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China, líder verde

O mundo emitiu no ano passado 30,6 bilhões de toneladas de CO2. E um quinto disso veio da China, o maior emissor do planeta. Isso faz dela o grande vilão do ambiente? Em parte, sim – o país consome 48,2% do carvão do mundo, por exemplo. Mas isso esconde o fato de que nenhuma nação investe tanto em energia limpa quanto ela. Em 2010 foram US$54,4 bilhões, o que dá 0,55% do PIB – enquanto isso, o Brasil investe 0,35% do PIB e os EUA 0,23%. Por que isso? Não necessariamente por um compromisso moral. As razões são estratégicas. A China depende da importação de petróleo e gás natural, e suas reservas de carvão não vão durar mais que 40 anos. Não faz sentido para o país ficar vulnerável em relação a seus exportadores de combustíveis fósseis. Há mais um argumento a favor da China. Sim, seu mercado interno consome muita energia, mas um terço de suas emissões vem da produção de bens para exportação, segundo um estudo de 2009. É como se na prática outros países exportassem a emissão de carbono para a China. E não é só isso. A degradação do ambiente tem custo – em 2008, o governo chinês estimou que a economia cresceu um quarto a menos por causa da poluição do ar e da água e por perder área agricultável. Ou seja, a China sentiu que a poluição é ruim para os negócios – e, quando o assunto pegou no bolso, resolveu agir.

(Superinteressante. Dezembro/2011.)

Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente.

 

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China, líder verde

O mundo emitiu no ano passado 30,6 bilhões de toneladas de CO2. E um quinto disso veio da China, o maior emissor do planeta. Isso faz dela o grande vilão do ambiente? Em parte, sim – o país consome 48,2% do carvão do mundo, por exemplo. Mas isso esconde o fato de que nenhuma nação investe tanto em energia limpa quanto ela. Em 2010 foram US$54,4 bilhões, o que dá 0,55% do PIB – enquanto isso, o Brasil investe 0,35% do PIB e os EUA 0,23%. Por que isso? Não necessariamente por um compromisso moral. As razões são estratégicas. A China depende da importação de petróleo e gás natural, e suas reservas de carvão não vão durar mais que 40 anos. Não faz sentido para o país ficar vulnerável em relação a seus exportadores de combustíveis fósseis. Há mais um argumento a favor da China. Sim, seu mercado interno consome muita energia, mas um terço de suas emissões vem da produção de bens para exportação, segundo um estudo de 2009. É como se na prática outros países exportassem a emissão de carbono para a China. E não é só isso. A degradação do ambiente tem custo – em 2008, o governo chinês estimou que a economia cresceu um quarto a menos por causa da poluição do ar e da água e por perder área agricultável. Ou seja, a China sentiu que a poluição é ruim para os negócios – e, quando o assunto pegou no bolso, resolveu agir.

(Superinteressante. Dezembro/2011.)

Assinale a alternativa em que todos os vocábulos apresentam dígrafo.

 

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China, líder verde

O mundo emitiu no ano passado 30,6 bilhões de toneladas de CO2. E um quinto disso veio da China, o maior emissor do planeta. Isso faz dela o grande vilão do ambiente? Em parte, sim – o país consome 48,2% do carvão do mundo, por exemplo. Mas isso esconde o fato de que nenhuma nação investe tanto em energia limpa quanto ela. Em 2010 foram US$54,4 bilhões, o que dá 0,55% do PIB – enquanto isso, o Brasil investe 0,35% do PIB e os EUA 0,23%. Por que isso? Não necessariamente por um compromisso moral. As razões são estratégicas. A China depende da importação de petróleo e gás natural, e suas reservas de carvão não vão durar mais que 40 anos. Não faz sentido para o país ficar vulnerável em relação a seus exportadores de combustíveis fósseis. Há mais um argumento a favor da China. Sim, seu mercado interno consome muita energia, mas um terço de suas emissões vem da produção de bens para exportação, segundo um estudo de 2009. É como se na prática outros países exportassem a emissão de carbono para a China. E não é só isso. A degradação do ambiente tem custo – em 2008, o governo chinês estimou que a economia cresceu um quarto a menos por causa da poluição do ar e da água e por perder área agricultável. Ou seja, a China sentiu que a poluição é ruim para os negócios – e, quando o assunto pegou no bolso, resolveu agir.

