Foram encontradas 50 questões.
- História GeralDemandas políticas e sociais no mundo atual
- História GeralQuestões Internacionais: história do tempo presente
Em dezembro de 2010, a autoimolação do vendedor
ambulante Mohamed Bouazizi, em protesto contra a
apreensão de suas mercadorias e o tratamento recebido de agentes públicos na Tunísia, desencadeou
manifestações que contribuíram para a queda do presidente Zine El Abidine Ben Ali. Nos meses seguintes,
protestos alcançaram diferentes países do norte da
África e do Oriente Médio, movimento posteriormente
conhecido como Primavera Árabe.
Considerando esse processo histórico, as mobilizações iniciadas em 2010 caracterizaram-se pela
Considerando esse processo histórico, as mobilizações iniciadas em 2010 caracterizaram-se pela
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- História GeralDescolonização Afro-asiática : novos Estados, nova arena internacional
- História GeralQuestões Internacionais: história do tempo presente
A ampliação da presença africana na Copa do Mundo
de 2026 evidencia a diversidade política e cultural de
um continente cujas fronteiras e Estados foram profundamente marcados pelo colonialismo e pelos processos
de descolonização.
Relacione os países ou territórios africanos da primeira coluna às respectivas trajetórias históricas apresentadas na segunda coluna.
(1) Argélia
(2) Eritreia
(3) Sudão do Sul
(4) Saara Ocidental
( ) Território colonizado pela Espanha cujo processo de descolonização permaneceu inconcluso, envolvendo a atuação da Frente Polisário, a presença marroquina e a reivindicação de um referendo de autodeterminação.
( ) País cuja luta contra a dominação francesa resultou nos Acordos de Évian e no referendo de independência realizado em 1962.
( ) Estado formado após décadas de conflitos com o governo sediado em Cartum, tendo sua separação aprovada em referendo realizado em 2011, conforme acordo encerrado após um período de Guerra Civil.
( ) Antiga colônia italiana, posteriormente federada e anexada à Etiópia, cuja independência foi alcançada após prolongada luta armada e confirmada por referendo realizado em 1993.
A sequência numérica correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é
Relacione os países ou territórios africanos da primeira coluna às respectivas trajetórias históricas apresentadas na segunda coluna.
(1) Argélia
(2) Eritreia
(3) Sudão do Sul
(4) Saara Ocidental
( ) Território colonizado pela Espanha cujo processo de descolonização permaneceu inconcluso, envolvendo a atuação da Frente Polisário, a presença marroquina e a reivindicação de um referendo de autodeterminação.
( ) País cuja luta contra a dominação francesa resultou nos Acordos de Évian e no referendo de independência realizado em 1962.
( ) Estado formado após décadas de conflitos com o governo sediado em Cartum, tendo sua separação aprovada em referendo realizado em 2011, conforme acordo encerrado após um período de Guerra Civil.
( ) Antiga colônia italiana, posteriormente federada e anexada à Etiópia, cuja independência foi alcançada após prolongada luta armada e confirmada por referendo realizado em 1993.
A sequência numérica correta de preenchimento dos parênteses da segunda coluna, de cima para baixo, é
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Na Capitania de Minas Gerais, durante o século XVIII,
as restrições à instalação de ordens religiosas regulares
contribuíram para a centralidade de associações leigas,
como irmandades, confrarias e ordens terceiras, na
organização da vida religiosa e social.
