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Os livros afirmam que o teatro surgiu na cidade chamada , no século a.C., durante as festas realizadas a um deus. Certa vez, um grego (hoje considerado o primeiro ator do mundo) chamado , vestiu uma túnica, colocou uma máscara e escondeu-se em uma carroça. Quando as pessoas passaram para irem à festa em homenagem ao deus , ele surgiu de dentro da carroça e falou, com uma voz bem grave, palavras nobres à plateia, como se ele fosse o deus. As pessoas começaram a olhar para ele e acharam interessante a sua apresentação. Contracenaram com ele e ele foi muito aplaudido. Foi, então, considerado o primeiro ator do mundo. A partir daquele ano, durante a festa a este deus, havia um concurso anual que oferecia prêmio a quem melhor conseguisse interpretar um personagem, diante de uma plateia. Este foi o fato que assinalou o surgimento oficial do teatro, no mundo.
Assinale a alternativa que completa respectivamente a assertiva anterior:
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Assinale a assertiva que não condiz com a realidade:
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Analise as assertivas seguintes. Depois, assinale a alternativa que as completa, respectivamente:
I. No Brasil, chama-se o ator ou atriz que participa de cenas perigosas, no lugar do ator principal, haja vista que este precisa estar livre de sofrer algum problema físico, com a finalidade de não atrasar as filmagens da telenovela, do filme cinematográfico, vídeo ou outra produção artística. Faz-se necessário que este(a) profissional se pareça fisicamente com o(a) artista principal para que ninguém perceba a diferença, mesmo que, atualmente, tenhamos possibilidade de intervir tecnicamente, criando e aproximando a semelhança, através da utilização da computação gráfica.
II. Denomina-se o profissional que empresta a sua voz, substituindo a voz original de outro ator, em telenovelas, filmes de cinema, desenhos animados e outras produções, sejam elas estrangeiras ou não.
III. é o termo utilizado para quem manipula bonecos, no Teatro de Bonecos, dando-lhes personificação. Este profissional, geralmente, não aparece em cena, emprestando ao boneco a sua voz original ou a sua voz modificada, criando características e entonações diferenciadas, de acordo com o perfil psicológico do boneco a ser demonstrado a uma plateia.
IV. O é o ator que trabalhava, nas décadas de 40, em radionovelas brasileiras, interpretando perfis psicológicos variados, através de uma emissora de rádio, emprestando ao personagem a voz e toda a expressividade oral, emocionando uma plateia que ouvia atenta e imaginava o rosto dos personagens e toda a cena transmitida, através de uma sonoplastia criada pelos artistas.
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O que é correto afirmar-se a respeito da Sonoplastia?
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Apreender o que os filmes dizem e o que cada espectador, ao ver o filme, quer dizer, talvez seja a experiência educativa mais profunda que o cinema possa proporcionar. Cinema pode ensinar, para muito além do conteúdo que os filmes parecem apresentar à primeira vista. Ir ao cinema, ver filmes em vídeo ou na tevê são ações que se confundem em um mesmo processo de fazer emergir pressentimentos e atribuir sentidos ao que se desenrola nas telas, em linguagem feita de imagens e sons. São as imagens e os sons que primeiro se apresentam, mas a linguagem audiovisual, movimento, cor, é composta de muitos elementos e muitas nuanças, sintetizados em uma narrativa. Os elementos que compõem o cinema estão, desde há muito, partilhando da vida de todos os que habitam este planeta girante. Assim, ver filmes, mesmo aqueles mais banais, pode ser uma experiência profundamente humana.” (COUTINHO, 2005).
