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Foram encontradas 50 questões.

3381915 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-RO

O levantamento de cantos de parcelas ou elementos definidores de imóveis rurais poderá utilizar-se de medidas estadimétricas de distância em seu desenvolvimento e irradiações. A taqueometria nestes casos poderá ser a forma utilizada, resguardadas as condições seguintes, com exceção da apresentada na alternativa:

 

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3381914 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-RO

Analise os itens a seguir:

I - Grade Aradora - A função da grade aradora é realizar o início das operações de preparo do solo. Desestrutura o solo compactado, destrói a soqueira ou pasto e possíveis plantas daninhas. Velocidade de trabalho recomendada: 6 a 7km/h.

II - Arado de Aivecas - Indicado para serviços pesados, em que a movimentação do solo exige maiores profundidades. É o implemento que descompacta superficialmente. Velocidade de trabalho recomendada: 6 a 7km/h.

III - Grade intermediária - A função da grade intermediária é dar sequência ao trabalho iniciado pela grade aradora. Só que agora o solo se encontra fragmentado, mais fácil de trabalhar. Velocidade de trabalho recomendada: 7 a 9km/h.

IV - Grade Niveladora - Também denominada de grade leve, sua função é nivelar o terreno, corrigir as pequenas falhas na superfície, eliminar possíveis ervas daninhas, finalizando o preparo para o plantio. Velocidade recomendada: 6 a 7km/h.

Estão corretos somente os itens:

 

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3381913 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-RO

Marque a alternativa errada. O Manejo Racional de irrigação objetiva maximizar a eficiência do uso da água e minimizar o consumo de energia, mantendo favoráveis as condições de umidade do solo e da fitossanidade das plantas. A inadequação na distribuição incorreta da água, o que pode determinar baixos valores de eficiência de irrigação, podem levar a efeitos desfavoráveis como:

 

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3381912 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-RO

Um galpão de embalagem para melão visando ao mercado externo deve apresentar as seguintes características, com exceção de:

 

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Observe as palavras grifadas da frase a seguir e depois assinale a alternativa que traz a respectiva classificação morfológica.

Saudade é amar um passado que ainda não passou...” (Pablo Neruda)

 

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Em relação à regência verbal, assinale a alternativa que contraria a norma culta da língua portuguesa escrita.

 

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Leia a tirinha para responder às próximas duas(2) questões.

Enunciado 3726530-1

Disponível em http://metiradoserio.com.br/index.php/dik-browne/. Acesso em 12 mai 2014.

Julgue as afirmativas e assinale a alternativa correta

I – No primeiro quadrinho o pronome demonstrativo “nesse” está inadequado ao contexto. O correto seria “neste”, pois indica proximidade de quem fala.

II – Os verbos “tem”, “perguntas” e “cozinha” estão no tempo presente do modo indicativo.

III – No segundo quadrinho, em “Tem gosto de açúcar com peixe!” há um erro de concordância verbal, pois o verbo “tem” deveria estar no plural “têm”.

 

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Leia a tirinha para responder às próximas duas(2) questões.

Enunciado 3726529-1

Disponível em http://metiradoserio.com.br/index.php/dik-browne/. Acesso em 12 mai 2014.

No primeiro quadrinho a palavra “porque” está grafada incorretamente. Assinale a única alternativa que também apresenta erro quanto ao emprego do porquê.

 

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Leia o texto a seguir para responder às próximas seis(6) questões.

CINZAS LEMBRANÇAS

Contar as histórias das vítimas e de suas famílias é a melhor forma de fazer com que ditadura deixe de ser uma abstração

Para muitos jovens, ditadura é uma expressão genérica, quase uma abstração. Apenas uma minoria de sobreviventes, dos nascidos até o início dos anos 1960, guarda na memória a vivência daquele tempo. Para os demais, a maioria esmagadora dos adultos de hoje, ditadura é mais um clichê a se somar a tantos outros da nossa história oficial.

Pois eu vou contar resumidamente como me lembro do regime militar. Foi um tempo mais de tons de cinza do que de branco e preto, embora houvesse uma clara divisão de campos, de um lado os opressores, de outro suas vítimas e os que resistiam de diferentes formas.

Digo tons de cinza porque a censura nunca foi sistêmica e a repressão mais dura era localizada. Os militares não tiveram sequer a coragem de se assumir como os ditadores que foram. Havia espaços para pessoas resistirem. Especialmente nos meios de comunicação de massa, alguns deles, pode-se dizer, mais cúmplices da ditadura do que as vítimas que hoje pretendem ter sido.

Foram tempos de tons de cinza também porque não havia clareza entre nós, que lutávamos pela liberdade: jornalistas, estudantes, lideranças políticas e religiosas, ativistas e intelectuais. Hoje há consenso de que os que pegaram em armas contra a ditadura eram uma minoria relativamente isolada. Por isso, no Brasil, a repressão mais cruel não atingiu dimensões genocidas, como no Chile e na Argentina. E talvez por isso, hoje, a sociedade brasileira tem da ditadura uma memória ambígua e complacente e não se sente por ela traumatizada.

