Foram encontradas 40 questões.
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosDefinição Técnica: Orientação a Objetos
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Classes e Objetos
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Encapsulamento
- Paradigmas de ProgramaçãoOrientação a ObjetosOrientação a Objetos: Métodos
O encapsulamento é a proteção da estrutura interna do objeto por trás dos métodos, ou seja, o único modo de se obter informação sobre o objeto é através do método. Cada declaração de método em uma determinada classe é denominada de
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O escopo ou abrangência de variáveis trata da visibilidade destas nos diversos módulos existentes em um programa. As variáveis que são visíveis em todos os módulos são ditas de escopo
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Considere um processo em execução cujo PID é 20. Qual comando Linux é utilizado para encerrar este processo?
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Qual o diagrama da UML (Unified Modeling Language) que enfatiza a ordem temporal das mensagens?
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GRUPO(codgru,nomgru)
PRODUTO(codproduto,nomproduto,grupprroepdruodtuoto,)
Gruproduto referencia GRUPO
VENDEDOR(codvendedor,nomvendedor,comvendedor)
CLIENTE(codcliente,nomcliente,sexcliente)
VENDA(codvendclaie,ntev, perondudto,e vdaloorvren,da )
Vendedor referencia VENDEDOR
Cliente referencia CLIENTE
Produto referencia PRODUTO
Qual o comando em SQL a ser utilizado para obter todas as vendas efetuadas pelo vendedor de nome Paulo?
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A porta TCP, normalmente utilizada pelo protocolo HTTPS, é
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- Fundamentos de ProgramaçãoAlgoritmosConstrução de Algoritmos
- Fundamentos de ProgramaçãoAlgoritmosDefinição de Algoritmo
- Fundamentos de ProgramaçãoEstruturas de Seleção
- Paradigmas de ProgramaçãoProgramação Estruturada
Na programação estruturada, constitui-se um tipo de estrutura de controle do fluxo de execução de um algoritmo a
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Os quatro fantasmas
Leiga, totalmente leiga em psicanálise, é o que sou. Mas interessada como se dela dependesse minha sobrevivência. Para saciar essa minha curiosidade, costumo ler alguns livros sobre o assunto, e acabei descobrindo (não lembro através de qual autor, sinto muito) as quatro principais questões que assombram nossas vidas e que determinam nossa sanidade mental. São elas: 1) sabemos que vamos morrer; 2) somos livres para viver como desejamos; 3) nossa solidão é intrínseca; 4) a vida não tem sentido.
Basicamente, isso.(a) Nossas maiores angústias e dificuldades advêm da maneira como lidamos com nossa finitude, com nossa liberdade, com nossa solidão e com a gratuidade da vida. Sábio é aquele que, diante dessas quatro verdades, não se desespera. Realmente, não são questões fáceis. A consciência de que vamos morrer talvez seja a mais desestabilizadora, mas costumamos pensar nisso(b) apenas quando há uma ameaça concreta: o diagnóstico de uma doença ou o avanço da idade. As outras perturbações são mais corriqueiras. Somos livres para escolher o que fazer de nossas vidas, e isso é amedrontador, pois coloca a responsabilidade em nossas mãos. A solidão assusta também, mas sabemos que há como conviver com ela: basta que a gente dê conteúdo à nossa existência, que tenhamos uma vontade incessante de aprender, de saber, de se autoconhecer. Quanto à gratuidade da vida, alguns resolvem com religião, outros com bom humor e humildade. O que estamos fazendo aqui?
Estamos todos de passagem. Portanto, não aborreça os outros e nem a si próprio, trate de fazer o bem e de se divertir, que já é um grande projeto pessoal.
Volto a destacar: bom humor e humildade são essenciais para ficarmos em paz. Os arrogantes são os que menos conseguem conviver coma finitude, com a liberdade, com a solidão e com a falta de sentido da vida. Eles se julgam imortais, eles querem ditar as regras para os outros, eles recusam o silêncio e não vivem sem aplausos e holofotes, dos quais são patéticos dependentes. A arrogância e a falta de humor conduzem muita gente a um sofrimento que poderia ser bastante minimizado: bastaria que eles(c) tivessem mais tolerância diante das incertezas.