Assinale a afirmativa que não corresponde à verdade, relacionada à sétima arte:
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Assinale a alternativa em que se encontram somente os elementos essenciais do Teatro:
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Que alternativa pode completar com maestria o seguinte texto:
“A iluminação é a arte que se responsabiliza por dar ao espetáculo mais emoção, criando-lhe um clima especial e tornando-o muito mais valorizado. A gênese da iluminação é originária da Grécia, desde o século V a.C. A partir de 1990, houve um maior desenvolvimento em relação às técnicas de desenho de luz e evolução dos equipamentos, desde os efeitos mais artesanais às mesas de luz. Atualmente, o mercado profissionalizou-se e há necessidade desta arte em espetáculos teatrais e cinematográficos. A arte, técnica e ciência de utilizar inúmeras fontes de luz, nos espetáculos de teatro e cinema, é chamada de .”
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Sabendo-se que a Cenografia é a arte (e Ciência) que se preocupa em criar e projetar um cenário, seja para espetáculos teatrais ou cinematográficos; Sabendo-se que ela é relevante ao espetáculo, haja vista que transmite à plateia ideias de época e local em que se passa a história, assim como traços da personalidade dos personagens; e sabendo-se, ainda, que há muitos profissionais envolvidos com a arte da Cenografia, assinale a alternativa que possui um profissional não pertencente a esta arte:
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Texto
Cenas, no Sítio do Pica-pau Amarelo.
Personagens:
Emília - Boneca de pano falante, irreverente e divertida.
Visconde de Sabugosa - Sábio boneco de sabugo de milho.
Pedrinho e Narizinho - As crianças.
Dona Benta Encerrabodes de Oliveira - Avó de Pedrinho e Narizinho, dona do Sítio do Pica-pau amarelo.
Tia Nastácia - Cozinheira do Sítio.
Cuca - Uma bruxa que vive infernizando os protagonistas do Sítio.
Saci - O famoso personagem do folclore brasileiro, que acaba se tornando amigo de Pedrinho.
(O CENÁRIO É O AMBIENTE DE UMA CASA. A CASA DO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO. UMA SALA TODA ARRUMADA E DECORADA, DE UMA FORMA BEM LÚDICA E COLORIDA. TOCA UMA MÚSICA BEM ANIMADA E EMÍLIA ENTRA, TODA SERELEPE, CANTANDO E DANÇANDO, ACOMPANHANDO A MÚSICA. QUANDO A MÚSICA ACABA, ELA PEGA UM ENORME SACO DE BRINQUEDOS, QUE ESTAVA NUM CANTINHO DA SALA, PUXA-O AO CENTRO, SENTA NUMA CADEIRA E COMEÇA A TIRAR OS BRINQUEDOS DE DENTRO DO SACO, ESPALHANDO-OS AO REDOR DE SI, E FALANDO, ENQUANTO MEXE NOS BRINQUEDOS.)
EMÍLIA – Oba!!! Ainda bem que estou sozinha aqui. Eu não sei aonde foram todos, mas nem me importo. Eu adoro quando o Pedrinho vem passar as férias aqui, porque ele sempre traz esse saco enorme de brinquedos e, no meio de bolas e carrinhos, sempre tem coisas de meninas, que ele traz de presente pra Narizinho, mas, antes que ela veja, eu vou é ver primeiro (ELA RI.). Eu quero logo ver o que tem aqui, porque eu vou pegar algumas coisas pra mim... Hummmmmmmm... Se a Dona Benta me vir, vai logo querer dizer: (ELA FALA, IMITANDO A DONA BENTA, COM AR DEBOCHADO.) – “Emília, seja responsável e solidária. Não devemos mexer nas coisas que não são nossas. Se você não tem autorização pra mexer no saco de brinquedos de Pedrinho, então por que está mexendo???” Ai, que chatice... Ainda bem que a Dona Benta nem está aqui... Ufa!!! Ainda bem que estou sozinha. Ah! Esse negócio de responsabilidade não é comigo... Olha!!! Uma boneca!!! (APARECE, POR TRÁS DELA, A DONA BENTA. MAS ELA NEM PERCEBE E ELA FALA À PLATEIA) Ei pessoal, eu sou uma boneca de pano, vocês sabem. Mas eu sou diferente. Eu sou que nem gente! Por isso eu falo, canto, danço e posso fazer tudo que um menino e uma menina fazem. (ELA ESTÁ COM UMA BONECA NA MÃO) Por isso que eu gosto de brincar de bonecas, ora... Ah! E se vocês não gostarem, vão reclamar pra Monteiro Lobato. Eu não estou nem aí! ... (ELA DÁ LÍNGUA À PLATEIA.)