(Superinteressante. Dezembro/2011.)

De acordo com o texto III, a China tornou-se líder verde porque

 

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China, líder verde

O mundo emitiu no ano passado 30,6 bilhões de toneladas de CO2. E um quinto disso veio da China, o maior emissor do planeta. Isso faz dela o grande vilão do ambiente? Em parte, sim – o país consome 48,2% do carvão do mundo, por exemplo. Mas isso esconde o fato de que nenhuma nação investe tanto em energia limpa quanto ela. Em 2010 foram US$54,4 bilhões, o que dá 0,55% do PIB – enquanto isso, o Brasil investe 0,35% do PIB e os EUA 0,23%. Por que isso? Não necessariamente por um compromisso moral. As razões são estratégicas. A China depende da importação de petróleo e gás natural, e suas reservas de carvão não vão durar mais que 40 anos. Não faz sentido para o país ficar vulnerável em relação a seus exportadores de combustíveis fósseis. Há mais um argumento a favor da China. Sim, seu mercado interno consome muita energia, mas um terço de suas emissões vem da produção de bens para exportação, segundo um estudo de 2009. É como se na prática outros países exportassem a emissão de carbono para a China. E não é só isso. A degradação do ambiente tem custo – em 2008, o governo chinês estimou que a economia cresceu um quarto a menos por causa da poluição do ar e da água e por perder área agricultável. Ou seja, a China sentiu que a poluição é ruim para os negócios – e, quando o assunto pegou no bolso, resolveu agir.

(Superinteressante. Dezembro/2011.)

Os dados estatísticos apresentados no texto III produzem um efeito de sentido, que tem por finalidade

 

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China, líder verde

O mundo emitiu no ano passado 30,6 bilhões de toneladas de CO2. E um quinto disso veio da China, o maior emissor do planeta. Isso faz dela o grande vilão do ambiente? Em parte, sim – o país consome 48,2% do carvão do mundo, por exemplo. Mas isso esconde o fato de que nenhuma nação investe tanto em energia limpa quanto ela. Em 2010 foram US$54,4 bilhões, o que dá 0,55% do PIB – enquanto isso, o Brasil investe 0,35% do PIB e os EUA 0,23%. Por que isso? Não necessariamente por um compromisso moral. As razões são estratégicas. A China depende da importação de petróleo e gás natural, e suas reservas de carvão não vão durar mais que 40 anos. Não faz sentido para o país ficar vulnerável em relação a seus exportadores de combustíveis fósseis. Há mais um argumento a favor da China. Sim, seu mercado interno consome muita energia, mas um terço de suas emissões vem da produção de bens para exportação, segundo um estudo de 2009. É como se na prática outros países exportassem a emissão de carbono para a China. E não é só isso. A degradação do ambiente tem custo – em 2008, o governo chinês estimou que a economia cresceu um quarto a menos por causa da poluição do ar e da água e por perder área agricultável. Ou seja, a China sentiu que a poluição é ruim para os negócios – e, quando o assunto pegou no bolso, resolveu agir.

(Superinteressante. Dezembro/2011.)

A pontuação utilizada no título do texto III tem por objetivo

 

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Reciclar é só parte da solução

O lixo é um grande problema da sustentabilidade. Literalmente: todos os anos, cada brasileiro produz 385 kg de resíduos – dá 61 milhões de toneladas no total. O certo seria tentar diminuir ao máximo essa quantidade de lixo. Ou seja, em vez de ter objetos recicláveis, o ideal seria produzir sempre objetos reutilizáveis, o que diminui os resíduos. Mas, enquanto isso não acontece, temos que nos contentar com a reciclagem. E é aí que vem um detalhe perigoso: reciclar o lixo também polui o ambiente e gasta energia. Reciclar vidro, por exemplo, é 15% mais caro do que produzi-lo a partir de matérias-primas virgens. Afinal, é feito basicamente de areia, soda e calcário, que são abundantes na natureza. Então, nenhuma empresa tem interesse em reciclá-lo. Já o alumínio é um supernegócio, porque economiza muita energia.

(Superinteressante. Dezembro/2011.)

