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O fornecimento da alimentação para ruminantes deve receber cuidado especial.
A implantação de novas dietas e a introdução de alimentos exigem atenção especial, considerando que
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Os aditivos são substâncias que podem ser incorporadas aos alimentos dos animais com propósito de melhorar seu desempenho e, com isso, a rentabilidade.
Assim, sendo, é correto afirmar que
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A acidose metabólica está associada à ingestão de dietas com excesso de carboidratos que, ao serem fermentados, aumentam o nível de ácidos graxos voláteis, com consequente queda do pH ruminal.
Sobre esta enfermidade afirma-se que
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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
A relação de sentido estabelecida entre as ideias ligadas pelos dois pontos, em “ São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais... ”, é de
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A ovinocultura é importante fonte de renda em propriedades do Rio Grande do Sul. Algumas atividades do criador aumentam os índices de sucesso na criação, como
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Os desequilíbrios minerais decorrem de um ou mais dos seguintes fatores: fluxo de entrada diminuído (carências primárias), eliminação maior do que a absorção, transtornos na transformação orgânica, interações com outros elementos ou absorção maior do que a excreção (intoxicações).
Dessa forma, é correto afirmar que
I. a carência de cobre causa ataxia enzóotica em ovinos e a carência de zinco causa paraqueratose em suínos.
II. o magnésio encontra-se associado ao potássio nos tecidos, atuando assim, no metabolismo.
III. o excesso de cálcio e/ou fósforo na dieta reduz a disponibilidade biológica do manganês.
II. o magnésio encontra-se associado ao potássio nos tecidos, atuando assim, no metabolismo.
III. o excesso de cálcio e/ou fósforo na dieta reduz a disponibilidade biológica do manganês.
Estão corretas as afirmativas
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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido(A). É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.(B)
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente(C), são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim(D). Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Em qual passagem a seguir há correspondência entre o pronome destacado e o referente?
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Considerando aspectos reprodutivos de bovinos e de bubalinos é correto afirmar que
I. as fêmeas bovinas e as fêmeas bubalinas ovulam espontaneamente após o término do cio.
II. as fêmeas bubalinas são poliéstricos anuais, mas a ciclicidade é favorecida pelo decréscimo nas horas de luz do dia e pela temperatura ambiental mais amena.
III. a detecção de cio nas fêmeas bubalinas é prejudicada por apresentarem comportamento homossexual.
Estão corretas as afirmativas
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A fasciolose é uma doença parasitária que ocorre principalmente em ruminantes, causando grandes perdas na pecuária.
Sobre essa enfermidade, são feitas as seguintes afirmações:
I. Os hospedeiros definitivos ingerem, junto com a pastagem, as metacercárias que, no intestino delgado, atravessam a parede intestinal e penetram no fígado, atingindo a forma adulta em um período de 8 a 12 semanas pós-infecção.
II. A fasciolose é uma zoonose emergente, na qual a resistência ao agente causador varia com os hospedeiros: equinos e suínos têm resistência alta; bovinos, cervos, coelhos e homem são moderadamente resistentes e ovinos, caprinos e hamsters têm baixa resistência.
III. Na forma crônica, a doença se manifesta com timpanismo irregular, fezes acinzentadas e de consistência mole, desidratação, hipertermia. Alguns animais podem apresentar quadro de laminite, com crescimento anormal dos cascos e sintomatologia de claudicação
Estão corretas as afirmativas
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A avicultura realizada em base ecológica é um tema atual envolvido com segurança alimentar. Em relação à criação na avicultura colonial, é correto afirmar:
I. A coleta diária dos ovos deve ocorrer três vezes ao dia, com higienização dos ovos em sala apropriada e com controle de temperatura e de umidade.
II. A idade mínima para abate dos frangos de corte coloniais é de 85 dias, considerada mais longa quando comparada aos frangos convencionais.
III. Entre as raças mais empregadas na avicultura colonial estão: New Hampshire, Plymouth Rock, Lohmann, Light Sussex e Rhode Island Red.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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