Considerando sua atuação no contexto do barroco mineiro, essas associações caracterizaram-se pela
Considerando sua atuação no contexto do barroco mineiro, essas associações caracterizaram-se pela
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Durante a Revolução Farroupilha (1835–1845), o
deslocamento de homens para as frentes de combate
afetava a capacidade de vigilância e repressão na
Freguesia do Boqueirão. Essa situação aparece no ofício
enviado, em 22 de julho de 1836, pelo encarregado da
Polícia local, Balthazar José Rodrigues Filho, a Domingos
José de Almeida. Ao justificar as dificuldades para reunir
reforços destinados às forças farroupilhas, a autoridade
escreveu:
“[...] não ignora ser este Destrito pobre de jente, e alguas Pessoas que restão tem andado empregadas em abater a furia destruidora dos malditos Coilombeiros [...] Sendo certo que tudo sabem e sem receio girão pela Costa da Serra atacando aos Moradores tanto de Noite, como de Dia [...] e immediatamente a imvestirão Fazenda do Salso tendo-a imvadido toda a Noite arrombando-lhe o Portam, e com descarga e gritarias continuadas quebrando-lhe as vidraças e janellas [...].”
RODRIGUES FILHO, Balthazar José. Ofício a Domingos José de Almeida. Freguesia do Boqueirão, 22 jul. 1836. Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul, Coleção Varela, CV-7936. In: ARQUIVO HISTÓRICO DO RIO GRANDE DO SUL. Anais do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: AHRS, ano. v. 18, p. 183–184.
Considerando o lugar social do autor do documento e as discussões historiográficas sobre a escravidão e a resistência negra no período, o relato evidencia a
“[...] não ignora ser este Destrito pobre de jente, e alguas Pessoas que restão tem andado empregadas em abater a furia destruidora dos malditos Coilombeiros [...] Sendo certo que tudo sabem e sem receio girão pela Costa da Serra atacando aos Moradores tanto de Noite, como de Dia [...] e immediatamente a imvestirão Fazenda do Salso tendo-a imvadido toda a Noite arrombando-lhe o Portam, e com descarga e gritarias continuadas quebrando-lhe as vidraças e janellas [...].”
RODRIGUES FILHO, Balthazar José. Ofício a Domingos José de Almeida. Freguesia do Boqueirão, 22 jul. 1836. Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul, Coleção Varela, CV-7936. In: ARQUIVO HISTÓRICO DO RIO GRANDE DO SUL. Anais do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: AHRS, ano. v. 18, p. 183–184.
Considerando o lugar social do autor do documento e as discussões historiográficas sobre a escravidão e a resistência negra no período, o relato evidencia a
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Em 1957, o Teatro Experimental do Negro (TEN) encenou,
no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a peça Sortilégio
– Mistério Negro. A obra abordava conflitos vivenciados
pela população negra em uma sociedade marcada pela
valorização de padrões culturais eurocêntricos. Ao
analisar posteriormente a trajetória do grupo, Abdias
do Nascimento afirmou que sua proposta incluía “uma
estética afro-centrada como parte essencial na composição de um espetáculo genuinamente brasileiro”.
NASCIMENTO, Abdias. Teatro Experimental do Negro: trajetória e reflexões. Estudos Avançados, v. 18, n. 50, 2004.
Considerando a inserção do TEN na trajetória do movimento negro brasileiro, sua experiência evidencia uma forma de atuação baseada na
NASCIMENTO, Abdias. Teatro Experimental do Negro: trajetória e reflexões. Estudos Avançados, v. 18, n. 50, 2004.
Considerando a inserção do TEN na trajetória do movimento negro brasileiro, sua experiência evidencia uma forma de atuação baseada na
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Durante o processo de abertura política iniciado no final
da década de 1970, diferentes grupos sociais ampliaram
o debate sobre a democratização para além das decisões
conduzidas pelas instituições do Estado. Nesse contexto,
assembleias, organizações e lideranças indígenas, articuladas com setores da sociedade civil, mobilizaram-se
contra o projeto governamental de emancipação indígena
anunciado em 1978.
A proposta previa a possibilidade de reconhecer juridicamente indivíduos ou grupos indígenas como integrados à sociedade nacional, alterando sua condição jurídica e os mecanismos específicos de proteção então previstos na legislação.
Considerando a atuação indígena e o significado político dessa resistência, a oposição ao projeto caracterizou-se pela
A proposta previa a possibilidade de reconhecer juridicamente indivíduos ou grupos indígenas como integrados à sociedade nacional, alterando sua condição jurídica e os mecanismos específicos de proteção então previstos na legislação.