Em “Já o alumínio é um supernegócio, porque economiza muita energia.”, o vocábulo destacado pode ser substituído, sem que haja prejuízo semântico, por

 

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Reciclar é só parte da solução

O lixo é um grande problema da sustentabilidade. Literalmente: todos os anos, cada brasileiro produz 385 kg de resíduos – dá 61 milhões de toneladas no total. O certo seria tentar diminuir ao máximo essa quantidade de lixo. Ou seja, em vez de ter objetos recicláveis, o ideal seria produzir sempre objetos reutilizáveis, o que diminui os resíduos. Mas, enquanto isso não acontece, temos que nos contentar com a reciclagem. E é aí que vem um detalhe perigoso: reciclar o lixo também polui o ambiente e gasta energia. Reciclar vidro, por exemplo, é 15% mais caro do que produzi-lo a partir de matérias-primas virgens. Afinal, é feito basicamente de areia, soda e calcário, que são abundantes na natureza. Então, nenhuma empresa tem interesse em reciclá-lo. Já o alumínio é um supernegócio, porque economiza muita energia.

(Superinteressante. Dezembro/2011.)

O trecho classificado como objetivo, por ter a finalidade apenas de apresentar uma informação, é

 

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Reciclar é só parte da solução

O lixo é um grande problema da sustentabilidade. Literalmente: todos os anos, cada brasileiro produz 385 kg de resíduos – dá 61 milhões de toneladas no total. O certo seria tentar diminuir ao máximo essa quantidade de lixo. Ou seja, em vez de ter objetos recicláveis, o ideal seria produzir sempre objetos reutilizáveis, o que diminui os resíduos. Mas, enquanto isso não acontece, temos que nos contentar com a reciclagem. E é aí que vem um detalhe perigoso: reciclar o lixo também polui o ambiente e gasta energia. Reciclar vidro, por exemplo, é 15% mais caro do que produzi-lo a partir de matérias-primas virgens. Afinal, é feito basicamente de areia, soda e calcário, que são abundantes na natureza. Então, nenhuma empresa tem interesse em reciclá-lo. Já o alumínio é um supernegócio, porque economiza muita energia.

(Superinteressante. Dezembro/2011.)

No trecho “Mas, enquanto isso não acontece...”, a palavra em destaque introduz uma ideia de

 

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Reciclar é só parte da solução

O lixo é um grande problema da sustentabilidade. Literalmente: todos os anos, cada brasileiro produz 385 kg de resíduos – dá 61 milhões de toneladas no total. O certo seria tentar diminuir ao máximo essa quantidade de lixo. Ou seja, em vez de ter objetos recicláveis, o ideal seria produzir sempre objetos reutilizáveis, o que diminui os resíduos. Mas, enquanto isso não acontece, temos que nos contentar com a reciclagem. E é aí que vem um detalhe perigoso: reciclar o lixo também polui o ambiente e gasta energia. Reciclar vidro, por exemplo, é 15% mais caro do que produzi-lo a partir de matérias-primas virgens. Afinal, é feito basicamente de areia, soda e calcário, que são abundantes na natureza. Então, nenhuma empresa tem interesse em reciclá-lo. Já o alumínio é um supernegócio, porque economiza muita energia.

(Superinteressante. Dezembro/2011.)

A linguagem predominante utilizada no texto II tem característica

 

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Reciclar é só parte da solução

O lixo é um grande problema da sustentabilidade. Literalmente: todos os anos, cada brasileiro produz 385 kg de resíduos – dá 61 milhões de toneladas no total. O certo seria tentar diminuir ao máximo essa quantidade de lixo. Ou seja, em vez de ter objetos recicláveis, o ideal seria produzir sempre objetos reutilizáveis, o que diminui os resíduos. Mas, enquanto isso não acontece, temos que nos contentar com a reciclagem. E é aí que vem um detalhe perigoso: reciclar o lixo também polui o ambiente e gasta energia. Reciclar vidro, por exemplo, é 15% mais caro do que produzi-lo a partir de matérias-primas virgens. Afinal, é feito basicamente de areia, soda e calcário, que são abundantes na natureza. Então, nenhuma empresa tem interesse em reciclá-lo. Já o alumínio é um supernegócio, porque economiza muita energia.

(Superinteressante. Dezembro/2011.)

De acordo com o texto II o lixo é, literalmente, um grande problema da sustentabilidade. O termo “literalmente” indica que a

 

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