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Embora seja reconhecido como algo ruim, o colesterol desempenha funções importantes no organismo humano. Ele faz parte da estrutura das células do organismo e é essencial para a produção de alguns hormônios e algumas vitaminas. O colesterol também forma ácidos biliares, que são substâncias que atuam na digestão.

O colesterol passa a ser um problema quando existe um excesso da partícula LDL-colesterol, conhecida popularmente como colesterol ruim, no corpo e a depender do tipo de gordura ingerida.

O índice de colesterol pode estar ligado ao estilo de vida, como má alimentação, tabagismo, sedentarismo e obesidade. Mas ele também pode estar associado a questões genéticas, sendo chamado, nesse caso, de hipercolesterolemia familiar (HF).

Segundo o Ministério da Saúde, 4 em cada 10 brasileiros têm colesterol alto. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a HF acomete 10 milhões de pessoas no mundo e trezentas mil no Brasil.

O Incor conta com o HipercolBrasil, um programa de rastreamento genético de HF. O projeto faz parte do laboratório de genética do Instituto. Coordenado pela bióloga Cinthia Jann, é responsável por rastrear famílias que têm colesterol acima do aceitável. Dessa forma, eles iniciam o tratamento de forma precoce naquelas pessoas que ainda não apresentaram nenhum outro sintoma, como crianças, por exemplo.

Internet: <www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

No quarto parágrafo, em “De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a HF acomete 10 milhões de pessoas no mundo e trezentas mil no Brasil”, a forma verbal “acomete” pode ser substituída por atinge, sem alteração de sentido no período.

 

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Embora seja reconhecido como algo ruim, o colesterol desempenha funções importantes no organismo humano. Ele faz parte da estrutura das células do organismo e é essencial para a produção de alguns hormônios e algumas vitaminas. O colesterol também forma ácidos biliares, que são substâncias que atuam na digestão.

O colesterol passa a ser um problema quando existe um excesso da partícula LDL-colesterol, conhecida popularmente como colesterol ruim, no corpo e a depender do tipo de gordura ingerida.

O índice de colesterol pode estar ligado ao estilo de vida, como má alimentação, tabagismo, sedentarismo e obesidade. Mas ele também pode estar associado a questões genéticas, sendo chamado, nesse caso, de hipercolesterolemia familiar (HF).

Segundo o Ministério da Saúde, 4 em cada 10 brasileiros têm colesterol alto. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a HF acomete 10 milhões de pessoas no mundo e trezentas mil no Brasil.

O Incor conta com o HipercolBrasil, um programa de rastreamento genético de HF. O projeto faz parte do laboratório de genética do Instituto. Coordenado pela bióloga Cinthia Jann, é responsável por rastrear famílias que têm colesterol acima do aceitável. Dessa forma, eles iniciam o tratamento de forma precoce naquelas pessoas que ainda não apresentaram nenhum outro sintoma, como crianças, por exemplo.

Internet: <www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

No terceiro parágrafo, a palavra “ele” trata-se de um pronome pessoal na 3.ª pessoa do singular, que foi utilizado para substituir o substantivo “colesterol”.

 

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Embora seja reconhecido como algo ruim, o colesterol desempenha funções importantes no organismo humano. Ele faz parte da estrutura das células do organismo e é essencial para a produção de alguns hormônios e algumas vitaminas. O colesterol também forma ácidos biliares, que são substâncias que atuam na digestão.

O colesterol passa a ser um problema quando existe um excesso da partícula LDL-colesterol, conhecida popularmente como colesterol ruim, no corpo e a depender do tipo de gordura ingerida.

O índice de colesterol pode estar ligado ao estilo de vida, como má alimentação, tabagismo, sedentarismo e obesidade. Mas ele também pode estar associado a questões genéticas, sendo chamado, nesse caso, de hipercolesterolemia familiar (HF).

Segundo o Ministério da Saúde, 4 em cada 10 brasileiros têm colesterol alto. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a HF acomete 10 milhões de pessoas no mundo e trezentas mil no Brasil.

O Incor conta com o HipercolBrasil, um programa de rastreamento genético de HF. O projeto faz parte do laboratório de genética do Instituto. Coordenado pela bióloga Cinthia Jann, é responsável por rastrear famílias que têm colesterol acima do aceitável. Dessa forma, eles iniciam o tratamento de forma precoce naquelas pessoas que ainda não apresentaram nenhum outro sintoma, como crianças, por exemplo.

Internet: <www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Trata-se de um texto que possui escrita predominantemente informal.

