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Na colméia de abelhas africanizadas criadas no Brasil encontram-se três castas de abelhas, sendo uma rainha que tem função de por ovos, os zangões que aguardam momento para fecundar uma rainha em vôo nupcial e as abelhas operárias que executam todas as atividades de busca de alimento e elaboração do mel, geléia real e cera para construção dos favos. Mediante esta organização na colméia, um ovo de rainha, de operária e de zangão levam, respectivamente, quantos dias para nascer:
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As recomendações de adubação e calagem para as culturas nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina baseiam-se na análise de solo, utilizando-se a amostra de solo (amostra composta), obtida com coletas de pontos individuais do terreno, denominadas subamostras, que são retiradas com instrumentos específicos. Sobre a amostragem de solos, é incorreto afirmar que:
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Na criação de coelhos, encontra-se um grande número de raças destinadas à criação doméstica e comercial. Considerando a finalidade da exploração, as raças são classificadas em produtoras de carne, pele e pêlo. Assinale a alternativa correta que contempla as três finalidades.
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Carvalho, R.T,L.& HADDAD, C.M. Em seu livro A criação e a nutrição de cavalos afirma a seqüência das operações da doma racional.
1) Colocar o cabresto o quanto antes, para acostumar o animal a ele, mesmo sabendo-se que os trabalhos de condução a mão iniciam-se mais tarde. O animal deve ser cabrestado e solto, convivendo com o apetrecho em liberdade.
2) Na higiene diária, utilizar apenas uma escova de cerdas finas, com a finalidade de habituar o animal ao objeto e não sentir cócegas.
3) Conduzir o cavalo sempre manualmente. Trata-se do abc da doma, quando se utilizam métodos especiais para ensinar as primeiras lições de condução.
4) Os cascos do animal precisam ser constantemente observados, para evitar anormalidades que poderão afetar seus aprumos. Esta prática visa também acostumar o animal ao manuseio do homem.
Assinale a alternativa correta que contempla a fase de crescimento do cavalo, levando em conta as opções acima:
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No momento da ordenha a vaca deve ser preparada com estímulos manuais nos tetos, massagem do úbere, ruído da ordenhadeira ou presença do bezerro. Estes estímulos ativam receptores que chegam até o hipotálamo causando a liberação de hormônio pela hipófise que, através da corrente sangüínea, chega até a glândula mamária em aproximadamente 19 a 22 segundos, desencadeando a expulsão do leite para grandes dutos e cisterna da glândula. Qual é o hormônio que promove esta ação?
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Os adubos minerais em geral são sais inorgânicos com diferentes solubilidades e com diferentes eficiências agronômicas. Com relação as características dos fertilizantes pode-se afirmar que:
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Na alimentação dos bovinos, os animais submetidos a um sistema alimentar de semi-confinamento ou confinamento, podem sofrer dificuldades digestivas e apresentar várias alterações metabólicas. Na acidose ocorre: perda de apetite, dificuldade de movimentação, perda da coordenação motora das pernas traseiras, diarréia, desidratação e conseqüente morte do animal. Assinale a sentença abaixo que representa a causa deste distúrbio na alimentação dos bovinos.
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questão refere-se ao poema abaixo:
O MAPA
Olho o mapa da cidade
Como quem examinasse
A anatomia de um corpo...
(É nem que fosse o meu corpo!)
Sinto uma dor infinita
Das ruas de Porto Alegre
Onde jamais passarei...
Há tanta esquina esquisita,
Tanta nuança de paredes,
Há tanta moça bonita
Nas ruas que não andei
(E há uma rua encantada
Que nem em sonhos sonhei...)
Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada
Invisível, delicioso
Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar
(Deste já tão longo andar!)
E talvez de meu repouso...
(Mario Quintana. Apontamentos de História Sobrenatural. Disponível em: <http://www.fabiorocha.com.br/mario.htm>. Acesso em: 19 maio 2010.)
Analise as assertivas abaixo:
I - O eu-lírico lamenta não ter mais o domínio da cidade e de seu espaço, imaginando coisas que ele ainda não viu e sabe que jamais verá.
II - A cidade apresentada pelo eu-lírico é uma cidade que “parou no tempo”, que há muitos anos se conserva a mesma, não aumentando o número de ruas nem expandindo seus limites.
III - Embora o poeta deixe explícito que a cidade a qual se refere é Porto Alegre, ele não faz menção a nenhum aspecto real ou característica típica da capital gaúcha; ele imagina a sua cidade e acredita mesmo que ela esconda “uma rua encantada” que ultrapassa sua própria capacidade de fantasiá-la.
