Foram encontradas 40 questões.
Analise os períodos abaixo, no que se refere à concordância nominal:
I.Todos receberam bastantes informações sobre o caso.
II.Paciência é necessária em momentos delicados como esse.
III.Ela sempre preferiu comprar camisas azul-marinho.
Há erro de concordância em:
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Assinale a alternativa em que há um exemplo da figura de linguagem denominada sinestesia:
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa CORRETA em relação ao uso da crase e do artigo definido:
" saída da Grã-Bretanha da União Europeia, finalizada em janeiro de 2020, reacendeu uma polêmica cultural que há décadas coloca duas grandes nações em disputa. Em uma reviravolta inesperada, o Brexit pode fazer os britânicos finalmente perderem briga com a Grécia pela posse dos Mármores de Elgin.
Esse conjunto de esculturas representa um dos casos mais debatidos de repatriação de patrimônio histórico. O centro da controvérsia são peças de mármore de 2.500 anos, retiradas do Parthenon, em Atenas, e levadas Inglaterra em 1801. Os britânicos afirmam que o processo foi legal, mas a Grécia contesta. Em meio polêmica, elas seguem expostas no Museu Britânico, em Londres."
Texto adaptado de: deescooloonzzcaao-d--obrasemmmmmmuseusqquesioonamm- aquumm-ppete nce-a-hssoriahtm seus-questionam-a-quem-pertence-a-historia.htm. Acesso em 11 de abril de 2020.
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Observe as frases abaixo e assinale a alternativa CORRETA:
I.O médico assistiu ao paciente que permaneceu internado.
II.Prefiro um inimigo declarado a um falso amigo.
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TEXTO 01
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Entenda por que (e como) a prática de atividade física reduz o apetite
Novo estudo contribui para derrubar o mito de que fazer exercício aumenta a vontade de comer. Saiba por que essa teoria não faz sentido
Alimentação balanceada e exercício físico andam sempre juntos na vida de quem busca ser mais saudável. Mas ainda há muita confusão sobre o quê e quanto se deve comer depois da prática. Um dos mitos é o de que a atividade física aumenta o apetite. "Isso não é verdade", afirma o educador físico Bruno Gion de Andrade, do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo. "As pessoas estão inseridas em um contexto cultural no qual são estimuladas a repor a energia imediatamente após os exercícios", explica.
Seguindo na contramão desse pensamento popular, uma pesquisa da Universidade Drexel, dos Estados Unidos, sugere que, na verdade, a prática de atividade física pode reduzir o apetite. O estudo contou com 130 pessoas que participavam de um programa de perda de peso. Todos tiveram sua rotina alimentar analisada em períodos distintos.
Quando os participantes não estavam ativos fisicamente, o risco de não seguirem a dieta chegava a até 12%, o dobro em relação ao ciclo em que a prática esportiva era incentivada. O acompanhamento foi feito por pesquisas enviadas periodicamente para os celulares dos participantes, além de usarem medidores para analisar o gasto energético e o tempo de exercício.
A pesquisa americana é o mais novo estudo sobre o tema, alvo de discussão há pelos dez anos, quando a prática de exercícios consolidou-se como instrumento de prevenção de doenças. A descoberta da associação da grelina, hormônio que promove a sensação de fome, e os exercícios foi a deixa para que a ciência investigasse o assunto mais a fundo. Hoje, sabe-se que a prática reduz mais a produção do hormônio do que a adoção de dietas.
A constatação ficou clara em um trabalho hoje apontado como referência, publicado em 2016 na revista Medicine & Science in Sports Exercise.
Segundo a pesquisa, o apetite não aumenta após atividade física, corroborando os dados de que a concentração de grelina foi maior durante um período de restrição alimentar sem exercício do que em momentos de atividade. Outro fator que comprova o benefício de estar ativo fisicamente é a grande concentração do peptídeo (biomoléculas formadas por mais de dois aminoácidos) PYY, responsável por reduzir a sensação de fome em momentos de prática de atividade física.
Porém, para que a equação atividade física e alimentação tenha resultado positivo, é fundamental que seja feita a individualização da dieta de acordo com idade, sexo, modalidade esportiva, fase do treinamento e existência de patologias (diabetes, hipertensão, arritmia etc). "A primeira coisa que observamos é o objetivo da pessoa", explica a nutricionista Serena Del Favero, do Hospital Israelita Albert Einstein. "O plano deve seguir as necessidades de cada indivíduo, como os horários nos quais pode se alimentar. A recomendação de se alimentar de três em três horas já caiu por terra", diz a especialista.
