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Um paciente de quarenta e oito anos de idade procurou atendimento médico queixando-se de sonolência diurna excessiva, ronco alto, pausas respiratórias testemunhadas, engasgos e sono agitado. O exame físico revelou pressão arterial de 150 mmHg × 100 mmHg; frequência cardíaca de 85 bpm; 1,70 m de altura; peso corporal de 118 kg; e palato ogival, sem outras alterações. O exame de polissonografia mostrou índice de apneia-hipopneia por hora (IAH) igual a 25 eventos/hora.
Tendo como referência esse caso clínico, julgue o item que se segue.
No caso em apreço, a pressão arterial elevada decorre da inibição absoluta da atividade do sistema nervoso parassimpático (vagal) do paciente.
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Um paciente de quarenta e oito anos de idade procurou atendimento médico queixando-se de sonolência diurna excessiva, ronco alto, pausas respiratórias testemunhadas, engasgos e sono agitado. O exame físico revelou pressão arterial de 150 mmHg × 100 mmHg; frequência cardíaca de 85 bpm; 1,70 m de altura; peso corporal de 118 kg; e palato ogival, sem outras alterações. O exame de polissonografia mostrou índice de apneia-hipopneia por hora (IAH) igual a 25 eventos/hora.
Tendo como referência esse caso clínico, julgue o item que se segue.
No caso em consideração, recomenda-se, como principal tratamento, a realização de pressão positiva contínua nas vias respiratórias.
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Um paciente de quarenta e oito anos de idade procurou atendimento médico queixando-se de sonolência diurna excessiva, ronco alto, pausas respiratórias testemunhadas, engasgos e sono agitado. O exame físico revelou pressão arterial de 150 mmHg × 100 mmHg; frequência cardíaca de 85 bpm; 1,70 m de altura; peso corporal de 118 kg; e palato ogival, sem outras alterações. O exame de polissonografia mostrou índice de apneia-hipopneia por hora (IAH) igual a 25 eventos/hora.
Tendo como referência esse caso clínico, julgue o item que se segue.
O principal diagnóstico para o paciente em questão é síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS).
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Uma professora do ensino fundamental, de vinte e oito anos de idade, procurou atendimento médico por apresentar dispneia aos médios esforços. O exame físico cardiovascular revelou ictus cordis visível e palpável no 5.º espaço intercostal na linha medioclavicular esquerda; presença de hiperfonese; e desdobramento fisiológico da segunda bulha em foco pulmonar. Na ausculta do foco mitral, observaram-se hiperfonese da primeira bulha, estalido de abertura da mitral e sopro protomesodiastólico — grau III de Levine — associado a reforço pré-sistólico. No exame clínico, não foram observadas outras alterações significativas. Após avaliação clínica e laboratorial, o médico estabeleceu o diagnóstico de cardiopatia reumática crônica, tipo estenose mitral, de moderada intensidade.
Com referência a esse caso clínico, julgue o seguinte item.
Como a lesão valvar definitiva está plenamente instalada, a profilaxia secundária para febre reumática não é recomendada para a paciente em questão.
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Uma menina de dez anos de idade, moradora da periferia de uma grande cidade, foi atendida na emergência, apresentando, de acordo com relato da mãe, febre alta havia seis dias. A mãe informou, ainda, que, após quarenta e oito horas do início da febre, esta havia sido seguida por cefaleia, vômitos, diarreia e urina escura. No exame físico, o médico observou escleróticas ictéricas, dor abdominal e discreta hepatomegalia. A mãe da menina relatou que havia um surto de dengue na região onde moravam. Exames laboratoriais realizados no terceiro dia da evolução do quadro clínico apresentaram os seguintes resultados: TGO = 90 UI; TGP = 280 UI; anti-HVA IgM e IgG não reagentes; anti-HBs Ag reagente; HBs Ag, HBeAg, anti-HBeAg, anti-HB C IgM e IgG não reagentes; o exame de detecção para antígeno da dengue NS1 foi negativo.