 

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Embora seja reconhecido como algo ruim, o colesterol desempenha funções importantes no organismo humano. Ele faz parte da estrutura das células do organismo e é essencial para a produção de alguns hormônios e algumas vitaminas. O colesterol também forma ácidos biliares, que são substâncias que atuam na digestão.

O colesterol passa a ser um problema quando existe um excesso da partícula LDL-colesterol, conhecida popularmente como colesterol ruim, no corpo e a depender do tipo de gordura ingerida.

O índice de colesterol pode estar ligado ao estilo de vida, como má alimentação, tabagismo, sedentarismo e obesidade. Mas ele também pode estar associado a questões genéticas, sendo chamado, nesse caso, de hipercolesterolemia familiar (HF).

Segundo o Ministério da Saúde, 4 em cada 10 brasileiros têm colesterol alto. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a HF acomete 10 milhões de pessoas no mundo e trezentas mil no Brasil.

O Incor conta com o HipercolBrasil, um programa de rastreamento genético de HF. O projeto faz parte do laboratório de genética do Instituto. Coordenado pela bióloga Cinthia Jann, é responsável por rastrear famílias que têm colesterol acima do aceitável. Dessa forma, eles iniciam o tratamento de forma precoce naquelas pessoas que ainda não apresentaram nenhum outro sintoma, como crianças, por exemplo.

Internet: <www.cnnbrasil.com.br> (com adaptações).

No que se refere ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

De acordo com o texto, o colesterol é algo que remete a algo ruim e que não traz benefícios para o organismo humano.

 

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Dois terços dos economistas-chefe dos setores público e privado entrevistados pelo Fórum Econômico Mundial esperam uma recessão global em 2023, disse a organização de Davos, enquanto líderes empresariais e governamentais se reúnem para mais uma edição da reunião anual.

Cerca de 18% consideram uma recessão mundial “extremamente provável”, mais do que o dobro da pesquisa anterior realizada em setembro de 2022. Apenas um terço dos entrevistados a considera improvável este ano.

“A atual inflação alta, o baixo crescimento, a dívida elevada e o ambiente de alta fragmentação reduzem os incentivos para os investimentos necessários para voltar ao crescimento e elevar os padrões de vida dos mais vulneráveis do mundo”, disse Saadia Zahidi, diretora executiva do Fórum Econômico Mundial, em comunicado que acompanha os resultados da pesquisa.

A pesquisa da organização foi baseada em vinte e duas respostas de um grupo de economistas sêniores de agências internacionais, incluindo o Fundo Monetário Internacional, bancos de investimento, empresas multinacionais e grupos de resseguros.

A pesquisa foi divulgada depois que o Banco Mundial reduziu, na semana passada, suas previsões de crescimento para 2023 a níveis próximos dos de recessão em muitos países, à medida que o impacto dos aumentos das taxas de juros se intensifica, a guerra da Rússia na Ucrânia continua e os principais motores econômicos do mundo falham.

Sobre a inflação, a pesquisa do Fórum observou grandes variações regionais: a proporção dos que esperam inflação alta em 2023 variou de apenas 5% para a China a 57% para a Europa, onde o impacto do aumento dos preços da energia no ano passado se espalhou para a economia em geral.

A maioria dos economistas vê mais aperto na política monetária na Europa e nos Estados Unidos (59% e 55%, respectivamente), com autoridades presas entre os riscos de apertar demais ou de menos.

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

De acordo com especialistas, os continentes que mais sofrerão com a política monetária serão Ásia e Oceania.

 

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Dois terços dos economistas-chefe dos setores público e privado entrevistados pelo Fórum Econômico Mundial esperam uma recessão global em 2023, disse a organização de Davos, enquanto líderes empresariais e governamentais se reúnem para mais uma edição da reunião anual.

Cerca de 18% consideram uma recessão mundial “extremamente provável”, mais do que o dobro da pesquisa anterior realizada em setembro de 2022. Apenas um terço dos entrevistados a considera improvável este ano.

“A atual inflação alta, o baixo crescimento, a dívida elevada e o ambiente de alta fragmentação reduzem os incentivos para os investimentos necessários para voltar ao crescimento e elevar os padrões de vida dos mais vulneráveis do mundo”, disse Saadia Zahidi, diretora executiva do Fórum Econômico Mundial, em comunicado que acompanha os resultados da pesquisa.

A pesquisa da organização foi baseada em vinte e duas respostas de um grupo de economistas sêniores de agências internacionais, incluindo o Fundo Monetário Internacional, bancos de investimento, empresas multinacionais e grupos de resseguros.

