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Foram encontradas 660 questões.

648195 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

As lesões traumáticas do esôfago têm causas variadas, e alguns fatores são determinantes para que haja bons resultados na sua abordagem, como localização da lesão e precocidade no diagnóstico e na implementação da terapêutica. Com relação a lesões traumáticas do esôfago, julgue o item subsecutivo.

O esofagograma contrastado é um exame usado de rotina no diagnóstico dessas lesões.

 

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648194 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

As lesões traumáticas do esôfago têm causas variadas, e alguns fatores são determinantes para que haja bons resultados na sua abordagem, como localização da lesão e precocidade no diagnóstico e na implementação da terapêutica. Com relação a lesões traumáticas do esôfago, julgue o item subsecutivo.

As lesões esofágicas cervicais comumente são mais graves que as do segmento torácico ou abdominal.

 

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648193 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

As lesões traumáticas do esôfago têm causas variadas, e alguns fatores são determinantes para que haja bons resultados na sua abordagem, como localização da lesão e precocidade no diagnóstico e na implementação da terapêutica. Com relação a lesões traumáticas do esôfago, julgue o item subsecutivo.

A abordagem cirúrgica das lesões do terço inferior do esôfago deve ser por toracotomia no sexto espaço intercostal esquerdo

 

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648192 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

Com relação ao manejo da hemorragia digestiva alta varicosa, julgue o item subsecutivo.

Na admissão hospitalar de pacientes com doença hepática avançada, é recomendado iniciar antibioticoprofilaxia com ceftriaxona endovenosa.

 

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648191 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

Com relação ao manejo da hemorragia digestiva alta varicosa, julgue o item subsecutivo.

A profilaxia primária de sangramento digestivo proveniente de varizes de médio e grosso calibre deve ser feita com betabloqueadores não seletivos (propanolol ou nadolol), além de carvedilol, ou tratamento endoscópico (ligadura elástica).

 

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648190 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

Com relação ao manejo da hemorragia digestiva alta varicosa, julgue o item subsecutivo.

A profilaxia secundária de ressangramento deve ser feita com terapêutica endoscópica e medicamentosa.

 

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648189 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

Um homem de sessenta anos de idade, portador de hepatite C crônica diagnosticada havia vinte anos, refratária a tratamento prévio com Interferon e Ribavirina, foi atendido em ambulatório sem sinais clínicos e laboratoriais de insuficiência hepática. Ao ser indagado, negou histórico de hipertensão ou diabetes e disse que, havia cinco anos, não fazia mais uso de álcool e cigarro. O paciente informou que, dado o quadro de ansiedade, fazia uso de paroxetina e que, havia cerca de um mês, apresentava dor em membros inferiores, de forte intensidade, com aumento progressivo. De acordo com o relato do paciente, o médico foi informado, ainda, de episódio de proeminência dolorosa da veia orbitária, com resolução espontânea após uma semana, e piora das crises de dor em MMII, refratária a AINES e dipirona. Na investigação clínica, os resultados dos exames do paciente apresentaram as seguintes alterações: fator reumatoide = 1980 UI\ml; C3 = 4 mg\dL; pico policlonal de α 1 e β globulinas na eletroforese de proteínas com imunofixação; pesquisa de crioglobulinas positiva; elastografia hepática com grau 2\3 (F2\F3) de fibrose.

No que se refere ao caso clínico precedente, julgue o item que se segue, em relação à hepatite C e suas complicações.

Considerando o resultado da eletroforese de proteínas, um dos diagnósticos prováveis seria o de mieloma múltiplo.
 

