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As lesões traumáticas do esôfago têm causas variadas, e alguns fatores são determinantes para que haja bons resultados na sua abordagem, como localização da lesão e precocidade no diagnóstico e na implementação da terapêutica. Com relação a lesões traumáticas do esôfago, julgue o item subsecutivo.
O esofagograma contrastado é um exame usado de rotina no diagnóstico dessas lesões.
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As lesões traumáticas do esôfago têm causas variadas, e alguns fatores são determinantes para que haja bons resultados na sua abordagem, como localização da lesão e precocidade no diagnóstico e na implementação da terapêutica. Com relação a lesões traumáticas do esôfago, julgue o item subsecutivo.
As lesões esofágicas cervicais comumente são mais graves que as do segmento torácico ou abdominal.
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As lesões traumáticas do esôfago têm causas variadas, e alguns fatores são determinantes para que haja bons resultados na sua abordagem, como localização da lesão e precocidade no diagnóstico e na implementação da terapêutica. Com relação a lesões traumáticas do esôfago, julgue o item subsecutivo.
A abordagem cirúrgica das lesões do terço inferior do esôfago deve ser por toracotomia no sexto espaço intercostal esquerdo
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Com relação ao manejo da hemorragia digestiva alta varicosa, julgue o item subsecutivo.
Na admissão hospitalar de pacientes com doença hepática avançada, é recomendado iniciar antibioticoprofilaxia com ceftriaxona endovenosa.
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Com relação ao manejo da hemorragia digestiva alta varicosa, julgue o item subsecutivo.
A profilaxia primária de sangramento digestivo proveniente de varizes de médio e grosso calibre deve ser feita com betabloqueadores não seletivos (propanolol ou nadolol), além de carvedilol, ou tratamento endoscópico (ligadura elástica).
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Com relação ao manejo da hemorragia digestiva alta varicosa, julgue o item subsecutivo.
A profilaxia secundária de ressangramento deve ser feita com terapêutica endoscópica e medicamentosa.
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Um homem de sessenta anos de idade, portador de hepatite C crônica diagnosticada havia vinte anos, refratária a tratamento prévio com Interferon e Ribavirina, foi atendido em ambulatório sem sinais clínicos e laboratoriais de insuficiência hepática. Ao ser indagado, negou histórico de hipertensão ou diabetes e disse que, havia cinco anos, não fazia mais uso de álcool e cigarro. O paciente informou que, dado o quadro de ansiedade, fazia uso de paroxetina e que, havia cerca de um mês, apresentava dor em membros inferiores, de forte intensidade, com aumento progressivo. De acordo com o relato do paciente, o médico foi informado, ainda, de episódio de proeminência dolorosa da veia orbitária, com resolução espontânea após uma semana, e piora das crises de dor em MMII, refratária a AINES e dipirona. Na investigação clínica, os resultados dos exames do paciente apresentaram as seguintes alterações: fator reumatoide = 1980 UI\ml; C3 = 4 mg\dL; pico policlonal de α 1 e β globulinas na eletroforese de proteínas com imunofixação; pesquisa de crioglobulinas positiva; elastografia hepática com grau 2\3 (F2\F3) de fibrose.
No que se refere ao caso clínico precedente, julgue o item que se segue, em relação à hepatite C e suas complicações.
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Um homem de sessenta anos de idade, portador de hepatite C crônica diagnosticada havia vinte anos, refratária a tratamento prévio com Interferon e Ribavirina, foi atendido em ambulatório sem sinais clínicos e laboratoriais de insuficiência hepática. Ao ser indagado, negou histórico de hipertensão ou diabetes e disse que, havia cinco anos, não fazia mais uso de álcool e cigarro. O paciente informou que, dado o quadro de ansiedade, fazia uso de paroxetina e que, havia cerca de um mês, apresentava dor em membros inferiores, de forte intensidade, com aumento progressivo. De acordo com o relato do paciente, o médico foi informado, ainda, de episódio de proeminência dolorosa da veia orbitária, com resolução espontânea após uma semana, e piora das crises de dor em MMII, refratária a AINES e dipirona. Na investigação clínica, os resultados dos exames do paciente apresentaram as seguintes alterações: fator reumatoide = 1980 UI\ml; C3 = 4 mg\dL; pico policlonal de α 1 e β globulinas na eletroforese de proteínas com imunofixação; pesquisa de crioglobulinas positiva; elastografia hepática com grau 2\3 (F2\F3) de fibrose.
No que se refere ao caso clínico precedente, julgue o item que se segue, em relação à hepatite C e suas complicações.
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Um homem de sessenta anos de idade, portador de hepatite C crônica diagnosticada havia vinte anos, refratária a tratamento prévio com Interferon e Ribavirina, foi atendido em ambulatório sem sinais clínicos e laboratoriais de insuficiência hepática. Ao ser indagado, negou histórico de hipertensão ou diabetes e disse que, havia cinco anos, não fazia mais uso de álcool e cigarro. O paciente informou que, dado o quadro de ansiedade, fazia uso de paroxetina e que, havia cerca de um mês, apresentava dor em membros inferiores, de forte intensidade, com aumento progressivo. De acordo com o relato do paciente, o médico foi informado, ainda, de episódio de proeminência dolorosa da veia orbitária, com resolução espontânea após uma semana, e piora das crises de dor em MMII, refratária a AINES e dipirona. Na investigação clínica, os resultados dos exames do paciente apresentaram as seguintes alterações: fator reumatoide = 1980 UI\ml; C3 = 4 mg\dL; pico policlonal de α 1 e β globulinas na eletroforese de proteínas com imunofixação; pesquisa de crioglobulinas positiva; elastografia hepática com grau 2\3 (F2\F3) de fibrose.
No que se refere ao caso clínico precedente, julgue o item que se segue, em relação à hepatite C e suas complicações.
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Um homem de sessenta anos de idade, portador de hepatite C crônica diagnosticada havia vinte anos, refratária a tratamento prévio com Interferon e Ribavirina, foi atendido em ambulatório sem sinais clínicos e laboratoriais de insuficiência hepática. Ao ser indagado, negou histórico de hipertensão ou diabetes e disse que, havia cinco anos, não fazia mais uso de álcool e cigarro. O paciente informou que, dado o quadro de ansiedade, fazia uso de paroxetina e que, havia cerca de um mês, apresentava dor em membros inferiores, de forte intensidade, com aumento progressivo. De acordo com o relato do paciente, o médico foi informado, ainda, de episódio de proeminência dolorosa da veia orbitária, com resolução espontânea após uma semana, e piora das crises de dor em MMII, refratária a AINES e dipirona. Na investigação clínica, os resultados dos exames do paciente apresentaram as seguintes alterações: fator reumatoide = 1980 UI\ml; C3 = 4 mg\dL; pico policlonal de α 1 e β globulinas na eletroforese de proteínas com imunofixação; pesquisa de crioglobulinas positiva; elastografia hepática com grau 2\3 (F2\F3) de fibrose.
No que se refere ao caso clínico precedente, julgue o item que se segue, em relação à hepatite C e suas complicações.
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