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Foram encontradas 60 questões.

3249131 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA

Leia o texto e responda à questão.

O professor Samir dava uma aula de redação, pedindo um texto de 4 a 5 linhas, com coesão e coerência.

A “Eliane”, aluna esperta e espevitada, estava escrevendo o seguinte:

“Enfim teremos férias 4 vezes por ano!

As mulheres vencem todas nesta maravilhosa escola!

Sem dúvida o Corinthians será o campeão nacional desta vez.

Técnicas para irritar o prof. Samir, o grande maestro da redação.”

Neste momento, o prof. Samir passa ao lado da carteira da Eliane e pede para que ela leia, para que todos observem o que não deve ser feito, isto é, um texto sem coesão e, portanto, com total falta de coerência.

Eliane leu. Toda a classe riu muito, tirando “sarro”. Mas aí ela disse: Mestre, meu texto ainda não terminou. Vou dar coesão e coerência a isso tudo.

A classe começou a gritar e aporrinhar a aluna. O prof. Samir disse: “Você tem um minuto para completar”.

Ela pediu: “Posso falar a última frase?” E finalmente completou:

São as Manchetes do nosso jornal Imaginações Estudantis.

Samir, sempre um professor magistral, disse:

“Parabéns, realmente a coesão e coerência foram criadas na última frase. Mas onde você aprendeu isso?” Na aula de ontem com o prof. Fernando, falando sobre as possibilidades de coesão textual!

(Fonte: COSTA, Fernando. Curiosidades professorais. Revista

conhecimento prático: língua portuguesa, n.31, p.66)

De acordo com o professor Samir, a coesão e a coerência no texto da aluna foram criadas na última frase. Desta forma, podemos afirmar que o encadeamento dos enunciados no texto de Eliane foi estabelecido por:

 

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3249130 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA

Leia o texto e responda à questão.

O professor Samir dava uma aula de redação, pedindo um texto de 4 a 5 linhas, com coesão e coerência.

A “Eliane”, aluna esperta e espevitada, estava escrevendo o seguinte:

“Enfim teremos férias 4 vezes por ano!

As mulheres vencem todas nesta maravilhosa escola!

Sem dúvida o Corinthians será o campeão nacional desta vez.

Técnicas para irritar o prof. Samir, o grande maestro da redação.”

Neste momento, o prof. Samir passa ao lado da carteira da Eliane e pede para que ela leia, para que todos observem o que não deve ser feito, isto é, um texto sem coesão e, portanto, com total falta de coerência.

Eliane leu. Toda a classe riu muito, tirando “sarro”. Mas aí ela disse: Mestre, meu texto ainda não terminou. Vou dar coesão e coerência a isso tudo.

A classe começou a gritar e aporrinhar a aluna. O prof. Samir disse: “Você tem um minuto para completar”.

Ela pediu: “Posso falar a última frase?” E finalmente completou:

São as Manchetes do nosso jornal Imaginações Estudantis.

Samir, sempre um professor magistral, disse:

“Parabéns, realmente a coesão e coerência foram criadas na última frase. Mas onde você aprendeu isso?” Na aula de ontem com o prof. Fernando, falando sobre as possibilidades de coesão textual!

(Fonte: COSTA, Fernando. Curiosidades professorais. Revista

conhecimento prático: língua portuguesa, n.31, p.66)

Quanto ao gênero textual, o texto pode ser classificado como

 

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3249129 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA

Leia o texto e responda à questão.

Não adianta nem me abandonar,
Porque mistérios sempre há de pintar por aí
Pessoas, até muito mais, vão me amar
Se eu sou algo incompreensível, meu Deus é mais.
(...)
Não adianta nem me abandonar
Nem ficar tão apaixonada, que nada
Que não sabe nadar
Que morre afogada por mim.

(Trecho de Esotérico, de Gilberto Gil)

Koch (Introdução à Linguística Textual, Martins Fontes, 2004, p. 42) afirma que a intencionalidade é um princípio de construção textual de sentido que se “refere aos diversos modos como os sujeitos usam textos para perseguir e realizar suas intenções comunicativas (...)”. Nesse sentido, tomando como parâmetro o texto de Gilberto Gil e a polissemia nele instaurada, é possível afirmar que a intencionalidade aponta para o tema sintetizado na alternativa

 

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3249128 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA

Leia o texto e responda à questão.

Não adianta nem me abandonar,
Porque mistérios sempre há de pintar por aí
Pessoas, até muito mais, vão me amar
Se eu sou algo incompreensível, meu Deus é mais.
(...)
Não adianta nem me abandonar
Nem ficar tão apaixonada, que nada
Que não sabe nadar
Que morre afogada por mim.

(Trecho de Esotérico, de Gilberto Gil)

A coesão é um recurso textual de progressão indispensável para a textualidade. No trecho da música de Gilberto Gil, a coesão é alcançada pela resolução de uma polissemia (instaurada pela homofonia entre o verbo nada(r) e o substantivo nada), que se realiza por meio do item lexical afogada. Considerando essas informações, assinale a opção que indica a forma de coesão utilizada por Gilberto Gil para construir o sentido do poema.

