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LÍNGUA RICA OU DIFÍCIL
Muita gente se refere simplesmente ao Português como uma língua difícil e complicada, sem refletir que a sua complexidade é proporcional ao seu desenvolvimento e à sua capacidade de comunicação.
A verdade é que toda crítica é fácil de fazer, principalmente quando se quer justificar o pequeno apreço que se tem por ela e fugir a uma discussão que, embora exigindo parcialidade e dados concretos, aprofunde de modo real os conhecimentos linguísticos e culturais.
Por outro lado, se a intenção é conhecer melhor o mundo dos idiomas, vê-se que uma língua tem o valor real de sua história, e a nossa, por sua longa trajetória de mais de mil anos, que remonta aos dias de glória dos conquistadores romanos, reflete claramente sua pujança num vocabulário com palavras vindas de todos os continentes, permeada de inúmeras alternativas e tantas correspondências.
Nela se misturam desde primitivos vocábulos célticos e ibéricos até palavras de outras línguas atuais, fruto da imensa globalização do mundo moderno, passando pelo onipresente latim dos romanos e dos povos romanizados, pelos idiomas germânicos, pelo árabe, tanto tempo presente na Península Ibérica, pelas inúmeras línguas da África Negra, trazidas à força para enriquecê-la e, especialmente no Brasil, pelos incontáveis idiomas dos nativos americanos e pelos dos saudosos e empreendedores imigrantes que ajudaram a dar essa feição de hoje a este país tão especial e generoso, apesar de tanta desigualdade e injustiça.
Assim, entendendo melhor a história de nossa língua, conhecendo-a e dando-lhe o devido valor, talvez comecemos a namorá-la, mesmo de maneira não muito íntima, com receios de machucá-la e feri-la. Quem sabe, no futuro, talvez se venha a admirá-la e amá-la de verdade, da forma que ela, com certeza, merece.
(In: MARTINS, Ozanir Roberti. Manual de Lingua Portuguesa. 4 ed. RJ: Novaldade, 2003.)
Leia atentamente o seguinte período:
[...]
O frio é tanto, é tamanho
Que a pena cai-me da mão [...]
(A. Gil)
(CUNHA, Celso; LINDLEY, Cintra. Nova Gramática do Português Contemporâneo. RJ: Lexikon, 1985.)
A conjunção destacada apresenta valor semântico de
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Pedro é taxista. Ele cobra R$ 5,00 pela bandeirada e mais R$ 2,50 por cada quilômetro rodado. Sabendo-se que Thiago pagou a Pedro R$ 30,00 pela corrida, podemos afirmar que a distância percorrida por Thiago foi de:
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Uma micro fábrica de bombons recheados produz 2400 bombons por dia. Nessa fábrica trabalham seis empregados durante seis horas diárias. Para reduzir gastos, o dono da fábrica demitiu dois empregados. Sabendo-se que os empregados que restaram, continuam trabalhando o mesmo número de horas por dia, a quantidade diária de bombons que passaram a ser produzidos será de:
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LÍNGUA RICA OU DIFÍCIL
Muita gente se refere simplesmente ao Português como uma língua difícil e complicada, sem refletir que a sua complexidade é proporcional ao seu desenvolvimento e à sua capacidade de comunicação.
A verdade é que toda crítica é fácil de fazer, principalmente quando se quer justificar o pequeno apreço que se tem por ela e fugir a uma discussão que, embora exigindo parcialidade e dados concretos, aprofunde de modo real os conhecimentos linguísticos e culturais.
Por outro lado, se a intenção é conhecer melhor o mundo dos idiomas, vê-se que uma língua tem o valor real de sua história, e a nossa, por sua longa trajetória de mais de mil anos, que remonta aos dias de glória dos conquistadores romanos, reflete claramente sua pujança num vocabulário com palavras vindas de todos os continentes, permeada de inúmeras alternativas e tantas correspondências.
