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Acerca do protocolo SPIKES, assinale a alternativa correta.
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Pedro, de 62 anos de idade, hipertenso, não tem conseguido manter bom controle da pressão arterial com uso de inibidor da enzima de conversão da angiotensina (IECA) associado a diurético tiazídico, apesar de ser aderente à proposta terapêutica, incluindo todas as mudanças de estilo de vida.
No caso clínico acima, uma boa opção a ser adotada no âmbito da atenção primária à saúde é
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Osvaldo, de 59 anos de idade, em acompanhamento de diabetes melito tipo 2 com médico de família e comunidade, compareceu à consulta de rotina. Está tomando o teto das doses de metformina e glibenclamida, com boa adesão. Além disso, como adotou as mudanças de estilo de vida recomendadas pela equipe, está no peso ideal. Entre os exames solicitados, identificou-se HbA1C = 10,2.
No caso clínico acima, a conduta mais adequada é
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Em um município do interior paulista, o novo coordenador de atenção primária à saúde pretende expandir a estratégia de saúde da família (ESF), pois estudou que esta é a melhor configuração para tal nível de atenção. Para isso, lançou edital para a contratação de novos profissionais de saúde.
A partir dessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a composição mínima da ESF exigida pelo Ministério da Saúde.
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Isadora, de oitenta anos de idade, compareceu à consulta com seu médico generalista após ter recebido alta hospitalar por queda da própria altura. Não foi diagnosticada nenhuma fratura.
Sabendo que a prevenção de queda em idosos é imprescindível na avaliação e nos cuidados integrais para essa faixa etária, assinale a alternativa que não apresenta um fator de risco para queda em idosos.
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Luana leva sua filha, Valentina, para consulta de puericultura na UBS de referência. Valentina acabou de completar um ano de idade, e Luana está contente, pois, todos os meses, tem conseguido levar a bebê para consulta mais de uma vez por mês.
Ainda que a situação hipotética acima pareça revelar bom acesso à UBS, ela pode gerar a lei dos cuidados inversos, deixando-se de ofertar cuidados para casos de maior vulnerabilidade, e está em desacordo com a recomendação do Ministério da Saúde, que preconiza a realização de consultas de rotina para crianças com até um ano de idade em determinada frequência conforme a idade, da seguinte maneira:
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Em um serviço de saúde que oferece cuidados à população trans, parte das usuárias exigiu uma reunião com a coordenação da unidade, para apresentar algumas reivindicações, o que foi acolhido. Uma das reclamações dizia respeito à dificuldade de marcar consultas médicas, pois os horários oferecidos eram incompatíveis com a jornada de trabalho da maioria das usuárias do serviço.
A situação hipotética acima retrata a execução de um princípio organizativo do Sistema Único de Saúde (SUS) e um problema relacionado a um princípio derivado da atenção primária a saúde. Tendo isso em visto, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, esse princípio organizativo do SUS e o princípio derivado em questão.
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Talita está fazendo o acompanhamento de seu prénatal com a equipe de referência na UBS. Considerado de baixo risco, seu pré-natal, até o momento, não apresentou nenhuma intercorrência. Ela está com trinta semanas de gestação.
Na situação hipotética acima, caso, nesse momento, o médico decida pedir exames a Talita, não deverá constar na lista de exames
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Ana Paula, de dezoito anos de idade, procurou a UBS para solicitar a troca de método contraceptivo. A paciente, em relacionamento aberto, tem um filho vivo e passou por um aborto espontâneo. Refere que está em uso de anticoncepcional oral combinado, mas tem muita dificuldade em lembrar de utilizá-lo todos os dias e é muito resistente a métodos de barreira.
Na situação hipotética acima, além de reforçar a importância do uso de preservativos na prevenção de ISTs, o médico de família e comunidade pode, corretamente,
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Mafalda, de 63 anos de idade, natural e procedente de João Pessoa – PB, viúva, costureira aposentada, católica, compareceu à consulta com o médico de família e comunidade, que fez os seguintes registros.
S1) Trazer exames de rotina de HAS e DM.
S2) Cefaleia frontal pulsátil há cerca de dez dias, quase todos
os dias, sem fonofobia ou fotofobia, náuseas ou outros
fatores associados. Intensidade 4/10, que alivia com
dipirona 500 mg. Pede tomografia computadorizada de
crânio para “saber o que tem”.
S3) Dificuldades para dormir há cerca de duas semanas, desde
a que filha se casou e saiu da casa dos pais. Está morando
sozinha. Pede “calmante” (sic). Vizinha “emprestou”
rivotril; gostaria de continuar tomando.
O) Exame físico: NDN
HbA1C 8,3 / restante sp
A) DM II fora da meta
cefaleia tensional
insônia – transtorno de ajustamento
P) Aumento antidiabético oral + oriento MEV
Faço escuta ativa, estimulo insight sobre momento de
vida.
Ensino e entrego cartilha sobre higiene do sono.
Tranquilizo sobre cefaleia (observação vigilante).
Oriento sobre vacinas contra covid-19.
Nesse caso hipotético, consta(m) no plano somente o(s) nível(is) de prevenção
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