 

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3249127 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA

Leia o texto e responda à questão.

Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela internet. O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando aos ouvidos de quem precisa estar escutando. O objetivo é estar atingindo o maior número de pessoas infectadas por esta epidemia de transmissão oral. Mais do que estar repreendendo ou estar caçoando, com esta mensagem queremos estar fazendo com que esteja caindo a ficha nas pessoas que costumam estar falando desse jeito sem estar percebendo.

(Fonte. POSSENTI, S. Questões de linguagem: um passeio

gramatical dirigido. São Paulo: Parábola, 2011)

Se um professor fosse trabalhar com o texto em sala de aula, norteado pelos princípios do ensino tradicional da norma padrão da língua portuguesa, a atividade que proporia aos alunos, provavelmente, seguiria a seguinte sequência didática:

 

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3249126 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA

Leia o texto e responda à questão.

Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela internet. O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando aos ouvidos de quem precisa estar escutando. O objetivo é estar atingindo o maior número de pessoas infectadas por esta epidemia de transmissão oral. Mais do que estar repreendendo ou estar caçoando, com esta mensagem queremos estar fazendo com que esteja caindo a ficha nas pessoas que costumam estar falando desse jeito sem estar percebendo.

(Fonte. POSSENTI, S. Questões de linguagem: um passeio

gramatical dirigido. São Paulo: Parábola, 2011)

De acordo com a sintaxe do português brasileiro, é correto afirmar que o fenômeno linguístico destacado “[...] tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando aos ouvidos de quem precisa estar escutando”

 

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3249125 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA

Leia o texto e responda à questão.

Você pode também estar passando por fax, estar mandando pelo correio ou estar enviando pela internet. O importante é estar garantindo que a pessoa em questão vá estar recebendo esta mensagem, de modo que ela possa estar lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta da maneira como tudo o que ela costuma estar falando deve estar soando aos ouvidos de quem precisa estar escutando. O objetivo é estar atingindo o maior número de pessoas infectadas por esta epidemia de transmissão oral. Mais do que estar repreendendo ou estar caçoando, com esta mensagem queremos estar fazendo com que esteja caindo a ficha nas pessoas que costumam estar falando desse jeito sem estar percebendo.

(Fonte. POSSENTI, S. Questões de linguagem: um passeio

gramatical dirigido. São Paulo: Parábola, 2011)

O fenômeno linguístico que se repete excessivamente no texto é conhecido como

 

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3249124 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA

Leia o texto e responda à questão.

Gramática: uma área de muitos conflitos

Surpreende reconhecer quanto diferem os olhares observadores dos que fazem da língua um objeto de ciência, e os olhares míticos dos que cristalizaram verdades irrefutáveis, entre os quais, por vezes, se incluem até mesmo os olhares daqueles que assumem a tarefa pedagógica de orientar o ensino. Essa diferença de olhares se percebe, sobretudo, pelo ângulo da redução, da simplificação que os fatos linguísticos sofrem na escola quando são submetidos às atividades de um suposto ensino.

Desta redução provêm os muitos equívocos que fortalecem os preconceitos linguísticos, que alimentam os programas irrelevantes e as práticas inadequadas de ensino, sobretudo quando se desembarca na plataforma da gramática. Pois, se são tortos os olhos com que se vê a língua, em geral, muito mais tortos são eles quando se vê a gramática, em particular.

Os equívocos logo acima referidos cobrem uma área extensa, pois vão desde a crença ingênua de que, para se garantir eficiência nas atividades de falar, de ler e de escrever, basta estudar gramática (quase sempre nomenclatura gramatical), até a crença, também ingênua, de que não é para se ensinar gramática. A serviço de um e de outro extremo, encontramos políticas de ensino, programas de intervenção ou de orientação. Basta ver, por exemplo, a ação “vigilante e zelosa” da mídia, a qual, reforçando a crença de que “as dificuldades verbais das pessoas são dificuldades de gramática”, promove uma série de flashes e de colunas (até mesmo na televisão e na internet), onde as “dúvidas são inteiramente esclarecidas”, sem qualquer resquício de imprecisão ou de fluidez. [...]

Está evidente, pois, o caráter da gramática como uma área de grandes conflitos. Conflitos internos, oriundos da própria natureza dos fatos linguísticos. Conflitos externos, oriundos de fatores históricos que concorrem para a constituição dos fatos sociais (a língua é um deles; não esqueçamos). [...]

É preciso reprogramar a mente de professores, pais e alunos em geral, para enxergarmos na língua muito mais elementos do que simplesmente erros e acertos de gramática e de sua terminologia. De fato, qualquer coisa que foge um pouco do uso mais ou menos estipulado é vista como erro. As mudanças não são percebidas como “mudanças”, são percebidas como erros.

(Fonte: ANTUNES, I. Muito além da gramática: por um ensino de

línguas sem pedras no caminho. 3.ed. São Paulo: Parábola, 2007,

p.21-23. Grifos originais.)

Assinale a opção que sintetiza o conceito de ensino de língua que subjaz ao texto.

 

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3249123 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA

Leia o texto e responda à questão.