Texto adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/04/entenda-por-que-ecomo- pratica-de-atividade-fisica-reduz-o-apetite.html. Acesso em 08 de abril de 2020.
No trecho: "Segundo a pesquisa, o apetite não aumenta após atividade física, corroborando os dados de que a concentração de grelina foi maior durante um período de restrição alimentar sem exercício do que em momentos de atividade.", o termo em destaque NÃO pode ser substituído, porque causa alteração de sentido, por:
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TEXTO 01
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Entenda por que (e como) a prática de atividade física reduz o apetite
Novo estudo contribui para derrubar o mito de que fazer exercício aumenta a vontade de comer. Saiba por que essa teoria não faz sentido
Alimentação balanceada e exercício físico andam sempre juntos na vida de quem busca ser mais saudável. Mas ainda há muita confusão sobre o quê e quanto se deve comer depois da prática. Um dos mitos é o de que a atividade física aumenta o apetite. "Isso não é verdade", afirma o educador físico Bruno Gion de Andrade, do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo. "As pessoas estão inseridas em um contexto cultural no qual são estimuladas a repor a energia imediatamente após os exercícios", explica.
Seguindo na contramão desse pensamento popular, uma pesquisa da Universidade Drexel, dos Estados Unidos, sugere que, na verdade, a prática de atividade física pode reduzir o apetite. O estudo contou com 130 pessoas que participavam de um programa de perda de peso. Todos tiveram sua rotina alimentar analisada em períodos distintos.
Quando os participantes não estavam ativos fisicamente, o risco de não seguirem a dieta chegava a até 12%, o dobro em relação ao ciclo em que a prática esportiva era incentivada. O acompanhamento foi feito por pesquisas enviadas periodicamente para os celulares dos participantes, além de usarem medidores para analisar o gasto energético e o tempo de exercício.
A pesquisa americana é o mais novo estudo sobre o tema, alvo de discussão há pelos dez anos, quando a prática de exercícios consolidou-se como instrumento de prevenção de doenças. A descoberta da associação da grelina, hormônio que promove a sensação de fome, e os exercícios foi a deixa para que a ciência investigasse o assunto mais a fundo. Hoje, sabe-se que a prática reduz mais a produção do hormônio do que a adoção de dietas.
A constatação ficou clara em um trabalho hoje apontado como referência, publicado em 2016 na revista Medicine & Science in Sports Exercise.
Segundo a pesquisa, o apetite não aumenta após atividade física, corroborando os dados de que a concentração de grelina foi maior durante um período de restrição alimentar sem exercício do que em momentos de atividade. Outro fator que comprova o benefício de estar ativo fisicamente é a grande concentração do peptídeo (biomoléculas formadas por mais de dois aminoácidos) PYY, responsável por reduzir a sensação de fome em momentos de prática de atividade física.
Porém, para que a equação atividade física e alimentação tenha resultado positivo, é fundamental que seja feita a individualização da dieta de acordo com idade, sexo, modalidade esportiva, fase do treinamento e existência de patologias (diabetes, hipertensão, arritmia etc). "A primeira coisa que observamos é o objetivo da pessoa", explica a nutricionista Serena Del Favero, do Hospital Israelita Albert Einstein. "O plano deve seguir as necessidades de cada indivíduo, como os horários nos quais pode se alimentar. A recomendação de se alimentar de três em três horas já caiu por terra", diz a especialista.
Texto adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/04/entenda-por-que-ecomo- pratica-de-atividade-fisica-reduz-o-apetite.html. Acesso em 08 de abril de 2020.
Dadas as palavras retiradas do texto:
I.Responsável.
II.Energético.
III.Hormônio.
IV.Física.