Tudo é incerto, a começar pela data da nossa morte. Incerto é nosso destino, pois, por mais que façamos escolhas, elas só se mostrarão acertadas ou desastrosas lá adiante, na hora do balanço final.
Incertos são nossos amores, e por isso é tão importante sentir-se bem, mesmo estando só. Enfim, incerta é a vida e tudo o que ela comporta. Somos aprendizes, somos novatos, mas beneficiários de uma dádiva: nascemos. Tivemos a chance de existir. De se relacionar. De fazer tentativas. O sentido disso tudo?(d) Fazer parte. Simplesmente fazer parte. Muitos têm uma dificuldade tremenda em aceitar essa transitoriedade. Por isso a psicoterapia é tão benéfica. Ela estende a mão e ajuda a domar nosso medo. Só convivendo amigavelmente com esses quatro fantasmas — finitude, liberdade, solidão e falta de sentido da vida — é que conseguiremos atravessar os dias de forma mais alegre e desassombrada.
MEDEIROS, Martha.Zero Hora, 16/3/2008
Levando em consideração alguns termos usados no texto, referentes a elementos que foram citadas antes ou serão citados posteriormente, é correto afirmar que
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Os quatro fantasmas
Leiga, totalmente leiga em psicanálise, é o que sou. Mas interessada como se dela dependesse minha sobrevivência. Para saciar essa minha curiosidade, costumo ler alguns livros sobre o assunto, e acabei descobrindo (não lembro através de qual autor, sinto muito) as quatro principais questões que assombram nossas vidas e que determinam nossa sanidade mental. São elas: 1) sabemos que vamos morrer; 2) somos livres para viver como desejamos; 3) nossa solidão é intrínseca; 4) a vida não tem sentido.
Basicamente, isso. Nossas maiores angústias e dificuldades advêm da maneira como lidamos com nossa finitude, com nossa liberdade, com nossa solidão e com a gratuidade da vida. Sábio é aquele que, diante dessas quatro verdades, não se desespera. Realmente, não são questões fáceis. A consciência de que vamos morrer talvez seja a mais desestabilizadora, mas costumamos pensar nisso apenas quando há uma ameaça concreta: o diagnóstico de uma doença ou o avanço da idade. As outras perturbações são mais corriqueiras. Somos livres para escolher o que fazer de nossas vidas, e isso é amedrontador, pois coloca a responsabilidade em nossas mãos. A solidão assusta também, mas sabemos que há como conviver com ela: basta que a gente dê conteúdo à nossa existência, que tenhamos uma vontade incessante de aprender, de saber, de se autoconhecer. Quanto à gratuidade da vida, alguns resolvem com religião, outros com bom humor e humildade. O que estamos fazendo aqui?
Estamos todos de passagem. Portanto, não aborreça os outros e nem a si próprio, trate de fazer o bem e de se divertir, que já é um grande projeto pessoal.
Volto a destacar: bom humor e humildade são essenciais para ficarmos em paz. Os arrogantes são os que menos conseguem conviver coma finitude, com a liberdade, com a solidão e com a falta de sentido da vida. Eles se julgam imortais, eles querem ditar as regras para os outros, eles recusam o silêncio e não vivem sem aplausos e holofotes, dos quais são patéticos dependentes. A arrogância e a falta de humor conduzem muita gente a um sofrimento que poderia ser bastante minimizado: bastaria que eles tivessem mais tolerância diante das incertezas.
Tudo é incerto, a começar pela data da nossa morte. Incerto é nosso destino, pois, por mais que façamos escolhas, elas só se mostrarão acertadas ou desastrosas lá adiante, na hora do balanço final.
Incertos são nossos amores, e por isso é tão importante sentir-se bem, mesmo estando só. Enfim, incerta é a vida e tudo o que ela comporta. Somos aprendizes, somos novatos, mas beneficiários de uma dádiva: nascemos. Tivemos a chance de existir. De se relacionar. De fazer tentativas. O sentido disso tudo? Fazer parte. Simplesmente fazer parte. Muitos têm uma dificuldade tremenda em aceitar essa transitoriedade. Por isso a psicoterapia é tão benéfica. Ela estende a mão e ajuda a domar nosso medo. Só convivendo amigavelmente com esses quatro fantasmas — finitude, liberdade, solidão e falta de sentido da vida — é que conseguiremos atravessar os dias de forma mais alegre e desassombrada.
