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Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
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“Diferenças, distinções, desigualdades... A escola entende disso”, diz LOURO (2003, p. 57). É nela também que os constructos históricos - e culturais - são trabalhados e levados à educação de meninos e meninas. Os estudos de gênero vêm, no entanto, buscar compreender as construções culturais que se firmaram, por meio da sociedade, quando esta estabeleceu normas ao convívio social.

É desafiador “criar reflexões sobre as barreiras culturais promovidas pela sociedade, em relação às construções de corpos femininos e masculinos, que, por se fixarem como “naturais”, tornaram-se parte da educação de crianças e jovens, no ambiente escolar. E, por se tratar de uma instituição indispensável no cotidiano social, a escola se transforma em uma das grandes protagonistas produtora de distinções de gênero”.
Em relação à história, é importante observar que também a educação física escolar tem sido problematizada sob uma perspectiva de gênero por diversas pesquisas. SOUSA (1994) desenvolveu uma pesquisa pioneira na área, intitulada “Meninos a marcha, meninas a sombra”. Nesse trabalho, por meio de uma abordagem histórica, a autora analisa as construções dos gestos femininos e masculinos e a relação destes com os fatores sociais que se instalaram na sociedade. Isto é, entende que a educação física “explicita valores sacralizados pelo patrimônio cultural de nossa sociedade”, segundo ela, articulados por instituições e organizações, tais como a Igreja, o Estado, a Escola, a Medicina, a Família e a Indústria Cultural (1994).
Sobre o processo histórico da Educação Física e a discussão de gênero é correto afirmar:
I. A trajetória de inserção das mulheres nos esportes modernos revela um longo processo de proibições. Essa trajetória também indica disputas e contestações de regras e normas legais que vetam a aquisição de práticas corporais específicas voltadas para o bom desempenho feminino nos esportes. Trata-se de um desafio a ser também enfrentado pelas escolas diante da esportivização da educação física escolar.
II. É importante levar as discussões de gênero mais profundamente nas aulas de educação física, bem como na escola como um todo, uma vez que é também neste local que o corpo e o caráter, vistos e produzidos de formas únicas, estarão representando, sob o mesmo palco, as atribuições e acomodações que lhes couberam, permitindo conflitos e possibilidades entre as diferenças.
III. A educação corporal diferenciada por gênero, disseminada na vida social, separa meninos e meninas em suas práticas corporais, revelando relações de poder que atravessam as experiências de jogo e a ocupação dos espaços escolares.
IV. A ocupação generificada dos espaços escolares e o esporte como expressão da dominação masculina são fortes exemplos de enfrentamentos masculinos da ordem e das normas presentes na escola.
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Sobre a história da Educação Física é incorreto afirmar que:
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. Uma Educação Física atenta aos problemas do presente não poderá deixar de eleger, como uma das suas orientações centrais, a da educação para saúde. A Educação Física encontra, na orientação pela educação da saúde, um meio de concretização das suas pretensões. II. No Ensino Médio é importante a inclusão de programas escolares que valorizem o aprendizado e a prática de exercícios de elevação e manutenção da frequência cardíaca em limites submáximos, alongamento e flexibilidade, relaxamento e compensação com o objetivo profilático que desencadearão, consequentemente, uma melhor qualidade de vida. III. O esporte deve encontrar seu lugar na escola por meio de uma proposta que atinja a todos os alunos. IV. Os professores de Educação Física devem propor e desenvolver projetos de ação que realmente alcancem os objetivos do Ensino Médio.
Marque a alternativa correta:
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A inclusão de crianças com necessidades especiais nas aulas de Educação Física escolar é um desafio a ser vencido pela escola e sociedade, uma vez que objetiva a educação para todos, além de estimular a convivência com as crianças. O conceito de educação inclusiva se dá por alguns aspectos como, compartilhar o mesmo espaço físico, integração na sociedade, adaptações no ensino, participação de todos nas aulas e o direito a educação (SANT´ANA, 2005).
O atual currículo, orientado pelas Diretrizes Curriculares Nacionais, deve englobar conhecimentos biológicos, humanos, técnicos e os que compõem a dimensão Cultural do Movimento Humano, tais como os jogos, danças, lutas, ginásticas e esportes (ANDR ADE FILHO, 2001; AZEVEDO; MALINA, 2004; FERNANDES; VENDITTI JUNIOR., 2008; PORTO, 2001).
Com base nas ideias acima, podemos dizer que:
I. A adequação correta da Educação Física para alunos deficientes evidencia a compreensão de limitações e capacidades, estimulando o desempenho do aluno.
II. É essencial que o professor conheça seu aluno e sua necessidade educacional especial, se houver, porque atualmente essa disciplina não trabalha apenas com alunos ditos normais, mas também frisa a importância da prática inclusiva de alunos especiais em suas aulas.
III. A política inclusiva de alunos deficientes na escola serve para desenvolver potenciais, respeitando as diferenças e atendendo suas necessidades. A escola deve criar espaços que propiciem a inclusão, comprometendo- se com uma educação de qualidade para todos os alunos, para que se atinja os objetivos educacionais.
IV. As pessoas com necessidades especiais têm como consequência da inclusão social problemas com a saúde física e mental. Essa inclusão deve ser trabalhada para que seja transformada em exclusão, trazendo assim uma melhoria na qualidade de vida das pessoas.
As alternativas corretas são:
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