Assinale a alternativa CORRETA:
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TEXTO 01
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Entenda por que (e como) a prática de atividade física reduz o apetite
Novo estudo contribui para derrubar o mito de que fazer exercício aumenta a vontade de comer. Saiba por que essa teoria não faz sentido
Alimentação balanceada e exercício físico andam sempre juntos na vida de quem busca ser mais saudável. Mas ainda há muita confusão sobre o quê e quanto se deve comer depois da prática. Um dos mitos é o de que a atividade física aumenta o apetite. "Isso não é verdade", afirma o educador físico Bruno Gion de Andrade, do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo. "As pessoas estão inseridas em um contexto cultural no qual são estimuladas a repor a energia imediatamente após os exercícios", explica.
Seguindo na contramão desse pensamento popular, uma pesquisa da Universidade Drexel, dos Estados Unidos, sugere que, na verdade, a prática de atividade física pode reduzir o apetite. O estudo contou com 130 pessoas que participavam de um programa de perda de peso. Todos tiveram sua rotina alimentar analisada em períodos distintos.
Quando os participantes não estavam ativos fisicamente, o risco de não seguirem a dieta chegava a até 12%, o dobro em relação ao ciclo em que a prática esportiva era incentivada. O acompanhamento foi feito por pesquisas enviadas periodicamente para os celulares dos participantes, além de usarem medidores para analisar o gasto energético e o tempo de exercício.
A pesquisa americana é o mais novo estudo sobre o tema, alvo de discussão há pelos dez anos, quando a prática de exercícios consolidou-se como instrumento de prevenção de doenças. A descoberta da associação da grelina, hormônio que promove a sensação de fome, e os exercícios foi a deixa para que a ciência investigasse o assunto mais a fundo. Hoje, sabe-se que a prática reduz mais a produção do hormônio do que a adoção de dietas.
A constatação ficou clara em um trabalho hoje apontado como referência, publicado em 2016 na revista Medicine & Science in Sports Exercise.
Segundo a pesquisa, o apetite não aumenta após atividade física, corroborando os dados de que a concentração de grelina foi maior durante um período de restrição alimentar sem exercício do que em momentos de atividade. Outro fator que comprova o benefício de estar ativo fisicamente é a grande concentração do peptídeo (biomoléculas formadas por mais de dois aminoácidos) PYY, responsável por reduzir a sensação de fome em momentos de prática de atividade física.
Porém, para que a equação atividade física e alimentação tenha resultado positivo, é fundamental que seja feita a individualização da dieta de acordo com idade, sexo, modalidade esportiva, fase do treinamento e existência de patologias (diabetes, hipertensão, arritmia etc). "A primeira coisa que observamos é o objetivo da pessoa", explica a nutricionista Serena Del Favero, do Hospital Israelita Albert Einstein. "O plano deve seguir as necessidades de cada indivíduo, como os horários nos quais pode se alimentar. A recomendação de se alimentar de três em três horas já caiu por terra", diz a especialista.
Texto adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/04/entenda-por-que-ecomo- pratica-de-atividade-fisica-reduz-o-apetite.html. Acesso em 08 de abril de 2020.
Assinale a alternativa em que a palavra "segundo" tem o mesmo valor semântico que em: "Segundo a pesquisa, o apetite não aumenta após atividade física..."
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TEXTO 01
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Entenda por que (e como) a prática de atividade física reduz o apetite
Novo estudo contribui para derrubar o mito de que fazer exercício aumenta a vontade de comer. Saiba por que essa teoria não faz sentido
Alimentação balanceada e exercício físico andam sempre juntos na vida de quem busca ser mais saudável. Mas ainda há muita confusão sobre o quê e quanto se deve comer depois da prática. Um dos mitos é o de que a atividade física aumenta o apetite. "Isso não é verdade", afirma o educador físico Bruno Gion de Andrade, do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo. "As pessoas estão inseridas em um contexto cultural no qual são estimuladas a repor a energia imediatamente após os exercícios", explica.
Seguindo na contramão desse pensamento popular, uma pesquisa da Universidade Drexel, dos Estados Unidos, sugere que, na verdade, a prática de atividade física pode reduzir o apetite. O estudo contou com 130 pessoas que participavam de um programa de perda de peso. Todos tiveram sua rotina alimentar analisada em períodos distintos.
Quando os participantes não estavam ativos fisicamente, o risco de não seguirem a dieta chegava a até 12%, o dobro em relação ao ciclo em que a prática esportiva era incentivada. O acompanhamento foi feito por pesquisas enviadas periodicamente para os celulares dos participantes, além de usarem medidores para analisar o gasto energético e o tempo de exercício.