DONA BENTA – Credo!!! Uma bonequinha dando língua às pessoas... (EMÍLIA SE ASSUSTA E FAZ CARA DE MEDO. DONA BENTA DIRIGE-SE À PLATEIA.) Desculpa, pessoal. Olha, não reparem. Emília é assim mesmo. Eu dou educação a esta boneca. Mas ela, às vezes, me decepciona. (DIRIGINDO-SE À EMÍLIA.) Emília, você já ouviu falar na palavra SO-LI-DA-RI-E-DA-DE? (PRONUNCIA SÍLABA POR SÍLABA.)
EMÍLIA – Não. O que é isso? É de comer? Se for, eu já quero. Estou com muita fome.
DONA BENTA - Não, Emília. Não é de comer. Solidariedade é amar o próximo e respeitar as pessoas.
EMÍLIA – Ah! Então eu tenho muita solidariedade, porque eu amo e respeito todo mundo, nessa casa!!!
DONA BENTA – Será mesmo que você respeita todo mundo, nessa casa?
EMÍLIA – É claro que sim, Dona Benta. Mas o que é que a Senhora está insinuando, heim?
DONA BENTA – Então, me responda: de quem é este saco de brinquedos aí?
EMÍLIA – Bem... é... esse saco de brinquedos é... de Pedrinho, ora!!!
(ENTRAM PEDRINHO E NARIZINHO, CORRENDO.)
PEDRINHO E NARIZINHO – Oi, pessoal!
EMÍLIA E DONA BENTA – Oi.
NARIZINHO – (OLHANDO A BONECA, NAS MÃOS DE EMÍLIA.) Emília, que boneca linda! Quem te deu?
PEDRINHO – (FALANDO ESTRESSADO) Emíliaaaaaaa!!! Quem mandou você mexer no meu saco de brinquedos? Poxa... Eu iria fazer uma surpresa, dando essa boneca de presente pra Narizinho, e você, com sua falta de respeito, estragou tudo.
EMÍLIA – Ah! Pedrinho, como eu iria adivinhar???
NARIZINHO – Pedrinho!!! Então essa boneca é pra mim? (EMÍLIA ENTREGA PRA NARIZINHO.) Que linda!!! Muito obrigada, meu primo Pedrinho. Você é maravilhoso!!! (ABRAÇA PEDRINHO.)
PEDRINHO – É, Emília, você não foi responsável nem solidária, estragando a surpresa.
DONA BENTA – Tá vendo, Emília? Não te falei???
EMÍLIA – Tá bom, tá bom... Eu prometo que, daqui por diante, eu serei mais responsável e solidária com todos dessa casa... (ELA FAZ MOVIMENTOS COM O NARIZ E A BOCA, COMO SE ESTIVESSE SENTINDO UM CHEIRO MARAVILHOSO.) Hummmmm... Que cheiro é esse? Ai, agora me deu fome...
TIA NASTÁCIA – (ENTRANDO, FELIZ.) Olá, pessoal. Hoje é um dia especial. É o Dia da Cultura. E eu preparei muitos quitutes. Tem bolinho de chuva... (ENQUANTO ELA FALA, TODOS TÊM REAÇÕES ESPECIAIS, PRINCIPALMENTE EMÍLIA, QUE ATÉ LAMBE OS BEIÇOS.) brigadeiro... pé-de-moleque... bolo de milho... canjica... hmmmmmm... tá tudo uma delícia...
