemas de saúde decorrentes de um consumo insustentável: diabetes, obesidade, problemas cardíacos e assim por diante. Com essas mesmas técnicas, muitas plataformas estão causando problemas de cognição, memória, afetando a nossa saúde mental. Impulsionando inclusive consequências coletivas como a polarização, o extremismo e o negacionismo.
Estamos presenciando o crescimento da primeira geração com QI inferior ao dos pais, e não é à toa que nomeamos esses efeitos de "rebaixamento humano". Não há nada essencialmente errado com conteúdos - vídeos, posts, artigos. Da mesma forma que não há nada de errado com restaurantes, plataformas e celulares. Mas as técnicas utilizadas no extrativismo de atenção precisam acabar.
Assinale a opção que apresenta corretamente a figura de sintaxe observada na expressão: "Extrativismo de atenção".
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