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Foram encontradas 50 questões.

1627428 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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O teste de tetrazólio é um teste bioquímico muito utilizado nos laboratórios de análise de sementes para determinar a viabilidade das sementes. Nesse teste, as sementes são embebidas em uma solução incolor de 2,3,5 trifenil cloreto ou brometo de tetrazólio, indicadora do processo de respiração. Íons liberados durante a respiração dos tecidos vivos interagem com o tetrazólio, que é reduzido a um composto que provoca a coloração avermelhada no tecido da semente testada. Esses íons liberados são de
 

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1625022 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Uma lavoura de milho, a ser semeada com espaçamento entre linhas de 0,75m, deverá receber 100 kg de P2O5 por hectare. O adubo a ser utilizado é o 4-30-10. Quanto desse adubo deverá ser colocado a cada 10 metros de sulco na semeadura da cultura?
 

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1621285 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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O potássio é um elemento essencial requerido em grandes quantidades pela bananeira. Quando esse elemento é fornecido em baixas quantidades, a planta mostra sintomas de deficiência que são caracterizados na folha como
 

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1620570 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Uma das preocupações atuais quanto à utilização de água pela irrigação é a economia com a água. Entre os métodos de irrigação atualmente utilizados na agricultura, o que apresenta as maiores perdas de água é o método de irrigação por
 

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1598051 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Entre as anomalias fisiológicas que acometem a cultura do tomate, aquela provocada pela deficiência de cálcio e que aparece nos frutos é denominada de
 

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“Língua solta”
Você fala direito? Aposto que sim. Mas aposto também que, no calor de uma conversa animada, você já se flagrou engolindo o r de um verbo no modo infinitivo. A letra s, quando indica plural, costuma ser devorada nas rodas mais finas de bate-papo especialmente em São Paulo. Já os mineiros (até os doutores!) traçam sem piedade o d que compõe o gerúndio. No país todo, come-se às toneladas o primeiro a da preposição para. A primeira sílaba de todas as formas do verbo estar, então, essa já é uma iguaria difícil de achar. Portanto, poucos se espantam ao ouvir uma frase assim:
“Num vô consegui durmi purquê os cara tão tocano muito alto.”
Isso é errado?
Depende. Se os seus olhos quase saltaram da órbita ao fitar a frase acima, leia em voz alta para perceber que ela não soa tão absurda. Expressões como tocano e vô consegui atentam contra a norma-padrão da língua portuguesa – ensinada na escola para preservar um código comum a todos os falantes do idioma. Do ponto de vista da linguística, entretanto, elas são só objetos de estudo. Retratam fielmente aquilo que o português brasileiro é hoje. E fornecem pistas sobre o que a língua padronizada pode vir a ser daqui a 10, 100 ou 1 000 anos.
Um biólogo nunca diria que uma bactéria está errada, afirma o linguista Ronald Beline, da USP. A linguística – ciência que estuda a linguagem assim como a biologia se ocupa dos seres vivos – tampouco pode dizer se uma palavra está certa ou errada. De certo modo, a linguagem também é um organismo vivo. Elementos linguísticos, como células, nascem e morrem o tempo todo, modificando o sistema. Em todos os idiomas, palavras se alongam, encurtam e trocam de significado; expressões são criadas enquanto outras perdem a razão de existir; substantivos, verbos, adjetivos e advérbios emprestam sentido uns aos outros.
Embora a linguística esteja longe de ser uma ciência exata, ela já foi capaz de identificar regras mais ou menos fixas no comportamento errático da linguagem verbal. Os mecanismos que regem essas metamorfoses são analisados no livro The Unfolding of Language (O Desdobramento da Linguagem, sem tradução para o português), uma das poucas obras digeríveis para quem não é familiarizado com o tema nem com o jargão de quem o estuda. Segundo seu autor, o israelense Guy Deutscher, a linguagem é um recife de metáforas mortas.
Disponível em: <https://super.abril.com.br/ciencia/lingua-portuguesa-a-lingua-solta/>. Acesso em: 18 dez. 2018. (Adaptado).
No trecho “Já os mineiros (até os doutores!)”, o advérbio “até” expressa
 

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Cuitelinho
(canção popular divulgada por
Paulo Vanzolini, Pena Branca e Xavantinho e Almir Sater)
Cheguei na beira do porto
Onde as onda se espaia
As garça dá meia volta
E senta na beira da praia
E o cuitelinho não gosta
Que o botão de rosa caia, ai, ai
Quando eu vim
da minha terra
Despedi da parentália
Eu entrei no Mato Grosso
Dei em terras paraguaia
Lá tinha revolução
Enfrentei fortes batáia, ai, ai
A tua saudade corta
Como aço de naváia
O coração fica aflito
Bate uma, a outra faia
E os óio se enche d'água
Que até a vista se atrapáia, ai...
Disponível em: <https://www.vagalume.com.br/pena-branca/cuitelinho.html>. Acesso em: 15 dez. 2018.
No verso “Bate uma, a outra faia”, ocorre o emprego da elipse por duas vezes. A palavra ocultada nas duas situações é “batida”. As funções sintáticas de cada elipse são, respectivamente:
 

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1553626 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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Uma das formas de se avaliar a quantidade de água disponível para as plantas no solo é o índice denominado Capacidade de Campo. Quando um solo se encontra neste estado de armazenamento de água significa que
 

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Os Três Porquinhos e o Lobo, “Nossos Velhos Conhecidos”
Era uma vez Três Porquinhos e um Lobo Bruto. Os Três Porquinhos eram pessoas de muito boa família, e ambos tinham herdado dos pais, donos de uma churrascaria, um talento deste tamanho. Pedro, o mais velho, pintava que era uma maravilha – um verdadeiro Beethoven. Joaquim, o do meio, era um espanto das contas de somar e multiplicar, até indo à feira fazer compras sozinho. E Ananás, o menor, esse botava os outros dois no bolso – e isso não é maneira de dizer. Ananás era um mágico admirável. Mas o negócio é que – não é assim mesmo, sempre? – Pedro não queria pintar, gostava era de cozinhar, e todo dia estragava pelo menos um quilo de macarrão e duas dúzias de ovos tentando fazer uma bacalhoada. Joaquim vivia perseguindo meretrizes e travestis, porque achava matemática chato, era doido por imoralidade aplicada. E Ananás detestava as mágicas que fazia tão bem – queria era descobrir a epistemologia da realidade cotidiana. Daí que um Lobo Bruto, que ia passando um dia, comeu os três e nem percebeu o talento que degustava, nem as incoerências que transitam pela alma cultivada. MORAL: É INÚTIL ATIRAR PÉROLAS AOS LOBOS.
Fernandes, Millôr. 100 Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Record, 2003.
A moral da história, explicitada ao final do texto, atribui ao adjetivo “bruto” que acompanha a palavra “lobo” o sentido de algo ou alguém que
 

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1537252 Ano: 2019
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFG
Orgão: IF-Goiano
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A unidade atual apresentada pelos laboratórios de análise de solo para as quantidades de P e K presentes em uma amostra de solo é a miligrama por decímetro cúbico (mg.dm-3). Esta unidade é a mesma que antes era apresentada como
 

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