Gramática: uma área de muitos conflitos

Surpreende reconhecer quanto diferem os olhares observadores dos que fazem da língua um objeto de ciência, e os olhares míticos dos que cristalizaram verdades irrefutáveis, entre os quais, por vezes, se incluem até mesmo os olhares daqueles que assumem a tarefa pedagógica de orientar o ensino. Essa diferença de olhares se percebe, sobretudo, pelo ângulo da redução, da simplificação que os fatos linguísticos sofrem na escola quando são submetidos às atividades de um suposto ensino.

Desta redução provêm os muitos equívocos que fortalecem os preconceitos linguísticos, que alimentam os programas irrelevantes e as práticas inadequadas de ensino, sobretudo quando se desembarca na plataforma da gramática. Pois, se são tortos os olhos com que se vê a língua, em geral, muito mais tortos são eles quando se vê a gramática, em particular.

Os equívocos logo acima referidos cobrem uma área extensa, pois vão desde a crença ingênua de que, para se garantir eficiência nas atividades de falar, de ler e de escrever, basta estudar gramática (quase sempre nomenclatura gramatical), até a crença, também ingênua, de que não é para se ensinar gramática. A serviço de um e de outro extremo, encontramos políticas de ensino, programas de intervenção ou de orientação. Basta ver, por exemplo, a ação “vigilante e zelosa” da mídia, a qual, reforçando a crença de que “as dificuldades verbais das pessoas são dificuldades de gramática”, promove uma série de flashes e de colunas (até mesmo na televisão e na internet), onde as “dúvidas são inteiramente esclarecidas”, sem qualquer resquício de imprecisão ou de fluidez. [...]

Está evidente, pois, o caráter da gramática como uma área de grandes conflitos. Conflitos internos, oriundos da própria natureza dos fatos linguísticos. Conflitos externos, oriundos de fatores históricos que concorrem para a constituição dos fatos sociais (a língua é um deles; não esqueçamos). [...]

É preciso reprogramar a mente de professores, pais e alunos em geral, para enxergarmos na língua muito mais elementos do que simplesmente erros e acertos de gramática e de sua terminologia. De fato, qualquer coisa que foge um pouco do uso mais ou menos estipulado é vista como erro. As mudanças não são percebidas como “mudanças”, são percebidas como erros.

(Fonte: ANTUNES, I. Muito além da gramática: por um ensino de

línguas sem pedras no caminho. 3.ed. São Paulo: Parábola, 2007,

p.21-23. Grifos originais.)

Assinale a alternativa que apresenta um dos equívocos apontados pelo texto.

 

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3249122 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: UFMA
Orgão: IF-MA

Leia o texto e responda à questão.

Gramática: uma área de muitos conflitos

Surpreende reconhecer quanto diferem os olhares observadores dos que fazem da língua um objeto de ciência, e os olhares míticos dos que cristalizaram verdades irrefutáveis, entre os quais, por vezes, se incluem até mesmo os olhares daqueles que assumem a tarefa pedagógica de orientar o ensino. Essa diferença de olhares se percebe, sobretudo, pelo ângulo da redução, da simplificação que os fatos linguísticos sofrem na escola quando são submetidos às atividades de um suposto ensino.

Desta redução provêm os muitos equívocos que fortalecem os preconceitos linguísticos, que alimentam os programas irrelevantes e as práticas inadequadas de ensino, sobretudo quando se desembarca na plataforma da gramática. Pois, se são tortos os olhos com que se vê a língua, em geral, muito mais tortos são eles quando se vê a gramática, em particular.

Os equívocos logo acima referidos cobrem uma área extensa, pois vão desde a crença ingênua de que, para se garantir eficiência nas atividades de falar, de ler e de escrever, basta estudar gramática (quase sempre nomenclatura gramatical), até a crença, também ingênua, de que não é para se ensinar gramática. A serviço de um e de outro extremo, encontramos políticas de ensino, programas de intervenção ou de orientação. Basta ver, por exemplo, a ação “vigilante e zelosa” da mídia, a qual, reforçando a crença de que “as dificuldades verbais das pessoas são dificuldades de gramática”, promove uma série de flashes e de colunas (até mesmo na televisão e na internet), onde as “dúvidas são inteiramente esclarecidas”, sem qualquer resquício de imprecisão ou de fluidez. [...]

Está evidente, pois, o caráter da gramática como uma área de grandes conflitos. Conflitos internos, oriundos da própria natureza dos fatos linguísticos. Conflitos externos, oriundos de fatores históricos que concorrem para a constituição dos fatos sociais (a língua é um deles; não esqueçamos). [...]

É preciso reprogramar a mente de professores, pais e alunos em geral, para enxergarmos na língua muito mais elementos do que simplesmente erros e acertos de gramática e de sua terminologia. De fato, qualquer coisa que foge um pouco do uso mais ou menos estipulado é vista como erro. As mudanças não são percebidas como “mudanças”, são percebidas como erros.

(Fonte: ANTUNES, I. Muito além da gramática: por um ensino de

línguas sem pedras no caminho. 3.ed. São Paulo: Parábola, 2007,

p.21-23. Grifos originais.)

Com base na leitura do texto, é possível afirmar que

 

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