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O pH de uma solução aquosa de NaOH de concentração igual a 0,1 mol/L é igual a:
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Os resíduos classe II-B inertes são classificados, segundo a ABNT NBR 10.004 como quaisquer resíduos que, quando amostrados de uma forma representativa, segundo a ABNT NBR 10007, e submetidos a um contato dinâmico e estático com água destilada ou desionizada, à temperatura ambiente, conforme ABNT NBR 10006, não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos _____, excetuando-se aspecto, cor, turbidez, dureza e sabor.
Assinale a alternativa cujo item completa corretamente a lacuna do texto acima
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Analise o esquema de uma estação de tratamento de efluentes, a seguir.

Com relação ao esquema, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) Na sedimentação primária, podem ser utilizados coagulantes e floculantes para acelerar o processo de sedimentação.
( ) A equalização é necessária para amortecer variações na vazão e qualidade do afluente.
( ) Um processo alternativo à cloração pode ser a aplicação de ozônio.
As afirmativas são, respectivamente,
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Considere a tabela a seguir como uma análise simplificada de efluentes líquidos gerados em uma indústria; as correntes C1 e C2 são geradas nos diferentes processos industriais e a corrente G durante a lavagem de gases do incinerador.
| Parâmetros | Corrente C1 | Corrente C2 | Corrente G |
| DQO (mg/L) | 600 | 1500 | Ausente |
| DBO (mg/L) | 300 | 750 | Ausente |
| Óleos e graxas (mg/L) | 250 | < 5 | Ausente |
| pH | 7,5 | 2,5 | 6,0 |
| Hg (mg/L) | Ausente | Ausente | 70 |
| Pb (mg/L) | Ausente | Ausente | 33 |
| Cd (mg/L) | Ausente | Ausente | 50 |
| Q (vazão volumétrica) | Q |
1,7Q |
2,5Q |
| Toxicidade a peixes | baixa | baixa | elevada |
Com relação à análise da tabela acima, analise as afirmativas a seguir.
I. As correntes C1 e C2 podem ser consideradas biodegradáveis, podendo passar por um tratamento secundário (biológico).
II. As correntes C1 e C2 não precisam de pré-tratamento ao tratamento secundário.
III. A possível causa de toxicidade da corrente G é a presença de metais, que devem ser removidos durante o tratamento biológico.
Assinale:
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O procedimento mais indicado para a separação de uma mistura composta por ácido octanoico, dodecano e pentano, é seguindo a sequência:
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A tabela a seguir apresenta resultados da qualidade de água de uma amostra de água subterrânea e duas amostras de água de um rio, retiradas em dois momentos diferentes.
| Amostras | Turbidez (NTU) | Condutividade (μS.cm-1) | pH |
| A1 | <1 | 850 | 7,5 |
| A2 | 22 | 100 | 7,0 |
| A3 | 90 | 78 | 6,8 |
Com relação à análise da tabela acima, analise as afirmativas a seguir.
I. A amostra A1, provavelmente, é de um rio em época de estiagem.
II. A amostra A2, provavelmente, é de um rio em época chuvosa.
III. A amostra A3, provavelmente, é de água subterrânea.
Assinale:
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Deseja-se obter o calor formação de um hidrocarboneto. Para tanto, realiza-se a queima completa desse combustível, em condições controladas, com quantidade estequiométrica de ar (20% de oxigênio e 80% de nitrogênio, em base molar), obtendo como produtos água e dióxido de carbono, na proporção de 9:8 (base molar). Sabe-se que os reagentes entram no reator a 25ºC e os gases de exaustão saem a 2460ºC.
Dados:
| Subtância | Hidrocarboneto | H2O(v) | CO2 | N2 |
| Cp [J/(mol.K)] | 260 | 35 | 42.5 | 30 |
| \(\Delta\)Hf o [kJ/mol] | -210 | -250 | -400 | 0 |
Supondo Cp constante, considerando gases ideais e desprezando as perdas de calor no reator, o calor de formação (em kJ/mol) do hidrocarboneto é, aproximadamente, de
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Um fluido incompressível, a uma velocidade de 10 m/s, entra em uma bomba que lhe imprime uma potência de 4000 W e sai por uma tubulação cujo diâmetro é a metade daquele da tubulação de entrada. Em seguida, passa por um trocador de calor, no qual perde calor a uma taxa de 2500 W.
Se o processo como um todo é isentálpico, a vazão mássica do fluido (em kg/s) é igual a
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Só falta a política de redução de riscos
Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.
A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.
Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.
Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.
Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.
(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)
Com relação às formas verbais sublinhadas, é correto afirmar que
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Só falta a política de redução de riscos
Entre 1990 e 2010, mais de 96 milhões de pessoas foram afetadas por desastres no Brasil, como demonstra o Atlas dos Desastres Naturais do Brasil. Destas, mais de 6 milhões tiveram de deixar suas moradias, cerca de 480 mil sofreram algum agravo ou doença e quase 3,5 mil morreram imediatamente após os mesmos. Desastres como o de Petrópolis, que resultaram em dezenas de óbitos, não existem em um vácuo. Se por um lado exigem a presença de ameaças naturais, como chuvas fortes, por outro não se realizam sem condições de vulnerabilidade, constituídas através dos processos sociais relacionados à dinâmica do desenvolvimento econômico e da proteção social e ambiental. Isto significa que os debates em torno do desastre devem ir além das cobranças que ano após ano ficam restritas à Defesa Civil.
A redução de riscos de desastres deve hoje constituir o cerne da política brasileira para os desastres. Isto significa combinar um conjunto de políticas não só para o durante os riscos e situações de desastres, o que avançamos bem, mas também e principalmente para o antes e o depois dos mesmos.
Particularmente, após o desastre da Região Serrana (RJ) em 2011, uma série de iniciativas importantes ocorreu. Criou-se o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais, a Força-Tarefa de Apoio Técnico e Emergência, a Força Nacional do SUS e reestruturou-se o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos de Desastres. Estas iniciativas ainda estão concentradas no monitoramento, alerta e respostas aos desastres. Faltam políticas integradas para redução de riscos.
Dados do IBGE revelam que apenas 1,2% dos municípios possuíam plano municipal de redução de riscos em 2011. Nos municípios maiores, com mais de 500 mil habitantes, que não ultrapassam quatro dezenas, este percentual superava 50%. De modo inverso, nos municípios menores, com menos de 20 mil habitantes, em torno de quatro mil, este percentual era de 3,3%. É uma situação bastante preocupante relacionada aos municípios de grande porte e drástica nos municípios de pequeno porte.
Há necessidade urgente de se investir em políticas integradas. E que ofereçam suporte aos municípios de menor porte. Na outra ponta, políticas de recuperação e reconstrução após desastres deveriam permitir o retorno à normalidade da vida "cotidiana", não prolongando os efeitos dos desastres, como temos visto.
(Carlos Machado - O Globo, 01/04/2013)
Entre os vocábulos sublinhados há uma clara intensificação semântica, que também ocorre em
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