A pesquisa americana é o mais novo estudo sobre o tema, alvo de discussão há pelos dez anos, quando a prática de exercícios consolidou-se como instrumento de prevenção de doenças. A descoberta da associação da grelina, hormônio que promove a sensação de fome, e os exercícios foi a deixa para que a ciência investigasse o assunto mais a fundo. Hoje, sabe-se que a prática reduz mais a produção do hormônio do que a adoção de dietas.
A constatação ficou clara em um trabalho hoje apontado como referência, publicado em 2016 na revista Medicine & Science in Sports Exercise.
Segundo a pesquisa, o apetite não aumenta após atividade física, corroborando os dados de que a concentração de grelina foi maior durante um período de restrição alimentar sem exercício do que em momentos de atividade. Outro fator que comprova o benefício de estar ativo fisicamente é a grande concentração do peptídeo (biomoléculas formadas por mais de dois aminoácidos) PYY, responsável por reduzir a sensação de fome em momentos de prática de atividade física.
Porém, para que a equação atividade física e alimentação tenha resultado positivo, é fundamental que seja feita a individualização da dieta de acordo com idade, sexo, modalidade esportiva, fase do treinamento e existência de patologias (diabetes, hipertensão, arritmia etc). "A primeira coisa que observamos é o objetivo da pessoa", explica a nutricionista Serena Del Favero, do Hospital Israelita Albert Einstein. "O plano deve seguir as necessidades de cada indivíduo, como os horários nos quais pode se alimentar. A recomendação de se alimentar de três em três horas já caiu por terra", diz a especialista.
Texto adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/04/entenda-por-que-ecomo- pratica-de-atividade-fisica-reduz-o-apetite.html. Acesso em 08 de abril de 2020.
Com base no texto, assinale a afirmação CORRETA:
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TEXTO 01
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Entenda por que (e como) a prática de atividade física reduz o apetite
Novo estudo contribui para derrubar o mito de que fazer exercício aumenta a vontade de comer. Saiba por que essa teoria não faz sentido
Alimentação balanceada e exercício físico andam sempre juntos na vida de quem busca ser mais saudável. Mas ainda há muita confusão sobre o quê e quanto se deve comer depois da prática. Um dos mitos é o de que a atividade física aumenta o apetite. "Isso não é verdade", afirma o educador físico Bruno Gion de Andrade, do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo. "As pessoas estão inseridas em um contexto cultural no qual são estimuladas a repor a energia imediatamente após os exercícios", explica.
Seguindo na contramão desse pensamento popular, uma pesquisa da Universidade Drexel, dos Estados Unidos, sugere que, na verdade, a prática de atividade física pode reduzir o apetite. O estudo contou com 130 pessoas que participavam de um programa de perda de peso. Todos tiveram sua rotina alimentar analisada em períodos distintos.
Quando os participantes não estavam ativos fisicamente, o risco de não seguirem a dieta chegava a até 12%, o dobro em relação ao ciclo em que a prática esportiva era incentivada. O acompanhamento foi feito por pesquisas enviadas periodicamente para os celulares dos participantes, além de usarem medidores para analisar o gasto energético e o tempo de exercício.
A pesquisa americana é o mais novo estudo sobre o tema, alvo de discussão há pelos dez anos, quando a prática de exercícios consolidou-se como instrumento de prevenção de doenças. A descoberta da associação da grelina, hormônio que promove a sensação de fome, e os exercícios foi a deixa para que a ciência investigasse o assunto mais a fundo. Hoje, sabe-se que a prática reduz mais a produção do hormônio do que a adoção de dietas.
A constatação ficou clara em um trabalho hoje apontado como referência, publicado em 2016 na revista Medicine & Science in Sports Exercise.
Segundo a pesquisa, o apetite não aumenta após atividade física, corroborando os dados de que a concentração de grelina foi maior durante um período de restrição alimentar sem exercício do que em momentos de atividade. Outro fator que comprova o benefício de estar ativo fisicamente é a grande concentração do peptídeo (biomoléculas formadas por mais de dois aminoácidos) PYY, responsável por reduzir a sensação de fome em momentos de prática de atividade física.