VISCONDE DE SABUGOSA – (JÁ ENTRA FALANDO. EMÍLIA SE ALEGRA, COM SUA ENTRADA.) Oba!!! Eu também quero. Eu adoro as comidinhas da Tia Nastácia... Deliciosas. Mas, como hoje é o dia da cultura, eu vou dar dois presentes pra duas crianças aqui. Só vai ganhar, quem responder corretamente: 1ª pergunta: O que é Responsabilidade? (ALGUÉM DA PLATEIA RESPONDERÁ E ELE ENTREGARÁ UM LIVRO DE PRESENTE) Muito bem. Meus parabéns! Aqui está o seu presente: um maravilhoso livro de história pra você ler e se divertir. Agora, vamos à próxima pergunta: O que é Solidariedade? (ALGUÉM RESPONDERÁ E ELE ENTREGARÁ OUTRO LIVRO.) Muito bem. Parabéns. Aqui está o seu presente. A leitura nos traz muita cultura. Ler é maravilhoso...
TIA NASTÁCIA – Ei, pessoal, eu tenho uma surpresa. Hoje há dois visitantes, aqui na nossa casa. O Saci e a Cuca. (TODOS, NO PALCO, SE APAVORAM. EMÍLIA GRITA.) Mas, calma, gente. A Cuca, hoje, veio em missão de paz. Nós faremos uma grande festa em homenagem à cultura.
(ENTRAM O SACI E A CUCA. TOCA UMA MÚSICA SUPER ANIMADA. TODOS DANÇAM. PRA ONDE A CUCA VAI, TODOS CORREM DE PERTO. ELA VAI DANÇANDO PRO LADO DELES E ELES VÃO SAINDO. NINGUÉM QUER FICAR PERTO DELA. DE REPENTE, A MÚSICA PÁRA E ELA BERRA.)
CUCA – Eu enganei a Tia Nastácia. Eu não vim nada de em missão de paz. Eu vim foi pra pegar vocês!!! (ELA DÁ UM FORTE GRITO E TODOS GRITAM, TAMBÉM, APAVORADOS, E SAEM DE CENA. FICA SÓ O SACI. ELE COMEÇA A RIR E FALA.)
SACI – (FALA RINDO.) Que bobagem... Eles têm medo da Cuca... E vocês? Vocês têm medo da Cuca também? Eu tenho uma surpresa pra vocês! (ELE PEGA UM SACO DE BOMBONS, QUE ESTÁ NUM CANTO DO PALCO E JOGA À PLATÉIA, DANÇANDO, AO SOM DE UMA MÚSICA ANIMADA.) Tchau, pessoal!!! (SAI DE CENA).
(Estrella)
Analisando o texto e, de acordo com o contexto, no qual estão inseridas as seguintes falas, qual delas está mais voltada à Comédia?
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Texto
Cenas, no Sítio do Pica-pau Amarelo.
Personagens:
Emília - Boneca de pano falante, irreverente e divertida.
Visconde de Sabugosa - Sábio boneco de sabugo de milho.
Pedrinho e Narizinho - As crianças.
Dona Benta Encerrabodes de Oliveira - Avó de Pedrinho e Narizinho, dona do Sítio do Pica-pau amarelo.
Tia Nastácia - Cozinheira do Sítio.
Cuca - Uma bruxa que vive infernizando os protagonistas do Sítio.
Saci - O famoso personagem do folclore brasileiro, que acaba se tornando amigo de Pedrinho.
(O CENÁRIO É O AMBIENTE DE UMA CASA. A CASA DO SÍTIO DO PICA-PAU AMARELO. UMA SALA TODA ARRUMADA E DECORADA, DE UMA FORMA BEM LÚDICA E COLORIDA. TOCA UMA MÚSICA BEM ANIMADA E EMÍLIA ENTRA, TODA SERELEPE, CANTANDO E DANÇANDO, ACOMPANHANDO A MÚSICA. QUANDO A MÚSICA ACABA, ELA PEGA UM ENORME SACO DE BRINQUEDOS, QUE ESTAVA NUM CANTINHO DA SALA, PUXA-O AO CENTRO, SENTA NUMA CADEIRA E COMEÇA A TIRAR OS BRINQUEDOS DE DENTRO DO SACO, ESPALHANDO-OS AO REDOR DE SI, E FALANDO, ENQUANTO MEXE NOS BRINQUEDOS.)