Nela se misturam desde primitivos vocábulos célticos e ibéricos até palavras de outras línguas atuais, fruto da imensa globalização do mundo moderno, passando pelo onipresente latim dos romanos e dos povos romanizados, pelos idiomas germânicos, pelo árabe, tanto tempo presente na Península Ibérica, pelas inúmeras línguas da África Negra, trazidas à força para enriquecê-la e, especialmente no Brasil, pelos incontáveis idiomas dos nativos americanos e pelos dos saudosos e empreendedores imigrantes que ajudaram a dar essa feição de hoje a este país tão especial e generoso, apesar de tanta desigualdade e injustiça.
Assim, entendendo melhor a história de nossa língua, conhecendo-a e dando-lhe o devido valor, talvez comecemos a namorá-la, mesmo de maneira não muito íntima, com receios de machucá-la e feri-la. Quem sabe, no futuro, talvez se venha a admirá-la e amá-la de verdade, da forma que ela, com certeza, merece.
(In: MARTINS, Ozanir Roberti. Manual de Lingua Portuguesa. 4 ed. RJ: Novaldade, 2003.)
Analise as afirmações acerca destas duas orações.
1) O céu cinzento indica chuva.
2) O cinzento do céu indica chuva.
I. Na primeira oração, cinzento é substantivo e, na segunda, adjetivo.
II. Nas duas orações, o vocábulo cinzento é adjetivo.
III. Na primeira oração, cinzento é adjetivo e, na segunda, substantivo.
Selecione a única alternativa correta.
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LÍNGUA RICA OU DIFÍCIL
Muita gente se refere simplesmente ao Português como uma língua difícil e complicada, sem refletir que a sua complexidade é proporcional ao seu desenvolvimento e à sua capacidade de comunicação.
A verdade é que toda crítica é fácil de fazer, principalmente quando se quer justificar o pequeno apreço que se tem por ela e fugir a uma discussão que, embora exigindo parcialidade e dados concretos, aprofunde de modo real os conhecimentos linguísticos e culturais.
Por outro lado, se a intenção é conhecer melhor o mundo dos idiomas, vê-se que uma língua tem o valor real de sua história, e a nossa, por sua longa trajetória de mais de mil anos, que remonta aos dias de glória dos conquistadores romanos, reflete claramente sua pujança num vocabulário com palavras vindas de todos os continentes, permeada de inúmeras alternativas e tantas correspondências.
Nela se misturam desde primitivos vocábulos célticos e ibéricos até palavras de outras línguas atuais, fruto da imensa globalização do mundo moderno, passando pelo onipresente latim dos romanos e dos povos romanizados, pelos idiomas germânicos, pelo árabe, tanto tempo presente na Península Ibérica, pelas inúmeras línguas da África Negra, trazidas à força para enriquecê-la e, especialmente no Brasil, pelos incontáveis idiomas dos nativos americanos e pelos dos saudosos e empreendedores imigrantes que ajudaram a dar essa feição de hoje a este país tão especial e generoso, apesar de tanta desigualdade e injustiça.
Assim, entendendo melhor a história de nossa língua, conhecendo-a e dando-lhe o devido valor, talvez comecemos a namorá-la, mesmo de maneira não muito íntima, com receios de machucá-la e feri-la. Quem sabe, no futuro, talvez se venha a admirá-la e amá-la de verdade, da forma que ela, com certeza, merece.
(In: MARTINS, Ozanir Roberti. Manual de Lingua Portuguesa. 4 ed. RJ: Novaldade, 2003.)
Baseando-se no texto lido, é correto afirmar que a mistura das línguas atuais é uma consequência
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A professora Clotilde perguntou aos seus alunos quantas raízes poderiam ter uma equação do segundo grau.
I) Carlos respondeu: “Duas raízes reais diferentes”.
II) João respondeu: “Duas raízes reais iguais”.
III) Marcelo respondeu: “Nenhuma raiz real”.
IV) Rodrigo respondeu: “Três raízes”.
De acordo com as respostas apresentadas acima podemos afirmar que:
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Sabendo-se que um real é 100 centavos, podemos afirmar que a fração que representa 5 centavos é:
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O número p de partidas que devem ser disputadas em um torneio de basquete, com turno e returno, pode ser calculado pela fórmula p = x(x-1), onde x indica o número de equipes que participam desse torneio. Quantas equipes participam de um torneio em que é disputado um total de 132 partidas?
