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Um homem de sessenta e cinco anos de idade foi admitido na enfermaria hospitalar com quadro de dor abdominal progressiva, em cólica, difusa, sem fatores de alívio ou piora. Apresentava parada ou diminuição da eliminação de flatos e fezes e discreta náusea. Negou cirurgias abdominais e referiu ter feito colonoscopia havia cinco anos, não tendo sido identificada nenhuma alteração. Na admissão, os sinais vitais estavam dentro da normalidade. O exame físico revelou distensão abdominal, aumento do timpanismo à percussão e dor difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Não foram encontrados tumores palpáveis ou visceromegalias. Os exames de laboratório mostraram leucócitos totais de 8.500/mm3 com diferencial normal, hemoglobina de 13,0 g/dL (VR: 13,5 g/dL a 16,5 g/dL), plaquetas de 125.000/mm3 (VR: 130/mm3 a 450.000/mm³), VHS de 10 mm/h (VR: 0 mm/h a 20 mm/h), proteína C reativa de 5,8 mg/dL (VR até 1 mg/dL). Os eletrólitos e a função renal estavam normais.
No que se refere ao caso clínico precedente, julgue os itens a seguir.
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Um homem de sessenta e cinco anos de idade foi admitido na enfermaria hospitalar com quadro de dor abdominal progressiva, em cólica, difusa, sem fatores de alívio ou piora. Apresentava parada ou diminuição da eliminação de flatos e fezes e discreta náusea. Negou cirurgias abdominais e referiu ter feito colonoscopia havia cinco anos, não tendo sido identificada nenhuma alteração. Na admissão, os sinais vitais estavam dentro da normalidade. O exame físico revelou distensão abdominal, aumento do timpanismo à percussão e dor difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Não foram encontrados tumores palpáveis ou visceromegalias. Os exames de laboratório mostraram leucócitos totais de 8.500/mm3 com diferencial normal, hemoglobina de 13,0 g/dL (VR: 13,5 g/dL a 16,5 g/dL), plaquetas de 125.000/mm3 (VR: 130/mm3 a 450.000/mm³), VHS de 10 mm/h (VR: 0 mm/h a 20 mm/h), proteína C reativa de 5,8 mg/dL (VR até 1 mg/dL). Os eletrólitos e a função renal estavam normais.
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Um homem de sessenta e cinco anos de idade foi admitido na enfermaria hospitalar com quadro de dor abdominal progressiva, em cólica, difusa, sem fatores de alívio ou piora. Apresentava parada ou diminuição da eliminação de flatos e fezes e discreta náusea. Negou cirurgias abdominais e referiu ter feito colonoscopia havia cinco anos, não tendo sido identificada nenhuma alteração. Na admissão, os sinais vitais estavam dentro da normalidade. O exame físico revelou distensão abdominal, aumento do timpanismo à percussão e dor difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Não foram encontrados tumores palpáveis ou visceromegalias. Os exames de laboratório mostraram leucócitos totais de 8.500/mm3 com diferencial normal, hemoglobina de 13,0 g/dL (VR: 13,5 g/dL a 16,5 g/dL), plaquetas de 125.000/mm3 (VR: 130/mm3 a 450.000/mm³), VHS de 10 mm/h (VR: 0 mm/h a 20 mm/h), proteína C reativa de 5,8 mg/dL (VR até 1 mg/dL). Os eletrólitos e a função renal estavam normais.