A pesquisa foi divulgada depois que o Banco Mundial reduziu, na semana passada, suas previsões de crescimento para 2023 a níveis próximos dos de recessão em muitos países, à medida que o impacto dos aumentos das taxas de juros se intensifica, a guerra da Rússia na Ucrânia continua e os principais motores econômicos do mundo falham.

Sobre a inflação, a pesquisa do Fórum observou grandes variações regionais: a proporção dos que esperam inflação alta em 2023 variou de apenas 5% para a China a 57% para a Europa, onde o impacto do aumento dos preços da energia no ano passado se espalhou para a economia em geral.

A maioria dos economistas vê mais aperto na política monetária na Europa e nos Estados Unidos (59% e 55%, respectivamente), com autoridades presas entre os riscos de apertar demais ou de menos.

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Em “A maioria dos economistas vê mais aperto na política monetária na Europa e nos Estados Unidos (59% e 55%, respectivamente), com autoridades presas entre os riscos de apertar demais ou de menos”, a palavra “presas” poderia ser substituída por isentas, sem que isso acarrete mudança de sentido para o período.

 

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Dois terços dos economistas-chefe dos setores público e privado entrevistados pelo Fórum Econômico Mundial esperam uma recessão global em 2023, disse a organização de Davos, enquanto líderes empresariais e governamentais se reúnem para mais uma edição da reunião anual.

Cerca de 18% consideram uma recessão mundial “extremamente provável”, mais do que o dobro da pesquisa anterior realizada em setembro de 2022. Apenas um terço dos entrevistados a considera improvável este ano.

“A atual inflação alta, o baixo crescimento, a dívida elevada e o ambiente de alta fragmentação reduzem os incentivos para os investimentos necessários para voltar ao crescimento e elevar os padrões de vida dos mais vulneráveis do mundo”, disse Saadia Zahidi, diretora executiva do Fórum Econômico Mundial, em comunicado que acompanha os resultados da pesquisa.

A pesquisa da organização foi baseada em vinte e duas respostas de um grupo de economistas sêniores de agências internacionais, incluindo o Fundo Monetário Internacional, bancos de investimento, empresas multinacionais e grupos de resseguros.

A pesquisa foi divulgada depois que o Banco Mundial reduziu, na semana passada, suas previsões de crescimento para 2023 a níveis próximos dos de recessão em muitos países, à medida que o impacto dos aumentos das taxas de juros se intensifica, a guerra da Rússia na Ucrânia continua e os principais motores econômicos do mundo falham.

Sobre a inflação, a pesquisa do Fórum observou grandes variações regionais: a proporção dos que esperam inflação alta em 2023 variou de apenas 5% para a China a 57% para a Europa, onde o impacto do aumento dos preços da energia no ano passado se espalhou para a economia em geral.

A maioria dos economistas vê mais aperto na política monetária na Europa e nos Estados Unidos (59% e 55%, respectivamente), com autoridades presas entre os riscos de apertar demais ou de menos.

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Na segunda linha do sexto parágrafo, em “a proporção dos que esperam inflação alta em 2023”, a locução conjuntiva “a proporção dos” deveria vir com crase.

 

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Dois terços dos economistas-chefe dos setores público e privado entrevistados pelo Fórum Econômico Mundial esperam uma recessão global em 2023, disse a organização de Davos, enquanto líderes empresariais e governamentais se reúnem para mais uma edição da reunião anual.

Cerca de 18% consideram uma recessão mundial “extremamente provável”, mais do que o dobro da pesquisa anterior realizada em setembro de 2022. Apenas um terço dos entrevistados a considera improvável este ano.

“A atual inflação alta, o baixo crescimento, a dívida elevada e o ambiente de alta fragmentação reduzem os incentivos para os investimentos necessários para voltar ao crescimento e elevar os padrões de vida dos mais vulneráveis do mundo”, disse Saadia Zahidi, diretora executiva do Fórum Econômico Mundial, em comunicado que acompanha os resultados da pesquisa.

A pesquisa da organização foi baseada em vinte e duas respostas de um grupo de economistas sêniores de agências internacionais, incluindo o Fundo Monetário Internacional, bancos de investimento, empresas multinacionais e grupos de resseguros.

A pesquisa foi divulgada depois que o Banco Mundial reduziu, na semana passada, suas previsões de crescimento para 2023 a níveis próximos dos de recessão em muitos países, à medida que o impacto dos aumentos das taxas de juros se intensifica, a guerra da Rússia na Ucrânia continua e os principais motores econômicos do mundo falham.