Com referência ao caso clínico apresentado, julgue o item que se segue.
Após a cura clínica, a paciente deverá receber quatro doses da vacina contra o HPV em um intervalo de seis meses, se ainda não tiver sido vacinada.
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Uma menina de dez anos de idade, moradora da periferia de uma grande cidade, foi atendida na emergência, apresentando, de acordo com relato da mãe, febre alta havia seis dias. A mãe informou, ainda, que, após quarenta e oito horas do início da febre, esta havia sido seguida por cefaleia, vômitos, diarreia e urina escura. No exame físico, o médico observou escleróticas ictéricas, dor abdominal e discreta hepatomegalia. A mãe da menina relatou que havia um surto de dengue na região onde moravam. Exames laboratoriais realizados no terceiro dia da evolução do quadro clínico apresentaram os seguintes resultados: TGO = 90 UI; TGP = 280 UI; anti-HVA IgM e IgG não reagentes; anti-HBs Ag reagente; HBs Ag, HBeAg, anti-HBeAg, anti-HB C IgM e IgG não reagentes; o exame de detecção para antígeno da dengue NS1 foi negativo.
Com referência ao caso clínico apresentado, julgue o item que se segue.
O diagnóstico de dengue está descartado, pois o exame de detecção para o antígeno viral NS1 foi negativo.
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Julgue o próximo item, relativo à síndrome de apneia obstrutiva do sono (SAOS).
As variáveis com maior valor preditivo positivo para diagnóstico de SAOS são circunferência de pescoço, roncos e índice de massa corporal (IMC).
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Paciente do sexo feminino, de cinquenta e três anos de idade, com histórico de vários episódios de urolitíase bilateral com pielonefrite associada, para os quais houve resolução clínica na maioria das vezes, foi encaminhada ao pronto-socorro, apresentando dor lombar intensa à esquerda, febre, queda do estado geral e massa palpável no flanco esquerdo. Nessa situação, ela realizou tomografia computadorizada de abdome, que evidenciou a presença de abscesso renal unilocular no polo superior do rim esquerdo. Em duas ocasiões anteriores, ela havia sido submetida a duas intervenções cirúrgicas para remoção de cálculos ureterais.
Considerando o caso clínico apresentado, julgue o seguinte item.
A melhor abordagem para esse caso é a administração de antibióticos, hidratação venosa e realização de nefrectomia polar unilateral.
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Paciente portadora de artrite reumatoide e que faz uso contínuo de inibidor de bomba de prótons compareceu ao ambulatório de cirurgia-geral, relatando desconforto retroesternal tipo queimação, regurgitação e episódios de disfagia a sólidos. Após ser submetida a videoendoscopia digestiva alta, constatou-se que a paciente apresentava esofagite erosiva por refluxo tipo C de Los Angeles. Em seguida, procedeu-se à avaliação funcional do esôfago por manometria esofágica e pHmetria esofágica de dois canais, para se avaliar a possibilidade de tratamento cirúrgico.
A partir do caso clínico apresentado, julgue o próximo item.
É bastante provável que a avaliação manométrica do esôfago dessa paciente indique um esfíncter inferior do esôfago hipotônico e distúrbio hipocontrátil dos dois terços inferiores do esôfago distal.
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Paciente de cinquenta e três anos de idade, do sexo feminino, procurou ambulatório com diagnóstico de pólipo de vesícula biliar, para avaliação pré-operatória de colecistectomia. Ela apresentou, ainda, o resultado do exame de ultrassonografia abdominal com doppler, que indicava pólipo de 7 mm de diâmetro localizado na parede anterior do corpo da vesícula biliar, com fluxo positivo.
Em relação a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
Nesse caso, o tratamento cirúrgico pode ser postergado, mas a paciente deve ser submetida a acompanhamento ambulatorial com ultrassonografia anual e realização de dosagem de marcadores tumorais.
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