EMÍLIA – Oba!!! Ainda bem que estou sozinha aqui. Eu não sei aonde foram todos, mas nem me importo. Eu adoro quando o Pedrinho vem passar as férias aqui, porque ele sempre traz esse saco enorme de brinquedos e, no meio de bolas e carrinhos, sempre tem coisas de meninas, que ele traz de presente pra Narizinho, mas, antes que ela veja, eu vou é ver primeiro (ELA RI.). Eu quero logo ver o que tem aqui, porque eu vou pegar algumas coisas pra mim... Hummmmmmmm... Se a Dona Benta me vir, vai logo querer dizer: (ELA FALA, IMITANDO A DONA BENTA, COM AR DEBOCHADO.) – “Emília, seja responsável e solidária. Não devemos mexer nas coisas que não são nossas. Se você não tem autorização pra mexer no saco de brinquedos de Pedrinho, então por que está mexendo???” Ai, que chatice... Ainda bem que a Dona Benta nem está aqui... Ufa!!! Ainda bem que estou sozinha. Ah! Esse negócio de responsabilidade não é comigo... Olha!!! Uma boneca!!! (APARECE, POR TRÁS DELA, A DONA BENTA. MAS ELA NEM PERCEBE E ELA FALA À PLATEIA) Ei pessoal, eu sou uma boneca de pano, vocês sabem. Mas eu sou diferente. Eu sou que nem gente! Por isso eu falo, canto, danço e posso fazer tudo que um menino e uma menina fazem. (ELA ESTÁ COM UMA BONECA NA MÃO) Por isso que eu gosto de brincar de bonecas, ora... Ah! E se vocês não gostarem, vão reclamar pra Monteiro Lobato. Eu não estou nem aí! ... (ELA DÁ LÍNGUA À PLATEIA.)
DONA BENTA – Credo!!! Uma bonequinha dando língua às pessoas... (EMÍLIA SE ASSUSTA E FAZ CARA DE MEDO. DONA BENTA DIRIGE-SE À PLATEIA.) Desculpa, pessoal. Olha, não reparem. Emília é assim mesmo. Eu dou educação a esta boneca. Mas ela, às vezes, me decepciona. (DIRIGINDO-SE À EMÍLIA.) Emília, você já ouviu falar na palavra SO-LI-DA-RI-E-DA-DE? (PRONUNCIA SÍLABA POR SÍLABA.)
EMÍLIA – Não. O que é isso? É de comer? Se for, eu já quero. Estou com muita fome.
DONA BENTA - Não, Emília. Não é de comer. Solidariedade é amar o próximo e respeitar as pessoas.
EMÍLIA – Ah! Então eu tenho muita solidariedade, porque eu amo e respeito todo mundo, nessa casa!!!
DONA BENTA – Será mesmo que você respeita todo mundo, nessa casa?
EMÍLIA – É claro que sim, Dona Benta. Mas o que é que a Senhora está insinuando, heim?
DONA BENTA – Então, me responda: de quem é este saco de brinquedos aí?
EMÍLIA – Bem... é... esse saco de brinquedos é... de Pedrinho, ora!!!
(ENTRAM PEDRINHO E NARIZINHO, CORRENDO.)
PEDRINHO E NARIZINHO – Oi, pessoal!
EMÍLIA E DONA BENTA – Oi.
NARIZINHO – (OLHANDO A BONECA, NAS MÃOS DE EMÍLIA.) Emília, que boneca linda! Quem te deu?
PEDRINHO – (FALANDO ESTRESSADO) Emíliaaaaaaa!!! Quem mandou você mexer no meu saco de brinquedos? Poxa... Eu iria fazer uma surpresa, dando essa boneca de presente pra Narizinho, e você, com sua falta de respeito, estragou tudo.
EMÍLIA – Ah! Pedrinho, como eu iria adivinhar???
