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Não há contraindicações para o uso de nenhuma das três drogas mais empregadas para a cessação do tabagismo: vareniclina, bupropiona e terapia de reposição de nicotina.
Não há contraindicações para o uso de nenhuma das três drogas mais empregadas para a cessação do tabagismo: vareniclina, bupropiona e terapia de reposição de nicotina.
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A presença de comorbidades psiquiátricas, como a depressão, é o mais importante fator que dificulta a cessação do tabagismo.
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Áreas cerebrais, como a área tegumentar ventral e o núcleo accumbens, estão envolvidas tanto no desenvolvimento da dependência à nicotina quanto em outras dependências químicas.
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Brometo de ipatrópio é o único anticolinérgico indicado para auxílio na redução da tosse devido a infecções do trato respiratório superior e bronquite crônica.
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Pacientes com paroxismos severos de tosse podem ser beneficiados com a prescrição de 30 mg a 40 mg diários de prednisona, por curto período de tempo, desde que afastadas outras causas comuns de tosse.
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Considerando que os agentes Mycoplasma pneumoniae e Bordetella pertussis são responsáveis pela maioria dos casos de tosse pós-infecciosa, nessa situação, justifica-se o emprego rotineiro de macrolídeos para seu tratamento.
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A patogênese da tosse pós-infecciosa é provavelmente multifatorial. Acredita-se que a ruptura da integridade epitelial e a inflamação das vias aéreas superiores e(ou) inferiores, com ou sem hiper-responsividade transitória das vias aéreas, possam estar implicadas.
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Uma paciente de 70 anos de idade, dois meses após quadro de coriza, passou a ter tosse produtiva discreta, com expectoração mucosa em pequena quantidade e dispneia aos médios esforços. Portadora de fibrilação atrial paroxística, sem cardiopatia estrutural, vem em uso de ácido acetilsalicílico e amiodarona com dose diária de 400 mg há seis meses. No exame físico, a paciente apresenta-se em bom estado geral, hemodinamicamente normal e com frequência respiratória de 20 irpm. A ausculta pulmonar revela estertores finos esparsos, predominando nas bases. A radiografia simples de tórax revela infiltrado interstício-alveolar bilateral, com áreas de consolidação, com predomínio nas bases. A tomografia computadorizada de tórax evidencia múltiplas opacidades bilaterais simétricas, espessamento de septos interlobulares, padrão de vidro despolido, consolidação mais densa que os tecidos circunscritos e acentuação das marcas broncovasculares, especialmente centrais.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
Para essa paciente, indica-se a suspensão da amiodarona e do uso de corticoides por, no mínimo, dois meses.
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Uma paciente de 70 anos de idade, dois meses após quadro de coriza, passou a ter tosse produtiva discreta, com expectoração mucosa em pequena quantidade e dispneia aos médios esforços. Portadora de fibrilação atrial paroxística, sem cardiopatia estrutural, vem em uso de ácido acetilsalicílico e amiodarona com dose diária de 400 mg há seis meses. No exame físico, a paciente apresenta-se em bom estado geral, hemodinamicamente normal e com frequência respiratória de 20 irpm. A ausculta pulmonar revela estertores finos esparsos, predominando nas bases. A radiografia simples de tórax revela infiltrado interstício-alveolar bilateral, com áreas de consolidação, com predomínio nas bases. A tomografia computadorizada de tórax evidencia múltiplas opacidades bilaterais simétricas, espessamento de septos interlobulares, padrão de vidro despolido, consolidação mais densa que os tecidos circunscritos e acentuação das marcas broncovasculares, especialmente centrais.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
Discreta leucocitose, hipoxemia em ar ambiente e redução da capacidade pulmonar total seriam achados compatíveis com o caso descrito.
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