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648188 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

Um homem de sessenta anos de idade, portador de hepatite C crônica diagnosticada havia vinte anos, refratária a tratamento prévio com Interferon e Ribavirina, foi atendido em ambulatório sem sinais clínicos e laboratoriais de insuficiência hepática. Ao ser indagado, negou histórico de hipertensão ou diabetes e disse que, havia cinco anos, não fazia mais uso de álcool e cigarro. O paciente informou que, dado o quadro de ansiedade, fazia uso de paroxetina e que, havia cerca de um mês, apresentava dor em membros inferiores, de forte intensidade, com aumento progressivo. De acordo com o relato do paciente, o médico foi informado, ainda, de episódio de proeminência dolorosa da veia orbitária, com resolução espontânea após uma semana, e piora das crises de dor em MMII, refratária a AINES e dipirona. Na investigação clínica, os resultados dos exames do paciente apresentaram as seguintes alterações: fator reumatoide = 1980 UI\ml; C3 = 4 mg\dL; pico policlonal de α 1 e β globulinas na eletroforese de proteínas com imunofixação; pesquisa de crioglobulinas positiva; elastografia hepática com grau 2\3 (F2\F3) de fibrose.

No que se refere ao caso clínico precedente, julgue o item que se segue, em relação à hepatite C e suas complicações.

A dor associada à proeminência vascular relatada e os referidos achados laboratoriais são compatíveis com quadro de crioglobulinemia mista, uma vasculite associada geralmente à hepatite C crônica.
 

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648187 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

Um homem de sessenta anos de idade, portador de hepatite C crônica diagnosticada havia vinte anos, refratária a tratamento prévio com Interferon e Ribavirina, foi atendido em ambulatório sem sinais clínicos e laboratoriais de insuficiência hepática. Ao ser indagado, negou histórico de hipertensão ou diabetes e disse que, havia cinco anos, não fazia mais uso de álcool e cigarro. O paciente informou que, dado o quadro de ansiedade, fazia uso de paroxetina e que, havia cerca de um mês, apresentava dor em membros inferiores, de forte intensidade, com aumento progressivo. De acordo com o relato do paciente, o médico foi informado, ainda, de episódio de proeminência dolorosa da veia orbitária, com resolução espontânea após uma semana, e piora das crises de dor em MMII, refratária a AINES e dipirona. Na investigação clínica, os resultados dos exames do paciente apresentaram as seguintes alterações: fator reumatoide = 1980 UI\ml; C3 = 4 mg\dL; pico policlonal de α 1 e β globulinas na eletroforese de proteínas com imunofixação; pesquisa de crioglobulinas positiva; elastografia hepática com grau 2\3 (F2\F3) de fibrose.

No que se refere ao caso clínico precedente, julgue o item que se segue, em relação à hepatite C e suas complicações.

Dado o grau de fibrose encontrado na elastografia, uma opção de tratamento para a hepatite C é a associação de Sofosbuvir e Daclatasvir.
 

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648186 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: HUB

Um homem de sessenta anos de idade, portador de hepatite C crônica diagnosticada havia vinte anos, refratária a tratamento prévio com Interferon e Ribavirina, foi atendido em ambulatório sem sinais clínicos e laboratoriais de insuficiência hepática. Ao ser indagado, negou histórico de hipertensão ou diabetes e disse que, havia cinco anos, não fazia mais uso de álcool e cigarro. O paciente informou que, dado o quadro de ansiedade, fazia uso de paroxetina e que, havia cerca de um mês, apresentava dor em membros inferiores, de forte intensidade, com aumento progressivo. De acordo com o relato do paciente, o médico foi informado, ainda, de episódio de proeminência dolorosa da veia orbitária, com resolução espontânea após uma semana, e piora das crises de dor em MMII, refratária a AINES e dipirona. Na investigação clínica, os resultados dos exames do paciente apresentaram as seguintes alterações: fator reumatoide = 1980 UI\ml; C3 = 4 mg\dL; pico policlonal de α 1 e β globulinas na eletroforese de proteínas com imunofixação; pesquisa de crioglobulinas positiva; elastografia hepática com grau 2\3 (F2\F3) de fibrose.

No que se refere ao caso clínico precedente, julgue o item que se segue, em relação à hepatite C e suas complicações.

Uma das primeiras linhas de tratamento a ser adotada nesse caso é a pulsoterapia com corticosteroides.
 

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