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A hipótese diagnóstica mais provável, nesse caso, é íleo paralítico, em virtude da idade avançada do paciente e de seu quadro clínico bastante comprometido.
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Avaliação pré-operatória, proibição do fumo, analgesia pós-operatória adequada, fisioterapia respiratória, nebulização e uso de mucolíticos são importantes tanto na prevenção de atelectasia quanto na de infecções do trato respiratório inferior.
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No que concerne à avaliação e ao tratamento das queimaduras, julgue o seguinte item.
Nos casos de suspeita de lesão por inalação de fumaça, em paciente que apresente rouquidão, sibilos e escarros carbonáceos, a realização de broncoscopia está contraindicada devido ao risco de pneumotórax por barotrauma.
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Ao se compararem os prognósticos de pacientes com câncer colorretal com mesmo estadiamento, o prognóstico pós-operatório de um paciente com câncer colorretal hereditário não relacionado com a polipose (HNPCC), ou síndrome de Lynch, é melhor que o de um paciente que não possua essa síndrome.
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A dor abdominal é queixa que ocorre em 5% a 10% de todos os atendimentos de emergência. Essa dor pode ser ou não decorrente de acometimento das vísceras abdominais, sendo, às vezes, difícil o diagnóstico diferencial. Aspectos embriológicos e anatômicos são fundamentais para a compreensão das características da dor abdominal. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.
A dor localizada decorre de irritação do peritônio parietal por processo inflamatório ou infeccioso.
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A dor abdominal é queixa que ocorre em 5% a 10% de todos os atendimentos de emergência. Essa dor pode ser ou não decorrente de acometimento das vísceras abdominais, sendo, às vezes, difícil o diagnóstico diferencial. Aspectos embriológicos e anatômicos são fundamentais para a compreensão das características da dor abdominal. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.
Dor abdonimal progressiva, piora do quadro clínico, pneumoperitônio e irritação peritonial são sinais de alerta, que associados, ou não, podem indicar laparotomia.
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Acerca desse caso clínico, julgue o item subsequente.
Deve-se solicitar a essa paciente, entre outros exames, endoscopia digestiva alta, com o intuito de avaliar a existência de lesão péptica ou de tumores.
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Acerca desse caso clínico, julgue o item subsequente.
A presença, nessa paciente, de disfagia exclui o diagnóstico de doença do refluxo gastresofágico (DRGE), mas não o de obstrução esofágica decorrente de tumor, divertículo ou distúrbios motores.
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Considerando o caso clínico apresentado, a avaliação pré-operatória desse paciente e o ato anestésico, julgue o item subsequente.
Em casos semelhantes ao apresentado, geralmente é permitido ao paciente, durante o período perioperatório, continuar utilizando as medicações anti-hipertensivas.
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Com relação ao caso clínico acima, julgue o item a seguir.
Caso haja suspeita de pneumotórax no paciente em questão, a eventual drenagem em selo d’água deve ser postergada até que seja feita a intubação orotraqueal e o paciente tenha sido colocado em respiração mecânica.
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