MEDEIROS, Martha.Zero Hora, 16/3/2008
No primeiro parágrafo, para defender seu ponto de vista, a autora apresenta argumentos explícitos com base no processo de
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Os quatro fantasmas
Leiga, totalmente leiga em psicanálise, é o que sou. Mas interessada como se dela dependesse minha sobrevivência. Para saciar essa minha curiosidade, costumo ler alguns livros sobre o assunto, e acabei descobrindo (não lembro através de qual autor, sinto muito) as quatro principais questões que assombram nossas vidas e que determinam nossa sanidade mental. São elas: 1) sabemos que vamos morrer; 2) somos livres para viver como desejamos; 3) nossa solidão é intrínseca; 4) a vida não tem sentido.
Basicamente, isso. Nossas maiores angústias e dificuldades advêm da maneira como lidamos com nossa finitude, com nossa liberdade, com nossa solidão e com a gratuidade da vida. Sábio é aquele que, diante dessas quatro verdades, não se desespera. Realmente, não são questões fáceis. A consciência de que vamos morrer talvez seja a mais desestabilizadora, mas costumamos pensar nisso apenas quando há uma ameaça concreta: o diagnóstico de uma doença ou o avanço da idade. As outras perturbações são mais corriqueiras. Somos livres para escolher o que fazer de nossas vidas, e isso é amedrontador, pois coloca a responsabilidade em nossas mãos. A solidão assusta também, mas sabemos que há como conviver com ela: basta que a gente dê conteúdo à nossa existência, que tenhamos uma vontade incessante de aprender, de saber, de se autoconhecer. Quanto à gratuidade da vida, alguns resolvem com religião, outros com bom humor e humildade. O que estamos fazendo aqui?
Estamos todos de passagem. Portanto, não aborreça os outros e nem a si próprio, trate de fazer o bem e de se divertir, que já é um grande projeto pessoal.
Volto a destacar: bom humor e humildade são essenciais para ficarmos em paz. Os arrogantes são os que menos conseguem conviver coma finitude, com a liberdade, com a solidão e com a falta de sentido da vida. Eles se julgam imortais, eles querem ditar as regras para os outros, eles recusam o silêncio e não vivem sem aplausos e holofotes, dos quais são patéticos dependentes. A arrogância e a falta de humor conduzem muita gente a um sofrimento que poderia ser bastante minimizado: bastaria que eles tivessem mais tolerância diante das incertezas.
Tudo é incerto, a começar pela data da nossa morte. Incerto é nosso destino, pois, por mais que façamos escolhas, elas só se mostrarão acertadas ou desastrosas lá adiante, na hora do balanço final.
Incertos são nossos amores, e por isso é tão importante sentir-se bem, mesmo estando só. Enfim, incerta é a vida e tudo o que ela comporta. Somos aprendizes, somos novatos, mas beneficiários de uma dádiva: nascemos. Tivemos a chance de existir. De se relacionar. De fazer tentativas. O sentido disso tudo? Fazer parte. Simplesmente fazer parte. Muitos têm uma dificuldade tremenda em aceitar essa transitoriedade. Por isso a psicoterapia é tão benéfica. Ela estende a mão e ajuda a domar nosso medo. Só convivendo amigavelmente com esses quatro fantasmas — finitude, liberdade, solidão e falta de sentido da vida — é que conseguiremos atravessar os dias de forma mais alegre e desassombrada.
MEDEIROS, Martha.Zero Hora, 16/3/2008
Observe as afirmativas abaixo:
I. A autora, apesar de entender profundamente de psicanálise, achou um autor que conseguiu expressar ainda melhor os quatro pontos passíveis de trazerem inquietações à nossa existência.
II. Dentre as quatro coisas que mais angustiam ao homem está a limitação da existência, que tem um tempo demarcado para todos.
III. Os insolentes são aqueles que mais sabem enfrentar a morte, a independência, o isolamento e a ausência de significado da existência.
IV. O percurso existencial é povoado de interrogações, no entanto se tem um legado primordial: a vida.
Estão corretas apenas as afirmativas:
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