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Homem com vinte e quatro anos de idade foi à emergência com uma história de dor no peito e falta de ar com piora progressiva havia dois dias. Ele descreveu a dor como em aperto subesternal, que ocorria em repouso e era exacerbada pela inspiração profunda e quando ele se deitava de costas e aliviava quando ele se sentava inclinado para a frente. Não havia irradiação para mandíbula, pescoço ou braço esquerdo. Referiu náuseas, vômitos, febre (37,8 °C), mialgia e tosse seca iniciados dois dias antes do início da dor torácica. Ao exame físico, encontrava-se consciente, orientado, cooperativo, afebril. A frequência cardíaca era de 94 bpm, ritmo regular; a pressão arterial de 117 mmHg × 78 mmHg e a frequência respiratória de 18 irpm. ausculta cardíaca, foi possível identificar um som de ranger de couro, tanto na sístole como na diástole. Esse som era mais audível na borda esternal inferior esquerda e no foco pulmonar. ausculta pulmonar, observou-se diminuição do murmúrio vesicular nas bases, com roncos basais bilateralmente. O exame de abdome não mostrava ascite ou visceromegalias. Apresentava edema leve de membros inferiores.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.
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Homem com vinte e quatro anos de idade foi à emergência com uma história de dor no peito e falta de ar com piora progressiva havia dois dias. Ele descreveu a dor como em aperto subesternal, que ocorria em repouso e era exacerbada pela inspiração profunda e quando ele se deitava de costas e aliviava quando ele se sentava inclinado para a frente. Não havia irradiação para mandíbula, pescoço ou braço esquerdo. Referiu náuseas, vômitos, febre (37,8 °C), mialgia e tosse seca iniciados dois dias antes do início da dor torácica. Ao exame físico, encontrava-se consciente, orientado, cooperativo, afebril. A frequência cardíaca era de 94 bpm, ritmo regular; a pressão arterial de 117 mmHg × 78 mmHg e a frequência respiratória de 18 irpm. ausculta cardíaca, foi possível identificar um som de ranger de couro, tanto na sístole como na diástole. Esse som era mais audível na borda esternal inferior esquerda e no foco pulmonar. ausculta pulmonar, observou-se diminuição do murmúrio vesicular nas bases, com roncos basais bilateralmente. O exame de abdome não mostrava ascite ou visceromegalias. Apresentava edema leve de membros inferiores.
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Homem com vinte e quatro anos de idade foi à emergência com uma história de dor no peito e falta de ar com piora progressiva havia dois dias. Ele descreveu a dor como em aperto subesternal, que ocorria em repouso e era exacerbada pela inspiração profunda e quando ele se deitava de costas e aliviava quando ele se sentava inclinado para a frente. Não havia irradiação para mandíbula, pescoço ou braço esquerdo. Referiu náuseas, vômitos, febre (37,8 °C), mialgia e tosse seca iniciados dois dias antes do início da dor torácica. Ao exame físico, encontrava-se consciente, orientado, cooperativo, afebril. A frequência cardíaca era de 94 bpm, ritmo regular; a pressão arterial de 117 mmHg × 78 mmHg e a frequência respiratória de 18 irpm. ausculta cardíaca, foi possível identificar um som de ranger de couro, tanto na sístole como na diástole. Esse som era mais audível na borda esternal inferior esquerda e no foco pulmonar. ausculta pulmonar, observou-se diminuição do murmúrio vesicular nas bases, com roncos basais bilateralmente. O exame de abdome não mostrava ascite ou visceromegalias. Apresentava edema leve de membros inferiores.
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Homem com vinte e quatro anos de idade foi à emergência com uma história de dor no peito e falta de ar com piora progressiva havia dois dias. Ele descreveu a dor como em aperto subesternal, que ocorria em repouso e era exacerbada pela inspiração profunda e quando ele se deitava de costas e aliviava quando ele se sentava inclinado para a frente. Não havia irradiação para mandíbula, pescoço ou braço esquerdo. Referiu náuseas, vômitos, febre (37,8 °C), mialgia e tosse seca iniciados dois dias antes do início da dor torácica. Ao exame físico, encontrava-se consciente, orientado, cooperativo, afebril. A frequência cardíaca era de 94 bpm, ritmo regular; a pressão arterial de 117 mmHg × 78 mmHg e a frequência respiratória de 18 irpm. ausculta cardíaca, foi possível identificar um som de ranger de couro, tanto na sístole como na diástole. Esse som era mais audível na borda esternal inferior esquerda e no foco pulmonar. ausculta pulmonar, observou-se diminuição do murmúrio vesicular nas bases, com roncos basais bilateralmente. O exame de abdome não mostrava ascite ou visceromegalias. Apresentava edema leve de membros inferiores.
