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Foram encontradas 40 questões.

2566170 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“A década de 1950 foi cheia de guerras de guerrilha no Terceiro Mundo, praticamente todas nos países coloniais em que, por um motivo ou outro, as antigas potências coloniais ou colonos locais resistiram à descolonização pacífica – Malásia, Quênia (o movimento Mau Mau) e Chipre no império britânico em dissolução; as guerras muito mais sérias na Argélia e no Vietnã no império francês em dissolução.”
HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991). 2ª Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
Conforme o historiador Eric Hobsbawm, a estratégia de guerrilha ganhou destaque no mundo com a
 

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2566169 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“Assim, os africanos e seus descendentes encontravam nesses espaços religiosos locais em que podiam viver e morrer juntos aos seus irmãos (...)”
FARIAS, Juliana Barreto. Cidades negras: africanos, crioulos e espaços urbanos no Brasil escravista do século XIX. São Paulo: Alameda, 2006.
Conforme referência supracitada, marque (V), para as afirmativas Verdadeiras e (F), para as Falsas, a respeito da religiosidade negra no Brasil escravista.
( ) Escravos e seus descendentes constituíram, nas irmandades católicas, espaços de sociabilidade mais ou menos autônoma, reconstruindo suas identidades.
( ) Os principais critérios de identificação nas irmandades religiosas eram, em geral, a condição social, a cor da pele e o local de nascimento.
( ) Batuques, calundus e candomblés eram cerimônias religiosas de origem africana nas quais, por seu caráter de resistência, cerceava-se a participação de crioulos e de brancos.
( ) Escravos e ex-escravos oriundos da África Ocidental trouxeram tradições islâmicas para o Brasil e compartilharam sua fé, através de hábitos alimentares, orações, jejuns, uso de amuletos e estudo do Alcorão e da língua árabe.
A sequência correta, de cima para baixo, é
 

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2566168 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“O certo é que as fugas, e mais ainda as suas dimensões nos espaços urbanos, não podem ser banalizadas, classificadas como repetitivas ou cristalizadas em atos heróicos da resistência escrava. Havia muito de política nas decisões de escapar e como se manter protegido, principalmente nas cidades. Fugitivos, menos do que apenas ‘inadaptados’ ao regime escravista, com extenuante carga de trabalho e péssimas condições de vida, redefiniam significados do cativeiro e da liberdade.
” FARIAS, Juliana Barreto. Cidades negras: africanos,
crioulos e espaços urbanos no Brasil escravista do século XIX. São Paulo: Alameda, 2006.
De acordo com a referência supracitada, as fugas de escravos no Brasil caracterizavam-se por
 

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2566167 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“Atrás dos portugueses lançam-se os espanhóis. Escolherão outra rota, pelo ocidente ao invés do oriente. Descobrirão a América, seguidos aliás de perto pelos portugueses que também toparão com o novo continente. Virão, depois dos países peninsulares, os franceses, ingleses, holandeses, até dinamarqueses e suecos. A grande navegação estava aberta e todos procuravam tirar partido dela.”
PRADO JUNIOR, Caio.
O sentido da colonização. IN: . Formação do Brasil Contemporâneo. São Paulo: Brasiliense, 2008.
Em relação ao processo de descobrimento e povoamento da América pelos europeus, o historiador Caio Prado Junior afirma que
 

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2566166 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“Muitas vezes já se disse que a história do Brasil foi escrita sem sangue e sem lágrimas. Que, entre nós, o desejo de paz sempre foi maior do que as tensões. Errado. O Brasil Colônia foi atravessado por episódios de descontentamento e revolta. Tais manifestações tinham dois focos de origem: um ‘externo’ e outro ‘interno’.”
DEL PRIORE, Mary; VENANCIO, Renato. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Planeta, 2010.
De acordo com a referência supracitada, as seguintes afirmativas sobre as rebeliões contra o domínio português no período colonial são verdadeiras, EXCETO:
 

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2566165 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“A descoberta das rotas marítimas do Atlântico e a colonização do Novo Mundo marcaram e transformaram a história do homem na Idade Moderna. Enquanto a escravidão gradativamente desapareceu no continente europeu, o tráfico atlântico criava novas formas de exploração no continente africano e introduzia a instituição da escravidão nas Américas.”
DANTAS, Carolina Vianna; MATTOS, Hebe; ABREU,
Martha (org.). O negro no Brasil: trajetórias e lutas em dez aulas de história. 1ª ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.
O tráfico transatlântico de escravos e a escravidão nas Américas se deram de acordo com quais condições e/ou características?
I. Algumas elites militares e políticas africanas beneficiaram-se do contato com os europeus e colaboraram com o tráfico de escravos, aprisionando parcelas da população mais pobre, desprotegida ou que pertencia a grupos rivais aos seus.
II. Um ponto em comum vinculava a escravidão que foi praticada na Europa, na África e nas Américas em distintas épocas: a instituição da escravidão a partir de uma base racial. III. No meio urbano, onde os escravos trabalhavam “ao ganho”, o controle da mobilidade espacial dos escravos era intensificado através do emprego de feitores.
IV. Os escravos que tinham maiores chances de receber a alforria eram os crioulos, as mulheres e os pardos, sendo os homens nascidos na África os menos beneficiados.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2566164 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“Inicialmente, os portugueses não afetaram a vida dos indígenas e a autonomia do sistema tribal. Enfurnados em apenas três ou quatro feitorias dispersas ao longo do litoral, dependiam dos nativos, seus ‘aliados’, para sua alimentação e proteção. (...) Mas, a partir de 1534, aproximadamente, tais relações começaram a se alterar. Chegava ao fim a fase em que os brancos se mantiveram dependentes dos nativos.”
DEL PRIORE, Mary; VENANCIO, Renato. Uma breve história do Brasil. São Paulo: Planeta, 2010.
De acordo com a referência supracitada, por que as relações entre portugueses e indígenas, no Brasil do século XVI, deixaram de ser amistosas para se tornarem abertamente hostis?
 

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2566163 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“A longa crise da economia e da sociedade europeias durante os séculos XIV e XV marcou as dificuldades e os limites do modo de produção feudal no último período da Idade Média”.
ANDERSON, Perry. Linhagens do Estado Absolutista. São Paulo: Brasiliense, 1995.
Em relação às linhagens do Estado absolutista, o autor afirma que
 

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2566162 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“(...) A monarquia absoluta, não obstante quão moderna e inovadora, achava impossível e pouco se interessava em libertar-se da hierarquia dos nobres proprietários, a qual afinal de contas, pertencia, e cujos valores simbolizava e incorporava, e de cujo apoio dependia grandemente.”
HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções. São Paulo: Paz e Terra, 2016.
Quanto à monarquia absoluta, segundo o autor, é correto afirmar
 

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2566161 Ano: 2019
Disciplina: História
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Leia o excerto a seguir.
“O movimento operário proporcionou uma resposta ao grito do homem pobre. Ele não pode ser confundido com a mera reação coletiva contra o sofrimento intolerável, que ocorreu em outros momentos da história, nem sequer com a prática da greve e outras formas de militância que se tornaram características da classe trabalhadora.”
HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções. São Paulo: Paz e Terra, 2016.
Em relação ao movimento operário, o autor afirma que a intensidade das mudanças sociais que envolvia a classe operária era de tal ordem que
 

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