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Utilizando o software Microsoft Excel na versão 2003 ou superior, tem-se um arquivo com quatro planilhas nomeadas nesta ordem: “resumo”, “mes01”, “mes02” e “mes03. A primeira planilha contém um resumo das vendas efetuadas ao longo dos meses, as demais planilhas contem histórico de vendas diárias de um determinado mês. O total das vendas mensais das planilhas “mes01”, “mes02” e “mes03”, encontram-se na linha 1 coluna D de cada planilha. Assinale a alternativa que indica qual dever ser a fórmula contida na célula D15 da planilha “resumo”, com o valor médio do total de vendas mensais das planilhas “mes01”, “mes02” e “mes03.
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A questão refere-se ao texto abaixo:
Nossa nova língua portuguesa
Logo que comecei a trabalhar como editora, reparei que a diferença entre a língua falada e a língua escrita é maior em português do que em inglês, meu idioma nativo. Um estrangeiro pode passar anos sem topar com uma ênclise. De repente, abre um livro e paft! As pessoas não se sentam; sentam-se. Uma porta não se fecha; fecha-se. O ex-presidente Jânio Quadros uma vez falou “fi-lo porque qui-lo”. Tradução: fiz porque quis – e foi por causa da ênclise falada que a frase entrou na história. Enquanto os vizinhos hispânicos mantêm seus verbos reflexivos falados certinhos, os brasileiros ao falar deixam cair toda espécie de pronome. Escrever, porém, trata-se de outra história. É quase como se fosse um outro idioma.
O português é muito mais aberto do que línguas como o espanhol e o francês. Não existe aqui um forte sentimento nacional pela preservação linguística. Enquanto em espanhol se utiliza Sida, aqui se fala Aids, a sigla em inglês. Outro dia li “bêbado como um gambá” numa tradução e corri para ver como estava a frase no inglês original, pensando que o tradutor a tivesse erroneamente traduzido ao pé da letra, pois existe a expressão “drunk as a skunk”. Mas essa aliteração, que nada tem a ver com o comportamento do fedorento animal, não estava no texto original! Concluí que a expressão deve ser um empréstimo que veio há tempos de minha terra natal, talvez por meio de algum filme.
Neste momento histórico de globalização e acesso máximo à informação, as pessoas no mundo inteiro prezam acima de tudo a comunicação, de maneira eficiente. Daí surgem as abreviações-gíria como “vc” (você), “rs” (risos), “pq” (por que) e “tranks” (tranquilo). No meu trabalho, vejo o impacto da crescente massificação da comunicação escrita. Os livros que chegam aqui dos EUA estão escritos cada vez mais como se o autor estivesse falando em voz alta com seus leitores: “Tenho certeza de que a esta altura você está se perguntando...”, para ficar em apenas um exemplo. Até os franceses, tão mais formais no trato do que os brasileiros, estão mudando. No seu novo livro sobre as ligações entre a mitologia grega e o desenvolvimento pessoal, o filósofo Luc Ferry utiliza o “tu”, e não o “vous”, quando dirige a palavra àquele que vira as páginas.
Em português, esse tipo de abordagem soa muito crua. Fica difícil saber se é melhor escrever “como eu te disse há pouco”, “como eu lhe disse há pouco” ou “como eu disse há pouco”.
Alguns podem pensar que é o inglês que está influenciando as estruturas do português escrito, tornando-o (ih!) mais fácil para ler, mas eu discordo. Sim, foram meus compatriotas os pioneiros na democratização da linguagem, séculos atrás. Um dos fundadores do Estado americano, Benjamin Franklin, até escreveu um livro de ditados populares (foi ele quem observou que, no caso de peixes e hóspedes, ambos fedem em três dias). Mas a meu ver é a própria democratização brasileira que leva à abertura linguística. Ao passo que as pessoas sobem na pirâmide política, social e econômica do País, precisamos e procuramos maior acessibilidade ao mundo da palavra escrita.
Quem produz e vende livros quer comercializar o maior número possível deles, e não restringir a leitura aos poucos eruditos, que, como o Jânio, poderiam explicar seus hábitos assim: “Bebo porque é líquido. Se fosse sólido, comê-lo-ia”. Hoje o público tem mais a cara da minha podóloga, que acaba de comprar uma casa pela Caixa Econômica: “Quero ler um livro que minha filha está lendo; não consigo pronunciar direito o nome. É algo assim: Cre-pús-cu-lo”.
(Júlia Michaels, editora, Revista Galileu, nº 217, ago/2009)
Assinale a alternativa correta. No texto “Nossa nova língua portuguesa”, a intenção principal da autora é:
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