Porém, para que a equação atividade física e alimentação tenha resultado positivo, é fundamental que seja feita a individualização da dieta de acordo com idade, sexo, modalidade esportiva, fase do treinamento e existência de patologias (diabetes, hipertensão, arritmia etc). "A primeira coisa que observamos é o objetivo da pessoa", explica a nutricionista Serena Del Favero, do Hospital Israelita Albert Einstein. "O plano deve seguir as necessidades de cada indivíduo, como os horários nos quais pode se alimentar. A recomendação de se alimentar de três em três horas já caiu por terra", diz a especialista.
Texto adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/04/entenda-por-que-ecomo- pratica-de-atividade-fisica-reduz-o-apetite.html. Acesso em 08 de abril de 2020.
"Alimentação balanceada e exercício físico andam sempre juntos na vida de quem busca ser mais saudável." Atribua (V) para verdadeiro e (F) para falso nas afirmativas sobre o trecho do texto:
( ) "Alimentação balanceada e exercício físico" funciona como sujeito composto da oração.
( ) "andam sempre juntos na vida de quem busca ser mais saudável" funciona como predicado da oração.
( ) O núcleo do sujeito é "alimentação balanceada".
( ) A palavra "mais" é um adjunto adverbial de "saudável".
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
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TEXTO 01
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Entenda por que (e como) a prática de atividade física reduz o apetite
Novo estudo contribui para derrubar o mito de que fazer exercício aumenta a vontade de comer. Saiba por que essa teoria não faz sentido
Alimentação balanceada e exercício físico andam sempre juntos na vida de quem busca ser mais saudável. Mas ainda há muita confusão sobre o quê e quanto se deve comer depois da prática. Um dos mitos é o de que a atividade física aumenta o apetite. "Isso não é verdade", afirma o educador físico Bruno Gion de Andrade, do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo. "As pessoas estão inseridas em um contexto cultural no qual são estimuladas a repor a energia imediatamente após os exercícios", explica.
Seguindo na contramão desse pensamento popular, uma pesquisa da Universidade Drexel, dos Estados Unidos, sugere que, na verdade, a prática de atividade física pode reduzir o apetite. O estudo contou com 130 pessoas que participavam de um programa de perda de peso. Todos tiveram sua rotina alimentar analisada em períodos distintos.
Quando os participantes não estavam ativos fisicamente, o risco de não seguirem a dieta chegava a até 12%, o dobro em relação ao ciclo em que a prática esportiva era incentivada. O acompanhamento foi feito por pesquisas enviadas periodicamente para os celulares dos participantes, além de usarem medidores para analisar o gasto energético e o tempo de exercício.
A pesquisa americana é o mais novo estudo sobre o tema, alvo de discussão há pelos dez anos, quando a prática de exercícios consolidou-se como instrumento de prevenção de doenças. A descoberta da associação da grelina, hormônio que promove a sensação de fome, e os exercícios foi a deixa para que a ciência investigasse o assunto mais a fundo. Hoje, sabe-se que a prática reduz mais a produção do hormônio do que a adoção de dietas.
A constatação ficou clara em um trabalho hoje apontado como referência, publicado em 2016 na revista Medicine & Science in Sports Exercise.
Segundo a pesquisa, o apetite não aumenta após atividade física, corroborando os dados de que a concentração de grelina foi maior durante um período de restrição alimentar sem exercício do que em momentos de atividade. Outro fator que comprova o benefício de estar ativo fisicamente é a grande concentração do peptídeo (biomoléculas formadas por mais de dois aminoácidos) PYY, responsável por reduzir a sensação de fome em momentos de prática de atividade física.
Porém, para que a equação atividade física e alimentação tenha resultado positivo, é fundamental que seja feita a individualização da dieta de acordo com idade, sexo, modalidade esportiva, fase do treinamento e existência de patologias (diabetes, hipertensão, arritmia etc). "A primeira coisa que observamos é o objetivo da pessoa", explica a nutricionista Serena Del Favero, do Hospital Israelita Albert Einstein. "O plano deve seguir as necessidades de cada indivíduo, como os horários nos quais pode se alimentar. A recomendação de se alimentar de três em três horas já caiu por terra", diz a especialista.
Texto adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Saude/noticia/2020/04/entenda-por-que-ecomo- pratica-de-atividade-fisica-reduz-o-apetite.html. Acesso em 08 de abril de 2020.
Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto em que o verbo está empregado no modo imperativo:
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