Considerando a atuação indígena e o significado político dessa resistência, a oposição ao projeto caracterizou-se pela
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Em 1916, na conferência O dever dos neutros, proferida
na Faculdade de Direito de Buenos Aires, Rui Barbosa
argumentava:
"Entre os que destroem a lei e os que a observam não há neutralidade admissível. Neutralidade não quer dizer impassibilidade: quer dizer imparcialidade; e não há imparcialidade entre o direito e a injustiça. [...] Em presença da insurreição armada contra o direito positivo, a neutralidade não pode ser a abstenção, não pode ser a indiferença, não pode ser a insensibilidade, não pode ser o silêncio."
BARBOSA, Rui. Os Conceitos Modernos do Direito Internacional. Rio de Janeiro: Fundação Casa Rui Barbosa, 1983, p. 54.
Considerando a atuação de Rui Barbosa e os debates políticos e diplomáticos relacionados ao abandono da neutralidade e à participação brasileira na Primeira Guerra Mundial, avalie as afirmativas a seguir.
I - Em meio às posições favoráveis aos Aliados, às simpatias pelos Impérios Centrais e à defesa da manutenção da neutralidade, Rui Barbosa sustentou que a condição de Estado neutro não impunha indiferença diante de violações do direito internacional, admitindo a censura política e moral aos atos atribuídos à Alemanha.
II - A crítica de Rui Barbosa à neutralidade passiva apoiava-se na valorização do direito internacional e na experiência diplomática de Haia, sustentando que a violação das garantias reconhecidas aos Estados neutros não deveria ser tratada pelos demais países como questão juridicamente indiferente.
III - O torpedeamento do vapor brasileiro Paraná, em abril de 1917, fortaleceu a mobilização favorável aos Aliados e ampliou as pressões sobre o chanceler Lauro Müller, cuja defesa da neutralidade e ascendência alemã eram utilizadas por seus opositores para questionar sua permanência no cargo.
IV - Embora tenha enviado uma divisão naval ao Atlântico, o governo brasileiro limitou as demais missões encaminhadas à Europa a atividades sem integração direta às operações militares e sanitárias conduzidas pelos Aliados.
Quais estão corretas?
"Entre os que destroem a lei e os que a observam não há neutralidade admissível. Neutralidade não quer dizer impassibilidade: quer dizer imparcialidade; e não há imparcialidade entre o direito e a injustiça. [...] Em presença da insurreição armada contra o direito positivo, a neutralidade não pode ser a abstenção, não pode ser a indiferença, não pode ser a insensibilidade, não pode ser o silêncio."
BARBOSA, Rui. Os Conceitos Modernos do Direito Internacional. Rio de Janeiro: Fundação Casa Rui Barbosa, 1983, p. 54.
Considerando a atuação de Rui Barbosa e os debates políticos e diplomáticos relacionados ao abandono da neutralidade e à participação brasileira na Primeira Guerra Mundial, avalie as afirmativas a seguir.
I - Em meio às posições favoráveis aos Aliados, às simpatias pelos Impérios Centrais e à defesa da manutenção da neutralidade, Rui Barbosa sustentou que a condição de Estado neutro não impunha indiferença diante de violações do direito internacional, admitindo a censura política e moral aos atos atribuídos à Alemanha.
II - A crítica de Rui Barbosa à neutralidade passiva apoiava-se na valorização do direito internacional e na experiência diplomática de Haia, sustentando que a violação das garantias reconhecidas aos Estados neutros não deveria ser tratada pelos demais países como questão juridicamente indiferente.
III - O torpedeamento do vapor brasileiro Paraná, em abril de 1917, fortaleceu a mobilização favorável aos Aliados e ampliou as pressões sobre o chanceler Lauro Müller, cuja defesa da neutralidade e ascendência alemã eram utilizadas por seus opositores para questionar sua permanência no cargo.