Sobre a inflação, a pesquisa do Fórum observou grandes variações regionais: a proporção dos que esperam inflação alta em 2023 variou de apenas 5% para a China a 57% para a Europa, onde o impacto do aumento dos preços da energia no ano passado se espalhou para a economia em geral.

A maioria dos economistas vê mais aperto na política monetária na Europa e nos Estados Unidos (59% e 55%, respectivamente), com autoridades presas entre os riscos de apertar demais ou de menos.

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Na quarta linha do quinto parágrafo, é correto substituir “à medida que” por conforme, uma vez que essa substituição não altera o sentido do parágrafo.

 

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Dois terços dos economistas-chefe dos setores público e privado entrevistados pelo Fórum Econômico Mundial esperam uma recessão global em 2023, disse a organização de Davos, enquanto líderes empresariais e governamentais se reúnem para mais uma edição da reunião anual.

Cerca de 18% consideram uma recessão mundial “extremamente provável”, mais do que o dobro da pesquisa anterior realizada em setembro de 2022. Apenas um terço dos entrevistados a considera improvável este ano.

“A atual inflação alta, o baixo crescimento, a dívida elevada e o ambiente de alta fragmentação reduzem os incentivos para os investimentos necessários para voltar ao crescimento e elevar os padrões de vida dos mais vulneráveis do mundo”, disse Saadia Zahidi, diretora executiva do Fórum Econômico Mundial, em comunicado que acompanha os resultados da pesquisa.

A pesquisa da organização foi baseada em vinte e duas respostas de um grupo de economistas sêniores de agências internacionais, incluindo o Fundo Monetário Internacional, bancos de investimento, empresas multinacionais e grupos de resseguros.

A pesquisa foi divulgada depois que o Banco Mundial reduziu, na semana passada, suas previsões de crescimento para 2023 a níveis próximos dos de recessão em muitos países, à medida que o impacto dos aumentos das taxas de juros se intensifica, a guerra da Rússia na Ucrânia continua e os principais motores econômicos do mundo falham.

Sobre a inflação, a pesquisa do Fórum observou grandes variações regionais: a proporção dos que esperam inflação alta em 2023 variou de apenas 5% para a China a 57% para a Europa, onde o impacto do aumento dos preços da energia no ano passado se espalhou para a economia em geral.

A maioria dos economistas vê mais aperto na política monetária na Europa e nos Estados Unidos (59% e 55%, respectivamente), com autoridades presas entre os riscos de apertar demais ou de menos.

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Em “A atual inflação alta, o baixo crescimento, a dívida elevada e o ambiente de alta fragmentação”, tem-se um sujeito composto que concorda com a forma verbal “reduzem”.

 

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Dois terços dos economistas-chefe dos setores público e privado entrevistados pelo Fórum Econômico Mundial esperam uma recessão global em 2023, disse a organização de Davos, enquanto líderes empresariais e governamentais se reúnem para mais uma edição da reunião anual.

Cerca de 18% consideram uma recessão mundial “extremamente provável”, mais do que o dobro da pesquisa anterior realizada em setembro de 2022. Apenas um terço dos entrevistados a considera improvável este ano.

“A atual inflação alta, o baixo crescimento, a dívida elevada e o ambiente de alta fragmentação reduzem os incentivos para os investimentos necessários para voltar ao crescimento e elevar os padrões de vida dos mais vulneráveis do mundo”, disse Saadia Zahidi, diretora executiva do Fórum Econômico Mundial, em comunicado que acompanha os resultados da pesquisa.

A pesquisa da organização foi baseada em vinte e duas respostas de um grupo de economistas sêniores de agências internacionais, incluindo o Fundo Monetário Internacional, bancos de investimento, empresas multinacionais e grupos de resseguros.

A pesquisa foi divulgada depois que o Banco Mundial reduziu, na semana passada, suas previsões de crescimento para 2023 a níveis próximos dos de recessão em muitos países, à medida que o impacto dos aumentos das taxas de juros se intensifica, a guerra da Rússia na Ucrânia continua e os principais motores econômicos do mundo falham.

Sobre a inflação, a pesquisa do Fórum observou grandes variações regionais: a proporção dos que esperam inflação alta em 2023 variou de apenas 5% para a China a 57% para a Europa, onde o impacto do aumento dos preços da energia no ano passado se espalhou para a economia em geral.

A maioria dos economistas vê mais aperto na política monetária na Europa e nos Estados Unidos (59% e 55%, respectivamente), com autoridades presas entre os riscos de apertar demais ou de menos.

Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

A forma verbal “esperam” encontra-se no presente do indicativo, na terceira pessoa do plural, visto que concorda com “Dois terços dos economistas-chefe dos setores público e privado”.

 

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