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Em atendimento em serviço de saúde, um homem de quarenta e dois anos de idade, previamente saudável, referiu que notou surgimento de edema de membros inferiores havia dois meses, o que lhe provocava desconforto nos pés e tornozelos. Percebeu ganho ponderal de cinco quilos e também passou a apresentar cefaleia, sem alterações visuais. Negou palpitações, dor torácica, dispneia ou ortopneia. Não tinha antecedentes patológicos pregressos, tendo referido que, em consulta clínica no ano anterior, sua pressão arterial estava normal. Uma semana antes da consulta, foi à emergência por estar incomodado com o edema, ocasião em que foi constatada hipertensão arterial de 185 mmHg × 110 mmHg. Foram realizados eletrocardiograma, enzimas cardíacas, sumário de urina, hemograma, ureia, creatinina, sódio e potássio e ultrassonografia de lojas renais, todos normais. O paciente foi, então, medicado e encaminhado para a investigação. Ao exame físico, ele tinha fácies pletórica, pressão arterial de 196 mmHg × 18 mmHg — média de três leituras —, sem alteração na aferição dos dois membros. Havia edema leve de membros inferiores. O exame de fundo de olho foi normal.
No que concerne ao caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
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Em atendimento em serviço de saúde, um homem de quarenta e dois anos de idade, previamente saudável, referiu que notou surgimento de edema de membros inferiores havia dois meses, o que lhe provocava desconforto nos pés e tornozelos. Percebeu ganho ponderal de cinco quilos e também passou a apresentar cefaleia, sem alterações visuais. Negou palpitações, dor torácica, dispneia ou ortopneia. Não tinha antecedentes patológicos pregressos, tendo referido que, em consulta clínica no ano anterior, sua pressão arterial estava normal. Uma semana antes da consulta, foi à emergência por estar incomodado com o edema, ocasião em que foi constatada hipertensão arterial de 185 mmHg × 110 mmHg. Foram realizados eletrocardiograma, enzimas cardíacas, sumário de urina, hemograma, ureia, creatinina, sódio e potássio e ultrassonografia de lojas renais, todos normais. O paciente foi, então, medicado e encaminhado para a investigação. Ao exame físico, ele tinha fácies pletórica, pressão arterial de 196 mmHg × 18 mmHg — média de três leituras —, sem alteração na aferição dos dois membros. Havia edema leve de membros inferiores. O exame de fundo de olho foi normal.
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Um homem, de vinte e nove anos de idade, foi internado com quadro de mal-estar, tosse, mialgia e fraqueza generalizada havia três dias. Ele queixava-se de anorexia e náuseas, tendo permanecido em jejum. No segundo dia da doença, ele acordou com dor muscular difusa e fraqueza progressiva, o que culminou em dificuldade para caminhar. No terceiro dia, apresentou urina de coloração escura. O paciente mencionou uso de carbolítio e sertralina havia três anos, para o tratamento de transtorno de humor, e uso de sinvastatina 20 mg havia quatro meses, para o tratamento de dislipidemia familiar. Ao exame físico, verificaram-se diminuição difusa da força muscular (força grau 3 de 5) e dor à palpação muscular. Os exames complementares mostraram CPK de 3.200 U/L (VR: 32 U/L a 294 U/L), aspartato aminotransferase de 520 U/L (VR: inferior a 34 U/L), alanina aminotransferase de 170 U/L (VR: 10 U/L a 49 U/L), fosfatase alcalina de 66 U/L (VR: 27 U/L a 100 U/L), bilirrubina total de 1,1 mg/dL (VR: 0,3 mg/dL a 1,2 mg/dL). O sumário de urina foi compatível com presença de hemoglobina (++), sem hematúria.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue os itens que se seguem.
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