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Leia com atenção o texto a seguir:
“O governo federal publicou nesta sexta-feira (05/04/2013), no “Diário Oficial da União”, a lei número 12.796 que altera a lei que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Como novidade, o texto muda o Art. 6º tornando "dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 4 anos de idade". A matrícula dessas crianças deve ser feita na pré-escola. Estados e municípios têm até 2016 para garantir a oferta a todas as crianças a partir dessa idade.”
(Fonte: www.g1.globo.com)
Considerando a obrigatoriedade da matrícula de todas as crianças a partir de 4 anos em pré-escola, caso a família não encontre vaga para seu filho em idade escolar em uma escola pública, os responsáveis poderão
I. entrar em contato com a Secretaria Municipal ou Estadual de Educação para conferir a oferta de vagas na região.
II. recorrer ao Ministério Público (MP) que poderá entrar com uma ação civil pública ou com um mandado de segurança contra o ente federativo exigindo este direito.
Assinale:
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No contexto escolar, a relação professor-aluno deve ser compreendida a partir da opção teórico-metodológica adotada pela instituição.
Nessa relação, a teoria construtivista propõe que o aluno
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Os primeiros jesuítas chegaram ao território brasileiro em março de 1549 e, quinze dias após a chegada em Salvador, comandados pelo Padre Manoel de Nóbrega, edificaram a primeira escola elementar brasileira.
Com relação ao ensino jesuíta no início do período colonial brasileiro, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Todas as escolas jesuítas eram regulamentadas por um documento, escrito por Inácio de Loyola, denominado Ratio Studiorum.
( ) Os jesuítas permaneceram como mentores da educação brasileira durante apenas cinquenta anos, quando fundaram várias missões e colégios.
( ) No período subsequente à expulsão dos jesuítas, por decisão do Marquês de Pombal, no século XVIII, a educação brasileira experimentou a ruptura de um modelo educacional já implantado e consolidado.
As afirmativas são, respectivamente:
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A partir do Renascimento houve grande valorização do ensino da
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Em seu livro Filosofia da Educação, Luckesi (1995) apresenta três tendências filosóficas responsáveis por interpretar a função da educação na sociedade: a Educação Redentora, a Educação Reprodutora e a Educação Transformadora da sociedade.
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I. A primeira é otimista, pois acredita que a educação pode exercer domínio sobre a sociedade.
II. A segunda é pessimista, pois percebe a educação como sendo apenas reprodutora de um modelo social vigente.
III. A terceira tendência assume uma postura crítica com relação às duas anteriores, buscando superar tanto o otimismo ilusório quanto o pessimismo imobilizador.
Assinale:
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Para Émile Durkheim, a educação
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Associe cada uma das correntes pedagógicas a uma das características listadas a seguir.
1. Escola Tradicional
2. Escola Tecnicista
3. Teorias Construtivistas
4. Teorias Progressistas
( ) Os processos de ensino baseiam-se na transmissão e treinamento, visando a formação de mão-de-obra qualificada.
( ) Nos processos de ensino valoriza-se a transmissão de conceitos e enfatiza-se a memória.
( ) Partem de uma análise crítica das realidades sociais e sustentam implicitamente as finalidades sociopolíticas da educação.
( ) A aprendizagem acontece a partir da interação do sujeito com o objeto de conhecimento.
Assinale a alternativa que indica a associação correta, de cima para baixo.
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As alternativas a seguir representam o pensamento da corrente filosófica empirista, à exceção de uma. Assinale-a.
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No Brasil, em 1834, por meio de um Ato Adicional, foi decretado que a educação popular (ou instrução primária) seria de responsabilidade das Províncias.
A esse respeito, assinale a afirmativa correta.
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Só falta a política de redução de riscos
Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.
A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.
Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.
Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.
Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.
(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)
Com relação às formas verbais sublinhadas, é correto afirmar que
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