IV - Embora tenha enviado uma divisão naval ao Atlântico, o governo brasileiro limitou as demais missões encaminhadas à Europa a atividades sem integração direta às operações militares e sanitárias conduzidas pelos Aliados.
Quais estão corretas?
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Durante a Era Vargas (1930-1945), o Estado ampliou
sua participação na economia e adotou medidas voltadas
à industrialização, à diversificação produtiva e à implantação de setores de infraestrutura. Esse processo buscava
reduzir a dependência da economia agroexportadora e
ampliar a capacidade produtiva nacional.
Considerando as relações estabelecidas entre o Estado, a iniciativa privada e o capital estrangeiro na condução desse processo, a política econômica do período caracterizou-se pela
Considerando as relações estabelecidas entre o Estado, a iniciativa privada e o capital estrangeiro na condução desse processo, a política econômica do período caracterizou-se pela
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“A narrativa Visão de Túndalo expressa concepções
cristãs acerca da escatologia e distribui simbolicamente
os eleitos em diferentes espaços do Paraíso, de acordo
com suas práticas e méritos terrenos. No relato, o
ambiente celestial é descrito como uma cidade cercada
por três muros – de Prata, de Ouro e de Pedras Preciosas.
No muro de Prata encontravam-se homens e mulheres
que haviam respeitado o casamento legítimo, agraciados
com ‘uestiduras brancas muy fermosas’ e inseridos em
um espaço de luminosidade, harmonia e ausência de
tristeza.”
PEREIRA, F. H. Esteves (ed.). Visão de Túndalo: Códice 244. Revista Lusitana, Lisboa, v. III, 1895, p. 97–120.
Considerando os relatos visionários como fontes para a história social e cultural da Idade Média, a passagem acima pode ser interpretada como uma
PEREIRA, F. H. Esteves (ed.). Visão de Túndalo: Códice 244. Revista Lusitana, Lisboa, v. III, 1895, p. 97–120.
Considerando os relatos visionários como fontes para a história social e cultural da Idade Média, a passagem acima pode ser interpretada como uma
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Leia o trecho da reportagem a seguir.
"Segundo o Movimento Brasil Competitivo (MBC), [...] apenas 21,5% dos alunos do ensino médio estão matriculados em cursos técnicos ou profissionalizantes. [...] O mercado de trabalho mudou mais rapidamente do que a capacidade do país de formar profissionais com as competências demandadas pelas empresas."
MARTINS, André. Escassez de mão de obra qualificada custa R$ 335 bilhões ao Brasil, diz estudo. Exame, São Paulo, 18 de julho de 2026. Disponível em: https://exame.com/brasil/escassez-de-mao-de-obraqualificada-custa-r-335-bilhoes-ao-brasil-diz-estudo/. Acesso em: 27 jul. 2026.
O diagnóstico contemporâneo apresentado na reportagem pode ser relacionado à trajetória histórica da educação profissional brasileira, cuja organização no período imperial e institucionalização ao longo da República foram marcadas pela
"Segundo o Movimento Brasil Competitivo (MBC), [...] apenas 21,5% dos alunos do ensino médio estão matriculados em cursos técnicos ou profissionalizantes. [...] O mercado de trabalho mudou mais rapidamente do que a capacidade do país de formar profissionais com as competências demandadas pelas empresas."
MARTINS, André. Escassez de mão de obra qualificada custa R$ 335 bilhões ao Brasil, diz estudo. Exame, São Paulo, 18 de julho de 2026. Disponível em: https://exame.com/brasil/escassez-de-mao-de-obraqualificada-custa-r-335-bilhoes-ao-brasil-diz-estudo/. Acesso em: 27 jul. 2026.
O diagnóstico contemporâneo apresentado na reportagem pode ser relacionado à trajetória histórica da educação profissional brasileira, cuja organização no período imperial e institucionalização ao longo da República foram marcadas pela
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