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LÍNGUA RICA OU DIFÍCIL
Muita gente se refere simplesmente ao Português como uma língua difícil e complicada, sem refletir que a sua complexidade é proporcional ao seu desenvolvimento e à sua capacidade de comunicação.
A verdade é que toda crítica é fácil de fazer, principalmente quando se quer justificar o pequeno apreço que se tem por ela e fugir a uma discussão que, embora exigindo parcialidade e dados concretos, aprofunde de modo real os conhecimentos linguísticos e culturais.
Por outro lado, se a intenção é conhecer melhor o mundo dos idiomas, vê-se que uma língua tem o valor real de sua história, e a nossa, por sua longa trajetória de mais de mil anos, que remonta aos dias de glória dos conquistadores romanos, reflete claramente sua pujança num vocabulário com palavras vindas de todos os continentes, permeada de inúmeras alternativas e tantas correspondências.
Nela se misturam desde primitivos vocábulos célticos e ibéricos até palavras de outras línguas atuais, fruto da imensa globalização do mundo moderno, passando pelo onipresente latim dos romanos e dos povos romanizados, pelos idiomas germânicos, pelo árabe, tanto tempo presente na Península Ibérica, pelas inúmeras línguas da África Negra, trazidas à força para enriquecê-la e, especialmente no Brasil, pelos incontáveis idiomas dos nativos americanos e pelos dos saudosos e empreendedores imigrantes que ajudaram a dar essa feição de hoje a este país tão especial e generoso, apesar de tanta desigualdade e injustiça.
Assim, entendendo melhor a história de nossa língua, conhecendo-a e dando-lhe o devido valor, talvez comecemos a namorá-la, mesmo de maneira não muito íntima, com receios de machucá-la e feri-la. Quem sabe, no futuro, talvez se venha a admirá-la e amá-la de verdade, da forma que ela, com certeza, merece.
(In: MARTINS, Ozanir Roberti. Manual de Lingua Portuguesa. 4 ed. RJ: Novaldade, 2003.)
Considerar que a língua portuguesa possui mais de dois mil anos, deve-se ao fato de
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LÍNGUA RICA OU DIFÍCIL
Muita gente se refere simplesmente ao Português como uma língua difícil e complicada, sem refletir que a sua complexidade é proporcional ao seu desenvolvimento e à sua capacidade de comunicação.
A verdade é que toda crítica é fácil de fazer, principalmente quando se quer justificar o pequeno apreço que se tem por ela e fugir a uma discussão que, embora exigindo parcialidade e dados concretos, aprofunde de modo real os conhecimentos linguísticos e culturais.
Por outro lado, se a intenção é conhecer melhor o mundo dos idiomas, vê-se que uma língua tem o valor real de sua história, e a nossa, por sua longa trajetória de mais de mil anos, que remonta aos dias de glória dos conquistadores romanos, reflete claramente sua pujança num vocabulário com palavras vindas de todos os continentes, permeada de inúmeras alternativas e tantas correspondências.
Nela se misturam desde primitivos vocábulos célticos e ibéricos até palavras de outras línguas atuais, fruto da imensa globalização do mundo moderno, passando pelo onipresente latim dos romanos e dos povos romanizados, pelos idiomas germânicos, pelo árabe, tanto tempo presente na Península Ibérica, pelas inúmeras línguas da África Negra, trazidas à força para enriquecê-la e, especialmente no Brasil, pelos incontáveis idiomas dos nativos americanos e pelos dos saudosos e empreendedores imigrantes que ajudaram a dar essa feição de hoje a este país tão especial e generoso, apesar de tanta desigualdade e injustiça.
Assim, entendendo melhor a história de nossa língua, conhecendo-a e dando-lhe o devido valor, talvez comecemos a namorá-la, mesmo de maneira não muito íntima, com receios de machucá-la e feri-la. Quem sabe, no futuro, talvez se venha a admirá-la e amá-la de verdade, da forma que ela, com certeza, merece.
(In: MARTINS, Ozanir Roberti. Manual de Lingua Portuguesa. 4 ed. RJ: Novaldade, 2003.)
Analise estas afirmações e selecione a alternativa inteiramente correta.
I. O plural deverão é verãos e verões.
II. O plural de cidadão é cidadões.
II. O plural de guarda-chuva é guardas-chuvas.
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