NARIZINHO – Pedrinho!!! Então essa boneca é pra mim? (EMÍLIA ENTREGA PRA NARIZINHO.) Que linda!!! Muito obrigada, meu primo Pedrinho. Você é maravilhoso!!! (ABRAÇA PEDRINHO.)
PEDRINHO – É, Emília, você não foi responsável nem solidária, estragando a surpresa.
DONA BENTA – Tá vendo, Emília? Não te falei???
EMÍLIA – Tá bom, tá bom... Eu prometo que, daqui por diante, eu serei mais responsável e solidária com todos dessa casa... (ELA FAZ MOVIMENTOS COM O NARIZ E A BOCA, COMO SE ESTIVESSE SENTINDO UM CHEIRO MARAVILHOSO.) Hummmmm... Que cheiro é esse? Ai, agora me deu fome...
TIA NASTÁCIA – (ENTRANDO, FELIZ.) Olá, pessoal. Hoje é um dia especial. É o Dia da Cultura. E eu preparei muitos quitutes. Tem bolinho de chuva... (ENQUANTO ELA FALA, TODOS TÊM REAÇÕES ESPECIAIS, PRINCIPALMENTE EMÍLIA, QUE ATÉ LAMBE OS BEIÇOS.) brigadeiro... pé-de-moleque... bolo de milho... canjica... hmmmmmm... tá tudo uma delícia...
VISCONDE DE SABUGOSA – (JÁ ENTRA FALANDO. EMÍLIA SE ALEGRA, COM SUA ENTRADA.) Oba!!! Eu também quero. Eu adoro as comidinhas da Tia Nastácia... Deliciosas. Mas, como hoje é o dia da cultura, eu vou dar dois presentes pra duas crianças aqui. Só vai ganhar, quem responder corretamente: 1ª pergunta: O que é Responsabilidade? (ALGUÉM DA PLATEIA RESPONDERÁ E ELE ENTREGARÁ UM LIVRO DE PRESENTE) Muito bem. Meus parabéns! Aqui está o seu presente: um maravilhoso livro de história pra você ler e se divertir. Agora, vamos à próxima pergunta: O que é Solidariedade? (ALGUÉM RESPONDERÁ E ELE ENTREGARÁ OUTRO LIVRO.) Muito bem. Parabéns. Aqui está o seu presente. A leitura nos traz muita cultura. Ler é maravilhoso...
TIA NASTÁCIA – Ei, pessoal, eu tenho uma surpresa. Hoje há dois visitantes, aqui na nossa casa. O Saci e a Cuca. (TODOS, NO PALCO, SE APAVORAM. EMÍLIA GRITA.) Mas, calma, gente. A Cuca, hoje, veio em missão de paz. Nós faremos uma grande festa em homenagem à cultura.
(ENTRAM O SACI E A CUCA. TOCA UMA MÚSICA SUPER ANIMADA. TODOS DANÇAM. PRA ONDE A CUCA VAI, TODOS CORREM DE PERTO. ELA VAI DANÇANDO PRO LADO DELES E ELES VÃO SAINDO. NINGUÉM QUER FICAR PERTO DELA. DE REPENTE, A MÚSICA PÁRA E ELA BERRA.)
CUCA – Eu enganei a Tia Nastácia. Eu não vim nada de em missão de paz. Eu vim foi pra pegar vocês!!! (ELA DÁ UM FORTE GRITO E TODOS GRITAM, TAMBÉM, APAVORADOS, E SAEM DE CENA. FICA SÓ O SACI. ELE COMEÇA A RIR E FALA.)
SACI – (FALA RINDO.) Que bobagem... Eles têm medo da Cuca... E vocês? Vocês têm medo da Cuca também? Eu tenho uma surpresa pra vocês! (ELE PEGA UM SACO DE BOMBONS, QUE ESTÁ NUM CANTO DO PALCO E JOGA À PLATÉIA, DANÇANDO, AO SOM DE UMA MÚSICA ANIMADA.) Tchau, pessoal!!! (SAI DE CENA).
(Estrella)
Em relação à criação cênica, que afirmativa melhor retrata o texto?
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