Mas houve também aqui uma repressão de massa, menos visível, quase silenciosa, que afetou quase 60 mil pessoas: oficiais e subalternos expelidos das Forças Armadas, professores e estudantes cassados, funcionários públicos e de estatais perseguidos, sindicalistas postos em listas negras, cantores e compositores exilados. Nossas universidades e o próprio pensamento nacional nunca se recuperaram do expurgo de quase duas centenas de nossos maiores cientistas.

Sobre a repressão mais dura é preciso dizer que seus métodos equipararam-se aos dos mais nefandos sistemas de repressão da história. A tortura física era procedimento-padrão. Os estupros, frequentes. Pais foram assassinados na frente de filhos. Outros foram sequestrados e mortos, e seus corpos esquartejados e desaparecidos. Não poucos presos políticos foram levados à loucura e ao suicídio.

Algumas dessas histórias dizem mais sobre a ditadura do que qualquer explicação sociológica – relato muita delas em meu livro de contos Você Vai Voltar Pra Mim e Outros Contos, publicado pela Cosacnaify. Contar as histórias dessas vítimas e de suas famílias talvez seja a melhor forma de fazer com que a ditadura deixe de ser uma abstração na cabeça dos brasileiros que não viveram aqueles tempos.

KUCINSKI, B. Carta na Escola, Edição n° 85. Disponível em:

http://www.cartanaescola.com.br/single/show/330. Acesso em 12 mai 2014.

A mesma regra de acentuação que vale para a palavra “história”, vale também para:

 

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Leia o texto a seguir para responder às próximas seis(6) questões.

CINZAS LEMBRANÇAS

Contar as histórias das vítimas e de suas famílias é a melhor forma de fazer com que ditadura deixe de ser uma abstração

Para muitos jovens, ditadura é uma expressão genérica, quase uma abstração. Apenas uma minoria de sobreviventes, dos nascidos até o início dos anos 1960, guarda na memória a vivência daquele tempo. Para os demais, a maioria esmagadora dos adultos de hoje, ditadura é mais um clichê a se somar a tantos outros da nossa história oficial.

Pois eu vou contar resumidamente como me lembro do regime militar. Foi um tempo mais de tons de cinza do que de branco e preto, embora houvesse uma clara divisão de campos, de um lado os opressores, de outro suas vítimas e os que resistiam de diferentes formas.

Digo tons de cinza porque a censura nunca foi sistêmica e a repressão mais dura era localizada. Os militares não tiveram sequer a coragem de se assumir como os ditadores que foram. Havia espaços para pessoas resistirem. Especialmente nos meios de comunicação de massa, alguns deles, pode-se dizer, mais cúmplices da ditadura do que as vítimas que hoje pretendem ter sido.

Foram tempos de tons de cinza também porque não havia clareza entre nós, que lutávamos pela liberdade: jornalistas, estudantes, lideranças políticas e religiosas, ativistas e intelectuais. Hoje há consenso de que os que pegaram em armas contra a ditadura eram uma minoria relativamente isolada. Por isso, no Brasil, a repressão mais cruel não atingiu dimensões genocidas, como no Chile e na Argentina. E talvez por isso, hoje, a sociedade brasileira tem da ditadura uma memória ambígua e complacente e não se sente por ela traumatizada.

Mas houve também aqui uma repressão de massa, menos visível, quase silenciosa, que afetou quase 60 mil pessoas: oficiais e subalternos expelidos das Forças Armadas, professores e estudantes cassados, funcionários públicos e de estatais perseguidos, sindicalistas postos em listas negras, cantores e compositores exilados. Nossas universidades e o próprio pensamento nacional nunca se recuperaram do expurgo de quase duas centenas de nossos maiores cientistas.

Sobre a repressão mais dura é preciso dizer que seus métodos equipararam-se aos dos mais nefandos sistemas de repressão da história. A tortura física era procedimento-padrão. Os estupros, frequentes. Pais foram assassinados na frente de filhos. Outros foram sequestrados e mortos, e seus corpos esquartejados e desaparecidos. Não poucos presos políticos foram levados à loucura e ao suicídio.

Algumas dessas histórias dizem mais sobre a ditadura do que qualquer explicação sociológica – relato muita delas em meu livro de contos Você Vai Voltar Pra Mim e Outros Contos, publicado pela Cosacnaify. Contar as histórias dessas vítimas e de suas famílias talvez seja a melhor forma de fazer com que a ditadura deixe de ser uma abstração na cabeça dos brasileiros que não viveram aqueles tempos.

KUCINSKI, B. Carta na Escola, Edição n° 85. Disponível em:

http://www.cartanaescola.com.br/single/show/330. Acesso em 12 mai 2014.

Julgue as afirmativas em relação à colocação pronominal.

I – “Especialmente nos meios de comunicação de massa, alguns deles, pode-se dizer [...].”

O uso de ênclise justifica-se porque não devemos utilizar pronomes oblíquos átonos em início de orações.

II – “[...] a sociedade brasileira tem da ditadura uma memória ambígua e complacente e não se sente por ela traumatizada.”

O uso de próclise justifica-se porque há um advérbio de negação que atrai o pronome oblíquo átono para antes do verbo.

III – “Nossas universidades e o próprio pensamento nacional nunca se recuperaram do expurgo de quase duas centenas de nossos maiores cientistas.”

O uso da próclise justifica-se porque o verbo está no futuro do presente.

 

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